O que Deus uniu, não separe o homem — O que Jesus está dizendo?
Versiculo base:
“Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu não o separe o homem.” Mateus 19:6
📖 Introdução
Neste texto, vamos tratar do casamento, que é algo fundamental na vida do ser humano, não apenas em sua existência presente, mas também em suas consequências eternas, que alcançam até mesmo aquilo que está além da vida, após a morte.
Diante disso, é necessário que o leitor se coloque de forma correta perante o texto bíblico. Ele deve se despir de toda crença prévia, de tudo aquilo que aprendeu, daquilo que entende ou até mesmo daquilo que deseja ouvir, para que possa analisar com sinceridade o que o texto realmente diz.
Caso não consiga se despir completamente dessas coisas, deve então confrontar, de forma honesta, tudo aquilo que aprendeu com o texto bíblico, permitindo que a Palavra de Deus seja o critério de verdade.
Existe uma tênue linha entre a verdade e aquilo que se deseja crer. Por isso, é necessário todo zelo, todo cuidado, toda honestidade e todo temor diante da Palavra de Deus.
Pois é necessário compreender que rejeitar a Palavra de Deus é rejeitar o próprio Deus.
📖 1. O que Deus uniu?
Ao analisarmos o texto, é necessário perguntar:
👉 O que Jesus está dizendo?
👉 O que significa “o que Deus uniu”?
👉 E o que exatamente não deve ser separado?
Jesus está tratando do casamento. O contexto da sua fala, conforme Evangelho de Mateus, é uma pergunta sobre o divórcio. E, ao responder, Ele não entra em casos específicos, mas volta ao princípio da criação, conforme Gênesis, mostrando o padrão estabelecido por Deus.
Então, ao dizer:
👉 “o que Deus uniu, não separe o homem”
Ele está estabelecendo uma ordem:
👉 Não separe.
Mas separar o quê?
👉 Aquilo que Deus uniu.
E o que Deus uniu?
👉 Aquilo que Ele estabeleceu desde a criação: o casamento.
O casamento não é uma invenção humana, não é apenas um acordo social ou civil. Ele nasce no ato da criação, quando Deus une o homem e a mulher para se tornarem uma só carne.
📖 Testemunho da criação
A própria Escritura dá testemunho disso:
“Portanto deixará o homem pai e mãe, e se unirá à sua mulher, e serão ambos uma só carne.” Gênesis 2:24
Portanto:
Deus uniu o homem e a mulher na criação
Essa união é uma aliança estabelecida por Deus
E essa aliança não deve ser desfeita pelo homem
Logo, a fala de Jesus é uma ordem baseada na criação:
👉 Não separe aquilo que Deus uniu desde o princípio.
É muito comum ouvirmos dois tipos de afirmações:
👉 “Deus uniu fulano com fulana”
E depois, em outra situação:
👉 “Não, esse casamento não foi Deus que uniu, fomos nós mesmos, foi da carne, foi escolha nossa.”
Essas duas afirmações, apesar de parecerem opostas, partem do mesmo erro de entendimento.
Por quê?
Porque ambas tratam “o que Deus uniu” como se fosse a escolha individual das pessoas.
Mas o texto bíblico não está falando disso.
Na verdade, todo casamento envolve uma escolha pessoal:
o homem escolhe com quem vai se casar; a mulher escolhe com quem vai se casar. Isso sempre foi assim. A decisão de casar com A, B ou C é uma decisão humana.
Então, quando Jesus diz:
👉 “o que Deus uniu”
Ele não está se referindo a essa escolha individual. Ele está se referindo a outra coisa:
👉 à aliança do casamento.
O que Deus uniu foi:
👉 o casamento — a união entre o homem e a mulher.
Portanto: não faz sentido dizer “foi Deus que escolheu essa pessoa específica”; nem faz sentido dizer “esse casamento não foi Deus que uniu”
Porque:
👉 todo casamento, enquanto aliança, pertence àquilo que Deus uniu.
Assim, quando uma pessoa decide se casar — seja com quem for — ela está entrando em algo que Deus instituiu.
Ou seja:
👉 a escolha é humana
👉 mas o casamento é divino
Logo:
👉 Deus une no casamento, não na escolha individual do parceiro.
E por isso permanece a ordem:
👉 não separe o homem aquilo que Deus uniu — isto é, não separe o casamento, que é uma instituição estabelecida por Deus.
📖 2. O que é o casamento?
Para compreender corretamente o que Jesus está dizendo, é necessário entender o que é, de fato, o casamento.
Muitas vezes, as pessoas associam o casamento ao sentimento. Pensam que o casamento existe porque há amor, paixão ou algum tipo de emoção forte. No entanto, isso não corresponde ao que define o casamento.
Uma pessoa pode se casar acreditando que está apaixonada e, com o tempo, perceber que aquilo era apenas uma ilusão, ou apenas um sentimento passageiro. Pode também ter se casado por outros motivos, como o desejo de ter uma vida estável, companhia, segurança ou qualquer outra razão. Existem muitos motivos que podem levar duas pessoas a se unirem.
Mas o ponto central é que o casamento não é definido por esses sentimentos ou motivações. O sentimento pode mudar, pode enfraquecer ou até desaparecer, e ainda assim o casamento continua existindo.
Isso acontece porque o casamento não é fundamentado no sentimento, mas sim na união estabelecida entre duas pessoas que assumem viver como marido e mulher. Trata-se de uma aliança, de um compromisso real, de uma decisão de vida.
Inclusive, a própria Escritura mostra que o amor não é apresentado como a base do casamento, mas como um mandamento dentro dele:
“Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja.” Efésios 5:25
Ou seja, o amor aqui não é algo que define se o casamento existe ou não, mas algo que deve ser praticado dentro da aliança já estabelecida.
Portanto, o que caracteriza o casamento é essa disposição de assumir o outro como cônjuge dentro de uma aliança. E essa aliança não é uma criação humana qualquer, mas uma instituição estabelecida por Deus.
Por outro lado, é importante também deixar claro que nem toda união pode ser chamada de casamento. Se uma pessoa se une a outra sem essa disposição real de viver como marido e mulher, sem compromisso verdadeiro, sem intenção de permanecer nessa aliança, então não há casamento no sentido bíblico.
Ou seja, não basta haver convivência, proximidade ou até mesmo algum tipo de relação. Se não houver a realidade da aliança — a decisão verdadeira de assumir o outro como marido ou esposa — então não se trata de casamento conforme aquilo que Deus estabeleceu.
Assim, o casamento não depende do sentimento, mas da aliança. E é somente dentro dessa aliança que se pode compreender corretamente o que Jesus disse:
👉 “o que Deus uniu, não separe o homem.”
Ponto 3 – A separação: a decisão do homem e a aliança de Deus
Quando falamos de separação no casamento, precisamos entender que ela se refere à decisão do homem de romper a relação. Ou seja, o homem pode declarar que quer se separar, formalizar o divórcio ou afastar-se da esposa, mas essa é apenas a concepção e a ação dele.
No entanto, é fundamental compreender que o homem não tem poder para desfazer aquilo que Deus uniu. O casamento é uma aliança divina, estabelecida por Deus, e o que Deus une permanece irrevogável perante Ele, independentemente da ação humana.
Portanto:
Quando o homem decide separar-se, ele está separando na própria decisão, na sua concepção, mas isso não altera a realidade espiritual do casamento.
O casamento continua válido diante de Deus, porque a aliança foi estabelecida por Ele, e a vontade humana não pode anular a vontade divina.
Assim, quando Jesus diz:
“O que Deus uniu, não separe o homem”
Ele reafirma que o casamento é uma união sagrada, uma aliança de Deus, e nenhum homem tem autoridade para desfazer essa união perante Deus, mesmo que legalmente ou socialmente haja uma separação.
Em resumo: a separação do homem é apenas humana, mas o casamento, que Deus uniu, permanece firme e irrevogável na perspectiva divina.
“Porque eu odeio o divórcio, diz o Senhor, o Deus de Israel, e aquele que cobre de violência as suas vestes, diz o Senhor dos Exércitos; portanto, guardai-vos no vosso espírito, e não sejais infiéis.” – Malaquias 2:16
Ponto 4– O Divórcio à Luz da Lei de Moisés e do Ensino de Jesus
A Lei de Moisés é integral, abrangendo aspectos morais, civis, sociais e de saúde, dada por Deus ao povo de Israel. Dentro desse contexto, a Lei considerava a realidade humana caída e a dureza dos corações. Por isso, em algumas circunstâncias, concedia a permissão do divórcio — não como aprovação moral, mas como medida protetiva para os indivíduos, especialmente mulheres, garantindo que não sofressem injustamente em situações de abandono ou negligência do marido. Essa concessão tinha um caráter legal e social, limitado ao povo de Israel, e não significava que Deus aprovava o rompimento do casamento. Era uma medida prática dentro de um contexto específico, visando proteger pessoas fiéis a Deus de abusos ou injustiças.
No advento de Jesus, Ele traz a interpretação plena da Lei, mostrando que a finalidade da Lei é Cristo, o fim da Lei:
“Pois o fim da Lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê.” (Romanos 10:4)
Jesus aborda especificamente o repúdio ou divórcio em Mateus 5:31-32, ensinando aos judeus da época:
“Também foi dito: Qualquer que repudiar a sua mulher, dê-lhe carta de divórcio. Eu, porém, vos digo: qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de fornicação (porneia), faz com que ela cometa adultério; e qualquer que casar com a repudiada comete adultério.” (Mateus 5:31-32)
A palavra “mas” no início de “Eu, porém, vos digo” é uma conjunção adversativa, indicando contraste entre a interpretação humana ou tradicional da Lei e o ensino pleno de Cristo.
Jesus mostra a diferença entre a permissão da Lei de Moisés e a interpretação correta e plena:
A Lei permitia o divórcio devido à dureza de corações e às circunstâncias sociais, mas não era uma aprovação do rompimento do casamento.
Jesus revela que, para os judeus da época, o divórcio só poderia ocorrer em caso de porneia — fornicação ou traição antes do casamento consumado, como no exemplo de José e Maria, que estavam no noivado. Nesse caso, ainda não havia consumação do casamento, portanto não se violava o princípio de que “o que Deus uniu, o homem não separe”.
A palavra grega ἀπολύω (apolúō), usada tanto em Mateus 5:32 quanto no relato de José em relação a Maria (Mt 1:19), indica formalmente deixar ou repudiar, muitas vezes traduzida como “dar carta de divórcio”. No caso de José, o repúdio seria legal, mas não havia consumação do casamento, então a questão de fornicação (porneia) se aplicava, e não configuraria adultério conforme a lei moral de Deus.
Portanto, Jesus está corrigindo a interpretação tradicional dos judeus, mostrando que o divórcio não é livre ou arbitrário:
Qualquer repúdio fora do caso de porneia faz a mulher sofrer adultério, e quem casar com a repudiada também comete adultério.
O ensino de Jesus demonstra que a permissão do divórcio na Lei de Moisés era contextual, voltada para a proteção dentro da sociedade de Israel, e não contraria o caráter eterno e perfeito de Deus, que une o casal irrevogavelmente.
Síntese lógica e prática:
O divórcio não é uma autorização moral, mas uma concessão social limitada no contexto da Lei.
Jesus, como cumprimento e fim da Lei, traz a interpretação correta, restringindo a permissão do divórcio apenas à fornicação pré-consumação (porneia).
A união feita por Deus não pode ser desfeita pelo homem, e qualquer tentativa de repúdio fora do caso permitido não altera a vontade de Deus, configurando violação moral e espiritual.
Ponto 5 – O Divórcio à Luz do Ensino de Jesus e a Doutrina para a Igreja
O casamento é uma aliança divina, e o vínculo não pode ser rompido pelo homem. Paulo orienta:
“Mas, porém, se se apartar, que fique sem casar ou se reconcilie com o marido, e que o marido não deixe a mulher.” (1 Coríntios 7:11 )
Analisando o texto:
O casamento não deve ser rompido: O vínculo permanece, e a fidelidade à aliança estabelecida por Deus é obrigatória.
A separação pode ocorrer: Paulo admite que, em certas situações, um cônjuge pode se apartar voluntariamente. Nesse caso, o outro cônjuge não deve impedir a separação, respeitando a decisão do que se aparta.
O limite da separação:
Quem se apartar deve permanecer sem casar.
A reconciliação com o cônjuge original é prevista na Palavra de Deus, como orientação divina.
O novo casamento:
Um novo casamento constitui adultério, pois ignora a aliança estabelecida por Deus.
Além disso, ele desconsidera a orientação de Deus de se reconciliar, contrariando o texto bíblico de 1 Coríntios 7:11.
Portanto, para a igreja:
A separação não dissolve o vínculo matrimonial.
Um novo casamento é pecado e desconsidera a orientação bíblica sobre reconciliação.
Texto Bíblico – Caráter permanente do casamento:
“A mulher casada está ligada ao marido enquanto ele viver; mas, se o marido morrer, ela fica livre para casar com outro, contanto que seja no Senhor.” 1 Coríntios 7:39
Este versículo reafirma que o casamento possui caráter permanente. A mulher permanece ligada ao marido enquanto ele viver, independentemente de separações temporárias ou conflitos. O vínculo matrimonial é estabelecido por Deus e não pode ser quebrado por decisões humanas. Somente a morte do cônjuge original libera a possibilidade de um novo casamento, respeitando a vontade divina.
Texto Bíblico – Proibição de novo casamento enquanto vivo o cônjuge:
“E ele lhes disse: Qualquer que deixar sua mulher e casar com outra, adultera contra ela; e se a mulher deixar o seu marido e casar com outro, adultera.” Marcos 10:11‑12
Este versículo deixa claro que qualquer novo casamento, enquanto o cônjuge original vive, constitui adultério, tanto para o homem quanto para a mulher. Não há exceções para casamentos consumados; o vínculo estabelecido por Deus é permanente.
Texto Bíblico – Interpretação de Mateus 5:32:
“Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, exceto por causa de fornicação (porneia), faz com que ela cometa adultério; e quem casar com a repudiada também comete adultério.” Mateus 5:32
Se a interpretação deste texto fosse de que o adultério possibilitaria o repúdio, ele estaria em contradição com Marcos 10:11-12. Porém, não há contradição; Mateus 5:32 confirma Marcos 10:11-12, pois afirma que quem casar com a repudiada comete adultério, mostrando que não existe permissão para um novo casamento enquanto o cônjuge original vive.
É importante compreender que Jesus está se dirigindo aos judeus nesse contexto, e a exceção mencionada — porneia — não se refere a adultério, mas a casos de pré-casamento, ou seja, noivos entre os judeus. Portanto, a regra de exceção de Mateus não contradiz o vínculo matrimonial estabelecido por Deus, mas trata de situações antes do casamento, reafirmando que, no casamento consumado, não há permissão para repúdio ou novo casamento sem adultério.
Ponto 6 – Consequências da quebra do princípio “O que Deus uniu, não separe o homem”
A Bíblia é categórica ao afirmar que aqueles que vivem em adultério não entrarão no Reino de Deus. A transgressão deste princípio — romper o vínculo matrimonial estabelecido por Deus — leva à condenação eterna, pois fere diretamente a ordem divina e desrespeita a aliança que Deus instituiu no casamento.
“Não sabeis que os injustos não herdarão o Reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros…” 1 Coríntios 6:9-10
O erro doutrinário, ou o afastamento do verdadeiro evangelho, insere uma igreja apóstata. Com o passar do tempo, heresias e práticas contrárias à Bíblia passam a ser aceitas como verdade, estabelecendo uma estrutura espiritual enganosa que se fortalece e leva muitas pessoas para o inferno. É como uma raiz má que cresce ou, usando a analogia bíblica, como o fermento que leveda toda a massa (Mateus 13:33). Quanto mais essa estrutura se enraíza, mais difícil é discernir a verdade e mais pessoas são arrastadas para a perdição.
A Escritura lembra que:
“Abismo chama outro abismo ao rugir das águas” Salmos 42:7
A única forma de escapar de tão grande abismo, é através da verdade, pois somente o amor e o apego incondicional à verdade podem libertar o homem das trevas e das consequências do pecado, restaurando a fidelidade à vontade de Deus.
Quando uma pessoa se separa e se envolve em adultério, e mesmo assim forma um novo vínculo, esse laço não é o laço correto diante de Deus. Ao contrário, ele se fortalece e se enraíza com o tempo, trazendo novos filhos, novos vínculos e novas responsabilidades, mas permanecendo como um laço de condenação, afastando a pessoa da vontade de Deus. É nesse contexto que se aplica a expressão bíblica: “Abismo chama outro abismo” (Salmos 42:7), mostrando como o erro espiritual e moral se intensifica, enraizando o estado condenação eterna.
Entre o laço errado, que se rompido cria consequências, sofrimento e perdas, e a verdade bíblica, que aponta para arrependimento, reconciliação e fidelidade à aliança original, a pessoa muitas vezes opta por se enganar, acomodando-se em doutrinas que minimizem a gravidade do pecado, que satisfaçam seus desejos e permitam continuar na vida de pecado sem enfrentar as consequencias do arrependimento que a verdade exige.
O erro doutrinário, a apostasia e o afastamento da verdade de Deus, com o tempo, tornam-se uma estrutura enganosa, como uma raiz que cresce ou um fermento que leveda toda a massa (Mateus 13:33). A consequência é que a pessoa se encontra mais profundamente enredada no engano, tornando cada vez mais difícil voltar ao caminho correto, até que, no final, venha a grande decepção, quando a realidade da condenação e da separação eterna se manifesta.
A Bíblia é clara: somente o amor à verdade e a fidelidade à aliança de Deus podem libertar o homem dessa trajetória, restaurando sua vida e alinhando-o novamente com a vontade divina.
Conclusão e Apelo
Caro amigo, diante de tudo que a Bíblia nos ensina sobre o casamento, a fidelidade e o adultério, você se encontra diante de apenas duas escolhas:
Ser fiel ao texto bíblico em tudo, não apenas no que se refere ao adultério, mas em toda a vida, obedecendo à Palavra de Deus, respeitando o caráter permanente do casamento e rejeitando qualquer desvio que leve à condenação.
Buscar enganar-se, acomodando-se a sentimentos, conveniências ou interpretações equivocadas, vivendo sem o zelo necessário pela verdade.
Qual destas duas você escolherá?
Não existe meio-termo. Quem se afasta da Palavra de Deus já está sob condenação, porque a obediência à Palavra de Deus é o único caminho seguro. Não há possibilidade de salvação sem uma determinação irrevogável de examinar minuciosamente as Escrituras, de amar a verdade em toda a sua extensão e de aplicar cada ensinamento de Deus com fidelidade. Somente a fidelidade plena à Palavra pode libertar o homem das trevas e da condenação, evitando o abismo que chama outro abismo.
Se você não optar pelo zelo e pela fidelidade ao Deus da Bíblia, seguirá outro deus, que ao final da sua vida se revelará um engano e cujas consequências eternas serão insuportáveis. Porém, permanecer fiel ao Deus da Bíblia, zelando pela sua Palavra, é a única escolha que garante verdade, liberdade, verdadeira vida em Cristo e salvação da sua alma.
Tome a decisão que lhe conduzirá a vida eterna com Deus.
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