sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Jesus diz qual é o destino eterno daqueles que não são verdadeiramente seus discípulos?- o que a biblia diz / esboço / pregação / estudo bíblico - discipulo - bíblia - pecado - orgulho - salvação - condenação - doutrina



Jesus diz qual é o destino eterno daqueles que não são verdadeiramente seus discípulos?


Versículo-base:

«“Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos.”  João 8:31»


Introdução


A vida vai sendo vivida, dia após dia, sem que saibamos qual será o dia em que ela terminará. E, quando a vida chega ao fim, existe um destino eterno. Há um destino eterno esperando cada um de nós.

Jesus falou claramente sobre esse destino, mas existem pessoas que não conhecem ou não compreendem aquilo que Ele ensinou a respeito dele.

Esta mensagem chega até você enquanto você ainda está vivo, no tempo que lhe foi concedido entre o nascimento e o fim da sua vida. É nesse intervalo, enquanto ainda há vida, que você pode ouvir, compreender e acolher as palavras de Jesus.

Se essa palavra for entendida e recebida, ela poderá conduzi-lo ao destino eterno maravilhoso que Jesus preparou para aqueles que são verdadeiramente seus discípulos — um destino para o qual Ele morreu na cruz.

Por isso, compreenda a importância desta mensagem e a necessidade de recebê-la enquanto você ainda vive. O que está em questão não é apenas a vida presente, mas o seu destino eterno.

A Palavra de Jesus nos coloca diante de duas realidades: a presença eterna de Deus, onde está tudo aquilo que é bom e maravilhoso, ou o afastamento eterno de Deus, onde não haverá aquilo que é bom, mas sofrimento eterno.

É enquanto estamos vivos que precisamos ouvir. É enquanto estamos vivos que precisamos compreender. É enquanto estamos vivos que precisamos receber a Palavra de Jesus.

A questão, portanto, é: o que é ser verdadeiramente discípulo de Cristo?



1. Você precisa saber o que é um verdadeiro discípulo

Fato é que ser discípulo de Cristo está ligado ao destino eterno ao final da vida de cada um de nós. Essa é uma afirmação que será demonstrada e fundamentada pela Palavra de Deus no decorrer desta mensagem.

Por isso, precisamos compreender com clareza o que significa ser discípulo de Cristo. Não podemos simplesmente aceitar aquilo que as pessoas dizem sobre o assunto, nem aquilo que a tradição religiosa estabeleceu. Precisamos saber o que Jesus e a Palavra de Deus dizem a respeito do verdadeiro discípulo.

A palavra “discípulo”, no Novo Testamento, vem do grego μαθητής (mathētēs), que significa discípulo, aprendiz, aluno. A palavra está relacionada à ideia de aprender. O discípulo é aquele que aprende de um mestre e se coloca sob o seu ensino.

Quando falamos, portanto, de um discípulo de Cristo, estamos falando daquele que segue Cristo, aprende de Cristo e recebe os ensinamentos de Cristo para viver de acordo com aquilo que Ele ensina.

Jesus chamou seus primeiros discípulos:

«“Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens.”     (Mateus 4:19)»

Jesus os chamou para segui-lo e aprender dele.

Depois de ressuscitar, Jesus deu aos seus discípulos uma ordem:

«“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado.”       (Mateus 28:19–20)»

Observe: os discípulos de Jesus deveriam fazer outros discípulos. Esses discípulos deveriam ser batizados e ensinados a guardar todas as coisas que Jesus havia ordenado.

Portanto, ser discípulo de Cristo não significa simplesmente conhecer Jesus, admirar Jesus, declarar-se cristão, seguir alguns dos seus ensinamentos ou ter determinadas práticas cristãs. O próprio Jesus deixou claro que seus discípulos deveriam ser ensinados a guardar todas as coisas que Ele havia ordenado.

O discípulo é aquele que segue seu Mestre, aprende dele e se submete ao seu ensino, guardando todas as coisas que Jesus ordena.

E aqui precisamos compreender a importância disso.

Jesus disse:

«“Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.”            (João 14:6)»

Se Jesus é o caminho, seguir a Cristo não é uma questão secundária. É justamente por meio dele que o homem chega ao Pai e encontra a vida.

É por isso que você precisa saber o que é um verdadeiro discípulo.

Não basta receber o nome de cristão, frequentar uma igreja, participar de cultos, conhecer alguns ensinamentos de Jesus, admirar Jesus ou praticar algumas coisas que fazem parte da vida cristã.

E Jesus declarou:

«“Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos.”                (João 8:31)»

Perceba: existe diferença entre estar próximo de Jesus e ser verdadeiramente seu discípulo.

E é essa diferença que precisamos compreender.


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2. Por onde caminha o verdadeiro discípulo?

O verdadeiro discípulo passa pelo caminho identificado na Palavra de Deus e tem necessariamente crescimento espiritual, avançando continuamente na sua vida com Cristo enquanto viver.

A Palavra de Deus diz:

«“A vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito.”      (Provérbios 4:18)»

Observe: a vereda do justo não permanece parada. Ela vai brilhando mais e mais.

Pedro também declara:

«Desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que, por ele, vos seja dado crescimento para salvação.”      (1 Pedro 2:2)»

Portanto, o verdadeiro discípulo cresce espiritualmente e prossegue no caminho que Deus estabeleceu.

O caminho começa com o arrependimento

O primeiro passo é o arrependimento.

Quando os homens ouviram a pregação de Pedro no dia de Pentecostes, ficaram compungidos em seu coração e perguntaram:

«“Que faremos, irmãos?”       (Atos 2:37)»

Pedro respondeu:

«“Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados.”      (Atos 2:38)»

O arrependimento é o reconhecimento de que o homem está no caminho errado, afastado de Deus e perdido em seus pecados. É abandonar esse caminho e voltar-se para Deus, recebendo Jesus Cristo como Salvador e Senhor.

Depois vem o batismo nas águas

Jesus também estabeleceu o batismo como parte da resposta daquele que crê.

Ele disse:

«“Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado.”   (Marcos 16:15–16)»

O batismo nas águas é a expressão pública da fé daquele que se arrependeu e decidiu seguir a Cristo. Ele representa a identificação do discípulo com a morte e a ressurreição de Jesus e o início de uma nova vida.

Paulo explica:

«“Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida.”        (Romanos 6:4)»

Assim, o discípulo não apenas declara que creu. Ele demonstra publicamente, por meio do batismo, que abandonou a velha vida e passou a seguir Cristo.

O discípulo passa a viver em comunhão com a igreja

Depois de receberem a Palavra e serem batizados, aqueles que creram passaram a viver em comunhão com os demais discípulos:

«“Então, os que lhe aceitaram a palavra foram batizados; havendo um acréscimo naquele dia de quase três mil pessoas. E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações.”    (Atos 2:41–42)»

Eles não ficaram isolados. Passaram a perseverar na doutrina, na comunhão, no partir do pão e nas orações.

Isso também faz parte do caminho do discípulo.

E o discípulo continua crescendo e avançando no Espírito Santo

A caminhada não termina no arrependimento, no batismo nas águas ou na integração à igreja.

Jesus prometeu aos seus discípulos:

«“Porque João, na verdade, batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias.”   (Atos 1:5)»

E acrescentou:

«“Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra.”                 (Atos 1:8)»

Observe que aqueles discípulos já criam em Jesus e já eram seus discípulos, mas Jesus disse: “ainda” haveria o batismo no Espírito Santo.

Isso mostra que a caminhada do discípulo continua avançando. Ele não para no ponto em que começou.

E quando o Espírito Santo veio sobre os discípulos no Pentecostes:

«“Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem.”               (Atos 2:4)»

O próprio Jesus havia dito:

«“E estes sinais acompanharão aqueles que creem: em meu nome... falarão novas línguas...”(Marcos 16:17)»

Portanto, o caminho do verdadeiro discípulo é um caminho de arrependimento, fé, batismo nas águas, comunhão com a igreja, obediência a Palavra (biblia), crescimento espiritual e avanço na ação e no poder do Espírito Santo.

E esse crescimento continua enquanto houver vida.

Porque “a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito.”

O verdadeiro discípulo não fica parado no caminho. Ele prossegue. Ele cresce. Ele avança.



3. Você está realmente vivendo como um verdadeiro discípulo?

Agora, caro leitor, você precisa olhar para a sua vida diante da Palavra de Deus.

Não olhe para o que você deseja, não olhe para aquilo que a sua religião ensina, não olhe para o seu orgulho, mas olhe para a sua vida diante da Palavra de Deus.

O primeiro passo, como vimos, é decidir seguir a Cristo.

Isso implica receber Jesus como Senhor e Salvador da sua vida. Senhor é aquele que manda; Salvador é aquele que tira você do caminho errado, do caminho da perdição e do inferno, e o conduz ao caminho da salvação.

Se alguém nunca reconheceu que estava perdido e condenado, nunca recebeu verdadeiramente Jesus como seu Salvador.

Na sequência do conhecimento e da prática da Palavra de Deus vem o batismo nas águas.

Se você nunca desceu às águas do batismo, reconhecendo a morte do velho homem e o nascimento de uma nova criatura, você não está no caminho de um discípulo.

Depois, nesse caminho, está a congregação: a reunião com aqueles que também estão seguindo a Cristo, para aprender a Palavra de Deus, cultuar a Deus e orar, conforme a Bíblia ensina.

«“Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima.”    (Hebreus 10:25)»

Você está congregando?

Nesse caminho também está a Ceia do Senhor.

«“Fazei isto em memória de mim.”                (Lucas 22:19)»

Você está participando da Ceia do Senhor, comendo o pão e bebendo do cálice? Você está neste caminho?

O verdadeiro discípulo de Jesus também encontra o batismo no Espírito Santo e o falar em línguas.

«“E todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem.” (Atos 2:4)»

Você já recebeu o batismo no Espírito Santo e  fala em línguas, tem dons espirituais? “O verdadeiro discípulo de Jesus também encontra o batismo no Espírito Santo e os dons que o Espírito concede.”

O verdadeiro discípulo também anuncia o evangelho.

Jesus disse:

Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado.” (Marcos 16:15–16)

E também:

Estes sinais hão de acompanhar aqueles que creem: em meu nome, expelirão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e, se alguma coisa mortífera beberem, não lhes fará mal; se impuserem as mãos sobre enfermos, eles ficarão curados.”                   (Marcos 16:17–18)

Você prega o evangelho? Dedica parte da sua vida para levar outras pessoas a Cristo e ganhar almas para o Reino de Deus?

O verdadeiro cristão também ora, jejua e vigia, mantendo uma vida de comunhão com Deus.

«“Vigiai e orai.”    (Mateus 26:41)»

E, acima de tudo, o verdadeiro discípulo continua crescendo espiritualmente.

Você está aprendendo? Está crescendo no conhecimento da Palavra de Deus? Está santificando a sua vida? Está se enchendo do poder de Deus?

Ou você está estagnado?

Você está em um lugar onde não lhe ensinam a crescer? Está congregando com pessoas que também não estão seguindo a vereda do justo? Está errando na doutrina. Pois aquele que se mantém rebelde ao ensino de Cristo, não é verdadeiramente discípulo e portanto está condenado. 

«“Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito.”

(Provérbios 4:18)»

O verdadeiro discípulo continua avançando na direção do conhecimento da vontade de Deus, da santificação e do poder de Deus em sua vida.  



Conclusão e apelo

Caro leitor, muitas pessoas, quando não estão satisfeitas com a própria aparência, evitam olhar no espelho. Se acham muito gordas, muito magras, muito feias, ou percebem em sua aparência alguma coisa que não está bem, preferem não olhar, porque não querem enxergar aquilo que as desagrada.

Mas o espelho não cria o problema. Ele apenas mostra a realidade.

E quando a pessoa olha para o espelho e enxerga aquilo que precisa ser corrigido, ela pode identificar o que está errado e buscar uma solução. A visão daquilo que precisa ser corrigido pode produzir nela disposição e urgência para fazer a mudança necessária.

É nesse sentido que faço um apelo a você, caro leitor:

Não evite o espelho desta mensagem.

A Palavra de Deus é como um espelho que mostra quem nós somos diante de Deus. Ela pode revelar uma realidade que talvez você não queira enxergar. Pode mostrar que existe algo em sua vida que precisa ser transformado, que existe um caminho que precisa ser abandonado e um novo caminho que precisa ser seguido.

Não feche os olhos para essa realidade.

Você pode até conviver com alguma coisa que não queira mudar. Pode escolher não olhar para aquilo que o incomoda. Mas existe uma diferença fundamental neste caso: estamos falando do seu destino eterno.

A nossa vida neste mundo tem um fim, e nós não sabemos quando esse momento chegará.

Por isso, se a Palavra de Deus mostrou a você que existe uma necessidade de transformação, não ignore aquilo que ela revelou.

Olhe para esse espelho. Reconheça a sua condição. Arrependa-se. Abandone o caminho errado. Entregue sua vida a Jesus Cristo e siga o caminho que Ele estabeleceu.

Porque essa mudança não diz respeito apenas à vida que você vive agora.

Ela diz respeito à eternidade.

Ao final da nossa vida, existe um destino eterno. E a Palavra de Deus nos mostra que aqueles que verdadeiramente pertencem a Cristo terão a vida eterna, enquanto aqueles que permanecem no caminho da desobediência enfrentarão a condenação eterna.

Por isso, caro leitor, não evite o espelho da Palavra de Deus.

Se ele mostrou algo em sua vida que precisa ser mudado, não rejeite o que você viu.

Mude enquanto há tempo e seja um verdadeiro discípulo de Cristo. 


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segunda-feira, 14 de setembro de 2026

O IATE- o que a biblia diz / esboço / pregação / estudo bíblico - iate - bíblia - pecado - orgulho - salvação - condenação - doutrina




 O IATE


O fotógrafo mal conseguia encontrar espaço entre tantas pessoas no cais. Os convites para aquela viagem haviam se esgotado em poucas horas. Era o evento mais comentado da temporada: um iate de luxo faria uma travessia exclusiva, reunindo empresários, médicos, artistas, autoridades e convidados escolhidos entre pessoas comuns. Estar ali era motivo de orgulho.

O comandante era um piloto experiente, conhecido pela calma e pela precisão com que conduzia suas embarcações. Aquele iate era novo, equipado com sistemas modernos e considerado extremamente seguro. Assim que todos embarcaram, ele conferiu os instrumentos, acionou o piloto automático e conduziu o navio para fora do porto.

A viagem começou tranquila. Um casal simples, que nunca havia pisado num iate, olhava tudo em silêncio, maravilhado. Um menino corria pelo convés, encantado com o tamanho do barco. Taças se erguiam, risos se misturavam à música, e os convidados aproveitavam cada detalhe daquela experiência.

Quando o mar se acalmava, alguns passageiros se reuniam na área externa para pescar. Havia também uma piscina, espreguiçadeiras e espaços preparados para que todos pudessem relaxar. A viagem parecia maravilhosa, quase perfeita. O comandante permanecia atento à cabine de comando, acompanhando os instrumentos e verificando o funcionamento dos sistemas, mas, com o piloto automático conduzindo o iate, também podia deixar o ambiente por alguns instantes e participar da recepção com os convidados.

Entre os membros da equipe estava um jovem responsável por auxiliar na observação dos equipamentos e na organização do convés. Em determinado momento, ele percebeu uma pequena luz piscando no painel de navegação. A princípio, ficou olhando por alguns segundos, tentando entender o que significava.

O comandante também notou a piscada, mas não demonstrou preocupação. O piloto automático continuava ligado, o iate seguia estável e todos os indicadores principais pareciam normais. Além disso, aquela embarcação era nova, moderna e cercada de sistemas de segurança. Para ele, não havia motivo para interromper a viagem por causa de uma luz tão discreta.

Ninguém percebeu aquele detalhe. Afinal, quando tudo parece perfeito, quem desconfia da direção?

Horas depois, enquanto a maioria dos passageiros dormia, o piloto automático começou a apresentar uma pane. Um defeito no sistema fez com que ele deixasse de seguir corretamente a rota programada e conduzisse o iate, de maneira lenta e quase imperceptível, para fora do trajeto planejado. Como o comandante acreditava que o equipamento estava funcionando normalmente, a falha não foi identificada a tempo. Sem que ninguém percebesse, a embarcação avançava em direção a uma área militar, marcada nos mapas como zona de conflito. O piloto automático mantinha o curso errado, e a pequena luz que havia piscado no painel era justamente o aviso de que havia um problema no sistema que levava o navio.

Naquela madrugada, os passageiros foram despertados por estrondos distantes. Primeiro, alguns pensaram que fossem trovões. Depois vieram clarões no horizonte, seguidos por estampidos cada vez mais próximos. O iate havia entrado em uma região onde ocorria um confronto militar, levado pela pane do piloto automático, e ninguém a bordo sabia que estava navegando na direção errada.

O primeiro bombardeio atingiu o mar ao lado da embarcação. A explosão levantou uma muralha de água e fez o convés inteiro estremecer. Pessoas saíram dos quartos sem entender o que estava acontecendo. Algumas ainda estavam descalças, outras carregavam crianças nos braços, enquanto vozes desesperadas perguntavam por que estavam sendo atacadas.

Então veio o segundo impacto.

O estrondo rasgou a madrugada. Parte do casco foi destruída, janelas se partiram e uma onda de fogo atravessou os corredores. O iate inclinou-se violentamente, lançando passageiros contra as paredes e espalhando destroços por todos os lados. A música, as taças e os risos da noite anterior desapareceram sob gritos, fumaça e sirenes.

No convés, alguns conseguiram ver os clarões dos bombardeios cortando a escuridão. Outros apenas ouviam os ruídos da caça, o ronco das aeronaves e o som das explosões se aproximando. Ninguém compreendia por que aquilo estava acontecendo. Eles não eram soldados, não carregavam armas e não sabiam que haviam atravessado uma área de guerra.

O casal que antes admirava o luxo do iate procurava desesperadamente uma saída. O menino que corria pelo convés estava agora escondido entre os braços da mãe. Havia empresários, médicos, artistas, autoridades e pessoas comuns, todos reduzidos ao mesmo medo diante da morte. Cada um carregava sonhos, projetos, famílias e planos para o futuro. Em poucos minutos, tudo aquilo parecia prestes a desaparecer.

O comandante tentou recuperar o controle da embarcação, mas os sistemas falhavam um após o outro. A água invadia os compartimentos, o fogo se espalhava e o iate continuava adernando. No meio da confusão, ninguém conseguia distinguir ordens de pedidos de socorro.

Mais uma explosão iluminou o céu.

O navio se partiu com um gemido profundo, como se o próprio casco estivesse cedendo sob o peso da tragédia. Pessoas caíram no mar, outras ficaram presas nos corredores, e algumas morreram sem sequer entender por que haviam sido transformadas em alvo. Naquela madrugada, diante do fogo, da água escura e dos bombardeios, os passageiros descobriram que uma única pane no piloto automático, ignorada no momento certo, podia levar um navio inteiro para a direção errada e separar uma vida inteira da morte.

Algumas pessoas que haviam caído no mar foram capturadas pelos militares responsáveis pelo bombardeio. As que conseguiram ser resgatadas foram interrogadas e identificadas. Só então os militares perceberam que se tratava de uma embarcação turística que havia se desviado da rota e se perdido, entrando por engano naquela zona de conflito. Muitos passageiros, porém, já haviam morrido. A grande maioria não sobreviveu, e apenas alguns conseguiram escapar. Depois de libertados, receberam autorização para retornar aos seus países.

Nenhuma daquelas pessoas poderia imaginar que estava caminhando para uma tragédia, que aquela viagem aparentemente perfeita as conduzia, na verdade, em direção à morte. Pelo contrário: todos acreditavam estar vivendo um dos dias mais felizes e memoráveis de suas vidas, uma experiência majestosa que jamais esqueceriam. Ninguém a bordo poderia imaginar que a rota estava errada, que o iate seguia silenciosamente pelo caminho da morte.


REFLEXÃO 

Essa história fala sobre direção. Aquelas pessoas estavam plenamente seguras e firmes de que seguiam na direção correta. Acreditavam estar sendo guiadas por pessoas competentes, quando, na verdade, eram conduzidas por um piloto automático com defeito. Estavam convencidas de que tudo estava sob controle e de que o que lhes aguardava seria algo maravilhoso. Jamais imaginariam que estavam caminhando para uma tragédia, para a morte.

A nossa vida também é um caminhar em uma direção. Ao final das nossas vidas, a direção em que caminhamos determinará o nosso destino eterno, onde passaremos a eternidade. Morrer não é o problema. O problema é morrer caminhando na direção errada, enganado a respeito do piloto de nossas vidas, sem o piloto correto, que é Cristo.

Por isso, precisamos refletir sobre a condução de nossas vidas e sobre quem está conduzindo cada passo que damos. Assim como aqueles passageiros confiavam que o iate estava sendo conduzido corretamente, também podemos acreditar que estamos no caminho certo apenas porque tudo parece tranquilo, seguro e bem organizado. Mas a aparência de segurança não garante que a direção esteja correta. É necessário parar, refletir e examinar a rota. É necessário reconhecer quem está conduzindo a nossa vida e se essa condução nos leva à verdade ou ao engano, à vida ou à morte espiritual.

A reflexão conduz à verdade. A ausência dela conduz ao engano.

Aquela pequena luz piscando no painel não afundou o navio. Ela era um aviso. O problema foi que ninguém parou para examiná-la.

Esta mensagem de Deus nos ensina que também podemos nos enganar quanto à direção em que caminhamos. Podemos nos enganar quanto ao piloto da nossa vida. Podemos viver muitos anos acreditando que estamos no caminho certo, quando, na verdade, estamos sendo conduzidos para um destino completamente diferente daquele que imaginamos.

Se o comandante e a tripulação tivessem interrompido a viagem por alguns minutos para examinar o alerta, reconheceriam que uma máquina pode falhar, que um equipamento pode apresentar defeito e que o ser humano também pode errar. A prudência teria salvado muitas vidas. Mas a confiança excessiva, o orgulho e a certeza de que tudo estava sob controle impediram que revisassem a rota.

É exatamente assim que acontece na vida espiritual.

Há pessoas que nunca examinam a própria vida porque têm certeza absoluta de que estão certas. Confiam na sua bondade, na sua religião, nas suas obras, na sua consciência ou naquilo que sempre aprenderam. O orgulho espiritual impede que parem para refletir, rever os próprios caminhos, admitir a possibilidade de estarem enganadas e aceitar a verdade de Deus.

A Bíblia nos chama a fazer justamente o contrário. Ela nos convida a examinar a nossa vida, a nossa fé e a direção em que estamos caminhando. Quem se recusa a examinar a rota pode descobrir o erro apenas quando chegar ao destino. E, naquele momento, já não haverá mais oportunidade de voltar.

Examinar a pane no piloto automático teria um preço. Poderia interromper a travessia, cancelar a viagem, frustrar os passageiros, desfazer expectativas e transformar um dia de festa em um dia de decepção. Ninguém desejava ouvir que havia um problema. Era muito mais confortável acreditar que tudo estava perfeito.

Assim também acontece conosco.

A exortação de Deus, a correção de Deus e a verdade da Sua Palavra muitas vezes nos mostram uma realidade que não queremos enxergar. Elas confrontam nossos sonhos, nossos desejos, nossas crenças e até a imagem que fazemos de nós mesmos. Isso pode trazer desconforto, desilusão e até tristeza.

Mas o desconforto da verdade é infinitamente melhor do que a falsa tranquilidade do engano.

O fato de a voz de Deus nos contrariar não é motivo para sermos descuidados. Pelo contrário, é justamente quando ela nos alerta que devemos parar, examinar a rota e corrigir o caminho, antes que seja tarde demais.

Não há certeza que não deva ser examinada à luz da Palavra de Deus. Não há doutrina, não há experiência, não há sentimento, não há convicção que esteja acima da Palavra de Deus.

Por quê? Porque a Palavra de Deus é a autoridade suprema. Se a Bíblia está acima de tudo, então ela também está acima das nossas certezas.

O orgulho espiritual diz: “Eu não preciso examinar. Eu já sei. É impossível Jesus não ser o Senhor da minha vida.”

A verdade bíblica diz exatamente o contrário.

«“Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos.” (2 Coríntios 13:5)»

Observe que Deus não manda examinar o vizinho, a igreja ou a religião. Deus manda examinar a si mesmo.

O apóstolo Paulo, usado por Deus para escrever grande parte do Novo Testamento, não ensinou uma fé cega em si mesmo. Ele ensinou que cada pessoa deve colocar a própria vida diante da Palavra de Deus para verificar se realmente está na fé.

Recusar esse exame não é um ato de fé; é um ato de orgulho. Quem diz: “É impossível eu estar enganado”, fecha a porta para a única voz que pode corrigir a rota da sua vida.

Mas há algo ainda mais profundo: não basta examinar a nossa certeza à luz da Palavra de Deus. É preciso estar disposto a aceitar o que a Palavra de Deus revelar. Porque uma pessoa pode abrir a Bíblia e, ainda assim, permanecer fechada para a verdade. Pode ler a correção e rejeitá-la; pode encontrar a verdade e procurar uma maneira de justificá-la; pode perceber que a sua vida não está de acordo com a vontade de Deus e, mesmo assim, preferir conservar aquilo em que sempre acreditou.

Por isso, o verdadeiro exame exige humildade. É preciso dizer diante de Deus: “Senhor, eu posso estar errado. Mostra-me a verdade, ainda que ela contrarie aquilo em que acredito, aquilo que desejo ou aquilo que sempre pensei a meu respeito.”

A pergunta desta mensagem não é se você tem certeza. A pergunta é: a sua certeza suporta o exame da Palavra de Deus?

E mais do que isso: você morreu para o orgulho, para a autoexaltação, e vive exclusivamente para a glória de Deus?

Porque, se você não morreu para o orgulho, ele impedirá que a verdade da Palavra de Deus alcance o seu coração. Você poderá ler a Palavra, ouvir a Palavra, conhecer a Palavra e até falar sobre a Palavra, mas, enquanto o orgulho governar o coração, você poderá rejeitar justamente aquilo que Deus está mostrando a você.

A verdade pode estar diante dos seus olhos, mas o orgulho pode impedi-lo de recebê-la.

E a Bíblia nos apresenta uma advertência ainda mais assustadora: é possível estar absolutamente convencido de que Jesus é o Senhor da sua vida e, ainda assim, estar enganado.

Jesus disse:

«“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.” (Mateus 7:21)»

Observe a gravidade dessas palavras. Jesus não está falando de pessoas que nunca ouviram falar dele. Elas o chamam de “Senhor”. Elas estão convencidas de que pertencem a Cristo.

Mas Jesus continua:

«“Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres?” (Mateus 7:22)»

E quantas outras coisas podem produzir em uma pessoa a certeza de que ela está no caminho certo?

Adorar a Deus, ser fervoroso, congregar, ler a Bíblia, orar, pregar o Evangelho, louvar, servir a Deus, participar da igreja e ter experiências espirituais.

Essas coisas fazem parte da vida do cristão, porém não determinam que uma pessoa esteja verdadeiramente no caminho, que é Cristo.

E, ainda com a inserção de todas essas coisas em suas vidas, Jesus disse:

«“Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade.” (Mateus 7:23)»

É justamente aqui que precisamos ser extremamente cuidadosos. A questão não é simplesmente aquilo que uma pessoa faz, mas quem ela é diante de Deus.

O centro da questão é o pecado, o orgulho e a submissão verdadeira a Deus.

A morte para o pecado.

«“Nós que morremos para o pecado, como viveremos ainda no pecado?” (Romanos 6:2)»

A morte para o orgulho.

A Escritura mostra o orgulho entrando no coração de Satanás:

«“Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor.” (Ezequiel 28:17)»

O orgulho exalta o próprio eu e conduz à rebelião contra Deus.

Por isso, é necessário morrer para o orgulho, para a autoexaltação e para a própria vontade, vivendo exclusivamente para a glória de Deus:

«“Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente.” (Romanos 11:36)»

E, juntamente com isso, deve existir um exame contínuo da Palavra de Deus, buscando sempre a correção.

Não basta ter certeza.

É preciso examinar a certeza.

Não basta conhecer a Palavra.

É preciso submeter-se a ela.

Não basta dizer que Jesus é o Senhor. É preciso que a Palavra de Deus confirme, tendo o coração humilde para a correção, morto para o orgulho e para o pecado. 


Conclusão

Lembre-se da realidade daquele iate.

A certeza estava presente, mas a verdade não.

Não permita que as suas expectativas, a sua vontade, os seus desejos, a realização pessoal e as glórias que dela possam advir o impeçam de refletir honesta e sinceramente diante da Palavra de Deus.

É a Palavra de Deus que verdadeiramente define quem você é, como você vive e qual é o destino eterno que o aguarda.

Não permita que o iate desta história seja apenas uma história. Permita que ele seja usado por Deus para levá-lo a uma reflexão verdadeira sobre a sua própria vida e sobre quem realmente a conduz.

A força desta reflexão está justamente aqui: um coração morto para o orgulho e para o pecado, uma vida continuamente voltada à correção pela Palavra de Deus, marcada pela humildade, morta para si mesma e para a própria vontade, vivendo exclusivamente para conhecer e fazer a vontade de Deus, dando a Ele toda a glória.

Essa é a condição para que a sua vida esteja verdadeiramente aberta à Palavra de Deus, para que Cristo seja reconhecido como o guia da sua vida e para que Ele lhe dê a direção certa para a vida eterna com Deus.


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domingo, 13 de setembro de 2026

A PONTE - o que a biblia diz / esboço / pregação / estudo bíblico - ponte - bíblia - pecado - justica - juizo - salvação - condenação - doutrina

A PONTE 

 

Havia um pequeno povoado, de casas baixas e ruas de terra batida, que ficava afastado da cidade grande. Para chegar até lá — onde estavam o mercado, o médico, a feira, o trabalho, tudo o que a gente precisava para viver — era preciso atravessar uma ponte antiga, de madeira escura e gasta, sobre um vale fundo e sombrio. O vento sempre soprava forte ali, uivando entre as tábuas, e lá embaixo, mal se via o fundo. Essa ponte era conhecida por todos como a PONTE DA SATISFAÇÃO. Por ela passavam todos os dias: mulheres com cestas cheias, homens indo ao serviço, crianças rindo e correndo, doentes sendo levados com cuidado. Todos achavam que ela dava o que era preciso — e por isso ninguém questionava. Era a Ponte da Satisfação, e pronto.

 

Mas a madeira já estava velha, corroída pelo tempo e pela chuva. Com o tempo, buracos grandes e perigosos foram se abrindo. Alguns eram pequenos, outros tão largos que um pé inteiro desaparecia dentro deles. Quem pisava sem ver caía — uns se machucavam feio, quebrando ossos e ficando impossibilitados; outros escorregavam e desapareciam no vale, sem que ninguém pudesse alcançá-los. E a cada chuva, a cada dia que passava, os buracos cresciam. A ponte não ia cair de uma vez, mas cada passo era um risco. E mesmo assim, a vida continuava. As pessoas atravessavam, uns com pressa, outros distraídos, sentindo que tudo estava bem — e um a um iam caindo sem entender por que isso acontecia.

 

Poucos sabiam que existia outro caminho. Bem escondido, no começo do mato, havia uma trilha estreita, de chão firme, que contornava todo o vale. Chamavam-na de TRILHA EMANUEL. Não era fácil: era mais longa, subia e descia ladeiras íngremes, tinha pedras pontiagudas e galhos que arranhavam a pele. Dava mais trabalho, levava mais tempo, cansava mais. Mas não havia risco de cair. O chão era firme, e quem a seguia chegava à cidade em segurança — com uma paz e uma alegria que a Ponte da Satisfação jamais poderia dar.

 

Havia, porém, um grupo de pessoas que morava no povoado e conhecia os dois caminhos. Elas sabiam dos buracos da Ponte da Satisfação, viam gente cair todos os dias. Sabiam também da Trilha Emanuel. Mas não a seguiam. Na maior parte do tempo, evitavam atravessar a ponte. Porém, quando vinha a necessidade — quando a doença batia à porta e era preciso o médico, quando faltava o pão e era preciso comprar mantimentos — iam até a Ponte da Satisfação e atravessavam. Não como os outros, não com pressa ou distraídos. Elas iam devagar, com muito cuidado, examinando cada tábua antes de pisar, procurando os lugares mais firmes, desviando dos buracos que já conheciam de cor. Atravessavam, chegavam à cidade, faziam o que precisavam e voltavam sãos e salvos. E diziam a si mesmas: “Eu sei onde estão os perigos. Eu tenho cuidado. Eu não caio como os outros. A ponte me satisfaz, eu consigo passar.” E assim, passavam e voltavam, voltavam e passavam — achando que estavam seguras, sem perceber que mais cedo ou mais tarde, um dia, iriam cair também. Porque a Ponte da Satisfação, por mais cuidado que tivessem, nunca deixaria de ser perigosa. E elas sabiam disso. Mas nunca diziam uma palavra a ninguém. Não avisavam quem vinha atrás. Não falavam da Trilha Emanuel. Deixavam que os outros passassem como sempre passaram, e caíssem como sempre caíram.

 

Mas havia um homem, chamado Elias, que também morava no povoado. Ele conhecia a Trilha Emanuel e a seguia com toda a sua casa. Todas as vezes que precisavam ir à cidade, iam por ali — cansados, sim, suados, demorando mais — mas chegavam em segurança. E Elias não guardava para si o que sabia. Parava na entrada da Ponte da Satisfação, e chamava as pessoas: “Não passem por ai! Olhem os buracos! Vejam quantos já caíram! Ela parece satisfazer, mas é ilusão! Existe um caminho seguro — a Trilha Emanuel! É mais difícil, mas é salvação!” Uns olhavam desconfiados. Uns riam: “Eu sempre passei por aqui e nunca caí. Ela me satisfaz. Não seja exagerado.” Outros, porém, paravam, ouviam, e iam com ele. E Elias continuava — todos os dias, em todas as oportunidades — avisando, chamando, mostrando o caminho.

 

E a vida continuou naquele lugar. A Ponte da Satisfação continuava de pé. Os buracos continuavam crescendo. E as pessoas continuavam atravessando — as que não sabiam, correndo risco sem entender; as que sabiam e tinham cuidado, passando e voltando, achando-se seguras e satisfeitas, sem saber que mais cedo ou mais tarde também cairiam; e os que ouviam a voz de Elias e iam pela Trilha Emanuel, em paz.



💡 REFLEXÃO

 

Jesus falava por parábolas — histórias simples, do dia a dia — para que, através de algo que a pessoa conhece, ela pudesse entender a verdade de Deus. E esta parábola também é uma forma de Deus falar com você, amigo leitor. Aqui, não é só uma história antiga: é Deus mostrando o caminho, o perigo, e a escolha que cada um precisa fazer. 

Nesta história, nós vimos dois caminhos: um era a Ponte da Satisfação, e o outro era a Trilha Emanuel.

A Ponte da Satisfação satisfazia as pessoas nas suas necessidades comuns, diárias e naturais. Por ali, as pessoas realizavam as suas tarefas do dia a dia: saíam do povoado e iam ao grande centro, compravam alimentos, iam ao médico, participavam de shows, iam ao futebol, enfim — era a vida comum daquelas pessoas. Ela representa o cuidado com as coisas do mundo, a vida que todos conhecem, que parece normal e completa.

 

Mas a verdade é que esta estrada não era uma estrada boa. Por mais que parecesse dar tudo o que precisavam, por mais que atendesse às necessidades da vida presente, ela estava cheia de buracos e levava à perdição. As pessoas podiam ir ao grande centro, realizar suas compras, cuidar da saúde, viver os momentos de alegria — mas tudo isso sobre um caminho que podia ceder a qualquer momento.


Elas tinham uma outra opção: a Trilha Emanuel. Embora fosse uma opção mais difícil, que exigia mais tempo e mais esforço, através dela também podiam realizar as suas necessidades diárias, as suas necessidades comuns, as necessidades desta vida passageira. O caminho seguro também levava à cidade, também atendia à vida — mas sem o perigo de cair.


Porém, a maioria se negava a receber a verdade trazida por Elias — que representa o homem de Deus, a Palavra de Deus, a Bíblia. Elas se negavam a receber essa verdade porque não queriam acreditar, porque aquela verdade ia contra as suas satisfações, ia contra tudo o que a Ponte da Satisfação lhes oferecia. Era mais fácil, mais rápido, mais agradável seguir pelo caminho que todos seguiam — mesmo que fosse perigoso — do que aceitar a verdade que lhes pedia renúncia, mudança e esforço. 

 Na verdade, eles negligenciavam o perigo. Na verdade, eles rejeitavam o alerta de perigo. E preferiam fechar os seus ouvidos à verdade trazida por Elias, porque lhes parecia pesada demais — porque lhes pedia renúncia, mudança e esforço.

...E muitos acreditavam que estavam na segurança da ponte e acreditavam na segurança daquele caminho.

A Bíblia diz:

"Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele é caminhos de morte."          Provérbios 14:1 📖

Porém, o caminho da vida — e não da morte — era a Trilha Emanuel. A Trilha Emanuel representa o caminho de Cristo. E Emanuel significa, segundo a Bíblia: "Deus conosco" — Deus veio até nós para nos mostrar o caminho verdadeiro.

Mas este caminho é um caminho difícil. Como diz a Palavra do Senhor:

"Lutai ferrenhamente por entrar pela porta estreita; porque muitos, eu vos digo, procurarão entrar e não poderão."   — Lucas 13:24


Elias, porém, era um homem que conhecia o caminho e andava no caminho. No Velho Testamento, Elias foi um profeta de Deus, um homem de Deus usado por Ele. E nesta parábola, Elias representa a Palavra de Deus — a Bíblia — que é pregada e levada através dos homens e mulheres de Deus, por aqueles que um dia conheceram o caminho e andam nele.

 


Jesus disse:

"Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim."                 — João 14:6

 

E também ordenou: 

"Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado."

— Marcos 16:15-16


Há vários  pontos  muito importantes nesta parábola —  o mais importante de todos — e precisamos destacá-lo. Vimos que havia aqueles que acreditavam que a Ponte da Satisfação era insegura, que o melhor caminho era a Trilha Emanuel, e que por isso evitavam passar pela ponte. Nos dois aspectos fundamentais que precisamos compreender.


O primeiro era este: embora eles conhecessem a mensagem da Trilha Emanuel — ou seja, embora conhecessem a Bíblia, cressem em Deus e em Jesus Cristo, e soubessem que a Trilha Emanuel era o caminho verdadeiro — ainda assim, quando vinha a situação de extrema necessidade, quando vinha a provação, eles passavam pela ponte. E faziam isso ainda que com cuidado, ainda que se desviando dos buracos, ainda procurando um lugar que parecesse menos perigoso — como quem diz: "é só um pecadinho, não é tão grave assim."

 

A Palavra de Deus, representada por Elias, dizia claramente: "Não passe por ali! Passe pela Trilha Emanuel — este é o caminho!"

 

E ao passarem pela ponte, mesmo com cuidado, mesmo raramente, mesmo só quando havia extrema necessidade — eles estavam em rebeldia contra a Palavra de Deus. Assim são muitas pessoas que creem na Palavra de Deus, creem em Jesus Cristo, sabem que Ele é o único caminho — mas diante da provação, ainda passam pela ponte do pecado. De vez em quando, uma coisinha simples, dizem elas: "só um pouquinho, com cuidado, não é grave".

 

Estes representam aqueles que são cristãos ou se denominam cristãos, que vão à igreja, que oram, que leem a Bíblia, que evitam muitos pecados — porém, na sua mente, eles ainda não morreram para o pecado. Eles ainda admitem o pecado, tendo o pedido de perdão como um elemento que lhes possibilita manter o pecado em suas vidas. Quando, na verdade, o verdadeiro perdão é aquele que é dado àqueles que decidiram eliminar o pecado, que decidiram morrer para o pecado, que decidiram não mais passar pela ponte.

Mas a verdade é outra:

A Bíblia diz:

"Aquele que é nascido de Deus não peca, porque a sua semente permanece nele; e ele não pode pecar, porque é nascido de Deus. Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo: todo aquele que não pratica a justiça não é de Deus..."

— 1 João 3:9-10 

E também diz:

"Quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, porém, desobedece ao Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus."

— João 3.36

 

Quando eles passavam pela ponte, eles estavam negando a Trilha Emanuel. Eles estavam admitindo que havia ainda dois caminhos. Ainda que eles admitissem que o melhor caminho fosse a Trilha Emanuel, eles ainda aceitavam dois caminhos — ainda que raramente, de vez em quando, ou somente quando a necessidade fosse muito forte, tão forte que eles não pudessem resistir. Eles passavam pela ponte e, assim, declaravam que a Trilha Emanuel existia, mas não tinha a importância devida. Por quê? Porque, para eles, ela não era a única possibilidade de passar. Eles ainda utilizavam a ponte.

Como diz a Palavra de Deus:

"Pois, permaneceremos no pecado para que a graça abunde? De modo nenhum! Nós que já morremos para o pecado, como viveremos ainda nele?"   — Romanos 6:1-2

O segundo aspecto importante nesta parábola é o fato de que aqueles que criam na Trilha Emanuel, porém ainda passavam pela ponte — eles não entendiam a gravidade da ponte. E por isso não eram como Elias, que não cessava de alertar as pessoas, de informar sobre o perigo e de mostrar o novo caminho. Estes, porém, não tinham este mesmo empenho. Eles não entendiam a gravidade da ponte e não entendiam a necessidade imperiosa da Trilha Emanuel. Por isso, estavam calados. 

Alguns até poderiam informar que existe uma trilha chamada Emanuel, mas não explicavam corretamente Não diziam que era o único caminho, não diziam que tinham que cessar imediatamente, completamente, e nunca mais passassem pela ponte. Mas eles não procediam desta forma, até porque eles mesmos ainda a usavam. 

 

Estes são aqueles que pregam o evangelho distorcido. Estes são aqueles que levam as pessoas à morte. Eles dizem que existe uma trilha chamada Emanuel, dizem que o caminho é Jesus — até falam para as pessoas — mas não dizem que é preciso morrer para o pecado. Eles não dizem que não pode mais pecar, não falam que o pecado leva a morte. Dizem que você deve evitar a ponte, mas que ainda pode passar por ela — que não deveria, mas pode. E assim negam a Trilha como verdadeiramente o único caminho. Negam Jesus como o único Senhor de suas vidas, como Aquele que manda. Negam que Jesus é o único Senhor, porque eles ainda mandam nas suas próprias vidas — decidem quando passar pela ponte, quando ceder ao pecado. E contradizem aquilo que a Palavra de Deus afirma. São contrários àquilo que Elias representava: "Não passem mais por esta ponte!"

 

A Palavra de Deus diz que Jesus, ao encontrar a mulher apanhada em adultério, disse:

"Vai e não peques mais."

— João 8:11

 

E ao curar o homem doente na piscina, Jesus lhe disse:

"Eis que estás são; não peques mais, para que não te suceda coisa pior."

— João 5:14

 

 

📌 CONCLUSÃO E APELO

 

Ouça, pois, cada amigo leitor: esta parábola é uma forma pela qual Deus está falando com você de forma clara. Você precisa reconhecer a Trilha Emanuel como o único caminho. Jesus disse:

"Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim."                  — João 14:6

Quando Jesus diz que Ele é o caminho, Ele está afirmando que não é um caminho entre outros — mas sim o caminho, o único.

Caro amigo leitor, ouça o que Deus está lhe dizendo: você precisa abandonar definitivamente a ponte — que é o pecado — na sua vida.  O novo caminho não é o caminho do pecado. Ele precisa se tornar o único caminho na sua vida: o caminho da fidelidade a Deus. Quando você entende a verdade de Elias — que a ponte leva à morte, que o pecado leva à morte, e que o caminho construído por Jesus, através da Sua morte na cruz e do Seu sangue derramado, é o único caminho — você precisa tomar esta decisão. Porque um dia, a ponte vai te matar. O caminho da ponte vai te matar, se você não abandoná-la, se não se decidir por abandoná-la definitivamente, ou seja, andar no caminho da fidelidade aos ensinos de Cristo. 


Andar na ponte é negar a Trilha Emanuel como o único caminho. Pecar é negar a fidelidade a Deus. Você precisa escolher entre a fidelidade ou o pecado. Você precisa escolher entre a Trilha Emanuel ou a Ponte. Não dá para ficar com os dois, ainda que apenas de vez em quando você use a ponte, ou ainda só quando for forte a necessidade. 

E quando você toma esta decisão, você vai falar para todo mundo. Você vai gastar a sua vida para levar esta mensagem — não a falsa mensagem, como a daqueles desta parábola — mas a verdadeira mensagem. Porque você vai saber o que é a ponte e qual o resultado dela. Você vai reconhecer o sacrifício de Jesus, vai reconhecer que através do Seu sangue foi criado este novo caminho — único, o caminho. Voce vai trilhar o caminho da fidelidade — e você vai pregar a muitos, vai levar a muitos a verdadeira Palavra, que vai tirar da morte eterna aqueles que a ouvirem.

Não morra na ponte, não morra no pecado. Aceitar a trilha Emanuel como único caminho é nunca mais passar pela ponte. Aceitar a Jesus é morrer para o pecado.  

Portanto, toma esta decisão agora — em nome de Jesus!

 



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sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Continue ignorando esta verdade bíblica... e o inferno logo lhe será definitivo - o que a biblia diz / esboço / pregação / estudo bíblico - bíblia - pecado - justica - juizo - salvação - condenação - doutrina

 

Continue ignorando esta verdade bíblica... e o inferno logo lhe será definitivo.


Versículo base

Estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração. Tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te. Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontal entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas.”»

Deuteronômio 6:6–9


Introdução

Você não está vendo, mas o seu tempo está acabando.

Deus não vai descer do céu e se apresentar fisicamente para falar com você. Deus está falando com você por meio desta mensagem, pois ela é fundamentada na Bíblia, que é a Palavra de Deus.

Mas continue ignorando a verdade bíblica. Continue na sua loucura, porque os loucos não sabem que são loucos. Continue achando que está tudo bem, continue desprezando a Palavra de Deus e vivendo como se o juízo de Deus nunca fosse chegar.

E, no inferno, você realmente saberá quem você realmente era: um louco, miserável, perverso, sujo, demoníaco e cidadão do inferno.

Você pode não aceitar estas palavras, e é natural que os que rejeitam a Bíblia não a aceitem, não tenham interesse por ela e vivam enganados e orgulhosos daquilo que pensam ser.

Mas a Palavra de Deus quer salvar você, e ela não estará para sempre disponível.

Portanto, você está tendo mais uma oportunidade de entender quem Deus é e quem você é.

1. Quem ignora a Palavra de Deus ignora o próprio Deus.

Texto principal Lucas 10:16

“Quem vos ouve, a mim ouve; e quem vos rejeita, a mim rejeita; e quem a mim rejeita, rejeita aquele que me enviou.”

Continue ignorando a Palavra de Deus. Vá. Iluda-se. Continue dizendo que está tudo bem. Continue acreditando que o juízo de Deus nunca chegará a você. Continue acreditando que você escapará do juízo de Deus. Iluda-se. Continue vivendo sem colocar a Bíblia como o centro da sua vida.

Mas você está completamente enganado.

A Palavra de Deus é o próprio Deus falando com você. Deus não vai descer do céu para conversar pessoalmente com você. Ele já falou por meio das Escrituras. Portanto, quem ignora a Palavra de Deus ignora o próprio Deus.

Você vive sem saber o que faz e quem realmente você é. Está mergulhado no engano por causa do orgulho e do pecado. Você criou um deus na sua imaginação: um Deus que ama o pecador, um deus que aceita o pecado; um deus que perdoa continuamente, sem arrependimento e sem morte para o pecado; um deus que tem misericórdia para com o ímpio, quando a Bíblia diz o contrário; um deus que nunca exerce o juízo; um deus sem justiça; um deus que não é santo; um deus que convive com o pecado e com o mal; que não é fogo consumidor; que não quia a verdade e permite as heresias, o engano doutrinário a respeito da biblia. É nesse deus que você crê.

Esse não é o Deus da Bíblia. Esse não é o Deus verdadeiro. Esse é o deus da mentira, do engano e do diabo.

Você não percebe, mas está sendo enganado pelo diabo. Vive orgulhoso, convencido de que está no caminho certo, quando, na verdade, está caminhando para o inferno, que é o sofrimento eterno.

A Palavra de Deus quer salvar você. Ela revela o seu pecado, destrói o engano e chama você ao arrependimento. Mas o seu orgulho, sua inercia, sua acomodação,  seu desprezo a ela não permite. Mas, se continuar rejeitando a verdade bíblica, será essa mesma Palavra que mostrará a sua loucura, a sua maldade, a sua rebelião e deixará você sem qualquer desculpa diante de Deus, no dia do juízo, que pode chegar a qualquer hora. 



2. A Palavra de Deus é a última advertência antes do juízo.


Texto principal — João 12:48

«“Quem me rejeita e não recebe as minhas palavras já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o julgará no último dia.”»


Continue desprezando a Palavra de Deus. Continue adiando. Continue dizendo: “Depois eu vejo isso.” Iluda-se mais um pouco. Continue acreditando que sempre haverá outra oportunidade.


Mas a morte não espera. A morte não dá uma segunda chance. Quando a morte vem, ela leva você exatamente como você está. Não haverá mais tempo para mudar de vida, para se arrepender, para voltar atrás ou para corrigir o caminho que você escolheu.


Então a soberba cai. O engano desaparece. Toda ilusão é destruída.


E o que lhe restará será a realidade dura do sofrimento eterno no inferno. Lá você saberá quem você foi, quem você é e o que lhe espera. Lá não haverá desculpas, argumentos, orgulho ou incredulidade. Restará apenas a realidade da eternidade que você escolheu ao rejeitar a verdade bíblica.


A Palavra de Deus está diante de você hoje. Você pode ignorá-la, desprezá-la e continuar vivendo como se nada fosse acontecer. Mas chegará o dia em que não será mais você quem ignorará a Palavra; será a Palavra que testemunhará contra toda rejeição da verdade.


3. Quem rejeita a Palavra de Deus é guiado pelo diabo.

Texto principal — 

«“Quem é de Deus ouve as palavras de Deus; por isso não as ouvis, porque não sois de Deus.”     João 8:47

«“Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer os desejos dele.  »João 8:44

Você pode frequentar uma igreja, conhecer versículos da Bíblia e até ter, do seu ponto de vista, uma vida correta. Porém, o Deus da Bíblia não se coaduna com a sua maneira de pensar quando ela está em desacordo com a sua Palavra.

Quando você peca,  ou seja desobedece a Deus, voce torna a sua vontade superior a vontade de  Deus, nega o governo da sua vida a Cristo, você mantém o pecado na sua vida, rejeita a autoridade da Palavra de Deus e rejeita o sacrifício de Jesus Cristo. 

Voce anula o texto que bibico que diz que Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.      

«“Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!”»  João 1:29

E se voce ora, anula o que a biblia diz:

 “Ora, sabemos que Deus não ouve a pecadores; mas, se alguém é temente a Deus e faz a sua vontade, a esse ouve.”    João 9:31

A verdadeira vida cristã é fundada no abandono definitivo do orgulho e do pecado, no temor da Palavra de Deus e na fidelidade ao Senhor.

Aquele que é de Deus ouve e conhece, aceita, recebe, entende a Palavra de Deus, não se opõe a ela. Este tem o Espirito Santo, portanto pode dizer verdadeiramente que tem Deus, pois habita nele, conforme nos ensina a Palavra de Deus:

Quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade.”  João 16:13

E nós somos testemunhas destes fatos, e bem assim o Espírito Santo, que Deus outorgou aos que lhe obedecem.”    Atos 5:32

Portanto, se você rejeita a Palavra de Deus, está iludido e enganado, como a maioria. Você pode pensar que está no caminho certo, pode acreditar que a sua maneira de viver é correta e pode até encontrar pessoas que concordem com você. Mas a maioria não determina a verdade. A Bíblia determina a verdade.

A própria Bíblia mostra que são poucos os que encontram o caminho que conduz à vida:

«“Porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela.”»   Mateus 7:14

Aqueles que pertencem a Deus morreram para o pecado e não permanecem vivendo nele.

«“Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?”» Romanos 6:2

São fervorosos no serviço a Deus, fiéis a Ele e zelosos para com a sua Palavra, estudando-a, meditando nela e tendo-a como fundamento da sua vida.

Tudo aquilo que pensam, acreditam, ensinam e praticam deve ser filtrado pela verdade bíblica. Aquilo que não está de acordo com a Palavra de Deus deve ser abandonado, e não a Palavra de Deus.

Texto base da nossa mensagem — Deuteronômio 6:6–9

«“Estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração. Tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te. Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontal entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas.”»


Conclusão e Apelo

Pontos básicos


- Deus fala por meio da sua Palavra.

- Quem rejeita a Palavra de Deus rejeita o próprio Deus.

- Quem é de Deus ouve as palavras de Deus.

- O pecado é desobediência a Deus.

- A verdadeira vida cristã exige o abandono definitivo do orgulho e do pecado.

- Quem pertence a Deus morreu para o pecado e não permanece vivendo nele.

- O Espírito Santo guia à verdade.

- A Palavra de Deus deve ser o fundamento da nossa vida.

- Devemos estudar, meditar e obedecer à Palavra de Deus.

- Devemos ser fiéis a Deus, fervorosos no seu serviço e zelosos pela sua Palavra.

- Devemos viver em temor de Deus, humildade e santidade.

- O juízo de Deus virá, e ninguém escapará dele.


Continue fechando os seus ouvidos à verdade bíblica. Continue vivendo conforme aquilo que você acha. Continue seguindo uma tradição religiosa, uma denominação ou um líder religioso, mesmo quando aquilo que eles ensinam estiver em desacordo com a Palavra de Deus. Continue negligenciando a Palavra de Deus. Não viva pela Bíblia. Não tenha a Bíblia como fundamento da sua vida. 

Não seja fervoroso no serviço a Deus. Não tenha uma vida de humildade. Não seja santo e não busque santificar cada vez mais a sua vida. Continue permitindo que o orgulho e o ego se manifestem na sua vida. Continue pecando, embora você saiba que é pecado. Continue acreditando que o juízo de Deus nunca chegará a você. Continue adiando esse juízo. Continue dizendo para si mesmo: “Não, eu vou escapar do juízo de Deus.”


Continue vivendo como se a morte nunca fosse chegar, como se você só fosse morrer quando estivesse bem velhinho e tivesse vivido tudo aquilo que desejava viver. Continue adiando a mudança. Continue deixando para depois aquilo que você sabe que precisa fazer diante de Deus. Continue se opondo aquilo o Espirito Santo diz, continue nas heresias, no erro doutrinario. 

E logo, logo, o inferno abraçará você.


E você estará com os demônios, e com todos aqueles que não amaram a Verdade, sofrendo eternamente no inferno, sem esperança, sem volta e diante de um sofrimento insuportável. Então você verá quem você realmente era e quem Deus realmente é.


Naquele momento, não haverá mais argumentos, justificativas ou orgulho. Não haverá mais tradição religiosa, denominação ou líder religioso para esconder a verdade. Não haverá mais tempo para mudar de caminho. Não haverá mais oportunidade para abandonar o pecado. Haverá apenas o juízo de Deus.


Não continue ignorando a verdade bíblica, e o inferno logo lhe será definitivo: assustador, insuportável e eterno.  

A verdade e a verdade independente de voce nao concordar.  Ame a verdade e não abra mão dela por nada neste mundo. Disse Jesus: 

Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.

João 14:6


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quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Pecado, justiça e juízo: o que Deus diz a respeito? - o que a biblia diz / esboço / pregação / estudo bíblico - bíblia - alimento - pecado - justica - juizo - salvação - condenação - doutrina -

 

Pecado, justiça e juízo: o que Deus diz a respeito?


Versículo base: João 16:8-11

«"E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo: do pecado, porque não creem em mim; da justiça, porque vou para o Pai, e não me vereis mais; e do juízo, porque o príncipe deste mundo já está julgado."»


Introdução

Quem não conhece a Bíblia não conhece a Deus. Quem não entende a Palavra de Deus permanece separado da verdade. A ignorância espiritual é trevas; ela revela a ausência de Deus e, consequentemente, a ausência da verdadeira vida, da esperança e da vida eterna.

As palavras de Deus procuram alcançar o coração das pessoas. Porém, a grande maioria não as recebe como Palavra de Deus. E, mesmo quando reconhece que elas vêm de Deus, não lhes dá o devido valor, porque não considera Deus como Senhor.

Esta mensagem é a Palavra de Deus batendo à porta do seu coração para entrar. E a Palavra de Deus é Jesus Cristo.

A Bíblia diz: "Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração."

Portanto, amigo leitor, esta mensagem é Deus falando com você. A resposta que você der a Deus escreve o seu destino eterno.

Ouça, medite, entenda o que Deus quer lhe dizer e permita que a Palavra de Deus habite em seu coração.


1. A missão do Espírito Santo no coração do homem

Antes de entendermos o pecado, a justiça e o juízo, precisamos saber quem é aquele que convence o homem.

A Bíblia revela um Deus triuno: Pai, Filho e Espírito Santo. É um só Deus em três pessoas, cada uma com sua atuação, mas todas com a mesma natureza divina.

Jesus disse:

«"E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo." (João 16:8)»

O "ele" mencionado por Jesus é o Espírito Santo. É Deus, o Espírito Santo, quem fala ao coração do homem e o convence da verdade.

O Espírito Santo não força ninguém. Ele fala, exorta, mostra a verdade e chama o homem ao arrependimento. Diante dessa voz, cada pessoa tem uma escolha: ouvir e obedecer ou rejeitar a Palavra de Deus.

É por isso que a resposta do homem à voz do Espírito Santo tem consequências eternas.



2. O pecado: porque não creem em mim

Todo ser humano nasce pecador, afastado de Deus por causa da natureza herdada de Adão e Eva. Essa é a condição de toda a humanidade diante de Deus.

Quando o ser humano entende que nasceu pecador e que o pecado o levaria à condenação eterna, Jesus Cristo lhe revela a única esperança: Ele veio ao mundo, derramou o seu sangue na cruz e morreu para salvá-lo dessa condenação, isto é, do inferno.

A partir dessa verdade, o homem recebe o sacrifício de Jesus em seu favor, reconhece Jesus como Senhor da sua vida, aquele que governa os seus caminhos, e como Salvador da sua alma, aquele que, pelo seu sangue, o livra da condenação eterna. Por isso, abandona definitivamente o pecado.

Porém, o ser humano que permanece no pecado demonstra que não está crendo na verdadeira mensagem de salvação de Deus nem na obra de Jesus Cristo. Pode até acreditar em uma mensagem parecida ou deturpada, mas não na mensagem salvadora revelada por Deus.

Quem permanece no pecado não crê na verdade. É exatamente por isso que Jesus disse: "Do pecado, porque não creem em mim."

Fundamentação bíblica

Romanos 5:12 — "Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram."

João 1:29 — "Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo."

1 João 3:9 — "Todo aquele que é nascido de Deus não peca, porque a sua semente permanece nele; e não pode pecar, porque é nascido de Deus."

Romanos 6:1-2 — "Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde? De modo nenhum. Nós, que já morremos para o pecado, como viveremos ainda nele?"

Aplicação.

Portanto, caro amigo leitor, se você ainda não abandonou definitivamente o pecado, se você ainda peca, depois pede perdão a Deus, volta a pecar e novamente pede perdão, esse ciclo demonstra que você não crê em Jesus.

Você pode até acreditar que Jesus existe, que Jesus morreu na cruz e que Jesus é Deus. Pode adorá-lo, ler a Bíblia e buscar falar com ele em oração. Pode acreditar em muitas coisas a respeito de Jesus e até praticar um comportamento coerente com essa fé. Porém, essa fé não lhe salvará, porque, na verdade, você não crê na mensagem de salvação da sua alma.

Você não crê na mensagem do sangue de Jesus Cristo derramado na cruz pelos seus pecados, pecados que o levam ao inferno. Se cresse nessa mensagem, reconheceria o sacrifício de Jesus Cristo por você e abandonaria definitivamente o pecado.

O fato de você não ter abandonado definitivamente o pecado revela que você ainda não recebeu a verdadeira mensagem de salvação. Você não está reconhecendo esse sacrifício e não está crendo verdadeiramente naquilo que Jesus Cristo diz.

É exatamente por isso que Jesus disse: "Do pecado, porque não creem em mim." (João 16:9)

O Espírito Santo quer convencer o ser humano do pecado, mostrar o que é o pecado e que ele leva à condenação eterna. Por isso, é necessário abandoná-lo de forma definitiva, assumindo uma aliança de fidelidade a Cristo.

Caso contrário, o ser humano poderá até ter fé em Cristo, mas não a fé salvadora, pois não terá assumido uma aliança de fidelidade com Deus. Continuará pecando e pedindo perdão, ou apenas pecando, porque não reconhecerá verdadeiramente o seu pecado. Não haverá uma verdadeira santificação da sua vida, pois sua fé não estará acompanhada de uma entrega fiel e obediente a Deus.



3. A justiça: porque vou para o Pai

Jesus disse: "Da justiça, porque vou para o Pai." (João 16:10)

Quando Jesus diz que vai para o Pai, Ele está declarando que sua obra salvadora foi concluída. Ele cumpriu a missão para a qual veio ao mundo: morreu na cruz, derramou o seu sangue pelos pecados da humanidade e abriu o caminho da salvação.

Depois de concluir essa obra, o Espírito Santo é quem convence o ser humano da justiça de Cristo, isto é, da verdade da sua obra salvadora e da nova vida que ela produz.

Depois de convencer o homem do pecado e levá-lo a abandoná-lo definitivamente, o Espírito Santo o convence da justiça. Essa justiça é a maneira correta de viver segundo a Palavra de Deus.

A justiça é a doutrina bíblica aplicada à vida. Ela transforma o coração, muda o comportamento e conduz o cristão a viver em santidade, fidelidade e obediência a Deus.

Quem foi alcançado pela obra salvadora de Jesus não apenas abandona o pecado, mas também passa a viver a vida justa que Deus ensina em sua Palavra. Essa é a justiça da qual o Espírito Santo convence o homem.


Fundamentação bíblica

João 7:17 — "Se alguém quiser fazer a vontade dele, pela mesma doutrina conhecerá se ela é de Deus ou se eu falo de mim mesmo."

Atos 5:32 — "Ora, nós somos testemunhas destas coisas, e bem assim o Espírito Santo, que Deus deu àqueles que lhe obedecem."

1 João 1:7 — "Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado."

Provérbios 4:18 — "Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito."

1 Pedro 1:15-16 — "Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver; porque está escrito: Sede santos, porque eu sou santo."

Aplicação ao leitor

Quando as pessoas divergem da doutrina de Jesus Cristo e não recebem os seus ensinos, isso revela que ainda não foram convencidas a respeito do pecado. Elas não assumiram uma aliança de fidelidade com Cristo.

É por essa razão que existe tanta divergência doutrinária. Quem não foi convencido do pecado também não é convencido da justiça de Cristo, porque rejeita a maneira correta de viver ensinada por Jesus.

Por isso, não há verdadeira comunhão com aqueles que já abandonaram definitivamente o pecado e assumiram uma aliança de fidelidade com Cristo, vivendo segundo a sua doutrina.

Se o Espírito Santo não convenceu o ser humano do pecado, também não o convencerá da justiça. Por isso, não haverá uma verdadeira vida de santificação, nem crescimento espiritual, porque ele continuará preso ao pecado e não viverá segundo a doutrina de Jesus Cristo. Também não haverá verdadeira comunhão com aqueles que foram convencidos do pecado, abandonaram o pecado e permanecem na verdadeira doutrina de Cristo.

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4. O juízo: porque o príncipe deste mundo já está julgado

Jesus disse: "Do juízo, porque o príncipe deste mundo já está julgado." (João 16:11)

O juízo é a condenação. O príncipe deste mundo é o diabo. Portanto, quem vive conforme o mundo, e não conforme a Bíblia, está vivendo conforme o diabo. Porém, o diabo já está condenado.

O diabo, em sua condição anterior, como Lúcifer, deixou que o orgulho entrasse em seu coração, e o orgulho o corrompeu. Ele discordou de Deus e não se submeteu à vontade divina. Quando alguém não se submete à vontade de Deus, está optando pela própria vontade acima da vontade de Deus. Quando alguém não reconhece a vontade de Deus como superior à sua própria vontade, está se colocando acima de Deus. Foi isso que Lúcifer fez, sendo condenado.

A mensagem de salvação não pode ser desfalcada dos seus fundamentos: pecado, justiça e juízo. Quando um desses fundamentos é retirado, já não é a verdadeira mensagem do Evangelho, mas uma mensagem adulterada.

O convencimento do juízo leva o ser humano a compreender a realidade da condenação eterna, isto é, do inferno, como consequência da rejeição de Cristo pela permanência no pecado.

Portanto, aquele que peca permanece condenado. Essa condenação é eterna, em sofrimento e ausente de tudo o que é bom.

Quem rejeita o convencimento do pecado, da justiça e do juízo se mantém no pecado, erra em relação à doutrina e não tem consciência de sua condenação. Apesar de ter uma fé, esta fé não está fundamentada na verdadeira mensagem de salvação, na qual o pecado tem que ser abandonado, a doutrina tem que ser cumprida e o inferno tem que ser considerado.

Quem rejeita o convencimento do pecado, da justiça e do juízo rejeita a doutrina do inferno e permanece em uma vida de heresias, isto é, de ensinos contrários à verdadeira doutrina de Jesus Cristo. Quem faz tudo isso não crê em Deus; melhor dizendo, não crê em Jesus.


Fundamentação bíblica

João 3:36 — "Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que desobedece ao Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus."

Marcos 9:43-44 — "Melhor é entrares na vida aleijado do que, tendo duas mãos, ires para o inferno, para o fogo que nunca se apaga; onde o seu verme não morre, e o fogo nunca se apaga."

Gálatas 5:19-21 — "Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, ciúmes, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais eu vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus."

Apocalipse 20:15 — "E aquele que não foi achado inscrito no Livro da Vida foi lançado no lago de fogo."


Aplicação 

Portanto, caro amigo leitor, o juízo deve ser um fundamento que norteia a vida de todo aquele que diz crer em Jesus Cristo. Quem foi convencido do juízo vive consciente de que a vida é passageira e de que o ser humano pode morrer a qualquer momento. Por isso, vive preparado para se encontrar com Deus.

Quem entende o juízo também entende a realidade da condenação eterna e, por isso, leva a sério a mensagem de salvação. Essa convicção produz temor de Deus, santificação e fidelidade à doutrina de Cristo.

Quem foi convencido do juízo não guarda a mensagem de salvação apenas para si. Ele anuncia Jesus a outras pessoas, porque deseja que elas também conheçam a verdade e sejam alcançadas pela salvação do inferno. Quem não se preocupa em anunciar essa mensagem demonstra que ainda não compreendeu a seriedade do juízo e da realidade do inferno, o terror de uma existência de sofrimento eterno.

Por isso, viva preparado, permaneça fiel a Jesus Cristo e anuncie a sua mensagem enquanto há oportunidade.



Conclusão e apelo

Portanto, no último dia, haverá aqueles que experimentarão grande decepção e terrível desespero ao se depararem com a realidade do tormento eterno, sem possibilidade de retorno. Muitos terão se denominado cristãos e vivido acreditando estar na fé. Poderão até ter manifestado dons espirituais e falado de Cristo à muitos; porém, não terão sido verdadeiramente convencidos do pecado, da justiça e do juízo.

Não terão abandonado definitivamente o pecado, nem vivido rigorosamente conforme a a biblia na justiça de Deus. Também não terão compreendido a realidade do inferno e a gravidade da condenação eterna. Por isso, naquele dia, perceberão que sua profissão de fé era apenas exterior e que nunca haviam se rendido verdadeiramente a Cristo.


E o Espírito Santo quer lhe convencer do juízo. Há juízo de Deus, há condenação eterna e há inferno para aqueles que rejeitam a Cristo e não permanecem fiéis à sua verdadeira doutrina. Por isso, viva preparado para se encontrar com Deus e permaneça fiel até o fim.

Portanto, cabe a você dar ouvidos à voz do Espírito Santo e ser guiado por Ele. A Bíblia diz: "Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus." (Romanos 8:14).

Hoje Deus está falando com você. Não adie essa decisão. Ouça a voz do Espírito Santo, abandone definitivamente o pecado, viva na justiça de Deus e permaneça fiel à verdadeira doutrina de Jesus Cristo, para alcançar a vida eterna.

Como diz a Escritura:

"Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração." (Hebreus 3:15)


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