Você precisa saber o que virá
“Eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro.”
(Apocalipse 3:10)
INTRODUÇÃO
O mundo não vai melhorar. Essa é a verdade que muitos evitam encarar, mas a Bíblia já declarou: o amanhã da terra é marcado pela piora da maldade, do engano, do afastamento de Deus e do amor ao pecado. O coração humano não está caminhando para a luz, mas se aprofundando nas trevas espirituais. Essa piora do mundo trará juízo sobre a terra — um juízo divino que alcançará aqueles que não reconhecerem a verdade que Deus revelou e escolherem permanecer no fluxo deste sistema corrompido.
A maldade aumentará. O engano crescerá. O amor a Deus esfriará, enquanto o amor ao pecado se intensifica. Não é um futuro distante: é um processo que já está em marcha.
Mas há um plano de Deus para os Seus — um plano de resgate e preservação. Deus tem um povo que Ele mesmo marcará, guardará e levará para fora do tempo de juízo que virá sobre o mundo inteiro. E porque o mundo vai piorar, a Igreja precisa viver em contraste absoluto com ele: na fé firme, na obediência, na santidade e na fidelidade à Palavra.
O perigo não é apenas o que virá, mas o engano que faz muitos viverem como se nada fosse acontecer. Por isso, esta leitura não é um texto comum: é um alerta para posicionar a sua vida antes que os acontecimentos posicionem você.
E quando afirmamos que “o amanhã torna a decisão destino”, significa isto:
chegará o dia em que a história não permitirá mais reescrever escolhas — apenas revelar quais escolhas foram feitas.
Por isso o aviso é dado agora: o tempo de se alinhar com Cristo é antes do juízo, não durante ele.
Você precisa saber o que vai acontecer, essa realidade será tratada aqui para que amanhã não o encontre no lado errado da história. E você não seja arrastado pelo engano que domina o mundo, mas esteja entre aqueles que Deus resgatará quando o juízo começar.
1. O pecado no mundo e a rota que não será revertida
O pecado entrou no mundo e mudou a história humana. A Bíblia revela que, desde o princípio, o coração do homem se inclinou para longe de Deus, escolhendo as trevas em vez da luz.
“O pecado entrou no mundo por um homem, e a morte pelo pecado.” (Romanos 5:12).
A terra não foi ferida por acaso — foi corrompida por uma escolha que se espalhou pela humanidade.
“Viu o Senhor que a maldade do homem era grande na terra.” (Gênesis 6:5).
Essa condição não diminuiu com o tempo, ela se agravou.
O mundo não caminha para melhora espiritual. Ele segue para o aumento do engano e da maldade. A própria Bíblia descreve essa escalada como algo contínuo:
“Os homens maus e enganadores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados.” (2 Timóteo 3:13).
A maldade se multiplica, o amor a Deus esfria, e a verdade se torna impopular.
“A maldade se multiplicará e o amor esfriará.” (Mateus 24:12).
Muitos rejeitarão a verdade e abraçarão o engano como estilo de vida.
“Não receberam o amor da verdade… creram na mentira.” (2 Tessalonicenses 2:10-12).
O diagnóstico é direto: o problema do mundo não é falta de religião, é falta de fidelidade a Deus.
Por isso, o plano de Deus nunca foi reformar o sistema do mundo, mas resgatar pessoas de dentro dele. A missão que Ele deu não foi “melhorar as trevas”, mas salvar gente das trevas:
“Ide por todo o mundo e pregai o evangelho.” (Marcos 16:15).
Jesus deixou claro que os que pertencem a Deus viveriam em contraste com o mundo, não em acordo com ele:
“Não são do mundo, como eu não sou do mundo.” (João 17:16).
A salvação não alcança o sistema corrompido do mundo antes do juízo, mas alcança indivíduos que se voltam para Cristo antes do juízo chegar.
E embora o mundo tente interferir na caminhada da Igreja, seu objetivo é empurrá-la para a ilusão de salvar o mundo como sistema, desviando-a do chamado original. Essa pressão não será sempre explícita, muitas vezes virá disfarçada, sutil, quase imperceptível. Mas o resultado é o mesmo: afastar da verdade revelada por Deus.
O primeiro alerta está lançado: o mundo piora, não será restaurado antes do juízo, e Deus não está reformando o mundo — Ele está chamando pessoas para fora dele. Quem não perceber a gravidade desse contraste pode viver acreditando em um futuro que Deus nunca prometeu ao sistema do mundo.
🜂 2. A concessão que corrompe o chamado da Igreja
A Igreja foi chamada para confrontar as trevas como luz viva de Deus, não para existir sem contraste com o mundo.
“Não ameis o mundo, nem o que no mundo há” (1 João 2:15–17).
Cristo declarou que os Seus seriam rejeitados por não pertencerem ao sistema do mundo (João 15:18–19),
pois “os homens amaram mais as trevas do que a luz” (João 3:19–20).
A missão da Igreja é resgatar pessoas do mundo para Deus, sem jamais adotar os valores do mundo como ponte. Ela deve chamar vidas para fora das trevas, mas sem se misturar com elas:
“salvai alguns… aborrecendo até a roupa manchada pela carne” (Judas 1:23).
O erro começa quando a Igreja tenta diminuir o contraste para não ser rejeitada. Nessa tentativa, ela abre mão do fundamento bíblico e faz concessões doutrinárias. E quando a verdade é relativizada, o resgate é comprometido.
O mundo caminha de mal a pior, em crescente queda espiritual, engano e afastamento de Deus — e essa pressão recai sobre a Igreja que não permanece firme na Palavra. Não é a Igreja santa que é moldada por isso, mas a que cede ao espírito das trevas para evitar o desconforto do contraste. Essa igreja torna-se ilusória: deseja o título de “cristã”, mas recusa o preço de ser separada. Ao recuar da rejeição do mundo, acaba rejeitando a Palavra que a preservaria do destino dele, sendo ofuscada pelas mesmas trevas que deveria expor.
Mas Deus prometeu guardar os fiéis do tempo do juízo que virá sobre toda a terra (Apocalipse 3:10). A Igreja que permanece santa, sem contaminação doutrinária, fundamentada apenas nas Escrituras, é guardada por Deus e resgatada — ela é a Noiva que será arrebatada antes da Grande Tribulação. Porque Deus não entrega ao juízo aquilo que é Seu. Mas aquilo que se molda ao mundo, perde a identidade do Céu e não pode ser resgatado dele quando o juízo começar.
🜂 3. A realidade que precisa ser vivida
Cada pessoa precisa estar ligada à Igreja que pertence a Cristo, mas separada da igreja que apenas carrega o nome, sem carregar a verdade. A separação não é só do mundo, mas também daquilo que, dizendo ser luz, já se misturou às trevas. “Sai do meio deles, e apartai-vos” (2 Coríntios 6:17). O resgate exige contato para salvar pessoas, mas não contaminação: “salvai alguns… aborrecendo até a roupa manchada pela carne” (Judas 1:23).
A salvação é individual, e quem a busca não deve ser guiado pela Igreja como autoridade final, mas por Cristo, a própria Palavra de Deus. A Igreja deve estar na vida do salvo na comunhão e na edificação, mas acima da Igreja está Cristo, pois “Ele é a cabeça do corpo, da Igreja” (Colossenses 1:18) e “o cabeça de todo homem é Cristo” (1 Coríntios 11:3). A Igreja conduz a Cristo, porque aquilo que não se molda a Cristo não é a Igreja de Deus, ainda que use o Seu nome.
O mundo caminha de mal a pior, em queda espiritual, engano e afastamento de Deus. Essa crescente maldade não destrói a Igreja verdadeira, mas pressiona a igreja que teme a rejeição do mundo. E quando a Igreja — ou parte dela — tenta se preservar da retaliação do mundo, evitando o confronto que Cristo disse ser inevitável (João 15:18–19), ela faz o contrário do chamado: abre mão da firmeza da Palavra para ser aceita, ajusta a mensagem para não ser rejeitada e, nessa tentativa de autopreservação, cede à influência das trevas e se contamina com o mundo que deveria confrontar. Assim, a igreja que teme o contraste com o mundo acaba ofuscada pelas mesmas trevas que deveria expor.
Cristo advertiu Laodiceia por acreditar estar rica e suficiente, quando na verdade estava espiritualmente cega e distante da verdade (Apocalipse 3:15–17). Essa é a imagem de uma igreja que se tornou apenas um ápice ilusório da Igreja: acomodada ao engano, com aparência de fé, mas sem submissão ao Cabeça. Essa igreja, por ter se moldado ao espírito do mundo, não será livre do juízo que virá sobre o mundo inteiro, porque o juízo recai sobre tudo que não permanece no fundamento de Cristo.
A responsabilidade é pessoal.
“Cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus” (Romanos 14:12).
Ser de Cristo trará confronto, porque a verdade não é popular onde o engano é maioria. Mas é exatamente essa fidelidade que separa a Igreja verdadeira — a Noiva que Deus prometeu guardar do tempo do juízo que virá sobre toda a terra (Apocalipse 3:10), e que será arrebatada antes da Grande Tribulação.
A fé verdadeira permanece mesmo quando tudo ao redor piora, porque Cristo é o fundamento que não muda. Quem se apega a Ele até o fim não será encontrado no lado errado quando o juízo começar, nem será tragado pelo engano do mundo, nem pela ilusão de uma fé sem doutrina pura. Porque Deus guarda a Sua Igreja — mas a Sua Igreja é composta apenas dos que permanecem em Cristo, o Cabeça, a Palavra eterna revelada nas Escrituras. E o que se desvia Dele, ainda que se chame igreja, será contado com o mundo que perece, não com o povo que Deus resgatará.
🜂 Conclusão & Apelo
A iniquidade assola a igreja dos últimos dias. A base da Igreja deixou de ser a Palavra de Deus e se fundamentou em outras coisas, influências do mundo e forças do mal que atuam para impedir que a verdade seja vivida. Isso acontece quando a Igreja não coloca Deus acima de tudo, acima da própria vida, e abre mão de morrer para si mesma para viver para Ele.
É preciso um acordar daqueles que desejam a salvação: permanecer em uma Igreja fundamentada na Palavra e na fidelidade a Cristo, sem permitir que a perseguição do mundo ou a influência crescente da maldade a contamine. Aqueles que permanecem firmes na verdade serão guardados e resgatados por Deus, mesmo quando o mundo piorar e a ilusão do engano crescer ao redor.
Por Cristo, pela sua alma, pela sua salvação, a escolha é sua. Você pode partir sem ser parte da verdadeira Igreja, e se estiver aqui até o arrebatamento, também ficará fora do resgate se não for da Igreja verdadeira. Como não sabemos o dia de amanhã, é preciso ser da verdadeira Igreja, para que, seja pela morte ou pelo arrebatamento, estejamos para sempre com Cristo.
Firme na Palavra, fiel a Cristo, resistindo ao mundo e à igreja que se desviou — essa é a decisão que define sua eternidade.
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