quinta-feira, 20 de agosto de 2026

O Que Jesus Disse Que Você Não Pode Ignorar? - o que a biblia diz / esboço / pregação / estudo bíblico - bíblia - pecado - salvação - condenação - doutrina - verdade


O Que Jesus Disse Que Você Não Pode Ignorar?


Versículo base: João 8:32

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”


Introdução

Jesus disse algo que, se for ignorado, não compreendido ou não praticado, trará as consequências que Ele mesmo afirmou que haveria.

Diante daquilo que Jesus disse, o ser humano só tem duas opções: tapar os seus ouvidos para aquilo que Jesus Cristo, o Deus Filho que veio ao mundo, disse, ou desacreditar nEle, não aplicando Suas palavras à sua própria vida.

Se o homem realmente crê em Deus, ele ouvirá aquilo que Deus, na pessoa de Seu Filho, Jesus Cristo, falou. E essa fé necessariamente produzirá uma prática de vida. Não é possível ouvir verdadeiramente as palavras de Cristo, crer nelas e continuar vivendo como se elas não tivessem sido pronunciadas.

Mas por que uma pessoa fecharia os seus ouvidos para aquilo que Jesus Cristo diz? Por que alguém ignoraria Suas palavras, mesmo sabendo que aquilo que Ele declarou traz consequências eternas?

É exatamente isso que vamos tratar nesta mensagem.

O que Jesus disse que você não pode ignorar?

Se alguém ouvir e verdadeiramente crer em Deus, necessariamente dará atenção àquilo que Jesus Cristo diz e terá sua vida fundamentada em Suas palavras. Porque ouvir a Cristo e crer nEle não é apenas conhecer Suas palavras; é permitir que aquilo que Ele disse determine a maneira como vivemos, caso contrário, não estaremos crendo e, portanto, estaremos tendo-O como mentiroso.



1. O QUE JESUS CRISTO DISSE

Havia um homem que estava enfermo há 38 anos. Ele estava junto ao tanque de Betesda, entre um amontoado de enfermos, esperando uma oportunidade para ser curado. Durante todos aqueles anos, aquele homem carregava sua enfermidade e sua limitação.

Jesus, ao vê-lo naquela condição, perguntou-lhe se queria ser curado. Depois de ouvir sua resposta, Jesus disse a ele que levantasse, tomasse o seu leito e andasse.

Aquele homem foi curado, tomou o seu leito e começou a andar.  (João 5:1-9)

Mas a história não termina na cura. Mais tarde, Jesus o encontrou no templo e lhe disse:

Eis que já estás são; não peques mais, para que não te suceda alguma coisa pior.”

(João 5:14)

Embora Jesus tenha dirigido essas palavras àquele homem que havia sido curado, Suas palavras não eram destinadas somente àquele homem.

Jesus Cristo veio ao mundo e falou aos homens sobre cura, pecado, salvação, juízo, vida e morte, e sobre as consequências das escolhas do ser humano.

Portanto, quando Jesus fala sobre essas coisas, Ele não está falando somente para uma pessoa, mas para todos os homens, para todas as pessoas.

Aquele homem estava diante de Jesus, mas aquilo que Jesus lhe disse contém uma verdade que alcança a todos nós.

Jesus está falando para todos nós. 

Jesus veio ao mundo para salvar o homem. Toda a Bíblia aponta para a salvação, para a vida eterna e para a necessidade de o homem estar reconciliado com Deus.

Por isso, quando Jesus disse àquele homem:

“Não peques mais, para que não te suceda alguma coisa pior.”

Jesus não estava se referindo a uma outra enfermidade. Ele não estava tratando de uma doença clínica nem preocupado apenas com a saúde daquele homem. A cura já havia acontecido.

Jesus estava tratando daquilo para o qual Ele veio ao mundo: a salvação do homem.

Então, quando Jesus diz “para que não te suceda alguma coisa pior”, Ele está se referindo a uma realidade pior do que os 38 anos de enfermidade: a condenação eterna.

A cura daquele homem foi importante, mas a cura do corpo nesta vida não se compara à salvação da alma e à vida eterna.

Portanto, nessa fala de Jesus, Ele está falando sobre cura, pecado e condenação eterna.


2. O QUE JESUS DIZ A RESPEITO DA CURA, DO PECADO E DA CONDENAÇÃO

A cura

Jesus Cristo cura. A Bíblia diz que Deus concedeu à Igreja dons de curar:

E a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar.”

(1 Coríntios 12:9)

Jesus curou aquele homem, que recebeu uma grande bênção de Deus.

Mas existe algo muito mais importante que o texto nos mostra: apesar de ter recebido a cura, Jesus o alertou sobre algo pior que aquela enfermidade. Ao dizer: “Não peques mais, para que não te suceda alguma coisa pior”, Jesus estava se referindo à condenação eterna.

Isso nos mostra que ser curado por Deus não significa, necessariamente, ser salvo. Aquele homem havia recebido a cura, mas ainda precisava considerar aquilo que Jesus lhe dizia a respeito do pecado e da condenação.

A cura é uma bênção para esta vida. A salvação é para a eternidade.

O pecado  e a condenação 

Jesus diz de forma clara, objetiva e incontestável o que aquele homem deveria fazer: “Não peques mais.”

Jesus não disse a ele: “Vá e faça obras de caridade para que você não seja condenado.”

Não disse: “Vá, adore, cultue a Deus para que você não seja condenado.

Não disse: “Leia as Escrituras para que você não seja condenado.”

Não disse: “Declare com a sua boca que Jesus Cristo é Senhor para que você não seja condenado.”

Também não disse: “Você foi curado, recebeu uma bênção de Deus e, portanto, está salvo.”

O que Jesus disse foi: “Não peques mais.”

E é exatamente sobre essas palavras que precisamos nos deter.

Jesus não disse para aquele homem abandonar apenas um pecado específico. Ele não disse: “Não beba mais”, “não adultere mais”, “não roube mais”, ou apontou qualquer outro pecado específico.

Jesus disse: “Não peques mais.”

Portanto, Ele estava falando do pecado de forma geral. Quando Jesus disse “não peques mais”, estava dizendo, em outras palavras: não desobedeça mais a Deus.

Não se tratava de não desobedecer apenas em uma determinada área da vida. Era não desobedecer em absolutamente nada. Era viver em fidelidade a Deus, deixando de praticar aquilo que contrariasse a Sua vontade.

Jesus ordenou que aquele homem não pecasse mais, ou seja, que não desobedecesse mais e fosse fiel a Deus.

E alguém pode perguntar: Jesus estaria dando àquele homem uma ordem impossível de cumprir?

Não. Jesus não estava dizendo algo sem sentido ou dando ao homem uma orientação que não pudesse ser obedecida. Jesus disse categoricamente: “Não peques mais.”

Se Jesus ordenou que aquele homem não pecasse mais, precisamos levar a sério exatamente aquilo que Jesus disse. 

Isso também pode ser visto em outra situação em que Jesus tratou diretamente com o pecado. Quando uma mulher foi apanhada em adultério, depois de ser perdoada por Jesus, Ele lhe disse:

Vai e não peques mais.”

(João 8:11)

Observe que, mesmo depois de perdoada, Jesus não lhe disse para continuar pecando e simplesmente esperar um novo perdão para cada pecado cometido. A ordem foi: “Vai e não peques mais.”

Isso está em concordância com aquilo que João Batista declarou sobre Jesus:

Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!”

(João 1:29)

Tirar o pecado é eliminá-lo. A desobediência a Deus não deve permanecer na vida daquele que pertence a Cristo.

A Bíblia também diz:

Aquele que é nascido de Deus não peca, porque a sua semente permanece nele; e não pode pecar, porque é nascido de Deus.”

(1 João 3:9)

E também:

Quem comete o pecado é do diabo...”

(1 João 3:8)

Por isso, a Palavra de Deus diz:

Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.”

(Apocalipse 2:10)

E ainda:

Quem crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que desobedece ao Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus.”

(João 3:36)

A fidelidade a Deus não pode depender das circunstâncias. É preciso permanecer fiel a Deus, custe o que custar, porque abandonar o pecado e permanecer fiel a Cristo é uma questão de vida eterna.

Quando Jesus disse “Vai e não peques mais”, essa ordem não estava condicionada às circunstâncias. Jesus não disse: “Não peques mais enquanto for fácil”, “não peques mais enquanto não houver sofrimento” ou “não peques mais enquanto sua própria vida não estiver em risco”.

É “não peques mais” em qualquer circunstância.

A fidelidade a Deus não pode ser abandonada quando obedecer passa a exigir um preço alto, quando a pessoa precisa abrir mão de algo que considera precioso ou quando a própria vida está em jogo.

A Bíblia mostra homens que compreenderam isso. Homens que, diante da perseguição, do sofrimento e até da morte, não abandonaram sua fidelidade a Deus.

Outros experimentaram escárnios e açoites, e ainda cadeias e prisões. Foram apedrejados, serrados ao meio, tentados, mortos ao fio da espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, aflitos e maltratados.”

(Hebreus 11:36-37)

Esses homens não colocaram a fidelidade a Deus sob condição.

Não era: “Serei fiel enquanto não custar minha vida.”

Era fidelidade custe o que custar.

É nesse sentido que devemos compreender a palavra de Jesus: “Vai e não peques mais.” A ordem não está sujeita às circunstâncias. Não existe uma condição acrescentada por Jesus dizendo que podemos pecar quando obedecer se tornar difícil.

É não pecar mais. É não transgredir mais. É ser fiel a Deus, aconteça o que acontecer, para que não venha a condenação.

Quando o ser humano mantém uma posição de fidelidade a Deus, custe o que custar, ele está declarando quem realmente Deus é. Ele está reconhecendo Deus como Deus e não está negando a Deus.

O que a Bíblia diz não é algo utópico; é algo real

Até porque o pecado é o pior para a vida do ser humano. Quando o homem é fiel a Deus, ele está optando pelo melhor para a sua própria vida.

A realidade é que esta vida é um sopro, uma passagem. E, durante esse breve período, precisamos declarar que Jesus Cristo é o nosso Senhor, declarar que Deus é Deus, ou seja, digno de todo louvor, honra, glória, adoração e obediência, através da nossa fidelidade a Ele, custe o que custar.

Jesus perguntou:

Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?”

(Marcos 8:36)

Portanto, ser fiel a Deus é o melhor para a nossa vida e nos dará a vida eterna.

Aquele homem foi curado. Depois de 38 anos enfermo, estava são, estava livre da enfermidade. Mas de que adianta o homem estar são, ter saúde e ser condenado?

De que adianta o homem ter dinheiro, ter posição social e ser condenado? De que adianta a beleza, o homem ou a mulher serem belos, serem ricos, famosos, inteligentes, terem realizações e conquistas nesta vida, se não tiverem a vida eterna?

De que adianta conquistar tudo isso e não abandonar definitivamente o pecado? De que adianta ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?

A Bíblia nos mostra que tudo aquilo que pertence a esta vida é passageiro:

O mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.”

(1 João 2:17)

Tudo passa. A vida passa. A riqueza passa. A beleza passa. A fama passa. As posições passam. As realizações passam. Mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.

Quando Deus disse a Adão e Eva que, se comessem do fruto, morreriam, estava estabelecendo claramente a consequência da desobediência:

Porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.”

(Gênesis 2:17)

Ou seja, se pecar, morre: perde a comunhão com Deus e fica afastado dEle. Essa é a gravidade do pecado e, em última consequência, a condenação eterna.

Mas Satanás contradisse aquilo que Deus havia dito:

Certamente não morrereis.”

(Gênesis 3:4)

E essa mentira continua sendo apresentada hoje.

O diabo continua dizendo ao homem que pode pecar e que isso não terá consequências eternas; que pode pecar, pedir perdão, voltar a pecar e simplesmente continuar nesse ciclo.

Essa é a mentira.

Por isso, precisamos permanecer com aquilo que a Palavra de Deus diz e aquilo que Jesus Cristo diz, e não com aquilo que o diabo diz — ainda que essa mentira seja apresentada dentro do meio religioso.

O homem peca porque acredita que o pecado é a melhor opção. A mentira, o dinheiro, o sexo e os prazeres desta vida podem levá-lo a pecar porque ele acredita que, agindo assim, estará escolhendo aquilo que é mais vantajoso, mais prazeroso e melhor para a sua vida.

Mas, na verdade, ele está escolhendo o pior. Está escolhendo negar a Deus, rejeitar o sacrifício de Jesus Cristo, seguir o caminho do pecado e se colocar no caminho da condenação eterna.

Por isso Jesus disse:

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”

(João 8:32)

A verdade liberta o homem daquilo que representa o pecado e das suas consequências.

Jesus também disse:

Todo aquele que comete pecado é escravo do pecado. Ora, o escravo não fica para sempre na casa; o filho fica para sempre.”

(João 8:34-35)



CONCLUSÃO E APELO

“Não peques mais, para que não te suceda alguma coisa pior.”

Essa é a mensagem. Abandone definitivamente o pecado da sua vida. Morra para o pecado.

Nós que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?”

(Romanos 6:2)

Caro leitor, esta é a mensagem de Deus para a sua vida. O que você não pode é abrir mão dela, porque, ao abrir mão dessa verdade, você está abrindo mão da vida eterna.

É esta verdade que pode libertá-lo do pecado, do engano do diabo e da condenação eterna.

Você precisa reconhecer a Deus como Deus e viver de maneira que demonstre esse reconhecimento, através de uma vida de fidelidade a Ele.

Receba esta palavra de Deus para a sua vida: morra definitivamente para o pecado e viva para conhecer e fazer a vontade de Deus, custe o que custar.

A vida nesta terra pode terminar a qualquer momento, mas a eternidade o espera. E há uma eternidade de condenação para aqueles que rejeitam a Deus e permanecem no pecado, mas há também uma eternidade de vitória, vida e comunhão com Deus para aqueles que permanecem fiéis a Ele.



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segunda-feira, 17 de agosto de 2026

O Especialista de Próstata que não era Pai - o que a biblia diz / esboço / pregação / estudo bíblico - bíblia - rejeição - salvação - condenação - Deus Pai - doutrina - ilusão



O especialista de próstata que não era pai


Havia um médico considerado a maior sumidade do mundo em determinado tipo de problema grave da próstata. Era reconhecido como o número um, o maior especialista naquela área. Quando alguém enfrentava um problema muito sério relacionado à próstata, procurava aquele médico, porque sabia que estava diante de alguém com conhecimento e capacidade extraordinários.

Mas havia um rapaz que dizia ser filho daquele médico.

Sua mãe havia namorado aquele homem muitos anos antes. Depois, ela engravidou. Entretanto, ela nunca soube com certeza quem era o pai da criança.

O rapaz cresceu acreditando que aquele médico era seu pai.

Ele dizia para todos:

“Aquele homem é meu pai.”

Ele acreditava nisso sinceramente.

Certo dia, porém, o rapaz descobriu que tinha um problema gravíssimo na próstata e precisava de uma cirurgia.

Então pensou:

“Eu não preciso me preocupar. O melhor médico do mundo é meu pai.”

Ele procurou o médico e disse:

— Pai, eu preciso que o senhor faça uma cirurgia em mim.

Mas o médico respondeu:

— Eu não sou seu pai.

O rapaz ficou surpreso.

— Como não? Minha mãe namorou com o senhor! Eu sempre acreditei que o senhor fosse meu pai!

O médico respondeu:

— Você pode ter acreditado nisso durante toda a sua vida. Mas acreditar não faz com que isso seja verdade. Você não é meu filho.

O rapaz então percebeu que havia uma diferença entre aquilo que ele acreditava e aquilo que era verdade.

Se ele fosse realmente filho daquele médico, o pai faria tudo o que estivesse ao seu alcance para salvá-lo, inclusive realizar gratuitamente aquela cirurgia.

Mas ele não era filho.

Por isso, não poderia reivindicar para si aquilo que o pai reservaria ao próprio filho.

E, como o médico não realizou a cirurgia, o rapaz acabou buscando um médico publico, mas que não era tão bom e acabou  morrendo.

O fato de alguém desejar alguma coisa, acreditar nela ou querer muito ser aceito dentro de determinada condição não transforma essa condição em realidade. Uma fé errada pode trazer consequências jamais esperadas. 


Reflexão

Aqui está a relação entre a história e a realidade espiritual.

Se aquele médico tivesse realmente um filho diante daquela situação, ele faria tudo o que estivesse ao seu alcance para preservar a vida do próprio filho. Ele colocaria à disposição do filho todo o conhecimento, toda a capacidade e todos os recursos que estivessem dentro de suas possibilidades.

Isso porque existe uma relação de filiação e, consequentemente, uma responsabilidade daquele pai para com seu filho.

Da mesma forma, Deus dá vida aos seus filhos.

E não estamos falando apenas da vida presente. Deus tem poder sobre a morte e, depois da morte, dará a vida eterna aos seus filhos. A ressurreição demonstra que a morte não é um obstáculo para aquele que tem poder absoluto sobre a vida.

Jesus disse:

Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida.”

(João 5:24)

Assim como aquele médico faria tudo o que estivesse ao seu alcance para preservar a vida de seu verdadeiro filho, Deus dará a vida eterna aos que verdadeiramente são seus filhos.

Porém, há também o outro lado da comparação.

Assim como aquele médico não realizou a cirurgia naquele jovem porque ele não era seu filho, Deus também não dará a vida eterna àqueles que não são seus filhos.

O médico não tinha aquela mesma relação de filiação com o rapaz. Ele possuía seu próprio trabalho, suas responsabilidades, seus compromissos e outros pacientes. Não havia naquela relação a responsabilidade que existiria se aquele jovem fosse realmente seu filho.

E isso nos leva a uma verdade espiritual muito séria: Deus não tem compromisso de conceder a vida eterna àqueles que permanecem separados dele e não pertencem a Cristo.

Aquele que morre sem Cristo, sem a salvação e sem a verdadeira filiação com Deus não pode reivindicar a vida eterna simplesmente porque durante a vida dizia:

“Deus é meu Pai.”

Assim como o jovem da história acreditava ser filho do médico, mas não era, muitas pessoas acreditam que são filhas de Deus sem que Deus as reconheça como seus filhos.

E a consequência será terrível se essa descoberta acontecer somente no final da vida.

Mas o que é preciso para realmente ser filho de Deus e ter a vida eterna, e receber a vida de Deus?

É necessário compreender que todos nós nascemos afastados de Deus por causa do pecado e precisamos receber Jesus Cristo como Senhor e Salvador de nossas vidas, abandonando o pecado, que é o mal.

Porque Deus não pode dar vida ao mal. O pecado é o mal. E o homem, quando peca, insubordina-se, não reconhece quem Deus é, rebela-se contra Deus e permanece em um estado de pecado.

O pecado não é apenas uma ação específica; ele é um estado de rebelião contra Deus que produz ações pecaminosas.

A Bíblia diz:

Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome.”

(João 1:12)

Mas essa fé precisa produzir uma nova vida. É necessário morrer para o pecado:

Nós que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?”

(Romanos 6:2)

Deus não pode dar vida ao mal porque o mal é contrário à sua natureza e à sua vontade:

Porque tu não és um Deus que tenha prazer na iniquidade, nem contigo habitará o mal.”

(Salmos 5:4)

Portanto, existem duas posições: estar em Cristo e permanecer fiel a Ele, ou permanecer separado de Cristo e no pecado.

Jesus declarou:

Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.”

(Apocalipse 2:10)

E a Bíblia apresenta o princípio da colheita:

Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.”

(Gálatas 6:7)

O mal colherá aquilo que lhe é próprio. Quem permanece no mal não pode esperar colher a vida que pertence àqueles que estão em Cristo.

Assim, essa reflexão nos mostra que não basta apenas acreditar ou supor uma condição espiritual. É necessário estar verdadeiramente em Cristo, conforme Deus estabelece.

O médico daria vida ao seu verdadeiro filho, dentro daquilo que sua condição humana lhe permitisse. Deus, porém, tem poder absoluto sobre a vida e a morte e dará a vida eterna aos seus verdadeiros filhos.

Mas aqueles que não são seus filhos, que permanecem separados dele e morrem sem Cristo, não podem reivindicar aquilo que Deus prometeu aos que lhe pertencem.

Por isso, a pergunta mais importante é:

“Eu sou verdadeiramente filho de Deus? Já morri para o pecado, que separa o ser humano de Deus?” 

Já mudei a minha natureza através do abandono definitivo do pecado e de um compromisso de fidelidade absoluta a Deus?”

“Estou seguindo fielmente os ensinamentos de Cristo?”

Caro amigo leitor, não se iluda com aquilo que não tem fundamento na revelação de Deus, que é a Bíblia Sagrada. Tome uma decisão enquanto há tempo, antes que a morte venha lhe chamar e você não tenha como Pai o Médico que pode lhe dar a vida eterna.



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O JESUS EXALTADO E O JESUS REJEITADO - o que a biblia diz / esboço / pregação / estudo bíblico - bíblia - rejeição - salvação - condenação - doutrina - ilusão


O JESUS EXALTADO E O JESUS REJEITADO

Texto-base: João 12:48

“Quem me rejeitar a mim, e não receber as minhas palavras, já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o há de julgar no último dia.”


Introdução

Haverá um dia em que toda a verdade será manifestada. Naquele dia, não haverá mais espaço para o engano, para as aparências ou para aquilo que os homens imaginaram ou construíram ao longo da vida. Tudo será colocado diante da verdade.

Vivemos, porém, em um mundo marcado por uma grande batalha: a batalha entre a verdade e o engano. As Escrituras nos alertam que existe um inimigo da verdade, chamado diabo, aquele que Jesus identificou como “pai da mentira” (João 8:44). Seu propósito é enganar, afastando o homem daquilo que Deus revelou como verdadeiro.

E é justamente nesse cenário que precisamos tratar de uma questão de importância eterna: a realidade sobre a pessoa de Deus e, particularmente, sobre a pessoa de Jesus Cristo.

Muitos falam sobre Jesus. Muitos o exaltam. Muitos afirmam amá-lo, adorá-lo e reconhecê-lo como Senhor. Mas, diante de tudo aquilo que é apresentado como verdade sobre Jesus, existe uma questão que precisa ser cuidadosamente examinada.

Quem é, de fato, o Jesus que está sendo exaltado?

É sobre essa questão que iremos entrar a partir de agora.

Porque não estamos tratando de um assunto meramente religioso, filosófico ou teórico. Estamos tratando de uma questão que diz respeito ao destino eterno do ser humano.

E nós não sabemos quando chegará a nossa última hora. Por isso, enquanto ainda temos oportunidade, precisamos conhecer a verdade e examiná-la à luz das Escrituras.

É nesse contexto que vamos compreender a diferença entre O Jesus Exaltado e O Jesus Rejeitado.


1. O JESUS EXALTADO

Jesus é conhecido e reconhecido como Deus que veio ao mundo em carne, aquele que derramou o seu sangue na cruz, morreu pelos pecados e ressuscitou. É reconhecido o Jesus revelado nas Escrituras, aquele que teve doze discípulos e cuja história, seus ensinamentos, suas obras, sua morte e sua ressurreição estão registrados na Bíblia.

O cristianismo é professado e declarado. A frequência à igreja, a oração, a leitura da Bíblia, a participação nos cultos, a adoração e o serviço a Jesus fazem parte da vida cristã. Crê-se sinceramente naquilo que é professado e entende-se estar seguindo e adorando a Jesus Cristo.

Porém...

Existe uma verdade fundamental que precisa ser conhecida.

E toda essa realidade não pode se sobrepor à verdade que precisamos tratar. Existe uma verdade que precisa ser compreendida e que possibilita a verdadeira comunhão com Deus e resulta na vida eterna com Ele.

Esta verdade resguardará aqueles que a conhecerem e a receberem de uma terrível decepção no último dia, quando muitos descobrirão que aquilo que julgavam suficiente não os colocou em verdadeira comunhão com Deus.

O próprio Jesus advertiu sobre esse momento:

Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.”

Mateus 7:21-23

Há zelo por Deus. Há fervor. Há paixão. Há emoção no culto. Há entrega da vida ao serviço de Deus. Há amor por Deus e uma disposição de viver para Ele.

Existe, portanto, um zelo profundo por Deus.

Mas o apóstolo Paulo faz uma afirmação que precisa ser considerada com toda seriedade:

Porque lhes dou testemunho de que têm zelo de Deus, mas não com entendimento.”

Romanos 10:2

Isso nos mostra que zelo, fervor, paixão, emoção, amor, serviço e dedicação não são suficientes para estabelecer que aquilo que se crê está de acordo com a verdade.

Pode-se adorar, servir e amar profundamente um deus que foi formado no coração e na compreensão humana, mas que não se harmoniza com aquilo que Deus revelou nas Escrituras.

Por isso, a questão não é apenas quanto se ama, quanto se adora ou quanto se serve.

Porque eu quero misericórdia, e não sacrifício; e o conhecimento de Deus, mais do que holocaustos.”

— Oséias 6:6

Deus estava mostrando ao seu povo que não bastava oferecer sacrifícios, praticar atos religiosos e honrá-lo exteriormente. O que Deus desejava era que o seu povo o conhecesse verdadeiramente e vivesse de acordo com esse conhecimento.

A questão fundamental é:

Quem é o Deus que está sendo amado, adorado e servido?

E é exatamente essa verdade que precisamos examinar à luz das Escrituras.

Quando o Deus verdadeiro é rejeitado, aquilo que ocupa o seu lugar não é o Deus verdadeiro. O homem passa a conceber uma compreensão de Deus diferente daquela que Deus revelou. E, quando essa compreensão passa a ser objeto de fé, devoção e adoração, estamos diante de um falso conceito de deus.



2. O JESUS REJEITADO

Jesus é reconhecido, seus ensinamentos são reconhecidos e suas palavras são recebidas. Porém, existe uma seletividade daquilo que se deseja ouvir e daquilo que não se deseja ouvir. Essa seletividade está relacionada à preservação da própria vida, da própria vontade, dos próprios interesses e daquilo que se deseja conservar. E é esse sentimento que conduz à rejeição da verdade que vem de Deus.

Não se trata necessariamente de uma rejeição deliberada de Jesus. Trata-se de uma rejeição daquilo que, vindo de Jesus, confronta aquilo que se deseja preservar.

Há um Jesus que incomoda. Há um Jesus que impede que o homem viva a vida que deseja viver. Há um Jesus que traz sofrimento, luta e renúncia. Há um Jesus que apresenta uma taça que não queremos beber.

Diante desse Jesus, o ser humano passa a preservar aquilo que lhe é suportável e a rejeitar aquilo que lhe confronta. Passa a buscar em Jesus aquilo que deseja, aquilo que lhe convém e aquilo que pode acomodar à própria vontade, em vez de receber aquilo que Jesus verdadeiramente revela e exige.

Muitos, pois, dos seus discípulos, ouvindo isto, disseram: Duro é este discurso; quem o pode ouvir?” — João 6:60

Desde então muitos dos seus discípulos tornaram para trás, e já não andavam com ele. Disse então Jesus aos doze: Quereis vós também retirar-vos? Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna.” — João 6:66-68

Se o homem não reconhecer em Deus a sua grandiosidade, a sua soberania, a sua imutabilidade, a sua exclusividade e a sua integralidade, e não tiver disposição para morrer para si mesmo, abrir mão da própria vontade e viver exclusivamente para Deus, compreendendo que foi criado para a vontade de Deus, ele acaba se perdendo.

Ao não reconhecer quem Deus verdadeiramente é, o homem se desvia da verdade e cria para si uma ilusão. Pode amar esse deus, pode ter fervor e paixão por conhecê-lo, pode dedicar sua vida ao deus que concebeu em seu coração e acreditar sinceramente que está servindo a Deus.

Mas, ao desconsiderar a Palavra de Deus, ou não ser integro e fervoroso para com ela, desconsidera o próprio Deus que nela se revela e torna-se vítima do engano.

Porque não é o homem que determina quem Deus é. É Deus quem determina quem Ele é, e é a sua Palavra que revela essa verdade.

Quando o homem mantém o orgulho e não abre mão de si mesmo, da sua própria vontade e da direção da sua própria vida, ele se engana a respeito de Deus. Isso acontece porque o Deus verdadeiro é aquele que deve dirigir completamente a vida do ser humano. Ele deve ocupar todo o lugar de governo, de direção e de exaltação na vida do homem.

Portanto, enquanto o homem não morreu para a sua própria vontade e para a sua própria exaltação, ele não reconhece quem Deus realmente é. E, não reconhecendo quem Deus realmente é, ele cria para si um deus diferente, um deus que se ajusta àquilo que ele deseja preservar, àquilo que deseja ouvir e àquilo que deseja viver. Ele limita a voz de Deus, seleciona aquilo que quer ouvir e seleciona aquilo que quer crer e viver.

Ao contrário, aquele que reconhece a majestade, a soberania e a grandiosidade de Deus morre para si mesmo e para a sua própria vontade. Ele passa a ter fome e sede da vontade de Deus, deseja obedecê-lo em tudo e coloca a sua vida sob o governo de Deus.

Então, o Espírito Santo passa a habitar nele, guiando-o em toda a verdade. E quanto mais conhece a Deus, mais deseja a sua Palavra; quanto mais conhece a sua Palavra, mais deseja obedecer à sua vontade.

Assim, a vontade do homem não ocupa mais o lugar que pertence a Deus. É Deus quem governa, é Deus quem dirige, é Deus quem é exaltado, e é a sua verdade que determina o caminho do homem.

Aquele que é fervoroso tem paixão, dedicação, amor e serviço. Pode ser extremamente fervoroso. Entretanto, sua condição é diferente: ele ainda não morreu para a própria vida, para a própria exaltação e para a própria vontade. Por isso, é seletivo para com a revelação de Deus.

Sua condição não o possibilita ser plenamente guiado pelo Espírito Santo em toda a verdade. Ele recebe, ouve e vive aquilo que está de acordo com aquilo que sua própria condição permite. E, quando passa a selecionar aquilo que deseja receber, ouvir, crer e viver, ele começa a alterar a revelação de Deus.


Nesse momento, embora pense estar tratando com o Deus verdadeiro, já não está mais tratando com o Deus verdadeiro conforme Ele se revelou. Ao alterar, selecionar ou deixar de ouvir aquilo que Deus revelou, ele altera a própria concepção de quem Deus é. E, ao fazer isso, deixa de cultuar, de adorar e de servir ao Deus verdadeiro, passando a cultuar, adorar e servir àquilo que sua própria compreensão estabeleceu, ao Deus que lhe parece mais razoável segundo a sua percepção.

É por isso que Paulo declara:

Porque lhes dou testemunho de que têm zelo de Deus, mas não com entendimento.”

Romanos 10:2

O que falta é o zelo pela Palavra de Deus. Porém, esse zelo pela Palavra é impedido pelo próprio estado do homem: seu orgulho, seu ego e o alto conceito que mantém a respeito de si fazem com que a sua própria opinião interfira naquilo que Deus revelou. E, quando a opinião do homem passa a interferir na revelação de Deus, ele deixa de recebê-la integralmente e passa a selecionar, limitar ou alterar aquilo que Deus revelou. Por isso, o verdadeiro zelo pela Palavra de Deus exige que o homem renuncie ao orgulho, ao ego e à própria opinião, para receber a verdade de Deus como ela foi revelada. O verdadeiro fervor deve estar voltado para o Deus que a Bíblia revela, sem alteração, sem seleção e sem adaptação à vontade humana.


3. A COMUNHÃO COM O DEUS VERDADEIRO

A verdadeira comunhão com Deus não é estabelecida simplesmente pela declaração de fé, pelo fervor, pela dedicação ou pela participação religiosa. Ela está diretamente relacionada à condição espiritual daquele que se aproxima de Deus.

João afirma:

Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.”   — 1 João 1:7

Andar na luz significa viver na verdade que Deus revelou. A luz não é aquilo que o homem escolhe considerar verdadeiro; a luz é aquilo que Deus revelou. Por isso, o salmista declara:

Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho.”  — Salmos 119:105

A Palavra de Deus é luz. Portanto, andar na luz é andar segundo a Palavra de Deus.

É nesse contexto que precisamos compreender o novo nascimento. Aquele que verdadeiramente nasceu de novo recebeu uma nova natureza e passou a ser habitado pelo Espírito Santo. E o Espírito Santo não conduz o homem para uma verdade construída segundo sua própria vontade, mas o guia em toda a verdade.

O homem que nasceu verdadeiramente de novo reconhece quem Deus é. Reconhece sua própria condição diante da majestade de Deus, abandona o governo de si mesmo, morre para o seu ego, para o orgulho, para a própria exaltação e para a própria vontade. Sua vida passa a estar submetida à vontade de Deus e à sua Palavra.

Por isso, ele não procura moldar Deus à sua compreensão. Ele se submete àquilo que Deus revelou.

E, quando há essa submissão à verdade, há comunhão.

Comunhão com Deus, comunhão com a Palavra e comunhão com aqueles que também andam na luz.

A própria Escritura estabelece essa relação: andar na luz produz comunhão, e nessa comunhão está o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, que nos purifica de todo pecado.

Portanto, não podemos separar a comunhão com Deus da verdade de Deus. Não podemos afirmar que estamos em comunhão com Deus enquanto rejeitamos, selecionamos, limitamos ou alteramos aquilo que Ele revelou.

Quando o homem deixa de andar na luz da Palavra, a comunhão é rompida. E se ele, mesmo assim, continua fervoroso, continua adorando, continua servindo e continua afirmando que conhece a Deus, seu fervor não é uma prova de que está em comunhão com o Deus verdadeiro.

Ao contrário, sua própria condição revela que alguma coisa está errada: ele não está andando na luz.

E, se não está andando na luz, está fora da verdade que Deus revelou.

É nesse ponto que também precisamos compreender a seriedade da heresia. A heresia não é simplesmente uma diferença de opinião religiosa. Quando aquilo que Deus revelou é alterado, rejeitado, selecionado ou substituído pela compreensão humana, a verdade é corrompida. E, quando a verdade é corrompida, o homem deixa de permanecer na revelação de Deus.

Assim, pode existir fervor sem comunhão verdadeira. Pode existir dedicação sem comunhão verdadeira. Pode existir serviço sem comunhão verdadeira.

Porque a verdadeira comunhão não é determinada pela intensidade da devoção do homem, mas pela sua permanência na luz da verdade de Deus.

E é justamente por isso que o novo nascimento é indispensável. O homem precisa nascer de novo, receber o Espírito Santo e ser conduzido por Ele em toda a verdade. Somente então poderá permanecer na luz, andar na verdade e viver em verdadeira comunhão com Deus.

Porque o Deus que salva, o Deus que purifica do pecado e o Deus que concede a vida eterna é o Deus verdadeiro — não aquele que o homem adapta à sua própria vontade, mas aquele que se revelou nas Escrituras




CONCLUSÃO E APELO

Caro leitor, agora você precisa tomar uma decisão. Não basta conhecer essa verdade; é preciso tomar uma posição.

Jesus disse:

“Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á.” — Mateus 16:25

Você precisa abrir mão da sua própria vida: da sua vontade, da sua exaltação, dos seus desejos e daquilo que ainda faz com que você selecione, limite ou rejeite aquilo que Deus revelou.

Não dá para ficar você e Deus. É um ou outro.

Morrer para si é deixar de colocar a sua vontade, o seu desejo, o seu orgulho e a sua pré-compreensão como medida daquilo que Deus revelou. É deixar de buscar para si honra, glória e exaltação, porque toda a honra, toda a glória e toda a exaltação pertencem exclusivamente a Deus. Enquanto o homem ainda busca para si aquilo que pertence exclusivamente a Deus, sua própria condição interfere na maneira como recebe a revelação de Deus, e isso altera a sua compreensão a respeito de quem Deus é.

Ele seleciona aquilo que deseja ouvir, acolhe aquilo com que concorda e rejeita aquilo que o confronta. E, sem perceber, passa a servir a um deus moldado segundo aquilo que deseja receber, ouvir, crer e viver.

Ele pode ser fervoroso, adorar, cantar, chorar, servir e dedicar sua vida àquilo que acredita ser Deus. Mas o fervor, por si só, não demonstra que ele está na verdade.

Por isso, morrer para si é nascer para Deus.

E aquele que verdadeiramente morreu para si passa a ter zelo pela Palavra de Deus. Deseja conhecê-la, obedecê-la e ser fiel a ela. Não a seleciona, não a limita e não coloca sua própria compreensão acima daquilo que Deus revelou.

Essa é a marca daquele que morreu para si e nasceu para Deus: seu zelo é pela Palavra, porque nela conhece o Deus verdadeiro e vive exclusivamente para a sua vontade.

Decida-se hoje, enquanto ainda é tempo, a perder a sua vida por amor a Cristo, porque somente assim você poderá alcançar a vida eterna e declarar, com a própria vida, quem realmente Deus é para você.




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quinta-feira, 13 de agosto de 2026

AQUILO QUE VOCÊ NÃO QUER OUVIR QUE O LEVARÁ À CONDENAÇÃO - o que a biblia diz / esboço / pregação / estudo bíblico - bíblia - casamento - novo casamento - salvação - condenação - doutrina - ilusão

 

Aquilo que você não quer ouvir, que o levará à condenação

Texto-base: Zacarias 7:11

“Eles, porém, não quiseram escutar, e deram o ombro rebelde, e ensurdeceram os seus ouvidos, para que não ouvissem.”

Introdução

Caro amigo leitor, você está vivendo a sua vida, possui a sua fé, as suas convicções, os seus planos e a maneira como compreende a si mesmo e o mundo ao seu redor. Você construiu, ao longo da vida, uma compreensão sobre quem você é, sobre aquilo que acredita e sobre a maneira como deve viver.

Talvez você esteja satisfeito com a sua vida, com as suas escolhas e até mesmo com a sua relação com Deus. Você possui uma avaliação própria da sua condição e, dentro daquilo que compreende, considera que está tudo bem.

E, quando alguém está satisfeito com aquilo que possui, talvez a última coisa que queira é ouvir algo que venha contrariar suas convicções, questionar suas escolhas ou colocar em risco aquilo que considera certo e seguro.

Mas existe uma verdade que não nasce daquilo que pensamos, desejamos ou consideramos correto.

Existe a verdade de Deus.

E quando a verdade de Deus entra em choque com aquilo que o homem pensa, deseja ou decidiu preservar, surge uma escolha da qual ninguém poderá fugir para sempre.

É justamente nesse momento que precisamos compreender o significado destas palavras:

“Aquilo que você não quer ouvir, que o levará à condenação.”

Portanto, ouça a verdade, ainda que ela lhe seja desagradável.


Veja a sua história

Caro amigo leitor, talvez você seja uma pessoa que busca a Deus. Você ora, procura viver corretamente, é uma pessoa honesta e procura fazer o bem. Como qualquer pessoa, você também erra, mas continua buscando a Deus e desejando viver de maneira correta.

Um dia, você desejou constituir uma família. Casou-se, teve filhos e acreditou que havia encontrado alguém com quem poderia construir uma vida, compartilhar seus sonhos e viver uma aliança.  


Você amou. Você tentou. Você lutou para preservar a sua família e fez aquilo que estava ao seu alcance para manter o casamento.

Mas as coisas não aconteceram como você esperava.

A convivência foi se tornando difícil. Vieram os conflitos, as decepções, o sofrimento e, talvez, até mesmo a infidelidade. Apesar dos seus esforços, chegou um momento em que aquela união se tornou, para você, impraticável.

Então veio a separação.


Depois da separação, porém, permaneceu em você o desejo de ter alguém ao seu lado. Você queria compartilhar a vida com alguém, amar e ser amado, ter companheirismo, carinho, intimidade e viver novamente uma relação conjugal.

Você acreditou que Deus não desejaria que continuasse vivendo aquele sofrimento. Afinal, você havia tentado preservar aquela união, havia lutado, suportado muitas coisas e feito a sua parte.

Então você conheceu alguém.

Houve aproximação, carinho, companheirismo e sentimentos que eram verdadeiros. Você creu ter encontrado alguém diferente, alguém que realmente o(a) amava e a quem você também amava.

E você começou uma nova vida.

Hoje, você está feliz. Você encontrou alguém que o(a) compreende, que o(a) ama, e vocês vivem uma vida de cumplicidade, companheirismo e carinho. Os anos se passaram, e essa relação foi amadurecendo e se fortalecendo cada vez mais. É como se você tivesse passado toda a sua vida ao lado dessa pessoa, como se ela fosse a pessoa certa que você deveria ter encontrado para construir a sua vida.

Juntos, vocês construíram uma boa vida. Vocês procuram viver a fé cristã dentro da realidade de vocês, procuram honrar a Deus segundo aquilo que compreendem e estão felizes com a vida que construíram.

E, para vocês, é isso que importa.

Vocês têm o reconhecimento da sociedade. Têm a aprovação das pessoas que convivem com vocês. Têm, inclusive, a aprovação da igreja. E, acima de tudo, têm a aprovação das próprias consciências. Vocês estão em paz com a vida que escolheram viver.  

Esta é a sua vida.

Porém, para que essa vida não esteja fundamentada apenas na aprovação da sociedade, da igreja, da própria consciência e naquilo que o próprio relacionamento traz para vocês, é importante ouvir aquilo que Deus tem para dizer.

Porque, ouvindo a Palavra de Deus, essa aprovação não ficará apenas no âmbito daquilo que foi apresentado até aqui. É preciso ter a certeza de que existe um fundamento maior: a Palavra de Deus.

Porque, no final da vida, a verdade sempre prevalecerá.

Por isso, é importante ouvir aquilo que Deus tem para falar através da sua Palavra, que é a Bíblia, sobre esta sua vida.

Esta mensagem traz para você a visão de Deus para a sua vida.

Portanto, ouça a verdade, ainda que ela possa lhe ser desagradável.


1. O valor da Palavra de Deus

Antes de prosseguirmos, precisamos compreender o valor da Palavra de Deus.

A Bíblia não é simplesmente um livro religioso. É a Palavra de Deus, o próprio Deus falando ao homem. Nela encontramos a vontade de Deus para a nossa vida, a orientação daquele que nos criou e conhece perfeitamente aquilo de que precisamos.

A Escritura declara:

Toda a Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça.”

— 2 Timóteo 3:16

A Palavra de Deus ensina, orienta, corrige e instrui. Ela é suficiente para nos conduzir no caminho que Deus estabeleceu.

O salmista declara:

A lei do Senhor é perfeita e refrigera a alma.”

— Salmos 19:7

A Palavra de Deus é perfeita porque procede de um Deus perfeito. Ela é santa porque procede daquele que é santo. E a vontade de Deus para nós é boa, perfeita e agradável, como declara Paulo:

E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”

— Romanos 12:2

Portanto, aquilo que Deus estabeleceu em sua Palavra não deve ser tratado como algo comum. A Palavra de Deus possui autoridade absoluta porque o próprio Deus é absolutamente soberano.

Diante da Palavra de Deus não existe possibilidade de o homem manter a sua própria posição, o seu próprio entendimento ou aquilo que deseja como se isso tivesse valor independente. A Palavra de Deus não é negociável, não é relativa e não se submete à vontade humana. É a vontade de Deus que julga e confronta toda vontade humana.

E é exatamente por isso que a Palavra de Deus deve ser obedecida, custe o que custar. Não há alternativa, não há opção, não há espaço para uma vida que se diga de Deus e, ao mesmo tempo, rejeite aquilo que Ele ordena.

Não obedecer à Palavra de Deus é negar a autoridade daquele que falou. É rejeitar o direito de Deus de governar todas as coisas, inclusive nossas vidas. É, na prática, negar quem Deus é: soberano absoluto, dono de tudo e de todos.

Além disso, rejeitar a Palavra de Deus também é negar o sacrifício de Jesus Cristo. Pois Jesus não morreu para que continuássemos presos ao pecado ou à nossa própria vontade, mas para nos libertar do pecado que conduz à condenação eterna e nos conduzir à obediência a Deus.

Quem crê no Filho tem a vida eterna; quem, porém, desobedece ao Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus.”

— João 3:36

Por isso, não existe opção legítima de não ser fiel à Palavra de Deus. Quem pertence a Cristo não pode viver em oposição àquilo que Ele mesmo revelou. A fidelidade à Palavra não é uma escolha entre outras: é a única resposta coerente diante de Deus e do sacrifício de Jesus.


A disposição do coração diante da Palavra de Deus

É indispensável, ao colocarmos a nossa vida diante da Palavra de Deus, que não estejamos mais vivos para a nossa própria vontade, para que possamos compreendê-la. Caso contrário, o engano se fará presente.

Em vez de compreendermos a Palavra de Deus segundo a direção do Espírito Santo, a interpretaremos segundo a nossa própria vontade, procurando nela aquilo que desejamos encontrar.

A Escritura declara:

Toda a Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça.”

2 Timóteo 3:16

Portanto, é indispensável sinceridade e honestidade em nossos corações diante da Palavra de Deus, para que não venhamos buscar aquilo que nos agrada, mas buscar a vontade de Deus, custe o que nos custar.


2. Para se entender a Palavra de Deus

O entendimento das Escrituras não depende simplesmente da capacidade intelectual, da tradição religiosa ou daquilo que cada pessoa deseja compreender. O entendimento das doutrinas bíblicas vem do Espírito Santo.

Seja o entendimento a respeito do casamento, do uso do véu, da atuação da mulher na igreja, se ele pode pregar na igreja, do pecado, da salvação ou de qualquer outra doutrina bíblica, precisamos compreender que é o Espírito Santo quem nos conduz ao entendimento da verdade.

A Bíblia diz:

“E nós somos testemunhas acerca destas palavras, nós e também o Espírito Santo, que Deus deu àqueles que lhe obedecem.”

— Atos 5:32

Jesus também disse:

Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.”

— João 14:26

E Jesus declarou:

Se alguém quiser fazer a vontade dele, pela mesma doutrina conhecerá se ela é de Deus ou se eu falo de mim mesmo.”

— João 7:17

Observe a ordem estabelecida por Jesus: querer fazer a vontade de Deus e, então, conhecer a doutrina.

Portanto, o entendimento da Palavra de Deus está diretamente relacionado à disposição do coração em fazer a vontade de Deus.

O Espírito Santo não ensina uma verdade para uma pessoa e outra verdade diferente para outra. A verdade de Deus é uma só.

Por isso, não podemos usar a dificuldade de compreender determinada doutrina como justificativa para não obedecer a Deus. A vontade de Deus não é apresentada nas Escrituras como algo impossível de ser conhecido ou obedecido.

Ser fiel a Deus é, portanto, um ponto fundamental para compreender qualquer doutrina bíblica.

E é a partir desse princípio que estamos examinando aquilo que a Palavra de Deus diz sobre o casamento.

Portanto, se você não tem uma aliança de fidelidade a Deus, é preciso tê-la para que você tenha o Espírito Santo e possa entender a vontade de Deus para a sua vida.


3. O casamento e o novo casamento 

A Bíblia diz:

Por isso deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e se unirá à sua mulher, e serão dois numa só carne.”

— Efésios 5:31

E Paulo acrescenta:

Grande é este mistério: digo-o, porém, a respeito de Cristo e da igreja.”

— Efésios 5:32

Paulo está relacionando a união entre o homem e a mulher no casamento com a união de Cristo com a Igreja. Essa comparação nos mostra a profundidade da aliança: não se trata simplesmente de duas pessoas que decidiram viver juntas, mas de uma união estabelecida por Deus.

Jesus também declarou:

Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.”

— Mateus 19:6

Observe a sequência apresentada por Jesus: “não são mais dois, mas uma só carne”; “portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.”

E aqui existe algo fundamental na palavra “portanto”. Ela estabelece uma conclusão a partir do que foi dito anteriormente. Jesus primeiro afirma: “não são mais dois, mas uma só carne.” Em seguida, diz: “portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.”

Ou seja, “portanto” liga diretamente a expressão “uma só carne” à razão pela qual aquilo que Deus ajuntou não deve ser separado.

Quando Jesus fala “o que Deus ajuntou”, está se referindo ao casamento instituído por Deus, ao casamento estabelecido por Deus, que estabelece a união matrimonial. É por meio do casamento que Deus ajunta aqueles que decidiram se casar. Portanto, é o casamento que estabelece a união matrimonial; e, por isso, o que Deus ajuntou não o separe o homem.

A expressão “uma só carne” demonstra que, na aliança matrimonial, o homem e a mulher passam a constituir uma unidade. Não são mais duas unidades conjugais independentes, mas uma só. É justamente essa unidade que fundamenta a conclusão de Jesus: “portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.”

Enquanto ambos vivem, essa unidade matrimonial permanece. É por isso que, no casamento, tradicionalmente se declara: “até que a morte os separe.” A morte é apresentada como aquilo que põe fim à união matrimonial. Enquanto ambos vivem, permanece a unidade estabelecida na aliança.

E Paulo reforça essa compreensão em                    1 Coríntios 7:39:

A mulher casada está ligada pela lei todo o tempo que o seu marido vive; mas, se falecer o seu marido, fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor.”

Observe novamente a relação entre a vida do marido e a permanência do vínculo: “todo o tempo que o seu marido vive.” E somente depois da morte é que Paulo diz que ela “fica livre para casar”.

Isso reforça a ideia de que, enquanto ambos vivem, permanece a unidade estabelecida na aliança matrimonial.

Mas existe também a situação daquele que se desvia da fé e se separa da sua esposa, ou da esposa que se separa do seu marido. A Bíblia prevê essa situação.

Paulo diz:

Todavia, aos casados, mando, não eu, mas o Senhor, que a mulher não se aparte do marido. Se, porém, se apartar, que fique sem casar ou que se reconcilie com o marido.”

— 1 Coríntios 7:10-11

Portanto, a própria Bíblia prevê a separação, mas estabelece o que deve acontecer depois dela: “que fique sem casar ou que se reconcilie com o marido.”

A exceção apresentada por Jesus

Jesus diz:

Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério.”

— Mateus 19:9

Aqui está a exceção apresentada por Jesus: “não sendo por causa de prostituição”, traduzindo o termo grego porneia.

Essa exceção precisa ser compreendida no contexto do compromisso pré-matrimonial existente entre os judeus. Porneia refere-se à infidelidade ocorrida nesse período, antes de o casamento propriamente dito ser constituído.

E o próprio texto confirma isso quando Jesus acrescenta:

“E o que casar com a repudiada também comete adultério.”

Imagine, então, que o marido, depois de casado, cometa adultério, abandone sua esposa e se case com outra. A mulher repudiada é a parte inocente. Mesmo assim, Jesus diz que, se outro homem se casar com essa mulher repudiada, também cometerá adultério.

Isso demonstra que o adultério cometido dentro do casamento não é apresentado por Jesus como uma autorização para um novo casamento. Se fosse essa a exceção, somente o cônjuge que sofreu o adultério teria essa liberdade; mas o texto não estabelece essa liberdade para a parte inocente que foi repudiada.

Portanto, a exceção não está tratando do adultério ocorrido dentro do casamento. Ela trata da porneia, a infidelidade ocorrida no período pré-matrimonial.

Assim, a própria estrutura da declaração de Jesus confirma o sentido: a porneia está relacionada ao compromisso anterior ao casamento, enquanto o adultério cometido depois de constituído o casamento não é apresentado como fundamento para uma nova união.

E esse entendimento está em harmonia com as demais passagens do Novo Testamento que tratam do vínculo matrimonial. A separação não estabelece, por si mesma, liberdade para um novo casamento; enquanto o cônjuge vive, permanece o vínculo matrimonial. Paulo afirma que a mulher está ligada ao marido enquanto ele vive e que, se houver separação, deve permanecer sem casar ou reconciliar-se com o marido (1 Coríntios 7:10-11, 39). Assim, o ensino de Mateus 19:9 confirma e se harmoniza com o conjunto do ensino do Novo Testamento sobre a permanência do vínculo matrimonial até a morte do cônjuge.



Conclusão e apelo 

Caro amigo leitor, depois de tudo o que foi apresentado, é preciso compreender a gravidade daquilo que está sendo tratado.

O adultério não é um simples erro conjugal. A Palavra de Deus declara categoricamente que os adúlteros não herdarão o Reino de Deus.

“Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros [...] herdarão o reino de Deus.”

— 1 Coríntios 6:9-10

Portanto, se você está vivendo uma situação que a Palavra de Deus condena, você está diante de algo que o levará à condenação. Isso não pode ser tratado simplesmente como uma questão de opinião, sentimento, felicidade pessoal ou interpretação.

E é preciso compreender algo ainda mais profundo: o problema não está somente em compreender errado a doutrina do casamento. O mesmo princípio pode estar presente em qualquer doutrina da Palavra de Deus.

Quando você interpreta a Escritura de maneira que ela permita aquilo que você deseja, quando procura nela uma resposta que confirme aquilo que já decidiu viver, o problema não está simplesmente na dificuldade de compreender o texto.

O problema está na sua condição espiritual diante de Deus.

Porque, se você não coloca Deus acima da sua própria vontade, a sua própria vontade se torna um obstáculo para reconhecer aquilo que Deus realmente diz.

Se você deseja mais preservar a sua vida, os seus sentimentos, os seus relacionamentos, os seus projetos e aquilo que considera certo do que conhecer e cumprir a vontade de Deus, então você não está colocando Deus no lugar que lhe pertence.

Deus é soberano.

Ele é Deus e, por isso, é digno de governar a vida do homem.

Você não pode reconhecer Deus como soberano apenas quando aquilo que Ele diz está de acordo com aquilo que você deseja. A soberania de Deus se manifesta justamente quando você reconhece o direito que Ele tem de dizer como você deve viver, mesmo quando a sua vontade é outra.

Por isso, a verdadeira questão é esta:

Quem governa a sua vida?

É Deus ou é você?

É a Palavra de Deus ou aquilo que você deseja encontrar nela?

É a vontade de Deus ou a sua própria vontade?

Porque, quando a sua própria pessoa, os seus desejos e aquilo que você decidiu viver se tornam maiores do que Deus, você deixa de se submeter à autoridade daquele que deveria governá-lo.

E é justamente nesse estado que você começa a procurar na Palavra aquilo que deseja encontrar, em vez de procurar aquilo que Deus realmente está dizendo.

Foi isso que aconteceu com aqueles a quem Zacarias se referiu:

“Eles, porém, não quiseram escutar, e deram o ombro rebelde, e ensurdeceram os seus ouvidos, para que não ouvissem.”

— Zacarias 7:11

Observe novamente: “não quiseram escutar.”

O problema não era simplesmente a ausência de informação. Havia uma disposição de não ouvir.

Você pode ter uma história, pode ter sentimentos verdadeiros, pode ter sofrido, pode ter encontrado alguém que ama e pode estar vivendo uma vida que considera boa. Mas nada disso lhe dá autoridade para colocar a sua vontade acima da vontade de Deus.

A sua felicidade não determina a verdade. A sua consciência não determina a verdade. A aprovação das pessoas não determina a verdade. A verdade pertence a Deus.

E, no final da sua vida, será a verdade de Deus que permanecerá.

Por isso, caro leitor, não permita que aquilo que você deseja viver impeça você de reconhecer quem Deus é.

Coloque Deus acima de você.

Submeta a sua vontade à vontade dele.

E, quando encontrar na Palavra de Deus algo que contrarie aquilo que você deseja, não feche os ouvidos.

Ouça. Examine. Reconheça a autoridade de Deus. E obedeça.

Porque aquilo que você não quer ouvir pode ser justamente aquilo que você precisa ouvir para não permanecer em um caminho que conduz à condenação.

Portanto, ouça a verdade, ainda que ela possa lhe ser desagradável.


Digite no Google: Estudando a biblia com Pastor Rogerio. Acompanhe diariamente as mensagens de Deus. Compartilhe para que mais pessoas venham também ouvir a Deus.  

"Dica: Alguns celulares têm a opção ‘Áudio’, pelos três pontinhos no topo da tela, que permite ouvir e acompanhar a leitura do conteúdo do blog."

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domingo, 9 de agosto de 2026

VOCÊ AVISOU? VOCÊ FOI AVISADO? - o que a biblia diz / esboço / pregação / estudo bíblico - Bíblia - Palavra - crer - fé - ilusão



VOCÊ AVISOU? VOCÊ FOI AVISADO?

Versículo-base

Se tu não o avisares, [...] o seu sangue da tua mão o requererei.”

Ezequiel 3:18

Introdução

É fato: todos nós vamos morrer.

Não sabemos o dia de amanhã, nem o momento em que nossa vida terminará. Portanto, podemos morrer a qualquer hora.

Também é fato que existe uma informação apresentada pela Bíblia e por Jesus Cristo a respeito da morte e do seu destino eterno: céu e inferno.

Então, a questão é:

Jesus Cristo é verdadeiro?

Aquilo que Ele diz é mentira ou verdade?

Você já foi avisado?

E você, já avisou alguém sobre essas questões?

É sobre a vida e o seu destino eterno que vamos tratar.

Não feche os seus ouvidos. Não permita que a sua mente decida não ouvir aquilo que trata a respeito de Deus, da vida e do seu destino eterno.


1. O que é Crer em Deus? 

Primeiro fundamento: Jesus Cristo é Deus.

No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era Deus.”

João 1:1

João está falando de Jesus Cristo. A Palavra estava com Deus e a Palavra era Deus. E essa Palavra se fez carne:

E a Palavra se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.”

João 1:14

Portanto, Jesus Cristo é Deus e é a Palavra que veio ao mundo em carne. Isso estabelece uma verdade importante para aquilo que estamos tratando: se Jesus é Deus e é a Palavra, aquilo que Jesus diz é a Palavra de Deus.

Por isso, crer em Jesus não significa apenas acreditar que Ele existiu. Crer em Jesus é crer naquilo que Ele diz.

E, se Jesus é Deus e suas palavras são a Palavra de Deus, então não podemos separar a fé em Deus daquilo que Deus revelou.

A revelação de Deus está nas Escrituras:

Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça;”

2 Timóteo 3:16

Assim, o fundamento seguinte é inevitável: crer em Jesus e crer em Deus implica crer naquilo que Deus revelou. E a revelação de Deus está na Bíblia Sagrada.

Quem rejeita Jesus, portanto, não crê em Deus. E quem rejeita a Bíblia também não pode afirmar que crê verdadeiramente no Deus que nela se revelou.

Dizer “eu creio em Deus” não torna verdadeira essa afirmação. É preciso que aquilo que a pessoa chama de fé esteja fundamentado na verdade.

Se você não crê que Jesus é Deus e que a Bíblia é a Palavra de Deus, você não está crendo em Deus, mas em um suposto deus que você mesmo criou.

Para crer verdadeiramente em Deus, é necessário saber de que Deus estamos tratando, pois o Deus verdadeiro é o Deus da Bíblia.

Conhecer esse Deus implica necessariamente conhecer a Bíblia. Ouvir a esse Deus implica necessariamente ouvir aquilo que Ele revelou nas Escrituras. Portanto, se alguém não conhece a Bíblia, não conhece o Deus verdadeiro.

E, se não conhece a Deus, não pode afirmar que crê verdadeiramente naquele que não conhece. Se diz crer em Deus sem conhecê-lo, está crendo em um deus criado pela própria mente. Esse deus existe como uma ideia na mente da pessoa, mas não é o Deus verdadeiro.

Portanto, não basta dizer: “Eu creio em Deus.” É preciso conhecer o Deus verdadeiro, conhecer aquilo que Ele revelou e ouvir aquilo que Ele diz.

E é justamente isso que precisamos tratar agora: o que Deus revelou sobre o homem, sobre o pecado, sobre a salvação e sobre o seu destino eterno.



2. O QUE DEUS DIZ PARA QUE SE POSSA CRER NELE?

Deus criou o ser humano perfeito, com capacidade de escolher entre o bem e o mal. O homem, porém, escolheu desobedecer a Deus. Essa desobediência é o pecado.

Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis, para que não morrais.”

Gênesis 3:3

O pecado entrou na humanidade por meio de Adão e passou a todos os homens. Por isso, todo ser humano se tornou pecador e necessitado de salvação.

Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.”

Romanos 5:12

O pecado separa o homem de Deus, porque Deus é santo e justo.

Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça.”

Isaías 59:2

Mas Deus, em seu amor, enviou Jesus Cristo ao mundo para morrer na cruz e derramar seu sangue para pagar pelos pecados do homem.

Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.”

Romanos 5:8

A salvação está em Jesus Cristo. Porém, ela exige do homem arrependimento dos pecados e uma decisão de viver em fidelidade aos ensinamentos de Cristo.

Arrependei-vos, e crede no evangelho.”

Marcos 1:15

Se me amais, guardai os meus mandamentos.”

João 14:15

Sem arrependimento e sem fidelidade a Cristo, o homem permanece separado de Deus. E essa separação não termina com a morte: ela determina o destino eterno.

O destino daquele que rejeita a Deus é a condenação eterna, o inferno. E o inferno é a separação de Deus, fonte de todo bem, tornando essa existência eterna de sofrimento insuportável.

E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna.”

Mateus 25:46

Essa é a revelação de Deus sobre o homem: ele foi criado para Deus, afastou-se de Deus pelo pecado e precisa voltar-se para Deus por meio de Jesus Cristo.


3. CRER EM DEUS É CRER NA MENSAGEM DE SALVAÇÃO

A Palavra de Deus traz uma mensagem de salvação. Essa mensagem revela ao homem o caminho estabelecido por Deus para que ele seja salvo.

Crer em Deus, portanto, é crer na mensagem de salvação que Ele revelou. Crer em uma mensagem de salvação diferente daquela que Deus revelou é não crer em Deus.

Uma mensagem de salvação incorreta não vem de Deus, porque não conduz à salvação, mas à condenação.

Portanto, aqueles que não creem na verdadeira mensagem de salvação estão afastados de Deus. Não têm verdadeira relação com Deus e permanecem no caminho que conduz à condenação eterna.

Assim, a questão é simples e decisiva: se alguém não crê na mensagem de salvação que Deus revelou, não crê em Deus.

Há pessoas que participam das coisas relacionadas a Deus, frequentam a igreja, oram, leem a Bíblia e até manifestam dons espirituais. Porém, isso, por si só, não significa que estejam crendo verdadeiramente em Deus.

Jesus mostrou que essa realidade existiria:

Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas?”

Mateus 7:22

E Jesus responderá:

“E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.”

Mateus 7:23

Eles estavam envolvidos com as coisas relacionadas a Deus e até diziam agir em nome de Jesus. Porém, Jesus declarou: “Nunca vos conheci.”

Isso mostra que estar envolvido com as coisas de Deus não significa necessariamente conhecer a Deus. A pessoa pode estar dentro de uma prática religiosa, participar, orar, ler a Bíblia e até exercer dons espirituais, mas, se não crê na verdadeira mensagem de salvação, não está crendo no Deus verdadeiro.

Ela está, dentro da própria mente, cultuando um deus que não corresponde ao Deus verdadeiro, ainda que esteja envolvida com coisas relacionadas ao Deus verdadeiro.

Isso acontece porque as forças malignas podem inserir elementos verdadeiros relacionados a Deus dentro de uma falsa compreensão, levando a pessoa a acreditar que está cultuando o Deus verdadeiro, seguindo-o e se relacionando com Ele, quando, na realidade, está seguindo uma falsa compreensão de Deus e da salvação.

Um exemplo bíblico disso está na vida de Saul.

Saul havia desobedecido a Deus e, por causa de sua desobediência, foi rejeitado como rei:

Porquanto tu rejeitaste a palavra do Senhor, ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei.”

1 Samuel 15:23

Depois disso, a Bíblia declara:

“E o Espírito do Senhor se retirou de Saul, e o assombrava um espírito mau da parte do Senhor.”

1 Samuel 16:14

Mesmo nesse estado de afastamento de Deus, Saul foi ao encontro dos profetas e profetizou:

Então foi também ele mesmo a Ramá, e chegou ao poço grande que está em Seco; e, perguntando, disse: Onde estão Samuel e Davi? E disseram-lhe: Eis que estão em Naiote, em Ramá. Então foi para Naiote, em Ramá; e o Espírito de Deus veio sobre ele, e ia profetizando, até chegar a Naiote, em Ramá.”

1 Samuel 19:22-23

Isso demonstra que uma manifestação espiritual ou um envolvimento exterior com aquilo que está relacionado a Deus não é, por si só, prova de que a pessoa esteja em verdadeira comunhão com Deus.

A questão fundamental continua sendo esta: ela conhece o Deus verdadeiro, crê na verdadeira mensagem de salvação e vive em fidelidade a Ele?


4. O PECADO IMPEDE O HOMEM DE CONHECER E CRER EM DEUS

O pecado é mais do que uma transgressão: é a rejeição de Deus e da sua vontade. O homem que escolhe permanecer no pecado está escolhendo a sua própria vontade em lugar da vontade de Deus.

Para conhecer verdadeiramente a Deus, o homem precisa receber aquilo que Deus revela. E Deus se revela ao homem por meio do Espírito Santo.

E nós somos testemunhas acerca destas palavras, nós e também o Espírito Santo, que Deus deu àqueles que lhe obedecem.”

Atos 5:32

Portanto, existe uma relação direta entre conhecer a Deus, receber a sua revelação e obedecer a Deus. Quem rejeita a obediência não apenas se afasta da verdade que Deus revela: nega o próprio Deus que revelou a verdade. Ao pecar, o homem já está negando o Deus verdadeiro.

Deus deve ser adorado e obedecido. A vida do homem deve ser entregue nas mãos de Deus, para que Deus faça segundo a sua vontade. Quando o homem rejeita isso, ele rejeita a autoridade de Deus e, portanto, rejeita o próprio Deus.

Quando o homem nega que Deus tem autoridade sobre sua vida, ele nega quem Deus é. E, negando quem Deus é, ele nega o próprio Deus. Ele rejeita o conhecimento de Deus e passa a criar um deus segundo o seu próprio desejo.

A Bíblia mostra exatamente essa realidade:

Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu.”

Romanos 1:21

A verdade estava diante deles, mas eles não glorificaram a Deus como Deus. Ao rejeitarem a autoridade de Deus, rejeitaram o próprio Deus e o conhecimento que tinham dele.

A partir dessa rejeição, o homem se torna instrumento do mal. Ele passa a ser iludido pelas forças malignas, abraça o engano e, sendo enganado pelo diabo, passa a viver segundo narrativas falsas, construídas sobre fundamentos falsos.

É exatamente isso que acontece quando alguém rejeita a verdadeira mensagem de salvação: rejeita o Deus verdadeiro para aceitar um deus conforme o seu próprio querer e uma mensagem de salvação conforme aquilo que deseja ouvir.

A Bíblia também advertiu que chegaria o tempo em que muitos não suportariam a verdade, mas procurariam ouvir aquilo que estivesse de acordo com seus próprios desejos:

Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.”

2 Timóteo 4:3-4

Assim, o pecado não é apenas uma prática errada. Ele coloca o homem contra Deus. Ao escolher o pecado, o homem rejeita a santidade, a justiça, a autoridade e a vontade de Deus para seguir a própria vontade.

E, ao rejeitar a verdade de Deus, ele entra no engano.

Quando a vida terminar, porém, não haverá mais espaço para a narrativa criada pela própria mente. O homem estará diante da realidade que rejeitou durante a vida e perceberá que, ao escolher a própria vontade em lugar de Deus, rejeitou o conhecimento do Deus verdadeiro.


CONCLUSÃO E APELO

Caro amigo leitor,

Esta mensagem vem trazer luz para que o engano seja dissipado em sua vida.

Você precisa primeiro receber a revelação de quem Deus é e o que Ele exige da sua vida, para depois poder dizer que crê em Deus.

Deus é soberano, supremo, digno de ser adorado e obedecido. Sem adoração e obediência a Deus, você não reconhece Deus. Você nega Deus e passa a crer em um deus que não é o Deus verdadeiro. Portanto, não crê verdadeiramente em Deus.

Só há um caminho. Só há uma decisão que estabelece uma verdadeira relação com Deus e conduz à vida eterna, longe do inferno, que é o tormento eterno: crer em Deus, reconhecer quem Deus é, adorá-lo e obedecê-lo em fidelidade.

É reconhecer Jesus Cristo como Deus, que veio ao mundo em carne e derramou seu sangue na cruz para que você abandonasse o pecado e fosse libertado dele, para que pudesse passar para o lado de Deus.

Porque com o pecado você não pode estar com Deus.

Ou você abandona o pecado — e, para isso, é necessário abandonar o orgulho, a exaltação de si próprio e a vontade própria — e passa a viver exclusivamente para a glória de Deus, para conhecer e fazer a sua vontade.

Essa é a decisão que está diante de você.

Caro leitor, você pode até estar envolvido com as coisas de Deus: ler a Bíblia, orar, ter dons espirituais, falar de Deus e pregar a mensagem de Deus. Porém, se você ainda não abandonou o pecado, você não creu no Deus verdadeiro.

Você está separado de Deus, e a sua fé está fundamentada em uma construção do diabo para te enganar, fazendo você acreditar que está servindo, adorando e seguindo a Deus, quando, na realidade, você não está ligado a Deus por causa do pecado.

E, naquele dia, você dirá:

Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas?”

Mateus 7:22

Mas a resposta será:

Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.”

Mateus 7:23

Portanto, aceite a revelação de Deus e, assim, creia no Deus verdadeiro, o Deus da Bíblia.  

“Este é o aviso que você precisa primeiro receber para depois avisar. Caso você não avise, você também não o terá recebido.”


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