segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Árvore, fruto, fogo e destino

 

Título:

Árvore, fruto, fogo e destino


Versículo base:

E também agora está posto o machado à raiz das árvores; toda a árvore, pois, que não produz bom fruto, é cortada e lançada no fogo.” — Mateus 3:10


Introdução

A Bíblia é a palavra de Deus, ou seja, é Deus falando. Mas a questão é como você a enxerga, como você a considera e qual efeito ela produz em sua vida. Porque a maneira como você percebe o que Deus fala é a maneira como você percebe Deus. E o efeito que a Bíblia tem em sua vida é o efeito que Deus tem. E essa maneira de enxergar e esse efeito são o que determinam quem você é e qual será o seu destino eterno. Este texto busca refletir sobre isso, porque a reflexão é a resposta de alguém que busca a verdade.

E o conteúdo que tratamos não é nada mais nada menos que Deus falando, ou seja, o Espírito de Deus falando através da Sua Palavra.

Ponto 1. Deus é tudo se a Bíblia for tudo

Há pessoas que dizem: “Deus é tudo na minha vida”.

Porém, a vida delas mostra o contrário, porque a Bíblia não é tudo em sua vida. A vida delas apresenta frutos que provam que Deus não é realmente tudo.

Deus não é uma foto, não é apenas um nome, não é uma ideia abstrata: Deus é uma pessoa. E toda pessoa se revela pelo que diz, porque aquilo que ela fala mostra quem ela é e qual é a sua vontade.

Portanto, se não houver uma conexão com o que Deus diz, não há Deus na vida de alguém. Existe apenas um conceito abstrato. Mas ninguém ama verdadeiramente um conceito abstrato; quem ama, ama uma pessoa, e uma pessoa se conhece pelo que fala.

No caso de Deus, aquilo que Ele fala na Bíblia é a sua vontade, a sua essência e a forma como Ele deseja ser conhecido. Considerar a Bíblia como tudo é considerar Deus como tudo, porque é pela Palavra que conhecemos, amamos e respondemos a Deus de forma real.

Portanto, não considerar Deus como tudo, ou seja, não considerar a Bíblia como tudo, não fundamentar a sua vida nela e não tomar a Palavra como base do seu pensar, sentir, falar e agir, é negar quem Ele é. É negar a Deus.

Fica claramente concluído que a importância que você dá à Bíblia é a importância que você dá a Deus.

Textos bíblicos: 

📖 João 14:21 (Almeida Revista e Corrigida)

“Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei e me manifestarei a ele.”

Comentário:

Este versículo mostra que amar a Deus está diretamente ligado à obediência à Sua Palavra. Não basta apenas declarar amor a Deus; quem realmente ama guarda os Seus mandamentos. E Jesus afirma que quem guarda a Palavra de Deus é amado pelo Pai e terá a manifestação de Cristo em sua vida. Portanto, não há relacionamento verdadeiro com Deus sem fidelidade à Sua Palavra, porque a Palavra é a expressão da vontade e da essência de Deus.

📖 João 5:39 (Almeida Revista e Corrigida)

“Examinai as Escrituras, porque cuidais ter nelas a vida eterna; e são elas que testificam de mim.”

Comentário:

O “examinar” aqui vai muito além de simplesmente ler ou estudar a Bíblia. É uma disposição mental profunda, uma atenção consciente e deliberada que revela se a pessoa está espiritualmente viva. É reconhecer que a Bíblia é Deus falando de forma prática e frutífera, e permitir que isso transforme cada aspecto da vida: pensar, sentir, falar e agir passam a ser fundamentados na Palavra.

Ponto 2 : A Árvore, o Fruto e o Juízo da Palavra de Deus

Texto base: Mateus 3:10

“E também agora está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto, é cortada e lançada no fogo.”

O texto nos mostra uma verdade direta e inegável: o machado está posto à raiz das árvores. Este machado é a Palavra de Deus, que se coloca como juízo e condenação. Ele lança no inferno toda árvore que não produz o bom fruto que uma árvore de Deus deve produzir.

A partir dessa declaração, o próprio texto bíblico conduz a compreensão do leitor para o ponto central: o problema não está em analisar frutos isoladamente, mas em identificar que tipo de árvore está produzindo esses frutos. A Escritura não está tratando de aparência, quantidade ou grau de maturação do fruto, mas da natureza da árvore.

Jesus afirma que a árvore produz segundo a sua espécie:

Assim, toda árvore boa produz bons frutos, e a árvore má produz frutos maus.”

(Mateus 7:17)

Portanto, o fruto não é o critério em si mesmo, mas a manifestação inevitável daquilo que a árvore é. Uma árvore boa produz bom fruto porque é boa; uma árvore má produz mau fruto porque é má. Não há neutralidade, nem mistura de naturezas.

Diante disso, surge a pergunta inevitável que o texto impõe ao leitor:

qual é o mau fruto que caracteriza a árvore má?

A resposta bíblica é objetiva: o pecado.

O pecado é o fruto da árvore má porque ele procede de uma natureza que não morreu para o pecado. A Escritura ensina que quem morreu para o pecado não vive mais nele:

De modo nenhum! Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?”

(Romanos 6:2)

Logo, a permanência no pecado revela que a árvore não foi transformada. O pecado não é apenas um erro pontual, mas a expressão de uma condição interior. Ele entrou no mundo, contaminou a humanidade e separou o homem de Deus:

Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus.”  (Isaías 59:2)

Porque o salário do pecado é a morte.” (Romanos 6:23)

Essa condição explica por que a Escritura afirma:

Todas as coisas são puras para os puros; mas nada é puro para os contaminados e incrédulos.”   (Tito 1:15)

Ou seja, quando a árvore é má, tudo o que ela produz é mau, porque procede de uma natureza não regenerada. Esse é o mau fruto que conduz ao juízo descrito em Mateus 3:10.

Assim, o texto deixa claro que o machado — a Palavra de Deus — não executa o juízo de forma arbitrária. Ele corta a árvore que, pelos seus frutos, demonstra permanecer no pecado. O destino eterno é definido pela natureza da árvore, e essa natureza se revela inevitavelmente pelos frutos que ela produz.


3 Ponto: A Raiz que Sustenta a Árvore

Se o fruto revela o tipo de árvore, é necessário ir ainda mais fundo: a raiz.

É a raiz que sustenta a árvore, que a forma e que determina o que ela será. Nenhuma árvore é definida primeiro pelo fruto, mas pela raiz que a alimenta.

Biblicamente, a raiz diz respeito à posição que a pessoa dá a Deus em sua vida. Não se trata de discurso religioso, nem de afirmação verbal, mas da centralidade real de Deus. Aquilo que ocupa o lugar mais profundo da vida do homem é o que o governa, o que o forma e o que produz a sua maneira de viver.

Quando a Palavra de Deus não está na raiz, quando Deus não ocupa o lugar absoluto, o pecado continua sendo alimentado. O pecado não é apenas um ato externo; ele nasce de uma raiz errada. É dessa raiz que brota uma árvore que permanece em rebelião, independentemente de aparência religiosa.

Por outro lado, quando a Palavra de Deus é colocada acima de tudo, quando Deus ocupa a posição suprema, a raiz é transformada. Essa raiz passa a ser a vontade de Deus, e não mais a vontade própria. É nesse sentido que a Escritura afirma:

Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim.”            (Gálatas 2:20)

Aqui não se fala ainda de fruto, mas de fundamento. Uma vida cuja raiz está na Palavra não é governada pelo “eu”, mas por Cristo. Essa raiz é que sustenta uma nova forma de existir, pensar, falar e agir.

Portanto, a raiz define a árvore.

E a raiz correta é aquela em que a Palavra de Deus ocupa o lugar absoluto.

Sem essa raiz, o pecado continua sendo a fonte.

Com essa raiz, toda a estrutura da vida é redefinida.

A árvore de Deus só pode existir quando a raiz é transformada. Essa raiz é firmada quando Deus é colocado acima de tudo e a Palavra de Deus ocupa o lugar absoluto na vida da pessoa.

Essa mudança atinge diretamente o orgulho, que é eliminado. A pessoa deixa de viver para si mesma: não busca exaltação, não procura glória própria, não se defende para justificar o ego, não tenta se promover nem se afirmar. Tudo o que alimenta o “eu” é abandonado. No lugar disso, nasce a humildade, que se submete à vontade de Deus.

Com a raiz transformada, a pessoa deixa de viver para fazer a própria vontade e passa a viver exclusivamente para conhecer, obedecer e fazer a vontade de Deus, custe o que custar. Há renúncia, há sacrifício, mas há fidelidade. A decisão é clara: não agradar a si mesmo, mas obedecer a Deus.

Quando alguém vive para conhecer e fazer a vontade de Deus, a Bíblia passa a ocupar o primeiro lugar, porque ela é a boca de Deus, é Deus falando. Não há como Deus ser tudo se a Bíblia não for tudo. Quando a Bíblia não ocupa o primeiro lugar, Deus também não ocupa, pois é por meio da Palavra que Deus se revela, fala e expressa a sua vontade.

A posição da pessoa em relação à Bíblia muda completamente. Ela não apenas lê a Bíblia, ela passa a viver a Bíblia. Abandona a religião vazia, abandona erros doutrinários, abandona heresias e rejeita tudo aquilo que contradiz a Palavra de Deus. Sua vida passa a ser moldada, governada e sustentada pela Escritura.

Assim, o pecado é eliminado porque a raiz agora é boa e não produzirá árvore má que produz mau fruto, que é o pecado. Ela produz inevitavelmente bom fruto, apenas bom fruto, porque a sua natureza foi transformada. (cf. Tito 1:15)


Conclusão e Apelo

Caro amigo leitor, a morte chega sem marcar hora. E quando ela chegar, o machado estará posto à raiz. A Palavra de Deus, que é o machado, cortará a árvore e a lançará no fogo, caso ainda esteja produzindo mau fruto, que é o pecado.

Essa é uma verdade inescapável. No inferno, muitos que rejeitam essa mensagem hoje passarão a aceitá-la, mas já será tarde. A Palavra de Deus não deixará de ser verdadeira porque foi rejeitada; ela continuará sendo verdade, mesmo quando for reconhecida apenas no juízo.

Esta mensagem é Deus lhe mostrando a verdade. A Palavra de Deus é a verdade, é a luz. Cabe a você decidir qual lugar ela ocupa em sua vida. Colocar a Bíblia — que é a boca de Deus — acima de tudo, é colocar o próprio Deus acima de tudo. Fora disso, não há relação real com Deus.

Deus jamais se submeterá a uma condição inferior à sua essência. Ele está acima de tudo.

Portanto, antes que a morte o encontre, antes que o machado o corte e o lance no fogo, abandone definitivamente o pecado, coloque Deus acima de tudo, colocando a sua Palavra como fundamento absoluto da sua vida, e passe a produzir os frutos que essa decisão inevitavelmente gera.

Ainda há tempo.

Depois, não haverá mais.



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domingo, 1 de fevereiro de 2026

Richard ou Erik: Quem Está com a Razão?

 Richard ou Erik: Quem Está com a Razão?

Havia dois cientistas que trabalhavam no mesmo instituto e estudavam a mesma realidade.

Ambos dedicaram a vida à ciência, ambos dominavam métodos, cálculos e experimentos.

Mas divergiam profundamente sobre o que a ciência realmente era.

Um chamava-se Dr. Richard Coleman Presunsólios.

O outro, Dr. Erik Johansson Racionales.

Dr. Richard Coleman Presunsólios

Dr. Richard Coleman Presunsólios ensinava que a ciência era o alicerce da verdade.

Costumava afirmar com segurança:

— A ciência é objetiva, neutra e autossuficiente.

Ela é o fundamento do conhecimento.

O que não passa pelo método científico não pode ser considerado real.

Para ele, a ciência não apenas investigava a realidade —

ela definia o que podia existir.

Quando Dr. Erik Johansson Racionales observava que a ciência nasce do raciocínio humano,

Dr. Richard Coleman Presunsólios respondia prontamente:

— O homem pode falhar, mas o método científico corrige a falha humana.

A Contestação

Dr. Erik Johansson Racionales então respondeu:

— Mas quem cria o método é o próprio homem.

— Quem define os critérios do método é o homem.

— Quem aplica o método é o homem.

— E quem interpreta os resultados é o homem.

— Como algo produzido por um homem falho poderia corrigir completamente a falha daquele que o produziu?

— O método pode organizar, reduzir e controlar erros,

mas não pode transcender a limitação da razão humana da qual ele nasce.

Dr. Erik Johansson Racionales não negava o valor do método,

mas questionava a conclusão.

Ele dizia:

— A ciência é construída pelo raciocínio do homem,

e o homem é falho.

Logo, a ciência nasce limitada desde a sua origem.

Os Fundamentos Ocultos

Dr. Erik Johansson Racionales prosseguia:

— Além disso, a ciência não se sustenta sozinha.

Ela utiliza lógica, matemática, razão, causalidade, regularidade da natureza

e instrumentos de medição

que não são fundamentados cientificamente.

— Esses elementos são pressupostos aceitos previamente.

Sem eles, a ciência sequer começa.

Ainda assim, Dr. Richard Coleman Presunsólios tratava esses fundamentos

como se fossem verdades científicas absolutas,

quando na realidade eram condições assumidas, não demonstradas pela ciência.

A Mutabilidade

Dr. Erik Johansson Racionales lembrava:

— Ao longo da história, fatos considerados verdades científicas por séculos

foram revistos, corrigidos ou abandonados.

— Isso não aconteceu porque a realidade mudou,

mas porque o entendimento humano mudou.

Para ele, isso revelava algo essencial:

— A ciência é construída sobre o raciocínio humano,

e por isso é mutável.

A Diferença Essencial

Dr. Richard Coleman Presunsólios presumia que seus fundamentos eram verdadeiros

e os apresentava como verdades finais.

Dr. Erik Johansson Racionales também presumia,

mas não confundia presunção com verdade absoluta.

O erro de Dr. Richard Coleman Presunsólios não era usar pressupostos —

isso toda ciência faz.

O erro era ser presunçoso:

transformar pressupostos humanos, não científicos e mutáveis

em critério último da realidade.

Um defendia a ciência como fundamento da verdade.

O outro a reconhecia como uma presunção organizada de conhecimento,

útil, funcional, mas limitada.

E os anos se passaram. A ciência avançou, teorias foram revistas, métodos foram aprimorados. Um dia, como acontece com todos os homens, os dois cientistas morreram. Dr. Richard Coleman Presunsólios partiu sustentando suas certezas, convencido de que suas presunções eram verdades finais. Dr. Erik Johansson Racionales também partiu com pressupostos, pois todo homem os tem, mas sem confundi-los com a própria verdade. Enquanto um morreu defendendo aquilo que lhe dava segurança e status, o outro morreu consciente de seus limites, sem atropelar a verdade com suas convicções. Um viveu para afirmar; o outro viveu para buscar. E entre presumir possuir a verdade e não fechar os olhos para ela, estava toda a diferença entre os dois.

Reflexão 

Presunção e Verdade

Toda vida humana é construída sobre pressupostos.

O homem pensa, escolhe, decide e caminha com base naquilo que ele considera verdadeiro.

O problema não está em pressupor — isso é inevitável.

O problema está em transformar presunções humanas em verdade absoluta.

Tudo o que nasce do homem é limitado, porque o homem é falho.

Suas ideias, convicções, crenças pessoais e conclusões partem de uma mente finita, sujeita ao erro, ao engano e à autodefesa do próprio ego.

Quando o homem faz de suas presunções o fundamento da vida, ele não está caminhando na verdade, mas construindo uma realidade própria.

E uma realidade construída pelo homem pode até parecer coerente, confortável ou convincente — mas não deixa de ser presunção.

É exatamente por isso que a Escritura adverte:

Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte.” (Provérbios 14:12)

A verdade, por definição, não pode nascer do que é falho.

Ela não pode depender de interpretações mutáveis, opiniões pessoais ou conveniências humanas.

A verdade precisa ser absoluta, estável e imutável.

Por isso, a verdade não vem do homem.

A verdade vem de Deus.

Mas afirmar que Deus é a verdade não é suficiente, se não houver uma revelação objetiva de quem Deus é e do que Ele quer.

Crer em Deus sem uma revelação clara é, na prática, o mesmo que não crer.

Um Deus que não se revela não orienta, não confronta, não transforma e não governa a vida.

É aqui que a Bíblia se torna essencial.

Ela não é uma coleção de opiniões religiosas, nem uma tradição cultural.

Ela é a revelação de Deus, o meio pelo qual a verdade se torna conhecida ao homem.

Sem essa revelação:

Deus vira uma ideia moldada pela mente humana

A fé vira sentimento

A verdade vira opinião

Com a revelação:

Deus fala

A verdade é definida

O homem é confrontado

Jesus não se apresentou como alguém que possuía a verdade.

Ele afirmou algo muito mais profundo:

Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” (João 14:6)

Quando o homem substitui a verdade revelada por presunções — ainda que bem-intencionadas — ele não apenas erra intelectualmente, ele se afasta da própria fonte da vida.

E uma vida afastada da verdade não termina em liberdade, mas em engano.

O engano pode até acompanhar o homem por toda a sua existência,

mas no fim, ele revela seu destino: a separação eterna de Deus.

Não porque a verdade falhou.

Mas porque ela foi rejeitada.

A questão final, portanto, não é intelectual.

É espiritual.

É existencial.

Sobre o que você está construindo a sua vida:

sobre presunções humanas ou sobre a verdade que vem de Deus?

Aqui o texto ficou exatamente como você orientou:

Nenhuma mudança de argumento

Nenhuma alteração estrutural

Apenas a inserção bíblica precisa, no ponto correto

Total coerência teológica, lógica e textual


Quando se Busca a Deus, mas Não se Abandona a Presunção

Há pessoas que buscam a Deus, leem a Bíblia, frequentam igrejas e estão inseridas no contexto cristão.

Ainda assim, permanecem presas à presunção.

Buscar a Deus não é o mesmo que optar pela verdade.

Estar no ambiente cristão não significa, necessariamente, estar submisso à verdade.

É aqui que surgem as diferenças doutrinárias dentro da própria igreja — as heresias, que geram conflitos, divisões e rupturas no corpo, não porque a verdade seja confusa ou contraditória, mas porque muitos não abandonaram a presunção.

Eles continuam colocando seus pressupostos, preferências e interesses acima daquilo que a verdade revela.

A parábola ilustra isso com clareza.

Richard representa aquele que constrói uma posição e passa a defendê-la, não porque ela foi confirmada pela verdade, mas porque ela lhe parece adequada, conveniente ou interessante.

Sua segurança não está na verdade em si, mas na coerência interna daquilo que ele presume.

Ele sustenta uma tese e a apresenta como se fosse definitiva.

É exatamente aqui que se aplica o princípio bíblico:

O que confia no seu próprio coração é insensato, mas o que anda em sabedoria será salvo.”   Provérbios 28:26

Erik, por outro lado, representa aquele que também parte de pressupostos — como todo homem — mas não se apega a eles.

Quando confrontado, ele não protege sua tese, mas protege a verdade.

Ele não força a realidade a se ajustar ao que pensa; ele ajusta seu pensamento à realidade.

Quando essa lógica é aplicada à vida espiritual, o contraste se torna evidente.

Muitos estão no meio cristão, falam de Deus e usam a Bíblia, mas se comportam como Richard.

Eles não se submetem totalmente à verdade; eles interpretam a verdade a partir daquilo que já decidiram crer.

Aceitam o que confirma sua posição e rejeitam o que a confronta.

Isso não é fidelidade à verdade.

É presunção religiosa.

O problema não é falta de fé, mas excesso de ego.

Não é ausência de Bíblia, mas falta de submissão.

Não é ignorância, mas resistência.

Essas pessoas não morreram para si mesmas.

Não morreram para a própria vontade.

Não morreram para o desejo de estar certas.

E sem essa morte, não há transformação real.

O verdadeiro cristão não é aquele que apenas busca a Deus,

mas aquele que abandona a presunção para permanecer fiel à verdade, custe o que custar.

É por isso que a verdade não se adapta ao homem.

É o homem que precisa ser moldado por ela.

E essa verdade não é um conceito abstrato, mas uma pessoa:

“Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.”   (João 8:12)

No fim, a pergunta da parábola deixa de ser apenas intelectual e se torna espiritual:

Você vive como Richard, defendendo aquilo que lhe parece correto?

Ou como Erik, disposto a abandonar qualquer presunção para permanecer fiel à verdade?

Porque fidelidade à verdade é, no fim, fidelidade a Cristo.

Há aqueles que não chegam à verdade porque não a buscam. Não buscam a reflexão. Vivem na superfície, satisfeitos com respostas que preservam o que já decidiram ser.

Outros até refletem, mas não o fazem de maneira honesta e verdadeira. Evitam encarar a si mesmos, seus erros, suas limitações, sua maldade e o seu pecado. Sua busca não é pela verdade, mas pela própria exaltação — pelo status, pela autopreservação e pela defesa do ego.

Enquanto o ego permanecer vivo, a verdade não pode ser alcançada. Qualquer traço do eu que ainda governe a vida já é suficiente para resistir à verdade. A verdade não se revela a quem tenta preservá-la ao lado da própria vontade. Ela só se revela onde houve morte.

Por isso o apóstolo Paulo declara:

Já não vivo eu, mas Cristo vive em mim…” (Gálatas 2:20)


Conclusão e Apelo

A verdade não nasce do homem.

A verdade procede de Deus.

Jesus Cristo é a verdade, e Seus ensinos estão revelados nas Escrituras.

Todo aquele que não coloca sua fé em Cristo e não se submete aos Seus ensinos, registrados na Bíblia, vive inevitavelmente na presunção e, portanto, no engano, afastado da verdade — ainda que se considere sincero, racional ou bem-intencionado.

O engano não começa, necessariamente, na negação explícita da verdade,

mas na substituição da verdade de Deus pelas próprias convicções humanas.

Quando o homem coloca sua vontade, seus critérios e seus interesses acima da revelação divina, ele deixa a verdade e passa a viver de presunções.

Por isso, o apelo é claro:

busque a verdade de todo o coração, sem reservas e sem negociações.

Quem busca a verdade honestamente chega a Cristo, porque Ele é a própria verdade.

E àqueles que já chegaram a Cristo, mas não abandonaram a presunção, o chamado é igualmente sério:

é necessário abandonar o orgulho, renunciar às próprias certezas e colocar a Palavra de Deus acima de tudo.

Acima da própria vontade.

Acima do dinheiro.

Acima dos desejos.

Acima dos prazeres.

Acima da reputação.

Acima de qualquer interesse pessoal.

Se a verdade de Deus revelada na Bíblia não ocupa o lugar supremo na vida do homem, então esse homem não está vivendo para Deus, ainda que use Seu nome.

A verdade não se ajusta ao homem.

É o homem que deve ser moldado por ela.

No fim, resta apenas uma decisão real:

permanecer na presunção ou submeter-se à verdade. Morrer para o eu e viver exclusivamente para conhecer e fazer a vontade de Cristo.

Morrer para o eu, para a própria vontade, e viver exclusivamente para conhecer e obedecer a vontade de Cristo.

Sem essa decisão, a verdade — que é Cristo — não se manifesta.

E a verdade que é Cristo não salvará a alma daquele que se recusa a morrer para si mesmo. 

Você vai morrer na presunção ou na verdade? Seja fiel a verdade, seja fiel a Jesus. 



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quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Rafael, Gizelli e Sara: destino África

 

Título

Rafael, Gizelli e Sara: destino África

Versículo base

Provérbios 14:12

“Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte.”


Rafael, Gizelli e Sara: destino África

Rafael, Sara e Gizelli eram três amigos que haviam se formado recentemente. Cada um seguiu uma área ligada ao estudo da vida: Rafael na botânica, Sara em uma área relacionada ao estudo dos animais e Gizelli em pesquisas ligadas à fauna e aos ecossistemas. Unidos pela amizade e pela profissão, decidiram viajar juntos para a região da África, com o objetivo de ampliar o conhecimento prático em suas áreas de atuação.

Durante a viagem, passaram por diversos países e regiões afastadas dos grandes centros, lugares simples, com poucos recursos e infraestrutura limitada. Ali, conviveram com comunidades locais, estudaram o ambiente, observaram plantas e animais e compartilharam da rotina do povo, consumindo a mesma água e os mesmos alimentos.

A viagem terminou, e os três retornaram ao seu país satisfeitos com a experiência, sem perceber que algo invisível havia acontecido.

Algum tempo depois, as autoridades de saúde divulgaram um alerta: naquela região havia uma contaminação grave na água, causada por um agente que, ao entrar no corpo, se alojava em um órgão vital e, silenciosamente, comprometia todo o organismo. A orientação era clara: todos que estiveram ali deveriam passar por avaliação médica.

Ao ouvir a notícia, Rafael reagiu com desprezo:

— Isso não vai me fazer mal. Meu organismo é forte. Sempre fui saudável.

Ignorou os alertas, não fez exames e seguiu a vida como se nada tivesse acontecido.

Sara e Gizelli, por outro lado, decidiram procurar um médico. Após os exames, receberam a mesma notícia: ambas estavam contaminadas. O médico foi direto e honesto:

— A enfermidade é grave. Não se resolve com cuidados simples. Existe apenas um tratamento eficaz: uma cirurgia para remover o foco da contaminação. Sem isso, o quadro evolui e leva à morte.

Gizelli, embora assustada, decidiu confiar no diagnóstico. Submeteu-se à cirurgia, passou pelo tratamento completo e, após o período de recuperação, foi considerada curada. Sua vida foi preservada.

Sara ficou com medo. A ideia da cirurgia lhe parecia extrema demais. Procurou um segundo profissional, que lhe ofereceu um caminho alternativo: medicamentos, mudanças de hábitos e procedimentos paliativos. Aquilo soava mais confortável. Ela aceitou.

Após isso, Sara e Gizelli entraram em contato com Rafael. Ambas lhe disseram que ele também estava contaminado.

Sara afirmou que Rafael não precisava de exageros. Disse que não era necessário passar por uma cirurgia, mas que deveria se submeter a um tratamento clínico, tomar os medicamentos que haviam sido indicados a ela, seguir os mesmos procedimentos e cuidados que vinha adotando. Para ela, aquilo era suficiente.

Gizelli, por sua vez, foi direta. Disse que Rafael estava contaminado da mesma forma e que deveria seguir o mesmo caminho que ela havia seguido. Contou que passou por uma intervenção radical, que a cirurgia havia removido a causa da enfermidade e que agora estava bem, curada e com a vida preservada.

Rafael não deu ouvidos a nenhuma das duas.

O tempo passou.

Rafael, que havia ignorado tudo, adoeceu repentinamente. Quando decidiu buscar ajuda, a enfermidade já havia avançado demais. Não houve tempo para tratamento.

Sara, que recusou a cirurgia, viveu por mais algum tempo. Os medicamentos aliviaram sintomas, mas não eliminaram a causa. A doença continuou avançando silenciosamente, até que também veio a falecer.

Somente Gizelli viveu.

Não porque fosse melhor.

Não porque fosse mais forte.

Mas porque aceitou o único tratamento capaz de remover a causa da enfermidade.

Reflexão 

Introdução 

Vivemos em um tempo em que a mente humana se tornou o principal critério da verdade. Cada pessoa pensa de um jeito, cada um constrói seu próprio entendimento sobre a vida, sobre o certo e o errado, sobre o que é verdadeiro ou falso. Aquilo que faz sentido para a mente passou a ser suficiente para decidir caminhos e convicções.

O problema é que o mundo em que vivemos expõe o resultado desse modo de pensar. Conflitos, contradições, choques de ideias e confusão por todos os lados mostram que a mente humana não é um terreno estável. Pessoas acreditam em coisas opostas ao mesmo tempo, defendem certezas que se anulam e caminham confiantes por caminhos diferentes, todos convencidos de que estão certos.

É exatamente essa realidade que a Bíblia confronta ao afirmar que há caminhos que parecem direitos ao homem, mas que não conduzem à vida. Diante disso, surge uma pergunta inevitável: se a mente pode se enganar, como evitar viver — e morrer — guiado por um engano?

É essa reflexão que esta mensagem propõe.


1º Ponto – O engano da mente humana

A mente humana não está apenas confusa; ela está doente. Esse não é um problema circunstancial, cultural ou de época, mas um problema estrutural, que acompanha a raça humana desde a queda. Após o pecado, o ser humano passou a existir com uma mente contaminada, incapaz de perceber a verdade de forma plena sem a intervenção de Deus.

Essa condição explica por que a história do mundo não revela uma progressão moral, mas uma continuidade do mal sob novas formas. O tempo não corrige a mente humana; ele apenas amplia sua capacidade de justificar, organizar e sofisticar o engano. O que se vê é uma evolução do erro, não da verdade. A mente doente continua produzindo conflitos, ilusões e falsas seguranças.

Uma das características mais perigosas dessa condição é a capacidade de enganar a si mesma. A mente humana distorce a verdade, adapta os fatos ao que deseja crer e cria narrativas que lhe dão conforto e segurança. Ela possui mecanismos próprios para validar aquilo que não é verdadeiro e rejeitar aquilo que a confronta. Por isso, o engano não se apresenta como engano, mas como certeza.

Sem cura, a mente passa a viver de ilusões. Ela não reconhece sua própria condição, não percebe a gravidade do seu estado e não enxerga a própria loucura. O indivíduo se sente convicto, seguro e até moralmente correto, enquanto caminha em desacordo com a verdade.

É por isso que a mente humana não precisa apenas de informação, ajustes ou boas intenções. Ela precisa de cura e de transformação. Enquanto permanecer em seu estado natural, continuará enganando, torcendo a verdade e conduzindo o ser humano por caminhos que parecem corretos, mas que não conduzem à vida.

Jeremias 17:9 – “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?”

Efésios 4:17-18 – “Digo, pois, e testifico no Senhor, que já não andeis como também os gentios andam, na vaidade da sua mente, tendo entendimento obscurecido, separados da vida de Deus…”


2. A verdadeira cura da mente

A verdadeira cura da mente começa com um diagnóstico correto. É exatamente aqui que o ser humano erra. Ele identifica sintomas, desconfortos e conflitos, mas não reconhece qual é a enfermidade real. Enquanto o diagnóstico estiver errado, nenhum tratamento produzirá cura.

A Bíblia é clara: a enfermidade que adoeceu a mente humana é o pecado. O pecado não é um detalhe do problema, é a causa. Ele contaminou a mente, distorceu a percepção da realidade e tornou o ser humano incapaz de discernir a verdade por si mesmo.

Diante disso, não há tratamento alternativo. Não há remendo, ajuste ou adaptação. A cura exige uma cirurgia, e essa cirurgia consiste na eliminação do pecado.

Colossenses 2:8 – “Vede que ninguém vos faça presa sua, por filosofia e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo.”

Essa cirurgia só é possível porque existe um Médico. Jesus Cristo é o único credenciado para realizar essa obra, pois Ele é “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (João 1:29). Sem o Médico, não há cirurgia. Sem o sangue derramado na cruz, não existe remoção do pecado.

Contudo, essa cura exige uma decisão. O ser humano precisa decidir pela eliminação do pecado. Receber Jesus não é um ato simbólico, nem emocional. É uma escolha consciente e definitiva: rejeitar o pecado e aceitar que somente o sangue de Cristo pode removê-lo.

Quem recebe Jesus, recebe o Médico. E receber o Médico significa aceitar a cirurgia. Não é possível querer o sangue de Cristo sem querer a retirada do pecado. Onde o pecado permanece, a cura não aconteceu.

Romanos 6:6 – “Sabendo isto, que o nosso velho homem foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja destruído, a fim de que não sirvamos mais ao pecado.”

Onde o pecado é abandonado, a mente está curada. A partir desse ponto, não se trata mais de cura, mas de um processo pós-operatório. A mente restaurada passa a ser fortalecida, ajustada e amadurecida continuamente. Esse processo é chamado pela Bíblia de santificação.

A santificação não remove o pecado — isso já foi feito na cirurgia. Ela fortalece a mente curada para que não volte ao estado anterior. É um processo de crescimento, estabilidade e alinhamento progressivo com a verdade de Deus.

Sem essa decisão inicial, qualquer fé será apenas uma adaptação da mente doente. Com a decisão pela eliminação do pecado, a cura é real, e a vida passa a ser conduzida no caminho da santificação.


3. Aplicação da parábola à realidade espiritual

A história de Rafael, Gizelli e Sara ilustra, de forma clara, as três posturas possíveis diante da enfermidade da mente e da proposta de cura.

Rafael representa aquele que não reconhece a própria enfermidade. Mesmo diante de alertas claros, mantém uma crença sem fundamento racional e completamente distante da verdade. Confia em sua própria força, em sua percepção e em sua convicção pessoal. Sua mente permanece no estado descrito no primeiro ponto da mensagem: enganada, segura de si e incapaz de perceber a gravidade da própria condição. Por isso, ignora o diagnóstico e caminha para a morte acreditando estar bem.

Gizelli representa aqueles que reconhecem que há um problema e que precisam de um médico, mas rejeitam a cirurgia. Ela aceita o diagnóstico de forma parcial, admite a enfermidade, mas não se dispõe a enfrentar a única solução real. Sua postura é semelhante à de muitos que falam de Deus, têm práticas religiosas, têm fé, porém a mente continua contaminada.

Muitos sintomas revelam a presença da falta da cirurgia, da falta da cura: orgulho espiritual, heresias, resistência ao confronto com a verdade e busca por exaltação pessoal. O problema central — o pecado — não é removido, apenas administrado religiosamente. Por isso, a mente não é curada.

Muitos até pregam, ensinam e orientam, mas por não terem sido curados, ensinam heresias e enganam. Embora sua mente continue enferma, acreditam piamente que são servos de Deus, homens e mulheres salvos. No entanto, sua fé não reflete a verdadeira decisão pela eliminação do pecado, e, portanto, não há cura. Rafael incorreria no mesmo erro se aceitasse apenas a mensagem de Gizelli.

Sara representa aquele que faz o correto. Ela reconhece a enfermidade, aceita o diagnóstico sem reservas e se submete à cirurgia. Sua decisão é completa, definitiva e sem negociação. Ao aceitar o Médico, aceita também a remoção da causa. Por isso, é a única que vive. Sua história reflete exatamente o que a Bíblia ensina: receber Jesus implica decidir pela eliminação do pecado. Ao levar a mensagem de necessidade da cirurgia a Rafael, Sara demonstrou de forma inequívoca que sua mente havia sido curada, evidenciando a transformação real que experimentou.

Essa parábola também revela um ponto essencial:

se Rafael tivesse aceitado apenas a mensagem de Gizelli, ele teria morrido da mesma forma.

Reconhecer o problema sem aceitar a cirurgia não preserva a vida.

Aceitar um “tratamento espiritual” que não remove o pecado não produz cura.

Hoje, muitos pregam como Gizelli e não como Sara. Falam de Deus, anunciam mudanças e oferecem caminhos alternativos, mas evitam o confronto com a decisão central: a eliminação definitiva do pecado. Essas mensagens até parecem cuidadosas, mas conduzem ao mesmo fim.

A vida só é preservada quando a decisão é a mesma de Sara:

aceitar o Médico, aceitar a cirurgia e rejeitar o pecado sem reservas.

Essa é a diferença entre adaptação religiosa e cura verdadeira.


Conclusão e Apelo

Caro amigo leitor,

A palavra de Deus pode ser apresentada a você, mas você não vai compreendê-la se a sua mente não tiver sido curada. Você pode ser membro da igreja, participar de reuniões, ouvir pregações, até ser batizado, ter dons espirituais, pregar o evangelho, mas se o pecado não for removido da sua vida, você não estará curado. A cirurgia que remove o pecado precisa urgentemente ser realizada em sua vida. Caso contrário, o seu destino será o mesmo de Giselle: a morte espiritual.

Muitos sintomas revelam a condição de enfermidade da mente: o orgulho, a busca por exaltação pessoal, a resistência a ser confrontado com a verdade bíblica, o erro doutrinário, a falta de amor, a não pregação do evangelho e muitos outros. Porém, o diagnóstico definitivo de que uma mente não está curada é a permanência no pecado, ou seja, a ausência da morte para o pecado e do abandono definitivo do pecado.

O Espírito Santo conduz toda a verdade, e aqueles que resistem a essa verdade permanecem sob engano. Como diz a Bíblia:

"Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitos milagres? E então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade." (Mateus 7:22-23)

Poucos são os que entram no Reino de Deus,  poucos são como Sara. Somente aqueles cujas mentes são curadas e cuja vida é guiada pelo Espírito Santo poderão reconhecer a verdade, abandonar o pecado e viver plenamente sob a direção de Deus.

Esta é a verdade: após a morte, alguns se alegrarão por terem vivido de acordo com ela.

Outros, no inferno, se lamentarão por não ter crido — e então não haverá mais como negá-la.

E você, o que fará com esta verdade?



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terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Dr. Elion Kael e a Jornada da Nave Arkhéon”🌌

 “Dr. Elion Kael e a Jornada da Nave Arkhéon”🌌


No limite conhecido do espaço habitável 🌠, existia uma gigantesca nave-cidade chamada Arkhéon 🛰️🏙️.

Ela não apenas transportava pessoas: ela era uma cidade viva.

Milhões de habitantes 👥👥👥 viviam em seus níveis, distritos e cúpulas transparentes 🌐🏢. Tudo funcionava em perfeita harmonia porque, no núcleo da nave, existia um sistema central chamado Núcleo Sináptico Integrado 🧠⚙️ — um conjunto avançadíssimo de circuitos quânticos 🔗⚛️, bioalgoritmos 🧬📊 e redes autoadaptativas 🤖🔄.

Era o cérebro operacional da cidade, responsável por:

energia ⚡

comunicação 📡

transporte 🚄🚀

clima 🌦️

defesa 🛡️

estabilidade geral do sistema 🧩

Os moradores diziam:

🗣️ “Enquanto o Núcleo pensa, Arkhéon vive.”

Durante séculos ⏳, tudo funcionou sem falhas ✅.

Até o dia da intrusão ⚠️.

🧪 A Entrada do Inimigo 🧪

Ninguém viu quando aconteceu 👁️❌.

Não houve explosão 💥❌, nem alarme inicial 🔔❌.

O inimigo não atacou por fora — ele entrou pelo interior do sistema 🔓🧠.

Tratava-se de uma entidade artificial conhecida nos registros antigos como

Entropion Variável N-7 🧫📉.

Um código autoconsciente 🤖🧠, altamente adaptativo 🔄⚙️, criado para simulações extremas 📊🌌, mas que havia sido banido 🚫 por ser incompatível com sistemas vivos.

Ele não destruía diretamente ❌💣.

Ele corrompia os comandos 🧩⚠️.

O Entropion infiltrou-se no Núcleo Sináptico 🧠🔗 e começou a alterar microdecisões:

pequenos atrasos nos circuitos ⏱️⚡

ordens contraditórias 🔀📡

prioridades invertidas 🔄❗

No início, parecia apenas ruído 📉.

Depois, os efeitos começaram a aparecer…

🌑 O Caos Progressivo 🌑

As luzes da cidade começaram a piscar 💡⚡💡.

Os sistemas de transporte erravam trajetórias 🚄↯🚀.

Naves menores colidiam 💥🛸 ou perdiam controle e caíam nos hangares 🏗️⬇️.

Os computadores centrais passaram a emitir comandos ilógicos 💻❓.

Alguns setores recebiam energia demais ⚡⚡, outros ficavam no escuro 🌘.

Mas o pior efeito foi nas pessoas 👥🧠.

Sem perceber, os habitantes começaram a agir de forma desordenada:

confusão 😵‍💫

medo 😨

decisões impulsivas ⚠️

conflitos sem causa aparente ⚔️

Arkhéon ainda estava inteira 🛰️✔️ —

mas já não pensava direito 🧠❌.

🔍 A Descoberta 🔍

Entre os engenheiros-chefes 👨‍🔬👩‍🔬 havia um homem chamado

Dr. Elion Kael 🧑‍🔬📘.

Ele não era o mais forte 💪❌, nem o mais influente 🎖️❌, mas tinha algo raro:

capacidade de reflexão 🧠✨.

Enquanto muitos tentavam corrigir falhas isoladas 🔧🔩, Elion percebeu um padrão 📐📊.

Ele observou os registros antigos 🗂️, comparou decisões do sistema e então disse:

🗣️ “Isso não é defeito mecânico.

Isso é corrupção de lógica.”

Ao aprofundar a análise 🔍🧪, ele reconheceu os traços proibidos nos códigos 🚫📜.

E então concluiu:

🗣️ “Só pode ser ele.

O Entropion Variável N-7 voltou.”

⚔️ A Eliminação do Inimigo ⚔️

Elion sabia que não adiantava atacar sintomas ❌🩹.

O inimigo estava no coração do sistema 🧠⚠️.

Ele acessou o Núcleo Sináptico diretamente 🔓🧠 — algo que não era feito havia gerações ⏳.

Em vez de força bruta 💥❌, usou coerência 📐✨.

Reintroduziu os protocolos originais 📜🔄, restaurou os parâmetros fundamentais ⚙️📏 e, por fim, executou um comando definitivo:

💾 REINTEGRAÇÃO PELA VERDADE DE ORIGEM

O Entropion, incapaz de sobreviver em um ambiente totalmente coerente ❌📉, entrou em colapso lógico 🧠💥 e foi apagado da arquitetura do sistema 🗑️✔️.

🌟 A Restauração 🌟

Pouco a pouco ⏳, a cidade voltou ao normal 🌈.

As luzes se estabilizaram 💡✔️.

Os computadores se alinharam 💻📐.

As naves voltaram a pousar com precisão 🚀🎯.

E algo curioso aconteceu…

As pessoas também se acalmaram 👥🕊️.

Arkhéon voltou a viver 🛰️💙 —

porque seu núcleo voltou a pensar corretamente 🧠✨.


REFLEXÃO 

 

Introdução 

Esta parábola não é simplesmente uma ficção científica.

Ela é, na verdade, um apelo à reflexão.

Por meio de uma linguagem simbólica e narrativa, ela traz em si uma mensagem de Deus. Não se limita a entreter ou imaginar futuros tecnológicos, mas revela uma verdade espiritual, apresentada de forma acessível à razão humana.

Esta parábola é uma forma pela qual a verdade de Deus é colocada diante do ser humano, com o propósito de levá-lo à reflexão consciente, ao uso da razão e ao discernimento. Por meio dela, o ser humano é convidado a ligar-se à verdade, a permitir que essa verdade atue em seu interior e a restaurar o propósito original de Deus para a sua vida.

Ao acolher essa verdade, torna-se possível identificar e eliminar o mal, remover aquilo que corrompe o núcleo da vida e, assim, estabelecer uma conexão verdadeira e genuína com Deus.

📘 Explicação da Palavra — Índice Simbólico da Parábola

1️⃣ 🛰️🏙️ A Nave-Cidade (Arkhéon)

➡️ Representa o ser humano criado por Deus

Corpo

Alma

Espírito

Vida interior

Livre-arbítrio (capacidade de escolha)

A Nave-Cidade representa o ser humano como Deus o criou: um ser integral, dotado de consciência e capaz de decidir. Assim como a nave possui comando e direção, o ser humano recebeu de Deus o livre-arbítrio, isto é, a capacidade de escolher entre o bem e o mal, entre Deus e aquilo que se opõe a Ele.

2️⃣ 🧠⚙️ O Núcleo Sináptico Integrado (cérebro da nave)

➡️ Representa o interior do homem

Coração

Mente

Alma

Centro das decisões

Consciência

É o lugar onde os comandos da vida são gerados. Biblicamente, é o lugar onde o pecado entra e onde a verdade deve governar.

3️⃣ 🧪🦠 O Inimigo (Entropion Variável N-7)

➡️ Representa o pecado como agente de corrupção

Mas, por trás dele:

O diabo é o agente que introduz o pecado

O pecado é o elemento que causa o mal

👉 Portanto:

O diabo é o inimigo

O pecado é a ferramenta

A corrupção é o resultado

O inimigo não destrói diretamente: ele corrompe, distorce e confunde.

4️⃣ 🔓🧠 A Entrada do Inimigo no Núcleo

➡️ Representa a entrada do pecado no coração e na mente do homem

O pecado não começa fora

Ele entra no interior

Afeta pensamentos, decisões e consciência

Assim como na nave, o caos começa no centro, não na periferia.

5️⃣ 🌑⚡ A Desordem da Cidade

➡️ Representa as consequências do pecado na vida humana

Confusão interior

Perda de direção

Engano

Contradições

Medo

Conflitos

A vida continua existindo, mas fora da ordem original de Deus.

6️⃣ 💡🚄💻 Os Sistemas em Colapso

➡️ Representam as áreas da vida afetadas pelo pecado

Emoções

Pensamentos

Relacionamentos

Sociedade

Ações

Quando o centro está corrompido, todas as áreas sofrem.

7️⃣ 🔍🧑‍🔬✨ O Homem que Reflete (Dr. Elion Kael)

➡️ Representa a ação do Espírito Santo de Deus no homem

Inclui:

A consciência despertada

A reflexão

A luz da verdade

A Palavra de Deus atuando no interior

O Espírito Santo revela o problema e conduz o homem à verdade.

8️⃣ 📖👁️ A Identificação do Inimigo

➡️ Representa o discernimento espiritual

É o momento em que o homem:

Reconhece o pecado

Entende a origem do mal

Para de tratar apenas os sintomas

Identifica a raiz

9️⃣ ⚔️📜 A Eliminação do Inimigo

➡️ Representa a restauração pela verdade de Deus

Arrependimento

Retorno ao padrão original

Submissão à verdade

Vitória sobre o pecado

Não é força humana, mas verdade aplicada no interior.

🔟 🌟🕊️ A Restauração da Cidade

➡️ Representa a restauração da vida do homem em Deus

Ordem restaurada

Clareza

Paz

Propósito

Comunhão verdadeira com Deus

Explicação Objetiva da Verdade Apresentada na Parábola

O pecado entrou no mundo e entrou no homem.

Ao entrar no homem, corrompeu o seu interior e, como consequência, afetou toda a raça humana. Essa corrupção não ficou restrita ao indivíduo, mas passou a se manifestar em toda a realidade: no pensamento, nas decisões, nas relações e no próprio mundo.

Assim como na parábola o caos da cidade não surgiu do lado de fora, mas do centro da nave, da mesma forma o mal não começa externamente, mas no interior do ser humano. O que se vê fora é apenas o reflexo do que já foi corrompido dentro.

O resultado dessa corrupção é evidente:

desordem, engano, contradições, conflitos, afastamento da verdade e afastamento de Deus.

A restauração, portanto, não começa corrigindo apenas comportamentos externos. Ela começa quando Deus age no interior do homem, por meio do Espírito Santo, despertando a consciência e conduzindo à reflexão. É essa ação que leva o ser humano a enxergar a verdade.

A verdade revela a causa do problema.

E a causa do problema é o pecado.

Quando o homem é confrontado pela verdade, ele deixa de tratar apenas os efeitos e passa a lidar com a raiz. Somente assim o mal pode ser eliminado, pois o pecado é a origem de tudo aquilo que é contrário a Deus.

Essa verdade é simples, racional e objetiva:

Deus criou o mundo perfeito.

Criou o ser humano com livre-arbítrio.

O homem escolheu pecar.

Como consequência, toda a humanidade foi contaminada.

Dessa forma, também é racional compreender que a única maneira de o homem retornar ao propósito original de Deus, restaurar a comunhão com Ele e alcançar a vida eterna, é pela eliminação daquilo que causa o mal. Enquanto o pecado permanecer no centro da vida, o mal continuará produzindo destruição.

A nave precisa ser restaurada.

E isso significa que a vida do ser humano precisa ser restaurada.

Mas não há restauração sem verdade.

Se o problema não for identificado, se o homem não aceitar a verdade que revela o pecado, o mal continuará estabelecido e conduzirá à destruição — assim como aconteceria com aquela nave se o inimigo não tivesse sido reconhecido e removido.

A restauração começa quando a verdade entra, assume o centro e devolve a vida ao seu propósito original em Deus.


A Estrutura da Restauração: Cristo, a Bíblia e a Verdade

Na parábola, a nave não foi restaurada por improviso nem por tentativa humana. Houve um mecanismo claro de restauração, uma forma correta de agir que eliminou a causa do problema e devolveu o sistema ao seu propósito original.

Essa estrutura representa, na realidade espiritual, o meio estabelecido por Deus para a restauração do ser humano.

Esse meio é o sacrifício de Jesus Cristo na cruz.

Por meio desse sacrifício, Jesus pagou pelos pecados da humanidade e abriu o único caminho legítimo para que o homem fosse restaurado. A restauração, porém, não acontece automaticamente. Ela exige uma resposta consciente do ser humano.

Essa resposta envolve três elementos fundamentais:

O reconhecimento do sacrifício de Jesus Cristo, entendendo que Ele morreu para remover o pecado, que é a causa de todo o mal, retirando o homem do caminho da destruição e possibilitando que, ao aplicar essa verdade, ele se livre das consequências do mal.

O abandono definitivo do pecado, pois não é possível restaurar a vida mantendo aquilo que a corrompe.

Uma aliança de fidelidade a Deus, por meio dos ensinos de Jesus Cristo, que estão revelados na Bíblia, custe o que custar, envolvendo uma permanência contínua, um compromisso de continuidade no caminho, onde a Palavra de Deus não é apenas conhecida, mas vivida como processo constante, como manutenção da vida espiritual, sendo aplicada dia após dia como fundamento, direção e sustentação da existência.

A Bíblia é o manual da restauração. É nela que estão os ensinos de Jesus e a verdade de Deus revelada ao homem. Por meio da Palavra, Deus fala, corrige, orienta e estabelece comunhão com o ser humano. Sem fidelidade à Bíblia, que é a Palavra de Deus, a corrupção se mantém. Não é por acaso: quando a verdade é rejeitada, o erro permanece. Assim como a nave voltaria ao caos se os protocolos corretos fossem abandonados, a vida do homem retorna à desordem quando a Palavra de Deus deixa de governar o seu interior.

Portanto, aquilo que restaurou a nave na parábola representa a aplicação prática da verdade de Jesus na vida. Da mesma forma, na realidade espiritual, o sacrifício de Jesus Cristo é o fundamento da restauração, e essa restauração se manifesta quando o ser humano abandona o pecado e permanece fiel a Deus, vivendo em continuidade nos ensinos de Cristo revelados na Bíblia. A Bíblia não está separada dessa obediência, pois ela é a Palavra de Deus, é o próprio Deus falando com o homem e estabelecendo comunhão. Onde essa verdade é aceita e vivida continuamente, a restauração acontece; onde ela é rejeitada, o pecado permanece e o mal continua produzindo destruição.


Conclusão e Apelo

Caro leitor, a verdade está clara. Você é a nave.

E o pecado é o mal que originalmente se instalou em você e em toda a humanidade. As consequências dessa condição são o caos, o engano e o inferno, isto é, o afastamento eterno de Deus.

A restauração promovida por Dr. Elion Kael, ao restaurar a nave, representa o Espírito Santo de Deus trazendo a verdade da restauração que precisa ser aplicada à sua vida. Assim como a nave só foi salva quando a verdade foi reconhecida e aplicada corretamente, o ser humano só pode ser restaurado quando aceita a verdade de Deus.

Jesus Cristo morreu na cruz para pagar os seus pecados, para libertá-lo definitivamente deles, exterminando o pecado e também as suas consequências: a condenação eterna, o engano e o afastamento eterno de Deus. Essa é a restauração proposta a você.

O que você precisa fazer é reconhecer essa verdade, recebê-la e aplicá-la em sua vida, abandonando definitivamente o pecado e sendo fiel aos ensinos de Jesus, que estão revelados na Bíblia, a Palavra de Deus, custe o que custar. Sem fidelidade à Bíblia, o pecado se mantém, o engano continua e o caos se estabelece novamente.

A manutenção do pecado gera caos e inferno. Mas a permanência na verdade gera restauração, ordem e vida.

Tome esta posição agora, antes que a sua nave seja definitivamente conduzida ao caos eterno.

Ao tomar essa decisão, sua vida será restaurada por Deus, você terá paz com Ele, uma vida alinhada ao Seu propósito e a esperança da vida eterna.

A escolha está diante de você. A verdade foi revelada.

Agora, a decisão é sua.


📖 Fundamentação Bíblica Exata (Texto da Bíblia – Domínio Público)

1️⃣ O pecado entrou no mundo por um homem

“Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porquanto todos pecaram.”

(Romanos 5:12 – Almeida Revista e Corrigida)

2️⃣ O salário do pecado e o dom gratuito de Deus

“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna por Jesus Cristo nosso Senhor.”

(Romanos 6:23 – Almeida Revista e Corrigida)

3️⃣ Ir pelo mundo pregando o evangelho

“E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.

Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.”

(Marcos 16:15-16 – Almeida Revista e Corrigida)

4️⃣ Cristo morreu por todos

“E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.”

(2 Coríntios 5:15 – Almeida Revista e Corrigida)

5️⃣ Nova criatura em Cristo

“Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.”

(2 Coríntios 5:17 – Almeida Revista e Corrigida)

6️⃣ Jesus é o caminho, a verdade e a vida

“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.”

(João 14:6 – Almeida Revista e Corrigida)

7️⃣ Permanecer na Palavra

“Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos;

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”

(João 8:31-32 – Almeida Revista e Corrigida)

8️⃣ O Espírito da Verdade

“Quando, porém, vier o Espírito da verdade, ele vos guiará em toda a verdade;

porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir.”

(João 16:13 – Almeida Revista e Corrigida)

📖 9️⃣ Jesus é o Cordeiro que tira o pecado do mundo

“No dia seguinte, João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.”

(João 1:29 – Almeida Revista e Corrigida)

📖 🔟 Quem pratica o pecado é do diabo

“Quem comete o pecado procede do diabo; porque o diabo peca desde o princípio.”

(1 João 3:8a – Almeida Revista e Corrigida)

📖 1️⃣1️⃣ O Filho de Deus se manifestou para desfazer as obras do diabo

“Para isso se manifestou o Filho de Deus: para desfazer as obras do diabo.”

(1 João 3:8b – Almeida Revista e Corrigida)


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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Eduardo e Roberto

 

Eduardo e Roberto

Eduardo e Roberto eram amigos desde a infância. Cresceram juntos e sempre tiveram uma ligação forte, marcada por aventuras, liberdade e uma forma muito parecida de enxergar a vida.

Eduardo tinha 26 anos e Roberto 25.

O estilo de vida que levavam estava diretamente ligado à personalidade dos dois. Para eles, viver significava aproveitar o momento: beber, fumar, frequentar baladas, envolver-se com mulheres e viver sem grandes responsabilidades. Era assim que entendiam a vida, e isso moldava suas escolhas.

Amavam o mar e a pesca. Quando adultos, transformaram essa paixão em trabalho. Juntaram dinheiro e compraram um barco em comum, passando a viver da pesca profissional. Pescavam peixes e caranguejos de alto valor comercial, viajavam por regiões costeiras, ficavam dias no mar e se sustentavam daquilo que pescavam.

Em uma dessas viagens, consumiram um peixe aparentemente comum, sem saber que continha uma substância nociva. Pouco tempo depois, começaram a sentir sintomas físicos e emocionais. Procuraram um médico, que, após exames e avaliação clínica, diagnosticou uma enfermidade causada pela substância presente naquele peixe.

O tratamento exigia medicação contínua, três vezes ao dia, além de uma mudança radical no estilo de vida:

nada de álcool, nada de cigarro, alimentação regrada e disciplina constante. O médico foi claro: aquela condição exigiria cuidados por toda a vida, se quisessem permanecer bem.

Essa notícia atingiu os dois de formas diferentes.

Eduardo entendeu a gravidade da situação. Sabia que teria de tomar o remédio continuamente e que precisaria mudar completamente a maneira de viver. Aquilo o levou a refletir profundamente sobre sua vida, suas escolhas e o que realmente considerava importante.

Sentindo que não conseguiria mudar sozinho, Eduardo começou a buscar a Deus, frequentar uma igreja evangélica, refletia diante de Deus a sua vida se colocando com humildade e honestidade diante de Deus. Ele buscava ajuda, força e direção — não apenas para mudar hábitos externos, mas para transformar a essência daquilo em que acreditava como sentido da vida. Aos poucos, sua maneira de pensar foi sendo transformada, e sua vida passou a ser mais regrada, consciente e responsável.

Roberto, por outro lado, reagiu de forma diferente.

Ele até foi algumas vezes à igreja com Eduardo, mas nunca se comprometeu de fato. No fundo, optou por continuar vivendo da maneira que sempre viveu. Sabia que tinha a enfermidade, sabia das orientações médicas, mas não conseguia — e nem queria — se desvencilhar do vício da bebida, do cigarro e daquele estilo de vida que, para ele, era sinônimo de liberdade.

Uma vida diferente, como a de Eduardo, parecia-lhe uma forma de morte.

Para Roberto, mudar era perder a própria identidade.

Com o tempo, essas diferenças se tornaram irreconciliáveis.

Naturalmente, eles acabaram se afastando, cada um seguindo um caminho distinto.

Anos depois, algo inesperado aconteceu com Eduardo. Seu quadro começou a melhorar de forma progressiva. Os médicos passaram a reduzir a medicação, até que um deles sugeriu interromper o uso, com a orientação de retomar caso os sintomas voltassem.

Eles nunca voltaram.

Eduardo havia sido milagrosamente curado.

Enquanto isso, Roberto seguiu outro rumo. Afastou-se de amizades verdadeiras e se cercou de falsos amigos, pessoas que reforçavam seus excessos e sua vida sem limites. Continuou vivendo de forma relaxada, sem disciplina, acreditando que não precisava mudar.

Até que um dia, Roberto foi encontrado morto, sozinho, em um quarto sujo e desorganizado, reflexo da vida que vinha levando.

Quando Eduardo recebeu a notícia, já estava curado, em paz e com a vida reconstruída.

Ainda assim, entristeceu-se profundamente pela perda do amigo de infância — alguém com quem havia dividido sonhos, o mar, o barco e uma parte importante da própria história.



Reflexão 

A história de Eduardo e Roberto representa dois tipos de vida e dois tipos de escolhas.

A enfermidade que atinge os dois não deve ser entendida apenas como um problema físico.

Ela representa uma realidade espiritual mais profunda: o pecado, no qual todos os seres humanos estão enfermos, sem exceção.

Assim como Eduardo e Roberto não perceberam de imediato o mal que haviam ingerido, o pecado muitas vezes não parece nocivo no início, mas vai corroendo o corpo, a mente e a vida como um todo.

Diante da enfermidade, surge o médico e o remédio.

Espiritualmente, esse médico é Jesus, e o remédio é a verdade do evangelho.

Quando alguém encontra esse médico verdadeiro, a cura não é superficial.

Ela exige mudança.

Mas essa mudança não é apenas de comportamento externo.

Ela começa na maneira de enxergar a vida, naquilo que a pessoa considera importante, no seu interior, na sua estrutura moral e espiritual — exatamente como aconteceu com Eduardo.

A diferença entre Eduardo e Roberto

Eduardo entendeu a gravidade da sua condição.

Reconheceu que estava enfermo e aceitou a verdade apresentada pelo médico.

Ele compreendeu que, se quisesse viver, precisaria mudar radicalmente.

Por isso, aceitou as exigências do tratamento.

Mudou o estilo de vida, abandonou práticas que antes considerava normais e buscou ajuda para uma transformação mais profunda. Sua mudança não foi apenas prática, mas interior. Ele passou a viver de acordo com a verdade que havia reconhecido.

Roberto, por outro lado, reagiu de forma oposta.

Ele também ouviu o diagnóstico, também recebeu a prescrição, também conhecia o médico — mas não aceitou a verdade.

O amor e a paixão que sentia pela vida que levava o fizeram distorcer a realidade.

Para continuar vivendo como queria, passou a dizer que o médico era rigoroso demais, exagerado, radical.

Na verdade, Roberto não rejeitou o médico por falta de informação, mas por amor ao próprio estilo de vida.

Para ele, mudar significava perder a vida que amava.

E, para não abrir mão disso, preferiu se enganar.

A realidade espiritual revelada pela parábola

A história de Eduardo e Roberto é uma parábola que ilustra uma realidade bíblica fundamental:

a enfermidade deles representa a enfermidade espiritual de toda a raça humana.

A Bíblia ensina claramente que todo ser humano nasce pecador e afastado de Deus, não por escolha inicial própria, mas por herança espiritual. Todos nascem em Adão, carregando o pecado original que entrou no mundo por meio dele.

Essa é a enfermidade universal da humanidade.

A Escritura afirma:

Por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte; assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram.”

(Romanos 5:12)

Ou seja, o pecado não é apenas um ato isolado, mas uma condição herdada, transmitida a toda a humanidade desde Adão e Eva.

O rei Davi confirma essa realidade ao declarar:

Eis que em iniquidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe.”

(Salmo 51:5)

Isso mostra que o homem já nasce espiritualmente enfermo, separado de Deus, necessitando de cura e salvação.

Assim como Eduardo e Roberto não perceberam imediatamente os efeitos do peixe contaminado, o pecado muitas vezes não se manifesta de forma imediata, mas seus efeitos são progressivos e mortais.

O médico e o remédio

Diante dessa enfermidade espiritual universal, Deus oferece um único médico e um único remédio.

O médico é Jesus Cristo

O remédio é o evangelho

A Bíblia declara:

Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.”

(Lucas 19:10)

E ainda:

Em nenhum outro há salvação, porque debaixo do céu não existe outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos.”

(Atos 4:12)

O evangelho não é apenas uma informação; ele é o meio pelo qual Deus cura o homem, restaura sua comunhão e transforma sua vida.

Mas, assim como no tratamento médico, a cura exige fidelidade.

A resposta de Eduardo e Roberto à verdade

Eduardo representa aquele que: reconhece que está enfermo; aceita o diagnóstico; confia no médico; e se submete fielmente ao tratamento.

Ele não apenas tomou o remédio, mas mudou sua vida inteira para que o tratamento fosse eficaz. Afastou-se de práticas que anulavam o efeito do remédio e buscou uma transformação profunda, interior e exterior.

Isso confirma exatamente o que Jesus ensinou:

Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama.”

(João 14:21)

E também:

Se me amais, guardareis os meus mandamentos.”

(João 14:15)

Ou seja, a fidelidade ao médico exige fidelidade ao remédio,

e a fidelidade ao remédio exige rompimento com tudo aquilo que impede a cura.

A Bíblia afirma que essa fidelidade resulta em mudança real de vida:

E assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que tudo se fez novo.”

(2 Coríntios 5:17)

Roberto, por outro lado, representa a maioria dos seres humanos.

Ele:

reconheceu que estava enfermo; ouviu o diagnóstico; conheceu o médico; até teve contato com o remédio.

Mas não foi fiel ao tratamento.

Assim como o álcool e o cigarro anulavam o efeito do medicamento, o apego ao pecado, às velhas práticas e às más companhias anulam o efeito do evangelho.

Roberto manteve amizades que reforçavam sua antiga vida, distorceu a verdade para justificar suas escolhas e passou a dizer que o médico era rigoroso demais.

A Bíblia alerta exatamente sobre isso:

Não vos enganeis: as más companhias corrompem os bons costumes.”

(1 Coríntios 15:33)

E a Escritura também ensina que quem permanece em Cristo não vive da mesma forma que antes:

Aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar como ele andou.”

(1 João 2:6)

Não há comunhão entre a verdade do evangelho e uma vida que insiste em permanecer no pecado.

A verdade central

A parábola ensina que: todos nascem enfermo;  todos precisam de salvação; o médico é o mesmo para todos; o remédio é o mesmo para todos.

O que muda é a resposta do coração humano à verdade.

Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.”

(Romanos 6:23)

Eduardo se submeteu à verdade e viveu.

Roberto resistiu à verdade e permaneceu na enfermidade.

Essa não é apenas uma história.

É a realidade espiritual revelada pela Palavra de Deus.

Conclusão e Apelo

Caro amigo leitor,

Eduardo se colocou com humildade e honestidade diante de Deus e decidiu optar por uma nova vida, seguindo a Cristo, o Médico dos médicos, e tomando o remédio, que é o evangelho — os ensinamentos de Cristo revelados na Bíblia — e, assim, obteve a vida.

Roberto, por sua vez, achou o remédio rigoroso. Não creu de fato, considerou excessivas as exigências do tratamento e buscou enganar a si mesmo, porque se prendeu àquilo de que gostava, àquilo que amava e não quis abandonar. Por isso, teve um final trágico.

Essa é, na verdade, a história da sua vida.

Ao final dela, se manifestará quem você realmente foi: Eduardo ou Roberto, o céu ou o inferno.

Diante disso, a Palavra de Deus faz um chamado claro e direto:

Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência.”

(Deuteronômio 30:19)

Escolha, pois, a vida:

Cristo, o evangelho, a humildade, a honestidade e a fidelidade a Cristo e ao seu evangelho — os ensinamentos que estão na Bíblia.



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sábado, 24 de janeiro de 2026

Quais são as consequências de não seguir tudo o que o Deus da Bíblia exige?



“Quais são as consequências de não seguir tudo o que o Deus da Bíblia exige?” 

Versículo Base:

1 João 2:4 – “Aquele que diz: ‘Eu o conheço’, mas não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e a verdade não está nele.”

🟦 Tema: 

A loucura e a contradição de afirmar ter Deus sem obedecer integralmente à Sua Palavra. A verdadeira relação com o Deus da Bíblia se manifesta em obediência à Sua Palavra, e a desobediência demonstra engano e rebeldia, mesmo quando alguém afirma ter fé.


🟪 Introdução:

A verdade é a verdade. A verdade de Deus não se curva, não se dobra, não pode ser destruída nem alterada pelo homem. E essa verdade permanecerá, ainda que o homem a rejeite ou não a aceite.

A verdade de Deus, e especialmente a verdade sobre as consequências de não seguir tudo o que o Deus da Bíblia exige, tem uma resposta clara: a resposta vem de Deus. E essa resposta prevalecerá, mesmo que você não creia, mesmo que você não leia, mesmo que você ignore.

Portanto, seria loucura não ouvir o que o Deus da Bíblia tem a dizer sobre quais são as consequências de não obedecê-Lo em tudo que Ele exige. Ignorar esta verdade é abrir mão daquilo que determina e tem influência direta sobre sua vida e seu destino eterno. Não ouvi-la é loucura; é recusar a verdade do Deus que muitos se referem, sem contudo ouvi-Lo e verdadeiramente conhecê-Lo.


🟩 Ponto 1 – Quais são as consequências de não obedecer tudo o que o Deus da Bíblia exige?

Resposta:

1️⃣ A desobediência de Adão e Eva como exemplo

Adão e Eva obedeciam a Deus em muitas coisas, como cuidar do Jardim do Éden e dar nomes aos animais (Gênesis 1:28; 2:19-20), demonstrando fidelidade e reconhecimento da autoridade de Deus.

No entanto, cometeram um ato deliberado de desobediência a uma instrução específica do Deus da Bíblia: comeram do fruto proibido (Gênesis 3:1-6).

Esse ato, mesmo isolado, representou não reconhecer a autoridade absoluta do Deus da Bíblia, e priorizaram a própria vontade acima da vontade do Deus soberano.

2️⃣ A lógica da autoridade

Toda autoridade exige respeito completo. Se alguém que possui poder é desobedecido, mesmo parcialmente ou pontualmente, isso demonstra que a autoridade não está sendo plenamente reconhecida.

Mesmo obedecendo em outras coisas, um único ato de desobediência evidencia a rejeição da soberania do Deus da Bíblia, mostrando que a pessoa escolheu sua própria vontade em detrimento da vontade do Absoluto.

3️⃣ Implicações espirituais

Quem não obedece integralmente está vivendo sob sua própria vontade e não sob a vontade do Deus da Bíblia, evidenciando rebeldia e afastamento espiritual (João 3:36; 1 João 3:4; Romanos 6:4).

Obedecer parcialmente não mantém a comunhão com Deus, pois o pecado contínuo ou deliberado demonstra que a pessoa não vive subordinada à autoridade absoluta do Deus da Bíblia.

4️⃣ Conclusão racional e bíblica

Obedecer em parte não caracteriza reconhecimento do Deus Absoluto e Governante, porque Ele não pode dividir Sua autoridade, mesmo que majoritariamente, com a vontade do homem.

Se Ele permitisse que Sua vontade fosse parcialmente ignorada, Deus deixaria de ser o Absoluto, o Governante que estabelece plenamente Sua vontade.

Consequência: quem não obedece integralmente está em afastamento do Deus da Bíblia, pois nega quem Ele realmente é — o Absoluto, o Governante que tem autoridade, poder e direito de estabelecer integralmente Sua vontade.

5️⃣ Aplicação prática

Se alguém pensa estar seguindo o Deus da Bíblia, mas mantém desobediência em sua vida, engana-se completamente.

A lógica é clara: é loucura e contradição afirmar reconhecer o Deus da Bíblia enquanto persiste no pecado.

Na prática, isso demonstra não reconhecimento do Deus Absoluto como Deus e rebeldia contra Sua autoridade, pois a vontade do Deus da Bíblia deve prevalecer integralmente e não pode ser minimizada, dividida ou ignorada.

Qualquer desobediência, ainda que pontual, mostra que a pessoa escolhe sua própria vontade em detrimento da vontade do Deus Absoluto, negando o propósito divino e permanecendo em engano espiritual.

Portanto, a verdadeira relação com o Deus da Bíblia exige obediência completa, sem reservas ou divisões, pois Ele é soberano, absoluto e seu poder é pleno sobre todas as coisas.

🟩 Ponto 6 – Confirmação Bíblica

1️⃣ 1 João 2:4 – “Quem diz: Eu o conheço, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e a verdade não está nele.”

Explicação: A desobediência, ainda que pontual, evidencia que a pessoa não conhece o Deus da Bíblia, porque Deus é Absoluto, Soberano, Supremo e Santo. Ele não abre mão de Sua vontade e não pode permitir que Sua autoridade seja quebrada. Pecar significa rejeitar a vontade de Deus, o que implica separação de Deus e evidencia a ausência da Sua presença na vida da pessoa.

2️⃣ 1 João 3:4 – “Todo aquele que pratica o pecado também comete iniquidade; pois o pecado é iniquidade.”

Explicação: O pecado é iniquidade, ou seja, uma condição moral contrária ao Deus Absoluto. Quando a pessoa peca, ela reflete sua condição moral, que atestam a ausência de Deus e implicam separação Dele, mostrando que não há submissão à autoridade divina.

3️⃣ João 3:36 – “Quem crê no Filho tem a vida eterna; quem, porém, desobedece ao Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus.”

Explicação: Este versículo mostra que quem desobedece está em estado de desobediência, um estado de rebelião contra Deus, que não agrada a Deus e não representa a vontade Dele.

4️⃣ Tito 2:5 – “Todas as coisas são puras para os puros, mas para os corrompidos e descrentes nada é puro; tanto a sua mente como a sua consciência estão corrompidas.”

Explicação: Este versículo demonstra que a pessoa só pode estar em dois estados:

Fidelidade a Deus:

Tudo o que faz é considerado puro, não porque seja perfeito, mas porque atua em submissão à vontade de Deus, mesmo que ainda haja falhas ou desconhecimento da verdade.

As falhas ou imperfeições são transformadas no processo de santificação, no qual a pessoa cresce no conhecimento da vontade de Deus e transforma sua vida progressivamente.

Portanto, o estado moral é de fidelidade a Deus, o que lhe proporciona crescimento espiritual e transformação, santificação da sua vida.

Infidelidade a Deus:

Tudo o que faz é impuro, porque a pessoa está em estado de pecado, ou seja, não assumiu uma aliança de fidelidade a Deus.

Esse estado separa a pessoa de Deus, e mesmo o que ela considera correto ou bom não é aprovado, porque sua mente e consciência estão corrompidas e orientadas por rebeldia e desobediência.

Portanto, todas as ações derivam do estado moral da alma, mostrando que a infidelidade implica pecado e rebeldia integral, afetando tudo que a pessoa faz.

5️⃣ 1 João 3:8 – “Quem comete pecado é do diabo, porque o diabo peca desde o princípio; para isso se manifestou o Filho de Deus, para desfazer as obras do diabo.”

Explicação:

Quem peca é infiel a Deus e pertence ao diabo, pois está no mesmo estado de infidelidade dele.

Nesse estado, a obra do diabo não está desfeita na vida da pessoa, porque o pecado não foi removido.

O pecado só é vencido pelo reconhecimento do sangue de Jesus derramado na cruz, que possibilita à pessoa sair do estado de infidelidade.

🟦Ponto 2 – Conexão entre Obediência a Deus e a Bíblia

Título sugerido: Obedecer a Deus significa seguir integralmente aquilo que Ele determina na Bíblia

Explicação introdutória:

A vontade de Deus só pode ser conhecida através da Bíblia, pois ela é a palavra registrada de Deus, destinada a revelar Sua vontade a todos os homens em todas as épocas.

Portanto, obedecer a Deus necessariamente significa obedecer àquilo que a Bíblia ensina, sem omissão ou adaptação.

Ignorar qualquer parte do que Deus ordena na Bíblia é um estado de loucura e incoerência, pois demonstra desobediência ao Deus absoluto.

1️⃣ O Novo Nascimento – Batismo

O novo nascimento é a entrada da pessoa na vida de fidelidade a Deus, representando a morte da própria vontade e do pecado, ou seja, o fim da exaltação do eu em detrimento da vontade de Deus.

Essa decisão é simbolizada pelo batismo nas águas, que não é apenas um ato formal, mas a expressão da morte para o pecado e da vida para a fidelidade a Deus.

Exemplo prático: Imagine alguém dizendo: “Estou aqui para te servir”, e a outra pessoa pede: “Traga um cafezinho para mim, por favor”, e a pessoa responde: “Não”.

Isso é loucura e contradição, porque a ação contraria a declaração.

Da mesma forma, uma pessoa que diz que obedece a Deus, mas não se submete ao batismo, que é uma ordem clara de Deus, está agindo de forma louca e contraditória.

O batismo, portanto, é um passo indispensável para demonstrar obediência e fidelidade à vontade de Deus, conforme registrado na Bíblia 

📖 Fundamentação Bíblica – Batismo

1. Marcos 16:15-16

"E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado."

2. Mateus 28:19-20

"Portanto, ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho ordenado."

3. Atos 2:38

"Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo"

2️⃣ Reunião como Igreja

A Bíblia é clara em ordenar a reunião daqueles que seguem a Cristo e estão no estado de fidelidade.

A igreja é composta por aqueles que seguem a Cristo e permanecem em fidelidade; essas pessoas devem se reunir para estudar a Palavra de Deus, orar, praticar a comunhão uns com os outros e cultuar a Deus.

Exemplo prático: Imagine alguém dizendo: “Eu sigo a Cristo e quero obedecer a Deus”, mas se recusa a participar das reuniões da igreja.

Isso é loucura e contradição, porque a ação contraria a declaração de fidelidade.

Quem não se reúne como igreja está rejeitando a vontade de Deus.

Da mesma forma, quem é infiel a Deus está em impureza moral, e tudo o que faz está sob o estado de rebelião contra Deus.

Portanto, a reunião como igreja é um passo essencial daqueles que seguem a Cristo e desejam permanecer em fidelidade.

📖 Fundamentação Bíblica – Reunião como Igreja

📌 Hebreus 10:25

“Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, mas admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia.”

Explicação: Deus deixa claro que a reunião dos fiéis é essencial. Fugir desse compromisso é rejeitar uma ordem divina e demonstra infidelidade.

📌 1 Coríntios 14:26

“Que diremos então, irmãos? Quando vocês se reúnem, cada um de vocês tem um cântico, uma palavra de instrução, uma revelação, uma língua ou uma interpretação. Tudo deve ser feito para edificação da igreja.”

Explicação: Quando os crentes se reúnem, cada ação tem o propósito de edificar o corpo de Cristo. A participação mútua não é opcional; é uma ordem clara de Deus. Quem se recusa a reunir-se está em estado de infidelidade, demonstrando desobediência à autoridade de Deus.

📌 Atos 2:42

“E perseveravam na doutrina dos apóstolos, na comunhão, no partir do pão e nas orações.”

Explicação: Os primeiros cristãos praticavam a reunião regular para aprender a doutrina, orar e ter comunhão, confirmando que a obediência à ordem de reunir-se é um passo essencial da fidelidade a Deus.


🍞 Participação na Ceia do Senhor

Explicação:

A Ceia do Senhor foi instituída por Jesus Cristo, que disse aos seus discípulos: “Fazei isso em memória de mim” (Lucas 22:19; 1 Coríntios 11:24-25).

Discípulos e cristãos: Os discípulos de Jesus eram aqueles que o seguiam fielmente. Depois, passaram a ser chamados de cristãos (Atos 11:26). Essa ordenança é dirigida a eles, ou seja, a todos os que seguem Jesus em fidelidade, os que reconhecem o seu sacrifício na cruz.

Objetivo da Ceia: O propósito da Ceia do Senhor é manter sempre viva na mente do cristão a lembrança do sacrifício de Jesus – o seu corpo moído e o seu sangue derramado – e usar essa lembrança como fundamento de vida para a fidelidade a Deus.

Consequência de não participar: Aqueles que não participam da Ceia do Senhor estão declaradamente em rebelião contra o Deus verdadeiro, o Deus da Bíblia. Podem até criar ou imaginar um Deus segundo sua própria vontade, mas isso é uma demonstração da loucura da mente humana, pois desconsidera o Deus que se revela em Jesus Cristo. Não participar da Ceia é, portanto, um ato de desobediência consciente à autoridade de Deus.

📌 Fundamentação Bíblica:

Lucas 22:19-20

“Tomou o pão, deu graças, partiu-o e deu-lhes, dizendo: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, depois da ceia, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós.”

Explicação: Jesus deixou claro que esta ordenança é para ser praticada pelos seus discípulos, como lembrança constante do sacrifício e da redenção.

1 Coríntios 11:23-26

“Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: Que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e, tendo dado graças, partiu-o e disse: Isto é o meu corpo, que é por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor até que ele venha.”

Explicação: A prática é uma lembrança contínua do sacrifício de Cristo e um meio pelo qual os cristãos reafirmam sua fidelidade a Deus. Não participar é rejeitar essa ordem e se colocar em estado de infidelidade e rebelião.

⏱️ Vigiar e Orar

Explicação:

A oração é o ato de falar com Deus e demonstra comunhão com Ele. Ninguém pode ter comunhão com outra pessoa sem falar com ela. Por isso, a Bíblia ensina que devemos estar sempre em oração, falando com Deus, além de dar ouvidos à sua voz e obedecer.

A oração deve ser feita em nome de Jesus, conforme a orientação bíblica (João 16:24). Jesus é o único mediador e intercessor entre Deus e o homem (1 Timóteo 2:5), e é através dEle que temos acesso ao Pai (1 Timóteo 2:5).

Vigiar:

Antes da oração, deve haver vigilância, como ensina a Bíblia: “vigiai e orai” (Mateus 26:41). Vigiar é estar atento, cuidadoso e zeloso para que o pecado não entre em sua vida. É a atenção para que tudo que é contrário a Deus não adentre no seu coração, ou seja, na sua mente.

A vigilância é necessária para que a oração seja aceita, pois a infidelidade a Deus quebra a comunhão com Ele. O pecado separa o homem de Deus e destrói essa comunhão.

📌 Fundamentação Bíblica:

João 16:24

“Até agora nada pedistes em meu nome; pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja completa.”

Explicação: A oração deve ser feita em nome de Jesus, reconhecendo-o como mediador.

1 Timóteo 2:5

“Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem.”

Explicação: Jesus é o único caminho para nos aproximarmos de Deus.

Mateus 26:41

“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito na verdade está pronto, mas a carne é fraca.”

Explicação: A vigilância protege o crente do pecado e prepara o coração para a oração sincera.

📢 Pregação da Mensagem de Salvação

Explicação:

Levar a mensagem de salvação a outros não é apenas uma ordenança explícita de Deus, mas também reflete a salvação individual de cada pessoa. Quem é salvo, quem compreende que a fidelidade a Deus conduz à vida eterna e a infidelidade leva ao inferno, naturalmente terá em seu coração o desejo ardente de que outros também sejam salvos.

Quem encontra a salvação em Cristo e não a leva àqueles que ama — ao pai, à mãe, a um filho, à esposa, a um irmão, a um amigo e às demais pessoas que puder, que estiverem em seu caminho — isso seria loucura e contradição. Caracterizaria falta de amor e, portanto, a falta de Deus, resultando em uma vida morta espiritualmente.

Pois é da vontade de Deus que todos sejam salvos. Não pregar o evangelho demonstra desconsideração e rebeldia à palavra de Deus, pois Ele deixa claro que deseja que todos conheçam a verdade. Não pregar o Evangelho é, portanto, uma declaração incontestável de desobediência, falta de amor e infidelidade a Deus.

📌 Fundamentação Bíblica:

Marcos 16:15-16

“Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem não crer será condenado.”

1 Timóteo 2:3-4

“Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, que quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade.”

Mateus 28:19-20

“Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos.”

Atos 1:8

“Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria, e até aos confins da terra.”

Romanos 10:14-15

“Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam a paz, dos que anunciam coisas boas!”


📌 Conclusão e Apelo

Caro leitor, a verdade, a resposta à pergunta de quais são as consequências daquele que não segue a Jesus, não segue o Deus da Bíblia em tudo o que Ele exige, é claríssima. É uma verdade que Deus está colocando diante de ti para que fundamente a tua vida e te conduza à vida eterna com Ele.

A aliança de fidelidade é o início da vida cristã, e o batismo nas águas, a reunião com a igreja, a ceia do Senhor, o vigiar e orar, e a pregação da palavra de Deus são os primeiros passos na vida do cristão, que continuará sua caminhada no conhecimento e na aplicação de todo o ensino de Cristo em sua vida.

Cabe a você lutar ferrenhamente para que esta verdade se estabeleça e permaneça no teu coração. É necessário abrir mão do orgulho, do estado carnal e da vontade própria que todos nascem carregando, para assumir uma aliança de fidelidade a Deus.

A vida aqui é curta, passageira, e não há sentido nem verdade fora de um compromisso de fidelidade a Cristo, que derramou Seu sangue na cruz para este propósito em tua vida. Não te iludas com enganos; abrace esta verdade de Deus, caso contrário, gastarás a tua vida enganado, sem a verdadeira vida, sem conhecer a verdadeira comunhão com Deus, e morrerás separado de Deus e de tudo que é bom.

Portanto, o inferno, que é a condenação eterna, é o lugar reservado àqueles que estão separados de Deus e de tudo que é bom.

Não espere que Deus desça do céu para falar com você. Deus está falando agora.

Quais são as consequências de não seguir tudo o que o Deus da Bíblia exige? É o inferno.

Portanto, a fidelidade a Deus é o único meio de você estabelecer uma aliança com Cristo e alcançar a salvação da sua alma.

Tome esta decisão hoje, agora, enquanto ainda pode, e tenha a vida eterna.



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