POR QUE AS PALAVRAS DE JESUS O CONDENARÃO NO ÚLTIMO DIA?
Versículo base — João 12:48
“Quem me rejeita a mim e não recebe as minhas palavras já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o há de julgar no último dia.”
Introdução
Você já parou para pensar que suas convicções sobre Deus, sobre a razão da nossa existência, sobre o propósito da criação, sobre o bem e o mal e sobre o nosso destino eterno podem estar erradas? E se aquilo que você acredita hoje a respeito dessas questões tão importantes não corresponder à realidade? Quais seriam as consequências de descobrir, tarde demais, que você passou a vida inteira acreditando em algo que não era verdadeiro?
A gravidade dessa questão vai muito além de estar certo ou errado em uma discussão. Conhecer a vontade de Deus, o propósito da nossa existência, a maneira como devemos viver, a diferença entre o bem e o mal e o nosso destino eterno é fundamental. Deus define o que é bom, justo e verdadeiro. Viver contra esses princípios, ainda que por desconhecimento ou engano, é viver contra aquilo que Deus estabeleceu. Quem se coloca contra o bem estabelecido por Deus pratica o mal e, assim, compromete o seu destino eterno. Conhecer a revelação de Deus sobre essas questões é, portanto, essencial: dela depende o rumo da nossa vida e o nosso destino na eternidade.
Por isso, examine com atenção a mensagem de Jesus. O que Ele ensinou não diz respeito apenas à maneira como vivemos hoje, mas também ao destino que nos aguarda depois da morte.
1\. COMO SABER SE SOMOS BONS OU MAUS?
Para sabermos se somos bons ou maus, precisamos buscar a verdade e usar a razão. E essa busca nos leva a Deus, pois Ele é o nosso Criador e a fonte da verdade sobre quem somos e como devemos viver.
Deus revela o propósito da nossa existência, como devemos viver, o que é bom e mau e qual será o nosso destino eterno. Quem vive contra a vontade de Deus se opõe ao seu Criador. Por isso, precisamos conhecer a verdade revelada por Ele, pois é ela que nos permite distinguir o bem do mal e compreender as consequências das nossas escolhas para a eternidade.
Se estabelecemos nossa própria maneira de viver ou nos enganamos, acreditando que estamos seguindo a vontade de Deus quando não estamos, colocamo-nos contra Ele. Ser bom ou mau não depende do que pensamos de nós mesmos, mas de estarmos ou não de acordo com a vontade de Deus. Afinal, não somos nós que determinamos o que é bom ou mau; é Deus quem estabelece esse padrão. Portanto, ser mau diante de Deus, por viver em oposição àquilo que Ele considera bom, conduz necessariamente ao destino eterno reservado aos maus.
2\. QUEM DEFINE SE VOCÊ É BOM OU MAU?
Para sabermos se somos bons ou maus, precisamos buscar a verdade e usar a razão. E essa busca nos leva a Deus, pois Ele é o nosso Criador e a fonte da verdade sobre quem somos e como devemos viver.
Deus revela o propósito da nossa existência, como devemos viver, o que é bom e mau e qual será o nosso destino eterno. Quem vive contra a vontade de Deus se opõe ao seu Criador. Por isso, precisamos conhecer a verdade revelada por Ele, pois é ela que nos permite distinguir o bem do mal.
Se estabelecemos nossa própria maneira de viver ou nos enganamos, acreditando que estamos seguindo a vontade de Deus quando não estamos, colocamo-nos contra Ele. Não é o que pensamos de nós mesmos que determina se somos bons ou maus. Quem define isso é Deus. Ser bom ou mau determina nosso destino eterno: o lugar reservado aos maus ou o destino daqueles que escolhem o bem, optando por Deus.
Portanto, precisamos ouvir a Deus para compreender quem Ele é, qual é o seu propósito para nossa vida, como devemos viver e qual destino eterno nos espera. Para ouvi-lo, é necessário que Ele se revele. A razão nos leva a reconhecer que ignorar as informações sobre Deus e sua vontade é rejeitar a verdade e deixar de buscar o bem. Afinal, é Deus quem define o que é bom e o que é mau.
Se Deus não se revelasse, seus propósitos permaneceriam desconhecidos, e não teríamos como conhecê-lo por meio de sua revelação. A ideia de um Deus que não se comunica com suas criaturas contradiz o propósito de torná-lo conhecido e de revelar sua vontade. Por isso, a revelação divina é fundamental para conhecermos a Deus e distinguirmos o bem do mal.
Deus se revelou desde o princípio, por meio da criação e de sua comunicação com a humanidade. Para que sua vontade fosse conhecida e preservada ao longo das gerações, sua revelação também foi registrada, permitindo que pessoas de diferentes épocas tivessem acesso à sua mensagem.
### As Escrituras Sagradas
As Escrituras Sagradas são o registro da revelação de Deus, por meio do qual conhecemos sua vontade, seus propósitos, seus mandamentos e o destino eterno que aguarda os seres humanos. Por elas, podemos examinar o que Deus revelou e compreender como devemos viver diante dele. É à luz dessa revelação que precisamos avaliar nossas convicções e nossa maneira de viver.
3.. COMPREENDENDO A BÍBLIA, OU SEJA, O BEM E O MAL
Primeiro, é preciso decidir se você quer viver de acordo com o propósito de Deus, reconhecendo sua soberania, ou se vai se opor a Ele, escolhendo viver segundo a própria vontade. Essa escolha define se você busca o bem estabelecido por Deus ou se coloca contra Ele.
Optar verdadeiramente por Deus exige conhecer sua vontade. Isso nos remete à Bíblia, a revelação de Deus e de seus propósitos para a humanidade. Portanto, precisamos compreender o que ela ensina, pois é nela que encontramos a orientação divina para distinguir o bem do mal, saber como devemos viver e conhecer as consequências de nossas escolhas e o destino eterno reservado àqueles que praticam o bem, obedecendo à vontade de Deus, e àqueles que praticam o mal, seguindo a própria vontade em oposição a Ele.
O que determina se compreendemos corretamente a vontade de Deus não é aquilo que gostaríamos que a Bíblia dissesse, mas aquilo que ela realmente ensina. Por isso, precisamos considerar uma questão fundamental: até que ponto estamos verdadeiramente dispostos a conhecer e fazer a vontade de Deus? Compreender a Bíblia não envolve apenas entendimento, mas também disposição para aceitar e obedecer àquilo que Deus ensina, mesmo quando isso contraria nossos desejos.
### A disposição de fazer a vontade de Deus
Jesus mostrou isso no caso do jovem rico. Ele perguntou a Jesus o que deveria fazer para alcançar a vida eterna, mas, quando foi chamado a vender seus bens, dar aos pobres e seguir a Cristo, foi embora triste, porque possuía muitas riquezas (Mateus 19:16-22). Seu desejo de alcançar a vida eterna não foi suficiente para fazê-lo aceitar aquilo que Jesus lhe pediu.
Abraão, por outro lado, demonstrou estar disposto a obedecer a Deus mesmo quando foi provado a respeito de seu filho Isaque. Quando Abraão estava prestes a sacrificá-lo, Deus o impediu e providenciou um carneiro para o sacrifício (Gênesis 22:1-14). Abraão demonstrou que sua obediência a Deus estava acima até mesmo daquilo que lhe era mais precioso.
Esses exemplos mostram a diferença entre desejar os benefícios de Deus e estar verdadeiramente disposto a fazer sua vontade. Quem deseja obedecer a Deus apenas enquanto isso não contraria seus próprios interesses ainda não colocou a vontade divina acima da própria vontade.
Por isso, a Bíblia declara:
> “E buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração.” — Jeremias 29:13
E Jesus reafirma o maior mandamento:
> “Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças.” — Marcos 12:30
Buscar a Deus de todo o coração significa não reservar para nós o direito de rejeitar sua vontade quando ela contraria nossos desejos. A disposição de reconhecer a autoridade de Deus e obedecer à sua Palavra é fundamental para compreendermos o que Ele ensina e escolhermos viver segundo o bem que Ele estabeleceu.
### \. A fidelidade a Deus
> “Se alguém quiser fazer a vontade dele, pela mesma doutrina conhecerá se ela é de Deus ou se eu falo de mim mesmo.” — João 7:17
A disposição de fazer a vontade de Deus, custe o que custar, é a condição para conhecê-la.
###\. A entrega total a Deus
> “Assim, porque és morno e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca.” — Apocalipse 3:16
Deus exige uma entrega total. Somente uma disposição total de entrega reconhece verdadeiramente quem Deus é: o Senhor soberano, a quem devemos entregar integralmente nossa vida. A mornidão nega esse reconhecimento, pois não corresponde à entrega total que Deus exige.
3\. O ERRO DOUTRINÁRIO É INACEITÁVEL
Quando se erra em relação à vontade de Deus, pratica-se o mal. Aquele que pratica o mal será condenado, pois Deus não aceita o mal.
Jesus declarou:
> “E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal, para a ressurreição da condenação.” — João 5:29 (Almeida Revista e Corrigida)
Por isso, o erro doutrinário é inaceitável: ele conduz à prática do mal, em oposição à vontade de Deus.
Esse erro decorre da falta de fidelidade a Deus e da disposição de não colocá-lo acima de tudo. Quem deseja conhecer a verdade precisa estar disposto a abandonar qualquer convicção contrária à Palavra de Deus.
O jovem rico não aceitou a orientação de Jesus porque suas riquezas estavam acima daquilo que lhe foi pedido (Mateus 19:16-22). Abraão, por outro lado, demonstrou que Deus estava acima até mesmo do amor pelo próprio filho (Gênesis 22:1-14).
Para conhecer e obedecer à verdade, Deus precisa estar acima de tudo. Nada pode ser colocado acima da sua vontade.
4. O erro doutrinário e a responsabilidade de conhecer a verdade
Paulo inclui a heresia entre as obras da carne:
“... heresias ...” — Gálatas 5:20
E conclui:
“... que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus.” — Gálatas 5:21 (Almeida Revista e Corrigida)
A interpretação da Bíblia, das leis e dos contratos
Quando uma pessoa descumpre a lei, não basta alegar diante do juiz que entende a lei de outra maneira. Ela será julgada conforme a legislação aplicável. Da mesma forma, ninguém pode alterar um contrato simplesmente alegando que seu entendimento é diferente do que está escrito.
Se não aceitamos que cada pessoa determine livremente o significado de uma lei ou de um contrato, por que aceitamos que cada pessoa ou denominação determine livremente o significado dos textos bíblicos?
Leis e contratos são escritos por seres humanos falhos e, ainda assim, espera-se que tenham um entendimento único para que possam ter aplicação. Muito mais devemos esperar da Palavra de Deus, que é perfeita e tem no Espírito Santo aquele que ensina a verdade (João 16:13). Portanto, muito mais do que as leis e os contratos humanos, a Palavra de Deus deve ter um entendimento único para que possa ser aplicável.
Deus não apenas revelou sua vontade, mas também vela para que ela se cumpra, pois, caso contrário, o mal se sobreporia à sua vontade. Portanto, considerar que existam diferentes entendimentos e doutrinas contraditórias em relação à Palavra de Deus é irracional e contradiz a existência da verdade estabelecida por Deus.
### \. A imperiosidade da comunhão entre os cristãos
A igreja foi estabelecida para que o conhecimento de Deus, a compreensão do bem e do mal, a maneira correta de viver, os ensinamentos de Cristo e o entendimento do destino eterno estejam fundamentados na verdade revelada por Deus. A comunhão entre os cristãos é imperiosa para que o entendimento correto a respeito dessas questões seja preservado e para que a fé, os ensinamentos e a prática da igreja permaneçam genuínos, autênticos e verdadeiros, em conformidade com aquilo que Deus revelou.
A comunhão cristã exige que os fiéis estejam unidos na compreensão e na prática da Palavra de Deus. Essa necessidade é expressa na pergunta bíblica:
> “Andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?” — Amós 3:3 (Almeida Revista e Corrigida).
Se duas pessoas não podem andar juntas sem estarem de acordo, como pode a igreja reunir pessoas que defendem doutrinas contraditórias e afirmar que existe harmonia e comunhão entre elas? Como podem compartilhar a mesma fé e o mesmo culto se discordam sobre aquilo que Deus ensina?
Imagine uma congregação em que alguns afirmam que a mulher deve cobrir a cabeça com véu ao orar, enquanto outros afirmam que isso não é necessário. Qual dessas posições deve ser praticada? Qual corresponde à vontade de Deus? O mesmo acontece quando alguns ensinam que a mulher pode ensinar na igreja, enquanto outros afirmam que não pode. Qual é a doutrina verdadeira? Não podem ambas as posições contraditórias expressar, ao mesmo tempo, a vontade de Deus.
O mesmo problema ocorre quando algumas igrejas ensinam que uma pessoa pode se casar novamente, enquanto outras ensinam que, enquanto o marido viver, a mulher não pode se casar com outro homem, sendo isso adultério. E os que cometem adultério não entrarão no Reino de Deus. Como podem estar em comunhão pessoas que defendem ensinamentos contraditórios sobre uma mesma questão? Qual dessas posições está de acordo com a Palavra de Deus?
A questão vai muito além de uma divergência de interpretação. Quando alguém defende um ensinamento contrário à vontade de Deus, essa pessoa não está sendo guiada pelo Espírito da verdade, que é o Espírito Santo de Deus, nem está demonstrando fidelidade a Deus. A compreensão da verdade está relacionada à disposição de fazer a vontade divina, conforme Jesus ensinou em João 7:17:
> “Se alguém quiser fazer a vontade dele, pela mesma doutrina, conhecerá se ela é de Deus ou se eu falo de mim mesmo.” — João 7:17 (Almeida Revista e Corrigida).
Portanto, para compreender a verdade, é necessário ter disposição para fazer a vontade de Deus, custe o que custar. Isso exige abandonar o orgulho, renunciar às próprias convicções quando elas contrariam as Escrituras e aceitar a correção da Palavra de Deus. Quem coloca o próprio entendimento acima da vontade divina não demonstra a fidelidade necessária para se submeter à verdade revelada por Deus. A comunhão cristã exige essa aliança de fidelidade a Deus, pois não é possível permanecer verdadeiramente na luz enquanto se insiste em defender aquilo que contraria a sua Palavra.
Quando os membros de uma igreja defendem doutrinas opostas, não há harmonia doutrinária, pois não podem praticar simultaneamente ensinamentos contraditórios como se todos fossem verdadeiros. A comunhão cristã exige unidade na verdade revelada por Deus. Para que a igreja preserve sua unidade, é necessário que seus membros busquem e pratiquem o verdadeiro entendimento das Escrituras.
### A comunhão, a verdade e a purificação pelo sangue de Cristo
João esclarece a relação entre andar na verdade, ter comunhão e receber a purificação pelo sangue de Jesus:
> “Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado.” — 1 João 1:7 (Almeida Revista e Corrigida).
O texto apresenta uma sequência fundamental: andar na luz, ter comunhão uns com os outros e ser purificado pelo sangue de Jesus Cristo. A comunhão está vinculada a andar na luz, isto é, viver segundo a verdade de Deus. Não é possível separar a comunhão cristã da fidelidade àquilo que Ele revelou.
O salmista declara:
> “Lâmpada para os meus pés é tua palavra e luz, para o meu caminho.” — Salmos 119:105 (Almeida Revista e Corrigida).
A Palavra de Deus é a luz que orienta nossa vida. Portanto, andar na luz exige conhecer e praticar aquilo que Deus revelou. Quem se afasta da verdade passa a andar no erro, em vez de permanecer na luz. Por isso, a comunhão cristã não pode ser fundamentada em doutrinas contraditórias, mas no entendimento fiel da Palavra de Deus.
A divergência doutrinária impede a harmonia e a comunhão cristã. Portanto, segundo o texto bíblico, andar na luz, permanecer na verdade e ter comunhão estão relacionados à purificação pelo sangue de Jesus Cristo. Como afirma João 1:7, é aquele que anda na luz que tem comunhão e é purificado pelo sangue de Cristo.
Para andar na luz, é necessário ser conduzido pelo Espírito da verdade, que é o Espírito Santo de Deus, e ter disposição para obedecer à vontade divina. Essa obediência exige romper com o pecado, abandonar aquilo que contraria a Palavra de Deus e viver em fidelidade a Ele. Atos 5:32 afirma:
> “E nós somos testemunhas acerca destas palavras, nós e também o Espírito Santo, que Deus deu àqueles que lhe obedecem.” — Atos 5:32 (Almeida Revista e Corrigida).
Esse texto demonstra a relação entre o Espírito Santo e a obediência a Deus. A verdadeira comunhão com Deus exige, portanto, disposição para abandonar o pecado e submeter-se à verdade revelada nas Escrituras.
A igreja foi estabelecida para preservar e ensinar essa verdade, de modo que seus membros conheçam a vontade divina, vivam segundo ela e permaneçam na comunhão que João relaciona à purificação pelo sangue de Cristo.
### A comunhão cristã e as divisões religiosas
Paulo inclui as dissensões e as facções entre as obras da carne e adverte que aqueles que praticam essas coisas não herdarão o Reino de Deus.
> “... dissensões, facções ...” — Gálatas 5:20 (Nova Versão Internacional).
> “... aqueles que praticam essas coisas não herdarão o reino de Deus.” — Gálatas 5:21 (Nova Versão Internacional).
As divisões e os partidos religiosos que surgem em torno de doutrinas contraditórias ferem a comunhão cristã e comprometem o propósito para o qual a igreja foi estabelecida. A verdade de Deus não pode ser substituída por diferentes entendimentos humanos tratados como igualmente verdadeiros.
A comunhão cristã exige fidelidade à Palavra de Deus, unidade na verdade revelada e rejeição das divisões que resultam do erro doutrinário. Afinal, se a igreja deve andar na luz, não pode tratar a luz e o erro como se fossem a mesma coisa.
Conclusão e apelo
A verdade não é aquilo que você estabelece como verdade, mas aquilo que a Bíblia ensina. Aceitar diferentes interpretações e considerar que, apesar delas, todos continuam no mesmo caminho é permanecer no engano. É por isso que a igreja existe e que a comunhão cristã exige unidade na doutrina: a vontade de Deus deve ser conhecida e cumprida, pois Deus não abre mão daquilo que estabeleceu.
Se você não admite que as palavras de um contrato ou de uma lei sejam aceitas com sentidos contraditórios para que seus resultados práticos possam ser alcançados, muito menos deve admitir isso em relação à Palavra de Deus, negando-lhe, ao aceitar diferentes interpretações, o resultado prático que ela deve produzir na vida daqueles que a obedecem. Essa postura é hipocrisia, desonestidade intelectual e orgulho espiritual, atitudes que o manterão no engano e o conduzirão à condenação eterna. Você precisa abandonar o orgulho, renunciar às próprias convicções quando contrariam as Escrituras e comprometer-se integralmente a fazer a vontade divina.
Não trate como indiferente a posição que você adota diante da verdade de Deus, pois a Palavra de Deus condenará aqueles que, por não chegarem ao verdadeiro entendimento dos ensinamentos de Jesus, praticam o mal. Não são as interpretações humanas que determinam o que é verdadeiro diante de Deus, mas aquilo que Ele revelou nas Escrituras.
Portanto, busque a verdade e coloque Deus acima de tudo, custe o que custar. Abandone definitivamente o orgulho e o pecado e submeta-se à Bíblia, que é a Palavra de Deus, para que você permaneça na verdade, seja transformado por ela e permaneça em Cristo, que é a verdade, alcançando, assim, a vida eterna com Deus.
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