Título:
Por que a Bíblia não instituiu o Natal?
Versículo base:
"Acautelai-vos, para que ninguém vos faça presa sua, levando-vos com filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo." — Colossenses 2:8
Introdução
Jesus Cristo é Deus eterno. Ele não começou a existir no nascimento, mas ali Deus assumiu a condição humana em Cristo (João 1:14; Filipenses 2:6–8).
Assumir a condição humana foi o maior sacrifício de Jesus, porque Ele abriu mão da glória visível para se fazer homem. Isso representa rebaixamento e humilhação voluntária. A encarnação só foi necessária porque o pecado e a rebelião humana romperam a aliança do homem com o Criador (Romanos 5:8; João 3:16).
1. Comemorar o nascimento de Jesus é comemorar a sua humilhação, ainda que inconscientemente.
O nascimento de Jesus, então, está ligado ao momento da Sua humilhação, o início do caminho de sofrimento que Ele percorreria para salvar.
A Bíblia registra alegria pela chegada do Salvador, mas a alegria foi pelo propósito da salvação, não pela condição de humilhação em si (Lucas 2:10–11; 2:13–14).
Quando o Natal é comemorado ritualmente como festa do nascimento, o que se coloca no centro é Jesus na condição humana de rebaixamento, ou seja, a Sua humilhação.
O ser humano faz essa festa sem discernimento espiritual, porque sua mente está cega quando não está em Cristo (2 Coríntios 4:4). Ele participa inconscientemente, sendo usado como servo do engano, sem perceber o significado espiritual do que pratica. Isso explica como ele participa, mas não o livra da responsabilidade do erro.
2. O Engano traz aparencia de verdade e espiritualidade.
O diabo é enganador (João 8:44), e para enganar ele se utiliza de estratégias sofisticadas. Ele usa elementos que pertencem a Deus — como o nome de Jesus, narrativas bíblicas e símbolos sagrados — e mistura-os com doutrinas, princípios, rituais e tradições humanas que não têm origem nas Escrituras, contaminando o coração humano e afastando as pessoas de um compromisso verdadeiro com Deus.
Ele não apresenta o mal com rótulos visíveis. Assim como não levanta igrejas com a placa “igreja do diabo”, ele levanta igrejas com aparência de Deus, onde se canta, se ora e se lê a Bíblia, mas com ensinos e práticas destruidoras inseridas no meio daquilo que é bíblico (2 Pedro 2:1; Mateus 7:21–23).
Da mesma forma, ele age com o Natal. O diabo utiliza um fato verdadeiro — o nascimento de Jesus — mas mistura com tradições pagãs e elementos humanos: Papai Noel, árvore de Natal, confraternizações, presentes, rituais e celebrações que desviam o foco da salvação. A origem do Natal não é bíblica; é fruto de sincretismo, uma mistura de verdade com engano para criar um culto falso.
O nascimento de Jesus é, essencialmente, o momento de Sua humilhação voluntária. Comemorar o nascimento é, portanto, comemorar a humilhação de Jesus — uma humilhação que foi necessária por causa do pecado humano, pelo afastamento do homem de Deus e pela obra redentora que Cristo teve de cumprir. Isso afronta a Cristo, porque celebrar a humilhação do Salvador como festa não tem respaldo bíblico e inverte o foco do verdadeiro propósito da salvação.
A Bíblia nunca instituiu o Natal como festa, porque Deus jamais criaria uma comemoração anual da humilhação de Seu Filho. O que é bíblico e celebrável é a vitória da salvação, a obra redentora de Cristo e a obediência à Palavra de Deus, com gratidão pelo amor que nos trouxe a redenção.
Conclusão
O Natal não é bíblico, não tem data verdadeira, e traz tradições pagãs.
O nascimento de Jesus revela Sua humilhação voluntária, e comemorar essa humilhação é uma ação contrária à vontade de Deus.
A alegria cristã verdadeira está no propósito da salvação, na obra consumada de Cristo e na fidelidade à Palavra de Deus.
O engano do diabo utiliza o Natal como instrumento de confusão, misturando elementos de Deus com doutrinas humanas, rituais e princípios que afastam da verdade.
O cristão deve reconhecer a humilhação de Cristo com gratidão, não com festas, e viver obediente ao evangelho, sem sincretismos ou tradições humanas.
O que gera a resistência a verdade?
A única maneira de conhecer a doutrina verdadeira e andar na verdade é ter um compromisso de fidelidade a Deus, colocando a Palavra de Deus e a vontade de Deus acima de tudo em nossas vidas. Para isso, é necessário morrer para o pecado, morrer para a própria vontade, abrir mão de tudo, ser humilde e eliminar todo orgulho, vivendo para conhecer e cumprir a vontade de Deus fielmente. Sem isso, o que aguarda o homem é grande decepção, afastamento eterno de Deus e sofrimento eterno.
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