quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

A Verdade Sobre a Maconha: Mente, Sociedade e Espírito


 A Verdade Sobre a Maconha: Mente, Sociedade e Espírito

Prejuízo da mente

A maconha é uma droga que prejudica profundamente a mente, o corpo e a vida social de quem a usa. Pesquisas científicas mostram que ela está associada a:

Ansiedade intensa e depressão profunda

Prejuízos graves na memória e concentração

Dificuldade de aprendizagem e tomada de decisões

Aumento significativo do risco de episódios psicóticos e também a  esquizofrenia em pessoas vulneráveis

Desregulação emocional e instabilidade mental, comprometendo comportamento, motivação e autocontrole

No caso de jovens, cujo cérebro ainda está em desenvolvimento, esses efeitos podem ser permanentes ou muito difíceis de reverter, causando danos irreversíveis na capacidade de raciocínio e na saúde mental.

Do ponto de vista psiquiátrico, o uso da maconha não apenas afeta a mente, mas cria vulnerabilidade para transtornos graves, como ansiedade crônica, depressão profunda, psicoses e descontrole emocional. A motivação e a disciplina diminuem drasticamente, afetando estudos, trabalho e vida social. Quem se deixa envolver pela droga entra em cativeiro mental e espiritual, sem liberdade real.

O uso de maconha interfere gravemente no funcionamento do cérebro, especialmente em áreas ligadas à memória, atenção, aprendizado e tomada de decisões. Estudos científicos mostram que usuários frequentes apresentam alterações na estrutura e na atividade de regiões cerebrais como o hipocampo e o córtex, o que prejudica a comunicação entre os neurônios e a capacidade de raciocínio. Em cérebros ainda em desenvolvimento, como o de adolescentes, essas alterações podem ser duradouras, causando déficits cognitivos significativos mesmo após períodos sem uso. O THC presente na maconha atua diretamente no sistema endocanabinoide, alterando a forma como os neurônios se conectam e funcionam, tornando a mente mais vulnerável a transtornos psiquiátricos, descontrole emocional e dificuldade de tomada de decisões. Um psiquiatra experiente reconhece que esses efeitos são graves e podem comprometer a saúde mental de forma profunda e prolongada.

A “viagem” provocada pela cannabis é uma alteração mental que desorganiza a percepção da realidade, causada pelo efeito da droga no cérebro. Nesse estado, a mente perde direção, os pensamentos entram em confusão e o psicológico se torna instável. A substância enfraquece o domínio da própria mente, gerando medo, distorção, interpretações erradas e ideias desordenadas. A droga interfere diretamente na clareza interior do ser humano, criando um ambiente mental de confusão que afeta a alma e as escolhas.

O impacto social

A maconha alimenta um sistema econômico que lucra com a dependência humana, envolvendo governos, impostos e indústrias. O usuário acredita estar no controle, mas o controle está nas mãos do sistema que lucra com o vício.

Além disso, observa-se um padrão social frequente: grupos que defendem a legalização das drogas geralmente apoiam pautas que contrariam princípios bíblicos, como:

Aborto

Sexo sem compromisso

Relativização da sexualidade

Feminismo ideológico

Linguagem neutra

Mudança de sexo para crianças

Essa não é uma estatística científica absoluta, mas uma realidade perceptível em debates públicos e redes sociais.

Legalização e moralidade

Legalizar algo não torna moralmente correto. Quando o mal começa a ser normalizado, a sociedade se torna mais tolerante a outros erros, porque o fundamento da verdade é rejeitado. A legalização é apenas uma aparência de liberdade, mas não transforma o errado em certo.

“Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.” (1 João 2:15)

“Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas…” (João 8:12)

Cristão genuíno e a impossibilidade espiritual

Não há possibilidade de uma pessoa ser cheia do Espírito Santo ou ter comunhão verdadeira com Deus enquanto estiver presa à maconha. Isso não é opinião: é uma realidade espiritual, pois a droga destrói a racionalidade, bloqueia a percepção de Deus e deixa a mente vulnerável à ação do diabo.

Imagine, uma igreja de maconheiros seria uma aberração espiritual, resultado de mentes doentes, sem lógica, sem raciocínio correto e sem base bíblica. Deus não se relaciona com drogas, e não há como a presença do Espírito Santo habitar em quem se entrega à prática. O maconheiro, enquanto está nesse estado, está espiritualmente cativo e afastado de Deus, precisa ser liberto. 

Conclusão

A maconha prejudica mente, corpo, sociedade e espírito (com base científica e bíblica)

Não há possibilidade de comunhão plena com Deus enquanto houver dependência da droga

A legalização não transforma o errado em correto

Cristo é a única libertação real

Quem deseja liberdade de fato, segurança e vida plena, só encontra em Jesus.



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terça-feira, 30 de dezembro de 2025

Refletindo… Estou correndo atrás do vento?


 Título

Refletindo… Estou correndo atrás do vento?


Versículo base

Também isso é vaidade e correr atrás do vento.”    (Eclesiastes 1:14)


Introdução

Essa expressão “correr atrás do vento” está no livro de Eclesiastes, um texto inspirado por Deus que fala sobre a vaidade das coisas humanas quando vividas sem propósito eterno. A vida é passageira, e há coisas que hoje podem parecer muito importantes, mas quando olhamos para a realidade de uma existência que passa rápido e para a pergunta sobre a eternidade, percebemos que nem tudo que brilha tem peso para a alma. Muitas dessas prioridades, quando analisadas à luz da verdade completa da vida, são como tentar segurar o vento: há movimento, mas não há permanência.

Por isso, é preciso refletir, porque a reflexão sincera abre espaço para enxergarmos a vida como ela realmente é — sem ignorar as grandes perguntas que o próprio Deus permite ao ser humano perceber com clareza e razão:

Quem é Deus?

Qual o propósito do Criador ao nos dar a vida?

Como devemos viver diante da verdade, e não apenas do momento?

Para onde a nossa vida está nos conduzindo?

Quando essas perguntas são silenciadas, a pessoa pode correr muito, mas sem direção. Quando elas são encaradas com honestidade, a vida deixa de ser apenas movimento e passa a ser busca por sentido real.


1. Resumo do livro de Eclesiastes

O livro de Eclesiastes foi escrito pelo rei Salomão, que a Bíblia reconhece como um homem a quem Deus concedeu sabedoria extraordinária (1 Reis 3:12). Ele também foi muito rico e poderoso, governando Israel no auge da prosperidade (1 Reis 10:23).

Em Eclesiastes, Salomão reflete sobre tudo que viveu e testemunha sua própria experiência:

Ele buscou sentido na sabedoria humana (Eclesiastes 1:16)

Provou a riqueza, obras, prazeres e grandes conquistas (2:4–10)

Teve poder, respeito e tudo que o mundo podia oferecer

Mas, no fim, percebeu que nada disso satisfez o desejo mais profundo da alma

Sua conclusão foi sincera e impactante:

Mesmo sendo o homem mais sábio e bem-sucedido de sua época, ele entendeu que as coisas “debaixo do sol” (ou seja, a vida sem olhar para Deus e a eternidade) são passageiras, vazias como o vento, incapazes de preencher a alma.

Por isso ele usa a expressão:

Vaidade de vaidades… tudo é vaidade.” (Eclesiastes 1:2)

“Correr atrás do vento.” (1:14; 2:11; 4:4; 6:9)

Compreensão real e bíblica do livro

O livro não ensina que a vida é sem valor — ele ensina que a vida sem Deus como centro se torna sem propósito eterno.

Os pontos fundamentais do livro são:

A vida terrena é passageira (3:1–8; 12:7)

Conquistas humanas não substituem propósito divino (2:11)

O vazio da alma não se resolve com posses, status ou sabedoria humana, mas com Deus

É necessário refletir sobre a vida como um todo, incluindo a eternidade

A verdadeira sabedoria começa quando Deus é reconhecido

O destino final do ser humano importa mais do que o momento vivido

E o livro termina apontando a direção correta:

Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem.” (Eclesiastes 12:13)

“O pó volte à terra… e o espírito volte a Deus, que o deu.” (12:7)

Mensagem chave.

O homem que teve tudo descobriu que só Deus basta. O resto passa como o vento.


2. A realidade prática da vida


O mundo nos envolve de um jeito tão natural que quase ninguém percebe. A gente cresce dentro de uma estrutura que já está pronta: estudar para ser alguém, trabalhar para conquistar, comprar para sentir realização, aparecer para ser notado, acumular para se sentir seguro, os prazeres da vida. Não é preciso alguém nos obrigar a isso — o fluxo da vida no mundo já nos empurra nessa direção, como uma correnteza silenciosa. Muitas dessas coisas não são erradas em si, mas se tornam vaidade quando ocupam o lugar do propósito eterno, porque passam rápido e não preenchem a alma. Foi exatamente isso que Salomão descobriu: ele viveu a sabedoria, a riqueza e os prazeres como ninguém no seu tempo, mas no fim percebeu a verdade que a pressa da vida tenta esconder — nada daquilo satisfez o anseio mais profundo da alma, porque eram coisas grandes para o mundo, mas pequenas demais diante da eternidade.

Quando entendemos o que é o mundo, percebemos que ele é passageiro, que suas prioridades mudam o tempo todo, e que ele não responde às maiores perguntas da existência. Ele nos treina a viver olhando para o agora, mas não para o depois. Porém, a alma humana foi criada para o eterno, e o espírito do homem volta a Deus, que o deu (Ec 12:7). Quando essa verdade é aceita com sinceridade, a mente desperta, o coração desacelera, e a reflexão se torna inevitável. Porque não estamos falando de uma rotina apenas, estamos falando de um caminho que nos conduz a um destino eterno. E destino eterno exige reflexão.

E embora muitas pessoas insiram Deus nessa vida que vivem, a maioria faz isso de forma superficial: uma frase bonita, um costume repetido, um símbolo religioso, uma vida religiosa sem essência. Isso cria uma sensação de presença, mas não transforma a composição da vida. E é aí que o exemplo se encaixa perfeitamente:

É igual um suco vendido com o nome de uma fruta: a embalagem mostra a fruta, o nome repete a fruta, a propaganda fala da fruta, e quem compra acredita que ela está ali… mas quando prova, percebe que é só sabor artificial. A promessa parecia verdadeira, mas o conteúdo não era.

Assim é a vida de alguns: uns vivem com Deus apenas na embalagem da rotina, como algo irrelevante ou superficial; outros nem essa lembrança carregam. Mas quando a verdade é encarada como Salomão encarou, percebemos que a vida não encontra sentido no que nos faz correr, mas em Quem nos chama para seguir. O mundo nos empurra para o movimento. Deus nos chama para a direção. O mundo nos dá correria. Deus nos dá propósito eterno. E propósito eterno é o único que permanece quando o vento da vida passa.

Quando o vento da vida passa — quando a morte chega e a pessoa finalmente encara a realidade completa da existência — percebemos com ainda mais clareza a mesma verdade que Salomão enxergou: nada do que se viveu apenas para esta terra foi grande o bastante para definir o destino eterno da alma. Naquele momento, a ilusão cai. O barulho silencia. A correria termina. E então fica evidente que muitas coisas que pareciam enormes eram apenas passageiras, e que nada do que se viveu sem direção eterna colaborou para o mais importante. Porque o importante não é o que passa rápido, mas o que permanece quando tudo mais termina. E o que permanece não é a riqueza, nem a sabedoria humana, nem os prazeres do mundo — é Deus, que nos criou, nos deu o espírito e nos chama para um destino que vai além do tempo (Ec 12:7; 12:13).


3. A escolha entre o passageiro e o eterno

Passageiro ou eterno: em qual reino estou vivendo?

O mundo nos envolve de forma tão natural que crescemos achando que viver é apenas correr para conquistar coisas, provar prazeres, ser reconhecido e preencher a vida com momentos que parecem grandes, mas que passam rápido. A direção dessa vida vem do próprio ritmo do mundo: tudo é urgente, tudo é agora, tudo gira ao redor do “eu”. E quando vivemos assim, acabamos acreditando que Deus está presente só porque inserimos algo religioso no meio da rotina, como quem coloca um adesivo bonito num produto vazio. É aí que entra a metáfora do suco:

É igual um suco vendido com o nome de uma fruta: a embalagem mostra a fruta, o nome repete a fruta, a propaganda fala da fruta, e quem compra acredita que ela está ali… mas quando prova, percebe que é só sabor artificial. A promessa parecia verdadeira, mas o conteúdo não era.

Da mesma forma, não basta colocar o nome de Deus na vida que o mundo empurra — porque a vida que o mundo vende como sentido é passageira, limitada ao tempo, e não tem peso eterno. A verdade da existência, quando encarada com sinceridade, nos lembra que podemos morrer a qualquer momento, que a vida passa rápido, e que o espírito do homem volta para Deus, que o deu (Ec 12:7). Quando a eternidade é levada a sério, a mente desperta e a reflexão se torna inevitável: tudo que não nasce do propósito eterno de Deus passa como o vento (Ec 1:14; 6:9).

Mas o verdadeiro propósito da vida não é correr mais, é mudar de reino. A vida real começa quando a pessoa se pergunta com honestidade: estou vivendo apenas para aquilo que fica na terra, ou para aquilo que segue comigo até Deus? Deus nos revela o motivo da criação: fomos feitos para a glória dEle (Is 43:7). Jesus nos revela o caminho: Ele deu a vida por nós na cruz (Jo 3:16; 19:30). E a Bíblia nos revela o destino: o espírito volta a Deus, e a eternidade nos aguarda (Ec 12:7).

Não se pode inserir Deus na vida natural que se vive. O universo não gira ao redor do homem — ele existe por vontade do Criador, para a glória do Criador e é sustentado pelo poder do Criador. A vida de vaidade, presa ao passageiro e guiada pela própria vontade, não comporta Aquele que é eterno. Por isso, o chamado bíblico não é “adicionar Deus”, mas sair dessa existência natural e viver uma nova vida: a vida espiritual, a vida do Reino de Deus, onde tudo o que se faz não é para satisfazer a si mesmo, mas para glorificar a Deus e frutificar para a eternidade. É romper com os valores do mundo, morrer para a própria vontade e viver a vida que Cristo nos dá e nos conduz a viver.

E Ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para Aquele que por eles morreu e ressuscitou.”  2 Coríntios 5:15

Se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.”   (2 Coríntios 5:17)


Conclusão e Apelo 


Caro leitor, Deus não está distante — Ele está falando com você agora. A vida passa rápido, silenciosa como o vento. E quando o último dia chegar, tudo o que restará será a verdade sobre aquilo que realmente teve valor. Deus te chama a uma decisão que não é pequena: sair da estrutura do mundo, onde o centro é o “eu”, e nascer para a vida que Ele preparou para você — uma vida guiada pelos valores de Cristo, revelados na Bíblia Sagrada, a Palavra que não falha e não engana.

Essa ruptura com o mundo pode doer. Renunciar, ser diferente, nadar contra a corrente, muitas vezes traz pressão, incompreensão e até perseguição. Mas essa dor não é o fim — é o sinal da cura. Como a picada de uma agulha: o instante arde, o corpo recua, mas a mente sabe que aquilo é o caminho da saúde. A dor é real, mas a decisão é consciente, porque há uma certeza do bem que virá depois. Assim é o verdadeiro Evangelho: pode exigir renúncia, pode trazer momentos difíceis, mas traz algo que o mundo nunca consegue dar — vida com destino eterno e propósito divino.

O mundo te oferece muitas vozes, mas nenhuma delas tem poder sobre a eternidade. Deus te oferece uma só verdade, mas essa verdade te dá tudo: vida, paz, alegria e vitória que não acabam, não porque sejam fáceis no caminho, mas porque são eternas no resultado.

Não espere o dia em que seus próprios lábios, cansados e tarde demais, repitam a descoberta de Salomão: “Vaidade de vaidades… correr atrás do vento.”

A sabedoria que Deus te dá hoje é justamente esta: decida antes que o tempo acabe. Não para adicionar Deus à sua vida, mas para entregar a sua vida a Deus. Não para encaixá-Lo no seu mundo, mas para entrar no mundo d’Ele — o Reino de Cristo.

Saia do engano, rompa com o que é passageiro, e aceite aprender de Deus como uma criança aprende a vida desde o início — porque nascer de novo é começar a viver o que é eterno.

Salomão disse em Eclesiastes: “não há nada novo debaixo do sol.” O ano pode até mudar no relógio, mas ele não será novo de verdade — será o mesmo, com as mesmas vaidades, as mesmas buscas, a mesma corrida atrás do vento, a menos que a mudança não seja no calendário, mas em você. Deus te chama para algo maior do que um “ano novo na sua vida”: Ele te chama para uma vida nova no seu ano, onde a velha existência, presa ao passageiro, seja enterrada, e nasça uma nova pessoa, não guiada pelos valores deste mundo, mas por uma vida espiritual, fundamentada nos ensinos de Cristo, vivida em fidelidade, obediência e propósito eterno.



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domingo, 28 de dezembro de 2025

Os Escolhidos de Deus — e o Livre-Arbítrio do Homem

 


Título:

Os Escolhidos de Deus — e o Livre-Arbítrio do Homem

Versículo base:

Porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos.” (Mateus 22:14)


Introdução:

A expressão “os escolhidos de Deus” é repetida em púlpitos, músicas e conversas — mas a grande questão é: quantos realmente sabem o que ela significa?

Quem são esses escolhidos?

Deus escolhe todas as pessoas? Escolhe apenas algumas?

Por que Deus escolhe?

E mais: a escolha divina anula o livre-arbítrio do homem?

Se o homem pode decidir, como fica essa relação entre a escolha de Deus e a decisão humana?

Muitos acreditam ser escolhidos sem nunca terem examinado os critérios bíblicos — e esse engano tem destruído vidas dentro da Igreja mais do que o mundo lá fora jamais conseguiu.

Por isso este tema é urgente e profundo: não se trata de religião, mas de destino eterno, de verdade, de coerência e de justiça divina.

Se você já ouviu falar em “escolhidos”, mas nunca entendeu a lógica por trás disso, continue lendo — porque o que vem depois pode abrir olhos que o engano fechou por anos.


Ponto 1 — Todos são chamados, mas Jesus advertiu os muitos da festa

A Bíblia confirma que o chamado de Deus alcança todas as pessoas, porque Deus quer que todos tenham a oportunidade de salvação:

O qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade.” (1 Timóteo 2:4)

“Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.” (Marcos 16:15)

Logo, a verdade é clara: todos são chamados.

Mas a resposta ao chamado não é igual:

Há os que ignoram o convite e não querem vida cristã. Esses foram chamados, mas não entraram na festa.

Há os que acreditam que aceitaram um chamado, se tornam cristãos, frequentam a Igreja, oram, se batizam e passam a viver no ambiente da fé. Esses entraram na festa e agora fazem parte do grupo que Jesus chamou de “muitos chamados”.

É dentro desse segundo grupo — os que estão na festa — que Jesus declarou:

Porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos.” (Mateus 22:14)

Se Jesus quisesse se referir a todas as pessoas do mundo, Ele diria “todos são chamados”.

Mas Ele disse “muitos são chamados” porque estava falando dos que aceitaram o convite e estavam dentro da festa — o que simboliza a Igreja visível, onde há verdadeiros e falsos, fiéis e desviados.

A advertência de Jesus foi para mostrar que:

A maioria que se diz cristã não entendeu o verdadeiro propósito do chamado.

O chamado verdadeiro é para abandonar o pecado e ser fiel a Cristo.

Quem não corresponde a isso, mesmo estando na festa, não é escolhido.

Esse mesmo princípio aparece no alerta de Cristo em Apocalipse:

Eu conheço as tuas obras; que nem és frio nem quente… Assim, porque és morno… vomitar-te-ei da minha boca.” (Apocalipse 3:15–16)

Aqui está a chave do ponto:

Quem não aceita o chamado, nem entra na festa, não pode ser escolhido — isso é óbvio.

Os escolhidos são dentre os que ouviram e se colocaram como cristãos.

Mas a maioria desse grupo é “morna”, não fiel, não arrepende de verdade, não abandona o mal — e por isso não é escolhida.

Então o ensino de Jesus em Mateus 22:14 não foi para o mundo indiferente, mas para a Igreja que pensa ter respondido, mas não vive o chamado verdadeiro.

Conclusão do Ponto 1:

Deus chama todos, mas Jesus revelou que os “muitos chamados” são os cristãos da festa (Igreja visível), e os “poucos escolhidos” são a minoria fiel, porque a maioria não correspondeu ao propósito do chamado, pela própria decisão e comportamento diante de Cristo.


Ponto 2 – A escolha de Deus e o livre-arbítrio do homem

2.1. O conceito que precisa ser esclarecido

A palavra predestinação significa “definir antecipadamente um destino ou propósito”.

Muitas pessoas interpretam isso de forma errada, como se Deus escolhesse quem será salvo sem considerar a decisão ou a obediência do homem.

Essa ideia gera um pensamento perigoso: “Se Deus já escolheu, então minhas escolhas não importam”.

Mas essa conclusão não combina com o ensino geral das Escrituras.

A predestinação não anula o livre-arbítrio, que é a capacidade dada por Deus de cada pessoa decidir seguir ou não a Cristo. A escolha é pessoal, consciente e responsável.

2.2. A natureza de Deus explica a Sua escolha

A Bíblia mostra que Deus:

Conhece todas as coisas (Salmo 139:1–4)

Vê o coração e as intenções humanas (1 Samuel 16:7)

Não é limitado pelo tempo como nós somos (Isaías 46:9–10)

Para Deus, todas as coisas acontecem ao mesmo tempo. Ele escolhe ao mesmo tempo que o homem decide, porque conhece perfeitamente a decisão e o comportamento de cada pessoa. Não há passado, presente ou futuro para Deus — tudo é simultâneo.

Quando Deus enviou Jesus para salvar o mundo, isso não foi um ato “aleatório”, mas um plano baseado no desejo divino de salvação oferecida a todos:

1 Timóteo 2:4 — “O qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade.”

Se Deus deseja a salvação de todos, então o Seu chamado é amplo. Mas quando o texto diz que poucos são escolhidos, isso mostra que a escolha ocorre entre os que responderam ao chamado, não entre os que o ignoraram.

2.3. A escolha de Deus considera a resposta do homem

A Bíblia insiste na responsabilidade humana de decidir:

Deuteronômio 30:19 — “Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra ti, que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas.”

Josué 24:15 — “Escolhei hoje a quem sirvais.”

Esses textos deixam claro: Deus apresenta a oferta, o homem responde.

A escolha de Deus acontece entre aqueles que se apresentam, ou seja, aqueles que aceitaram o chamado e se declaram cristãos. É como uma seleção para um emprego: a empresa convoca candidatos, e só quem se apresenta e passa pela avaliação é escolhido. Da mesma forma, Deus só escolhe aqueles que receberam o chamado e demonstram fé verdadeira através de suas ações, obediência e compromisso com Cristo.

Marcos 16:15–16 — “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo.”

Aqui vemos os dois elementos inseparáveis do plano divino:

A mensagem é para toda criatura → o chamado é amplo

Quem crê e obedece (batismo) → entra no grupo dos que podem ser escolhidos para a salvação final

2.4. A lógica da Palavra confirma o princípio

Deus não escolhe sem razão. Ele escolhe aqueles que se mantêm fiéis a Cristo até o fim:

O que vencer herdará todas as coisas; e eu serei seu Deus, e ele será meu filho.” (Apocalipse 21:7)


Ponto 3 – Os chamados: os cristãos fiéis e infiéis

Quem são os chamados

Os chamados são aqueles que se dispuseram a seguir a Cristo, aceitaram o chamado de Deus e buscam ter uma vida cristã. Eles ouviram a palavra, decidiram ser batizados, frequentar a igreja, orar e buscar a comunhão com Deus. Este grupo representa aqueles que se propuseram a viver a vida cristã.

A realidade dentro dos chamados

Dentro desse grupo, existem diferentes níveis de fidelidade:

Muitos não morreram para o pecado, permanecem morno na fé, e não se separaram do mundo.

Alguns não morreram para a própria glória, não abandonaram o orgulho e não buscam o verdadeiro serviço a Deus.

Muitos não sofrem por Cristo, vivendo uma fé confortável, sem sacrifício real.

Outros estão mortos na fé, vivendo de forma religiosa, mas sem o verdadeiro novo nascimento, sem a morte para o pecado e sem a verdadeira santificação.

Alguns mantêm heresias ou distorcem a palavra de Deus, vivendo de forma que não condiz com o evangelho verdadeiro.

Os poucos escolhidos

Entre todos os chamados, poucos são realmente escolhidos. Estes são os que perseveram na fidelidade a Cristo até o fim, abandonaram o pecado e o orgulho, receberam o novo nascimento e vivem em verdadeira santificação. A Bíblia diz:

Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.” (Apocalipse 2:10)

Portanto, a grande maioria dos chamados está enganada, achando que sua fé é suficiente, mas, na verdade, está fundada em um evangelho incorreto, sem abandono definitivo do pecado, sem novo nascimento, sem santificação verdadeira, sem serviço a Deus e sem humildade. Apenas aqueles que respondem corretamente ao chamado de Deus e vivem uma vida de entrega real são os escolhidos.


Conclusão – Leitor, este é o seu chamado

Esta não é a mensagem religiosa. Esta é a verdade de Deus para a sua vida. Você precisa ouvir o chamado de Deus e aceitá-lo, mas compreendendo algo essencial: o chamado de Deus não é para um cristianismo morno, sem morte para o pecado, sem morte para a sua própria vontade e sem abandonar a própria exaltação, para o orgulho. 

Você não pode seguir a maioria daqueles que não ouviram o chamado, nem a maioria daqueles que estão vivendo um cristianismo incorreto. Você precisa ser um dos poucos escolhidos.

A recompensa é infinita, mas a decisão é inadiável. Portanto, aceite, ouça e responda ao chamado de Deus, e seja um dentre os poucos escolhidos que estarão para sempre com Ele.



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Heresia e suas consequências eternas

 


Título:

Heresia e suas consequências eternas


Versículo base:

As obras da carne… heresias… os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus.”  Gálatas 5:19‑21


Introdução 

A heresia é uma escolha contrária àquilo que a Bíblia ensina. Esta mensagem tem por objetivo esclarecer o que é uma heresia e quais são as suas consequências para a vida eterna.

Um dia todos nós vamos morrer, e a escolha que fazemos sobre aquilo em que cremos definirá nosso destino eterno.

A pergunta que precisa ser feita é: você crê numa heresia? Você crê naquilo que é contrário à Bíblia?

É preciso refletir com cuidado, porque a verdade vem de Deus. Só a verdade salva; o engano destrói.

Portanto, reflita com zelo e atenção. A Bíblia é a palavra de Deus, e nela está a vida.


1º Ponto: O que é heresia?

A palavra “heresia” vem do grego “hairesis” (αἵρεσις), que significa “escolha” ou “opção”. No sentido original, refere-se simplesmente a uma decisão ou preferência.

No Novo Testamento, entretanto, essa palavra assume um sentido negativo: ela é usada para designar uma escolha contrária à verdade de Deus, uma doutrina ou prática que afasta a pessoa da fé verdadeira em Cristo.

Etimologicamente, podemos entender da seguinte forma:

Hairesis → decisão ou escolha.

No contexto bíblico → escolha equivocada, que rejeita a orientação de Deus e se opõe à Bíblia.

Ou seja, heresia não é apenas erro, mas uma decisão consciente de seguir algo contrário à Palavra de Deus.

Em outras palavras, heresia é uma escolha deliberada de acreditar ou ensinar algo que vai contra a verdade revelada por Deus, desviando-se da fé que salva.

Diferença entre erro doutrinário e heresia

O erro doutrinário acontece quando alguém ainda não conheceu ou compreendeu a verdade, porque a verdade não se manifestou plenamente a essa pessoa.

A heresia nasce quando a verdade se manifesta claramente, e a pessoa é confrontada com duas opções: a verdade ou o engano.

Quando alguém rejeita a verdade revelada e escolhe conscientemente o engano, isso é heresia.

Portanto:

Erro sem conhecimento da verdade = engano a ser corrigido.

Rejeição consciente da verdade e escolha do engano = heresia.


Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem o saudeis; porque o que o saúda participa nas suas más obras.”    2 João 1:10‑11


2º Ponto: A heresia leva ao inferno

A heresia é a rejeição da verdade de Deus e a opção pelo erro. Diferente do erro doutrinário, que ocorre quando a pessoa ainda não teve a verdade revelada a ela, a heresia acontece quando a verdade é manifestada pelo Espírito Santo, mas a pessoa a rejeita de alguma forma.

Essa rejeição pode ocorrer:

Deliberadamente, porque a pessoa não quer a Deus;

Por negligência, não colocando Deus, a verdade ou a vontade de Deus acima de tudo.

O caminho do convertido é diferente: aquele que entrega sua vida a Cristo passa por um processo de transformação, sendo conduzido pelo Espírito Santo à verdade e à obediência à Palavra de Deus.

A Bíblia deixa claro:

As obras da carne… heresias… os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus.”   Gálatas 5:19‑21

A heresia evidencia a ausência do Espírito Santo na vida da pessoa, pois é o Espírito Santo quem conduz à verdade e ensina a vontade de Deus:

Se alguém quiser fazer a vontade de Deus, conhecerá se o meu ensino é de Deus, ou se falo por mim mesmo.”  João 7:17

Somente quem decide ser fiel a Cristo e obedecer à Sua Palavra recebe o Espírito Santo, que conduz à verdade e ensina tudo o que é correto:

E nós somos testemunhas destas coisas, e também o Espírito Santo, que Deus deu àqueles que lhe obedecem.”  Atos 5:32

Portanto, a heresia ocorre quando a pessoa rejeita a verdade de Deus de alguma forma, seja deliberadamente ou por negligência, e como resultado não herda o Reino de Deus.


3º Ponto: É preciso zelar pela Palavra, pois Deus não abre mão da Sua vontade

Colocar Deus acima de tudo significa reconhecê-lo realmente como Deus, não apenas aceitar Sua existência. Isso implica que Cristo, que é a verdade, deve estar acima de tudo na vida do crente, incluindo sua própria vida, vontades, desejos e interesses pessoais.

Aqueles que querem estar na verdade devem estar prontos a entregar completamente sua vida para Cristo, morrer pela verdade, sem se distrair com:

as coisas materiais do mundo,

os desejos da carne,

o orgulho ou exaltação pessoal,

ou qualquer atração que o inimigo ofereça para desviar do caminho da verdade.

Exemplos de fé demonstram essa disposição:

Jesus Cristo, mesmo com fome e fraqueza, se firmou na verdade e na obediência ao Pai;

Abraão, disposto a sacrificar seu filho Isaac, se manteve fiel à vontade de Deus;

O jovem rico, apesar de desejar Deus, não se firmou na verdade, porque isso implicaria abrir mão de suas riquezas.

Para alcançar e permanecer na verdade, é essencial:

Colocar Deus acima de tudo;

Reconhecer Cristo, o Deus Filho, que é a verdade, acima de tudo;

Obedecer e ser fiel a Deus acima de tudo.

A Bíblia alerta que, nos últimos dias, muitos desviarão seus ouvidos da verdade e buscarão ouvir aquilo que lhes agrada:

Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo coceira nos ouvidos, amontoarão para si doutores segundo as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.”           2 Timóteo 4:3‑4 (ACF)

Sem esse compromisso absoluto, a pessoa já está desviado da verdade, está enganada e, no último dia, sofrerá grande decepção.

Além disso, zelar pela Palavra de Deus é essencial, pois Jesus é a Palavra, o Verbo feito carne. Portanto, colocar o ensino de Jesus acima de tudo é colocar Cristo acima de tudo, reconhecendo-O como Deus. Quem tem profundo zelo e amor pela Palavra está  tendo a  Cristo, que é a Palavra dd Deus que veio ao mundo. Quem ama Cristo vive para conhecer e fazer a Sua vontade.


Conclusão e Apelo

Caro amigo leitor, a verdade está posta diante de você. Você precisa ser conduzido à verdade, e só será conduzido à verdade aquele que tem o Espírito Santo.

E só terá o Espírito Santo aquele que for fiel a Cristo, custe o que custar. Você jamais alcançará a vida eterna com Deus, se não O colocar na posição de Deus, acima de todas as coisas, digno de todo louvor, honra, glória e adoração.

Você precisa:

Morrer para si mesmo, para o orgulho;

Morrer para seu próprio projeto de vida;

Viver exclusivamente para conhecer e fazer a vontade de Deus.

Você não pode ir contra a doutrina, que e o ensino bíblico, ou seja,  contra a vontade de Deus. É necessário humildade e fidelidade. 

Não permita que o orgulho, a religião, a sua vontade, o mundo, o sexo, o dinheiro, nada o faça rejeitar a verdade, ou o impeça de enxergar a verdade.

Você não pode errar em relação à doutrina, ou seja, à vontade de Deus, porque ela precisa ser cumprida. Deus não abre mão de Sua vontade, por isso Ele concedeu o Espírito Santo. O Espírito Santo habita naqueles que têm um compromisso com a verdade, guiando-os fielmente. Aqueles que não abrem mão desse compromisso, custe o que custar, permanecem seguindo firmes na verdade que é a vontade de Deus revelada em Sua Palavrra a Bíblica Sagrada, por seu Filho Jesus Cristo  pelo Espírito Santo dado aos fiéis. 

Você precisa ser um crente verdadeiro, para que não se levante contra a Palavra de Deus, porque Deus não abrirá mão da Sua vontade e não o terá por inocente. 

Portanto, tome hoje uma posição em sua vida, agora, antes que seja tarde demais. E viva conforme o ensino de Cristo custe o que custar. 

Amém?



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sábado, 27 de dezembro de 2025

Inferno: o destino do caminho sem fidelidade à Bíblia

 


Inferno: o destino do caminho sem fidelidade à Bíblia

Versiculo base: 

Em chama de fogo, exercendo juízo sobre os que não conhecem a Deus e não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus.” 

2 Tessalonicenses 1:8


Introdução

Jesus diz que Ele é a verdade porque somente Ele salva.

Ou seja: só a verdade salva.

Rejeite a verdade, e o destino desse caminho é o inferno.

Esta mensagem é a verdade que pode te salvar se o fim da vida chegar hoje ou amanhã.

Portanto, reflita sobre a verdade que Jesus revelou, porque seria loucura — o auge da loucura — você não refletir sobre aquilo que Jesus disse a respeito da vida e do seu destino eterno, que pode se estabelecer a qualquer hora.

A ignorância a respeito do que Jesus diz — ou seja, da verdade — mantém a alma no engano e a afasta do caminho da salvação, deixando-a na direção da condenação eterna.

O objetivo desta introdução é te despertar para o tema mais importante da existência humana: a eternidade da alma e o destino que cada um escolhe ao responder ou rejeitar a verdade revelada na Bíblia, a Palavra de Deus.

Leia com seriedade. Reflita com sinceridade.

Continue até o fim.

A escolha diante da verdade é a escolha que determina onde o caminho termina.


Primeiro ponto

A Bíblia é a revelação de Deus ao homem.


Deus revelou a Si mesmo nas Escrituras. Na Bíblia, Ele torna conhecido quem é, como age e qual é a Sua vontade para a humanidade. Não se trata de um livro de ideias humanas, mas da revelação divina dada ao homem para que ele conheça a verdade e ande na luz.

Crer nesta verdade é ouvir a Deus. E ouvir a Deus é o caminho para a vida eterna com Ele. Rejeitá-la é permanecer no engano. O engano é maligno. Ele é uma arma do diabo para manter o homem afastado da verdade, ou seja, afastado de Cristo — e, estando longe de Cristo, permanece longe de Deus e da salvação.

O diabo usa o engano para impedir que a alma reconheça a luz da Palavra. Quando a verdade é recusada, a salvação também é recusada, porque Cristo é a verdade que reconcilia o homem com Deus.

A Bíblia foi dada para revelar Deus. O engano existe para ocultar Deus. Entre a luz das Escrituras e a cegueira do engano, cada alma faz sua escolha — e essa escolha determina o destino eterno.

2 Timóteo 3:16

“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça.”

Apocalipse 12:9

“…o diabo, o sedutor de todo o mundo…”


Segundo ponto

É preciso viver exatamente como Jesus ensina.


Você não pode conduzir a sua vida apenas pelo que deseja viver ou pelo que acha certo. Não existe salvação em um caminho feito por vontades próprias. O caminho que leva a Deus é o que Jesus revelou, e ele exige compromisso, aliança de fidelidade, zelo pela sua palavra e determinação em viver exclusivamente para conhecer fazer a vontade de Deus.

Deus tem um projeto para a sua vida: que você reconheça Jesus Cristo como o Senhor da sua vida.

Jesus não salva apenas para o céu. Ele salva para governar o viver. E Ele faz isso pelos Seus ensinos, que estão na Bíblia.

Seguir Jesus não é viver como a sua vontade manda. É viver como a Palavra manda. Porque quem se rende a Cristo, se rende a Deus. E quem é fiel a Deus, abandona o pecado — porque pecado é rebeldia contra Deus.

A aliança com Deus começa quando o homem diz “sim” à verdade de Jesus na Bíblia. Essa aliança transforma o coração e muda o rumo da vida.

A vida não está nas mãos do homem. O tempo pertence a Deus. Você pode partir hoje ou amanhã, e ninguém sabe quando o fim chega. Por isso, a verdade não pode ser ignorada.

A verdade não nasce em você. A verdade vem de Deus. E Deus revelou a verdade em Jesus, e Jesus revelou Seus ensinos na Bíblia.

Quem rejeita a verdade rejeita o bem.

Quem rejeita o bem rejeita Deus.

E quem rejeita Deus caminha para o mal.

E o mal é insuportável.

O inferno é o destino eterno daqueles que recusam a verdade, recusam Deus e recusam o bem. São rebeldes contra a Palavra, cegados pelo engano do diabo, o sedutor de toda a humanidade.

Mas hoje, enquanto há tempo, a verdade te chama:

Cristo fala na Bíblia. O homem obedece. A alma vive.


Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que desobedece ao Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus.”

João 3.36

“Disse Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.”

João 14.6

“Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.”

João 8.12


Terceiro ponto

O melhor é a vontade de Deus, não a sua.


Enquanto você não entende que a vontade de Deus é melhor que a sua, você está se colocando acima de Deus. E quando alguém finalmente entende essa verdade, ela se torna fiel à vontade de Deus revelada na Bíblia — acima de tudo, acima de si, acima do mundo.

Quando um homem peca, ele prova que ainda não entendeu quem Deus é. Porque pecado é dizer, com atitudes: “A minha vontade vale mais que a de Deus.” Quem pensa assim não considera Deus como Deus. Ele ainda crê que os seus desejos, os seus planos e as suas escolhas são superiores. Sem perceber, ele tenta ocupar o lugar que só pertence a Deus.

Não há motivo para que o homem peque quando ele reconhece que a vontade de Deus é o melhor para a vida dele, e a desobediência é a morte eterna. 

O conhecimento desta verdade automaticamente te liberta do pecado, por isso Jesus Cristo diz:

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”  João 8:32

“Todo aquele que comete pecado é escravo do pecado.”   João 8:34

O que o diabo quer: que o homem confie mais em si do que em Deus, vivendo enganado, longe da verdade e longe da salvação.

Não olhe para o mundo.

Não olhe para a sua própria vontade.

Não viva para satisfazer apenas desejos que te afastam de Deus.

Porque quem escolhe a própria direção rejeitando a Palavra, já está sendo corrompido pelo engano — e enganado, caminha condenado.

Mas há algo que você precisa saber com urgência:

Enquanto há vida, há oportunidade.

Você não sabe até quando viverá. Você não governa o amanhã. Mas, enquanto a vida não acaba, a porta da graça ainda está aberta.

Hoje, você ainda pode sair do engano.

Hoje, você ainda pode romper com o pecado.

Hoje, você ainda pode se render a Cristo pela Bíblia e entrar na aliança com Deus.

A escolha que você faz diante da verdade não é pequena. É eterna.

E essa compreensão — aceitar Deus como Deus e a Sua vontade como o bem supremo — é a escolha que determina onde o seu caminho termina.

Renda-se à vontade de Deus em Cristo.

Seja fiel à Bíblia.

E a sua alma viverá para sempre com Deus.

Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo.”  Atos 2.38

“Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração.”    Hebreus 3.15


Conclusão e Apelo


Caro amigo leitor, estas palavras não são discurso religioso, nem invenção humana. Não nasceram na mente do homem. Elas vêm de Deus. A Bíblia é a revelação da verdade, e a verdade é Jesus Cristo, porque somente Ele salva.

Você não pode viver como se Deus estivesse morto. Deus está vivo. Ele fala aos corações. E Ele tem falado ao longo dos séculos. Homens e mulheres ouviram essa mensagem e tiveram suas vidas transformadas. Os discípulos de Jesus a ouviram e abandonaram o pecado para viver por Cristo. Os mártires a abraçaram com fidelidade, mesmo diante da perseguição e do sofrimento. Eles não eram heróis por si mesmos — eram servos que creram na verdade e permaneceram fiéis a ela.

E hoje ainda existem pessoas que vivem para Cristo. Porque a verdade não morreu com o tempo. Ela atravessou os séculos porque Deus a sustenta.

Após ouvir, cerca de três mil pessoas creram e foram batizadas, agregando-se à igreja.         Atos 2.41

E você?

Você precisa se render a essa verdade. Não amanhã. Hoje.

Converter-se a essa mensagem é decidir ser fiel aos ensinos de Jesus Cristo que estão na Bíblia. É romper com o pecado, morrer para a rebeldia contra Deus e, a partir dessa decisão, caminhar em nova vida.

E, em consequência dessa nova vida, há implicações:

morrer para o pecado

…ser batizado no batismo do arrependimento

…reunir-se com a Igreja de Cristo

…estudar a Palavra de Deus para ser fiel a ela, custe o que custar

…anunciar esta verdade a outros

…amar, perdoar

…viver completamente diferente do mundo

…morrer para sua própria glória e viver exclusivamente para a glória de Deus

...viver para mudar o seu ser e viver pelo conhecimento da Palavra de Deus (biblia).

Você acha que Deus não fala? Que Deus está morto ou distante?

Como Deus falaria com você? Como Ele revelaria quem Ele é e qual é a vontade d’Ele para a sua vida?

Não é pela religião que você aprendeu. Não é pelos seus próprios conceitos sobre Deus. Não é pelo que você acha ou pensa que Deus deveria ser. É por aquilo que a Bíblia diz.

Se você não é fiel à Bíblia, você não é fiel a Deus. Se você não conhece a Bíblia, você não conhece a Deus. Se você não obedece a Bíblia, você não obedece a Deus. E, se você rejeita a autoridade de Deus revelada nas Escrituras, o seu destino é o inferno, que é insuportável e eterno.

Por isso, decida-se hoje — enquanto ainda há tempo — a mudar de vida e a se tornar um verdadeiro seguidor de Cristo, conhecedor da Palavra e fiel a ela.



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sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

Por que a Bíblia não instituiu o Natal?



Título:

Por que a Bíblia não instituiu o Natal?


Versículo base:

"Acautelai-vos, para que ninguém vos faça presa sua, levando-vos com filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo." — Colossenses 2:8


Introdução 

Jesus Cristo é Deus eterno. Ele não começou a existir no nascimento, mas ali Deus assumiu a condição humana em Cristo (João 1:14; Filipenses 2:6–8).

Assumir a condição humana foi o maior sacrifício de Jesus, porque Ele abriu mão da glória visível para se fazer homem. Isso representa rebaixamento e humilhação voluntária. A encarnação só foi necessária porque o pecado e a rebelião humana romperam a aliança do homem com o Criador (Romanos 5:8; João 3:16).


1. Comemorar o nascimento de Jesus é comemorar a sua humilhação, ainda que inconscientemente. 

O nascimento de Jesus, então, está ligado ao momento da Sua humilhação, o início do caminho de sofrimento que Ele percorreria para salvar.

A Bíblia registra alegria pela chegada do Salvador, mas a alegria foi pelo propósito da salvação, não pela condição de humilhação em si (Lucas 2:10–11; 2:13–14).

Quando o Natal é comemorado ritualmente como festa do nascimento, o que se coloca no centro é Jesus na condição humana de rebaixamento, ou seja, a Sua humilhação.

O ser humano faz essa festa sem discernimento espiritual, porque sua mente está cega quando não está em Cristo (2 Coríntios 4:4). Ele participa inconscientemente, sendo usado como servo do engano, sem perceber o significado espiritual do que pratica. Isso explica como ele participa, mas não o livra da responsabilidade do erro.


2. O Engano traz aparencia de verdade e espiritualidade. 

O diabo é enganador (João 8:44), e para enganar ele se utiliza de estratégias sofisticadas. Ele usa elementos que pertencem a Deus — como o nome de Jesus, narrativas bíblicas e símbolos sagrados — e mistura-os com doutrinas, princípios, rituais e tradições humanas que não têm origem nas Escrituras, contaminando o coração humano e afastando as pessoas de um compromisso verdadeiro com Deus.

Ele não apresenta o mal com rótulos visíveis. Assim como não levanta igrejas com a placa “igreja do diabo”, ele levanta igrejas com aparência de Deus, onde se canta, se ora e se lê a Bíblia, mas com ensinos e práticas destruidoras inseridas no meio daquilo que é bíblico (2 Pedro 2:1; Mateus 7:21–23).

Da mesma forma, ele age com o Natal. O diabo utiliza um fato verdadeiro — o nascimento de Jesus — mas mistura com tradições pagãs e elementos humanos: Papai Noel, árvore de Natal, confraternizações, presentes, rituais e celebrações que desviam o foco da salvação. A origem do Natal não é bíblica; é fruto de sincretismo, uma mistura de verdade com engano para criar um culto falso.

O nascimento de Jesus é, essencialmente, o momento de Sua humilhação voluntária. Comemorar o nascimento é, portanto, comemorar a humilhação de Jesus — uma humilhação que foi necessária por causa do pecado humano, pelo afastamento do homem de Deus e pela obra redentora que Cristo teve de cumprir. Isso afronta a Cristo, porque celebrar a humilhação do Salvador como festa não tem respaldo bíblico e inverte o foco do verdadeiro propósito da salvação.

A Bíblia nunca instituiu o Natal como festa, porque Deus jamais criaria uma comemoração anual da humilhação de Seu Filho. O que é bíblico e celebrável é a vitória da salvação, a obra redentora de Cristo e a obediência à Palavra de Deus, com gratidão pelo amor que nos trouxe a redenção.

Conclusão

O Natal não é bíblico, não tem data verdadeira, e traz tradições pagãs.

O nascimento de Jesus revela Sua humilhação voluntária, e comemorar essa humilhação é uma ação contrária à vontade de Deus.

A alegria cristã verdadeira está no propósito da salvação, na obra consumada de Cristo e na fidelidade à Palavra de Deus.

O engano do diabo utiliza o Natal como instrumento de confusão, misturando elementos de Deus com doutrinas humanas, rituais e princípios que afastam da verdade.

O cristão deve reconhecer a humilhação de Cristo com gratidão, não com festas, e viver obediente ao evangelho, sem sincretismos ou tradições humanas.

O que gera a resistência a verdade?

A única maneira de conhecer a doutrina verdadeira e andar na verdade é ter um compromisso de fidelidade a Deus, colocando a Palavra de Deus e a vontade de Deus acima de tudo em nossas vidas. Para isso, é necessário morrer para o pecado, morrer para a própria vontade, abrir mão de tudo, ser humilde e eliminar todo orgulho, vivendo para conhecer e cumprir a vontade de Deus fielmente. Sem isso, o que aguarda o homem é grande decepção, afastamento eterno de Deus e sofrimento eterno.


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quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

Você precisa saber o que virá


 Você precisa saber o que virá

Eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro.”

(Apocalipse 3:10)


INTRODUÇÃO 

O mundo não vai melhorar. Essa é a verdade que muitos evitam encarar, mas a Bíblia já declarou: o amanhã da terra é marcado pela piora da maldade, do engano, do afastamento de Deus e do amor ao pecado. O coração humano não está caminhando para a luz, mas se aprofundando nas trevas espirituais. Essa piora do mundo trará juízo sobre a terra — um juízo divino que alcançará aqueles que não reconhecerem a verdade que Deus revelou e escolherem permanecer no fluxo deste sistema corrompido.

A maldade aumentará. O engano crescerá. O amor a Deus esfriará, enquanto o amor ao pecado se intensifica. Não é um futuro distante: é um processo que já está em marcha.

Mas há um plano de Deus para os Seus — um plano de resgate e preservação. Deus tem um povo que Ele mesmo marcará, guardará e levará para fora do tempo de juízo que virá sobre o mundo inteiro. E porque o mundo vai piorar, a Igreja precisa viver em contraste absoluto com ele: na fé firme, na obediência, na santidade e na fidelidade à Palavra.

O perigo não é apenas o que virá, mas o engano que faz muitos viverem como se nada fosse acontecer. Por isso, esta leitura não é um texto comum: é um alerta para posicionar a sua vida antes que os acontecimentos posicionem você.

E quando afirmamos que “o amanhã torna a decisão destino”, significa isto:

chegará o dia em que a história não permitirá mais reescrever escolhas — apenas revelar quais escolhas foram feitas.

Por isso o aviso é dado agora: o tempo de se alinhar com Cristo é antes do juízo, não durante ele.

Você precisa saber o que vai acontecer, essa realidade será tratada aqui para que amanhã não o encontre no lado errado da história. E você não seja arrastado pelo engano que domina o mundo, mas esteja entre aqueles que Deus resgatará quando o juízo começar.


1. O pecado no mundo e a rota que não será revertida

O pecado entrou no mundo e mudou a história humana. A Bíblia revela que, desde o princípio, o coração do homem se inclinou para longe de Deus, escolhendo as trevas em vez da luz. 

O pecado entrou no mundo por um homem, e a morte pelo pecado.” (Romanos 5:12). 

A terra não foi ferida por acaso — foi corrompida por uma escolha que se espalhou pela humanidade. 

Viu o Senhor que a maldade do homem era grande na terra.” (Gênesis 6:5). 

Essa condição não diminuiu com o tempo, ela se agravou.

O mundo não caminha para melhora espiritual. Ele segue para o aumento do engano e da maldade. A própria Bíblia descreve essa escalada como algo contínuo: 

Os homens maus e enganadores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados.” (2 Timóteo 3:13).

A maldade se multiplica, o amor a Deus esfria, e a verdade se torna impopular. 

A maldade se multiplicará e o amor esfriará.” (Mateus 24:12). 

Muitos rejeitarão a verdade e abraçarão o engano como estilo de vida.

Não receberam o amor da verdade… creram na mentira.” (2 Tessalonicenses 2:10-12). 

O diagnóstico é direto: o problema do mundo não é falta de religião, é falta de fidelidade a Deus.

Por isso, o plano de Deus nunca foi reformar o sistema do mundo, mas resgatar pessoas de dentro dele. A missão que Ele deu não foi “melhorar as trevas”, mas salvar gente das trevas:

 “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho.” (Marcos 16:15).

 Jesus deixou claro que os que pertencem a Deus viveriam em contraste com o mundo, não em acordo com ele: 

Não são do mundo, como eu não sou do mundo.” (João 17:16). 

A salvação não alcança o sistema corrompido do mundo antes do juízo, mas alcança indivíduos que se voltam para Cristo antes do juízo chegar.

E embora o mundo tente interferir na caminhada da Igreja, seu objetivo é empurrá-la para a ilusão de salvar o mundo como sistema, desviando-a do chamado original. Essa pressão não será sempre explícita, muitas vezes virá disfarçada, sutil, quase imperceptível. Mas o resultado é o mesmo: afastar da verdade revelada por Deus.

O primeiro alerta está lançado: o mundo piora, não será restaurado antes do juízo, e Deus não está reformando o mundo — Ele está chamando pessoas para fora dele. Quem não perceber a gravidade desse contraste pode viver acreditando em um futuro que Deus nunca prometeu ao sistema do mundo.



🜂 2. A concessão que corrompe o chamado da Igreja

A Igreja foi chamada para confrontar as trevas como luz viva de Deus, não para existir sem contraste com o mundo.

 “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há” (1 João 2:15–17). 

Cristo declarou que os Seus seriam rejeitados por não pertencerem ao sistema do mundo (João 15:18–19), 

pois “os homens amaram mais as trevas do que a luz” (João 3:19–20).

A missão da Igreja é resgatar pessoas do mundo para Deus, sem jamais adotar os valores do mundo como ponte. Ela deve chamar vidas para fora das trevas, mas sem se misturar com elas: 

salvai alguns… aborrecendo até a roupa manchada pela carne” (Judas 1:23). 

O erro começa quando a Igreja tenta diminuir o contraste para não ser rejeitada. Nessa tentativa, ela abre mão do fundamento bíblico e faz concessões doutrinárias. E quando a verdade é relativizada, o resgate é comprometido.

O mundo caminha de mal a pior, em crescente queda espiritual, engano e afastamento de Deus — e essa pressão recai sobre a Igreja que não permanece firme na Palavra. Não é a Igreja santa que é moldada por isso, mas a que cede ao espírito das trevas para evitar o desconforto do contraste. Essa igreja torna-se ilusória: deseja o título de “cristã”, mas recusa o preço de ser separada. Ao recuar da rejeição do mundo, acaba rejeitando a Palavra que a preservaria do destino dele, sendo ofuscada pelas mesmas trevas que deveria expor.

Mas Deus prometeu guardar os fiéis do tempo do juízo que virá sobre toda a terra (Apocalipse 3:10). A Igreja que permanece santa, sem contaminação doutrinária, fundamentada apenas nas Escrituras, é guardada por Deus e resgatada — ela é a Noiva que será arrebatada antes da Grande Tribulação. Porque Deus não entrega ao juízo aquilo que é Seu. Mas aquilo que se molda ao mundo, perde a identidade do Céu e não pode ser resgatado dele quando o juízo começar.



🜂 3. A realidade que precisa ser vivida

Cada pessoa precisa estar ligada à Igreja que pertence a Cristo, mas separada da igreja que apenas carrega o nome, sem carregar a verdade. A separação não é só do mundo, mas também daquilo que, dizendo ser luz, já se misturou às trevas. “Sai do meio deles, e apartai-vos” (2 Coríntios 6:17). O resgate exige contato para salvar pessoas, mas não contaminação: “salvai alguns… aborrecendo até a roupa manchada pela carne” (Judas 1:23).

A salvação é individual, e quem a busca não deve ser guiado pela Igreja como autoridade final, mas por Cristo, a própria Palavra de Deus. A Igreja deve estar na vida do salvo na comunhão e na edificação, mas acima da Igreja está Cristo, pois “Ele é a cabeça do corpo, da Igreja” (Colossenses 1:18) e “o cabeça de todo homem é Cristo” (1 Coríntios 11:3). A Igreja conduz a Cristo, porque aquilo que não se molda a Cristo não é a Igreja de Deus, ainda que use o Seu nome.

O mundo caminha de mal a pior, em queda espiritual, engano e afastamento de Deus. Essa crescente maldade não destrói a Igreja verdadeira, mas pressiona a igreja que teme a rejeição do mundo. E quando a Igreja — ou parte dela — tenta se preservar da retaliação do mundo, evitando o confronto que Cristo disse ser inevitável (João 15:18–19), ela faz o contrário do chamado: abre mão da firmeza da Palavra para ser aceita, ajusta a mensagem para não ser rejeitada e, nessa tentativa de autopreservação, cede à influência das trevas e se contamina com o mundo que deveria confrontar. Assim, a igreja que teme o contraste com o mundo acaba ofuscada pelas mesmas trevas que deveria expor.

Cristo advertiu Laodiceia por acreditar estar rica e suficiente, quando na verdade estava espiritualmente cega e distante da verdade (Apocalipse 3:15–17). Essa é a imagem de uma igreja que se tornou apenas um ápice ilusório da Igreja: acomodada ao engano, com aparência de fé, mas sem submissão ao Cabeça. Essa igreja, por ter se moldado ao espírito do mundo, não será livre do juízo que virá sobre o mundo inteiro, porque o juízo recai sobre tudo que não permanece no fundamento de Cristo.

A responsabilidade é pessoal.

 “Cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus” (Romanos 14:12). 

Ser de Cristo trará confronto, porque a verdade não é popular onde o engano é maioria. Mas é exatamente essa fidelidade que separa a Igreja verdadeira — a Noiva que Deus prometeu guardar do tempo do juízo que virá sobre toda a terra (Apocalipse 3:10), e que será arrebatada antes da Grande Tribulação.

A fé verdadeira permanece mesmo quando tudo ao redor piora, porque Cristo é o fundamento que não muda. Quem se apega a Ele até o fim não será encontrado no lado errado quando o juízo começar, nem será tragado pelo engano do mundo, nem pela ilusão de uma fé sem doutrina pura. Porque Deus guarda a Sua Igreja — mas a Sua Igreja é composta apenas dos que permanecem em Cristo, o Cabeça, a Palavra eterna revelada nas Escrituras. E o que se desvia Dele, ainda que se chame igreja, será contado com o mundo que perece, não com o povo que Deus resgatará.

🜂 Conclusão & Apelo

A iniquidade assola a igreja dos últimos dias. A base da Igreja deixou de ser a Palavra de Deus e se fundamentou em outras coisas, influências do mundo e forças do mal que atuam para impedir que a verdade seja vivida. Isso acontece quando a Igreja não coloca Deus acima de tudo, acima da própria vida, e abre mão de morrer para si mesma para viver para Ele.

É preciso um acordar daqueles que desejam a salvação: permanecer em uma Igreja fundamentada na Palavra e na fidelidade a Cristo, sem permitir que a perseguição do mundo ou a influência crescente da maldade a contamine. Aqueles que permanecem firmes na verdade serão guardados e resgatados por Deus, mesmo quando o mundo piorar e a ilusão do engano crescer ao redor.

Por Cristo, pela sua alma, pela sua salvação, a escolha é sua. Você pode partir sem ser parte da verdadeira Igreja, e se estiver aqui até o arrebatamento, também ficará fora do resgate se não for da Igreja verdadeira. Como não sabemos o dia de amanhã, é preciso ser da verdadeira Igreja, para que, seja pela morte ou pelo arrebatamento, estejamos para sempre com Cristo.

Firme na Palavra, fiel a Cristo, resistindo ao mundo e à igreja que se desviou — essa é a decisão que define sua eternidade.



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segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Por que as pessoas vão para o inferno?

 

Por que as pessoas vão para o inferno?

Texto-base

2ª Tessalonicenses 1:8–9

“Em chama de fogo, tomando vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo; os quais, por castigo, padecerão eterna perdição, longe da face do Senhor e da glória do seu poder.”


Introdução

A verdade não procede do homem, nem nasce da opinião humana, da cultura ou do pensamento religioso. A verdade procede de Deus, que é o Criador de todas as coisas. Sendo Deus o Criador do céu, da terra e do próprio homem, é somente Ele quem tem autoridade para definir o que é real, o que é verdadeiro e qual é o destino eterno da humanidade.

Sendo assim, a existência do inferno não depende do que o homem pensa ou aceita. Não é o homem quem define se o inferno existe, como ele é ou quem vai para lá. Essa definição pertence a Deus, porque tudo o que existe procede d’Ele, inclusive a própria verdade. O inferno é uma realidade estabelecida por Deus, independentemente de alguém crer ou não nela.

Muitos preferem não conhecer essa verdade, não pensar sobre o destino eterno e não saber para onde irão após a morte. Porém, fechar os olhos para a verdade, esconder-se dela ou tapar os ouvidos não livra ninguém do inferno. A rejeição da verdade não altera a realidade; apenas mantém a pessoa perdida nela.

O Deus verdadeiro se revela por meio da Bíblia e por meio de Jesus Cristo; não há outra revelação de Deus fora da Sua Palavra e do Seu Filho. A Bíblia é a revelação de Deus à humanidade, e Jesus Cristo é a verdade que liberta do engano e da condenação eterna. Recusar-se a ouvir a verdade sobre para onde irá após a morte e o porquê disso é determinante para que o destino final seja o inferno.


1º Ponto — As pessoas vão para o inferno porque se opõem a Deus


A verdade de Deus, quer o homem aceite ou não, é que Ele é Deus, e a Sua vontade deve prevalecer sobre todas as coisas. Deus não é uma ideia humana nem está sujeito à vontade do homem. Ele é o Senhor absoluto, e tudo existe sob a Sua autoridade.

Diante de Deus, não existe neutralidade. O homem ou se submete totalmente à vontade de Deus, ou se opõe a ela. Não há meio-termo. Aquele que não se sujeita a Deus, automaticamente, se coloca em oposição a Deus. Portanto, a oposição a Deus não é uma escolha extrema de alguns, mas a condição de todo aquele que não vive em obediência à Sua vontade.

Quando o homem se levanta contra a vontade de Deus, ele se rebela contra o próprio Deus. Essa rebeldia não é apenas um comportamento externo, mas uma posição espiritual. Quem rejeita a autoridade de Deus passa a viver em resistência a Ele, tornando-se, na prática, oposição a Deus.

Como essa oposição acontece

Essa oposição acontece quando a pessoa não possui o conceito correto de Deus. Quando Deus não é conhecido como Ele verdadeiramente é, a Sua vontade não é reconhecida, nem buscada, nem praticada. Conhecer a Deus, biblicamente, não é apenas saber que Ele existe, mas viver de modo que a Sua vontade governe a vida.

Quando a vontade de Deus não é conhecida e praticada, o homem passa a viver segundo a própria vontade. E a vontade humana, por natureza, entra em conflito com a vontade de Deus. Esse conflito revela a posição real do homem: oposição a Deus.

É por isso que o texto base afirma que Deus tomará vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho de Jesus Cristo. A falta do verdadeiro conhecimento de Deus conduz à desobediência, e a desobediência evidencia uma postura clara de rebeldia contra Deus. Ainda que o ser humano crie a sua própria versão de Deus para se adequar à sua vontade, consciente ou inconscientemente.”


2º Ponto — As pessoas vão para o inferno porque não dão o devido valor à vontade de Deus

Esta realidade se manifesta de forma muito clara na vida da maioria das pessoas que se declaram cristãs. A grande maioria afirma crer em Deus, declara aceitar a Bíblia como a revelação de Deus e confessa que Jesus Cristo é o Filho de Deus que veio ao mundo em carne e derramou o Seu sangue na cruz pelos pecados. Formalmente, essas pessoas dizem receber o Deus da Bíblia e a obra de Cristo.

Porém, na grande maioria desses casos, essa aceitação é apenas declaratória, e não essencial. A essência do evangelho, a verdade de quem Deus é e o que Ele exige do homem, permanece desconhecida. A própria Bíblia afirma que essa seria uma característica dos últimos dias, e não há dúvidas de que estamos vivendo esse tempo.

Dentro dessa realidade, existe uma ampla variação de comportamentos. Alguns se envolvem mais com as coisas relacionadas a Deus, outros menos. Alguns leem a Bíblia, outros apenas a citam. Alguns participam de atividades religiosas, outros apenas mantêm uma confissão verbal. No entanto, independentemente do nível de envolvimento, a grande maioria não possui a concepção correta de Deus, da Sua vontade e daquilo que Ele requer.

Quando o homem não conhece a Deus como Ele verdadeiramente é, não conhece a Sua vontade como ela é revelada na Palavra. E quando a vontade de Deus não é corretamente conhecida e valorizada, ela não é praticada. Essa falta de valor à vontade de Deus conduz inevitavelmente ao pecado, que nada mais é do que oposição a Deus.

Assim, mesmo declarando fé, mesmo afirmando aceitar a Bíblia e Jesus Cristo, muitos vivem em pecado porque não conhecem a verdadeira identidade de Deus nem a essência do evangelho. Essa ignorância espiritual não é neutra; ela produz desobediência e mantém o homem em oposição à vontade de Deus, conduzindo-o à condenação.


3º Ponto — A vontade do homem impede que ele conheça verdadeiramente a vontade de Deus

O impedimento para que o homem conheça verdadeiramente a vontade de Deus está dentro dele. Não está nas circunstâncias, não está na falta de acesso à Bíblia, nem em fatores externos. Está na própria vontade humana.

Enquanto a vontade do homem permanecer viva, ele não pode conhecer a vontade de Deus como deveria. Se o homem não morre para a sua própria vontade e para a sua própria exaltação, o Espírito Santo não pode habitar nele, porque isso implicaria Deus dividir o governo da vida com o homem. E Deus não divide a Sua soberania. Dividir o governo é negar Deus como soberano, é negar quem Deus realmente é.

Quando a vontade humana permanece viva, o ser humano, consciente ou inconscientemente, passa a se enganar a respeito de Deus e da Sua vontade. Ele cria uma concepção distorcida de Deus, reduzindo a Sua soberania e relativizando a Sua autoridade. E, como vimos no texto base, aquele que não conhece a Deus e não obedece ao evangelho está condenado. Manter a própria vontade viva não é conhecer a Deus; é, pelo contrário, negar quem Deus é.

Negar a soberania de Deus é negar a Sua autoridade de dirigir a vida por completo. Na mente humana, isso pode parecer exagero, mas considerar a soberania de Deus exagerada é negar quem Deus é. Rebaixar a autoridade de Deus é se opor à Sua vontade e tentar subordinar Deus ao homem.

Assim, muitos morrerão acreditando no engano, pensando que é possível viver para si mesmos, mantendo Deus fora da posição que Lhe é devida, ainda buscando as coisas do mundo e satisfazendo a própria vontade. Porém, no inferno, a realidade se manifestará de forma incontestável: quem Deus é, qual é a Sua soberania e como o homem deveria ter vivido em relação à vontade de Deus.


4° Ponto. Uma falsa conversão

O problema que gera e mantém muitas pessoas afastadas da verdade é o fato de elas se tornarem “cristãs” sem jamais terem passado pela verdadeira mensagem de salvação. Não houve entendimento do novo nascimento, não houve morte para o pecado, não houve morte para a própria vontade nem para a própria exaltação. Essas pessoas não receberam Deus verdadeiramente como Deus em suas vidas. O que possuem é um conceito errado a respeito de Deus e do Evangelho.

A partir disso, passam a adotar hábitos cristãos, linguagem cristã e comportamentos externos associados à fé, sem que tenha ocorrido qualquer transformação interior. Ainda assim, são ensinadas, tratadas e reconhecidas como cristãs, o que estabelece nelas um estado religioso enganoso. Esse estado cria uma falsa segurança espiritual e impede que a pessoa perceba sua real condição diante de Deus.

Esse engano é sustentado por algo extremamente sério: o orgulho que nunca morreu. A pessoa não morreu para si mesma, não morreu para sua própria vontade, não morreu para sua própria exaltação. A religiosidade passa a servir como instrumento de autoafirmação espiritual. Dessa forma, cria-se a maior barreira possível para o arrependimento verdadeiro, pois a pessoa não se vê como alguém que precisa nascer de novo — ela acredita que já pertence a Deus.

Esse engano religioso endurece o coração e impede o verdadeiro arrependimento, de modo que, ao final da vida, se cumpre exatamente o alerta solene pronunciado por Jesus. Pessoas profundamente envolvidas com práticas religiosas, com linguagem espiritual e até com obras feitas “em nome de Deus” descobrirão tarde demais que nunca O conheceram de fato.

Texto bíblico

Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor, entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.”  Mateus 7:21–23


Conclusão e Apelo

Caro amigo leitor, você não pode ir contra aquilo que Deus diz. Você não pode deixar de fazer o que Deus manda e não pode fazer aquilo que contraria a vontade de Deus. De modo algum. Deus não negocia a Sua vontade com o homem, e a desobediência sempre conduz à condenação.

Para que isso não aconteça na sua vida, é necessário colocar Deus na posição que Lhe é devida. E qual é essa posição? Deus é tudo. Deus deve ser a razão da sua vida, o objetivo da sua vida e o propósito da sua vida. Viver para conhecer e fazer a vontade de Deus exige que você morra completamente para a sua própria vontade e para a sua própria exaltação.

Isso não é um projeto de longo prazo, não é algo para ser decidido mais adiante. É uma decisão hoje. É uma decisão imediata, porque somente assim você estará no caminho da salvação. Enquanto a sua vontade estiver viva, você não estará submetido a Deus.

A Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada, precisa ser conhecida por você. Você não pode ir contra aquilo que o Espírito Santo de Deus diz, nem se negar a obedecer à Sua direção. Para isso, é necessária uma aliança de fidelidade com Deus. Fidelidade real, prática, diária.

Essa decisão envolve guerra. Guerra contra o mundo, contra as tradições, contra os costumes e contra todos aqueles que se levantarão contra você no dia em que você reconhecer quem Deus realmente é e se submeter totalmente à Sua vontade. Não existe fidelidade a Deus sem oposição.

A sua vontade precisa estar morta — e permanecer morta todos os dias. Você precisa se alimentar da verdade, praticar a verdade e viver na verdade. A fidelidade a Deus deve ser o propósito da sua vida e a condição para que você esteja eternamente com Deus. Somente assim você não será lançado no inferno, mas permanecerá na vida eterna, em comunhão com o Deus verdadeiro.   

Portanto, é necessário ter temor de Deus para não se levantar contra aquele que fala a Palavra de Deus pelo Espírito de Deus. Pois rejeitar a Palavra, opor-se a ela ou levantar-se contra aquele que a anuncia segundo o Espírito não é ir contra um homem, mas ir contra o próprio Deus. Agir assim é rebelar-se contra Deus, resistir à Sua autoridade e rejeitar o Seu governo. O destino dessa rebelião é inevitável: o afastamento eterno de Deus.


Fundamentos Bíblicos


1. Fidelidade — Ou se é fiel, ou se é infiel

Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.” Apocalipse 2:10

“Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não obedece ao Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece.” João 3:36

“Aquele que comete o pecado é do diabo; porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo.”  1 João 3:8


2. Conhecer a Deus implica obedecer

E nisto sabemos que o conhecemos: se guardarmos os seus mandamentos. Aquele que diz: Eu o conheço, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade.”   1 João 2:3–4


3. A vontade humana precisa morrer, não pode existir. 

E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz e siga-me.”   Lucas 9:23

“Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim.”  Gálatas 2:20


4. Não viver para agradar a si mesmo nem aos homens, mas fazer tudo exclusivamente para Cristo

E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor, e não para homens.”  Colossenses 3:23

Porventura procuro eu agora o favor dos homens ou o de Deus? Ou procuro agradar a homens? Se agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo.”  Gálatas 1:10


5. O temor do Senhor conduz ao conhecimento da verdade

O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução.”  Provérbios 1:7

“Se alguém quiser fazer a vontade dele, conhecerá a doutrina, se ela é de Deus ou se eu falo de mim mesmo.”  João 7:17



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domingo, 21 de dezembro de 2025

O que Jesus manda que você não faz?

 


O que Jesus manda que você não faz?


Versículo base

Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando.”

(João 15:14)


Introdução

Há uma verdade. E essa verdade existe independentemente do que o ser humano pensa, sente ou acredita. Ela não nasce da opinião humana, não é construída pela cultura e não muda conforme o tempo. Essa verdade é quem determina o nosso destino eterno após a morte, e ela vem de Deus.

O ser humano pode até criar a ideia de que pode viver do jeito que acha melhor. Pode imaginar um “deus” à sua própria imagem, pode ignorar a verdade, rejeitá-la ou viver alheio a ela. Mas nada disso anula a realidade. O fato de alguém não aceitar a verdade não faz com que a verdade deixe de existir ou de se cumprir.

A verdade continua sendo verdade, quer o homem a reconheça ou não. E no fim, será ela — e não nossas opiniões — que prevalecerá.

Por isso, é necessário abrir a mente, voltar à razão, abandonar as ilusões e ouvir com atenção a verdade que vem de Jesus Cristo. Porque é Ele quem fala com autoridade sobre a vida, sobre o caminho e sobre o destino eterno da alma. Ignorar essa verdade não muda o fim; apenas nos afasta da única possibilidade de salvação.



1. Não obedecer a Deus é praticar o mal


Deus criou o mundo com ordem, sentido e propósito. Nada foi feito ao acaso. Da mesma forma, o ser humano não foi criado sem objetivo. Ele foi criado para viver segundo a vontade de Deus, dentro do propósito estabelecido pelo Criador.

Viver contrário a esse propósito, à ordem de Deus e à Sua vontade, é praticar o mal. O mal, aqui, não é definido por opinião humana, mas pelo afastamento da vontade de Deus. Quando o ser humano rejeita o propósito para o qual foi criado, ele entra inevitavelmente no caminho do mal. E as consequências do mal não podem ser evitadas: elas são inevitáveis, duras e destrutivas.

O problema é que o ser humano, por não buscar a verdade acima de tudo, permanece preso ao engano no qual nasceu. Ele vive dentro desse estado de ilusão e não consegue sair dele, porque não busca a verdade como deveria. E a única forma de sair desse engano é ouvir e aceitar a verdade que vem de Deus, revelada em Jesus Cristo.

Sem essa busca sincera pela verdade, o homem constrói uma falsa segurança. Ele vive alheio à realidade espiritual, acreditando que está bem, quando na verdade está perdido. E então vem o fim inevitável da vida. Ao morrer, esse ser humano se depara com a verdade dura, crua e terrível: a condenação eterna.

Não porque lhe faltou informação, mas porque lhe faltou zelo pela verdade. Ele praticou o mal ao viver fora do propósito de Deus, mesmo estando alheio à verdade — não porque não a buscou como deveria e porque a rejeitou quando ela se manifestou. 


João 14:6 — Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.

Timóteo 3:16 — Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça.


2. O Abandono do Pecado e a Verdadeira Transformação

Não existe santificação sem abandono definitivo do pecado. O pecado não é um detalhe secundário da vida espiritual; ele é a própria oposição à vontade de Deus. Enquanto o pecado não é abandonado, não há mudança real, apenas aparência de mudança.

Muitas pessoas tentam viver uma transformação sem romper com o pecado. Ajustam comportamentos externos, mudam algumas atitudes visíveis, adotam uma linguagem religiosa e até demonstram certa moralidade. Mas isso não altera a natureza interior. É como um porco que é lavado, perfumado, enfeitado e vestido: apesar de toda a aparência externa, ele continua sendo porco. A natureza não mudou.

A verdadeira transformação começa quando o pecado é abandonado de forma definitiva. Esse abandono não significa que todas as práticas erradas desaparecem imediatamente, mas significa que a pessoa já não aceita viver em oposição consciente à vontade de Deus. A partir desse rompimento, inicia-se um processo real de mudança.

Provérbios 4:18 — Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito.

Tudo aquilo que vem do mundo — hábitos, costumes, pensamentos e práticas — passa a ser transformado à medida que a pessoa cresce no conhecimento da vontade de Deus. O conhecimento de Deus é progressivo, e a transformação acompanha esse crescimento.

Mas esse processo só é possível porque houve um ponto inicial claro: o abandono do pecado. Sem isso, o que existe não é santificação, mas apenas adaptação externa. Onde o pecado permanece, a natureza continua a mesma. Onde o pecado é abandonado, Deus começa a transformar a vida de dentro para fora, conforme o conhecimento da Sua vontade cresce.


3. Uma Escolha Definitiva: Esta Vida ou a Vida Eterna

Existe uma escolha que todo ser humano precisa fazer. Não é uma escolha parcial, nem temporária, nem negociável. É uma escolha definitiva: ou esta vida, como ela é oferecida pelo mundo, ou a vida eterna. Não é possível ter as duas. Não existe a possibilidade de viver um pouco para Deus e um pouco para o mundo, achando que, no fim, tudo dará certo.

Essa tentativa de conciliação é um engano. Quem escolhe esta vida — seus valores, seus caminhos e sua lógica — abre mão da vida eterna. E quem escolhe a vida eterna precisa, necessariamente, renunciar a esta vida como finalidade última. A escolha é excludente. Ou uma, ou outra.

Escolher esta vida significa, na prática, escolher a própria vontade. É decidir viver segundo aquilo que o próprio coração considera certo, em vez de se submeter à vontade de Deus. É rejeitar o caminho da renúncia e da negação de si mesmo que a vida com Deus exige. A vida com Deus confronta o eu humano, exige abandono do orgulho e disposição para se submeter à verdade, mesmo quando isso contraria desejos, planos e interesses pessoais.

João 12:25 — Quem ama a sua vida perdê-la-á; mas quem odeia a sua vida neste mundo, guardá-la-á para a vida eterna.


Quando alguém escolhe a vida eterna, não está apenas escolhendo algo para depois da morte. Está escolhendo uma nova forma de viver já aqui. A vida com Cristo e a vida sem Cristo, mesmo nesta terra, são realidades completamente diferentes. Sem Cristo, há vazio, insegurança, medo e falta de sentido. Com Cristo, há paz interior, direção, propósito e certeza.

João 10:10 — Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.


Essa vida abundante não significa ausência de problemas, mas significa paz espiritual, consciência tranquila diante de Deus e certeza da salvação. É uma vida firmada na verdade, não na ilusão. É viver sabendo em quem se creu e para onde se está indo.

João 3:36 — Quem crê no Filho tem a vida eterna; quem desobedece ao Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus.


Portanto, a escolha precisa ser feita com lucidez e responsabilidade. Não há espaço para autoengano. Não existe meio caminho. Ou se vive para esta vida passageira, escolhendo a própria vontade, ou se escolhe a vida eterna. E, paradoxalmente, quando se escolhe a vida eterna, é aí que se começa a viver a verdadeira vida já aqui.


Conclusão

Agora, a pergunta precisa ser feita diretamente a você: o que Jesus manda que você não faz?

Essa não é uma pergunta teórica, nem religiosa. É uma pergunta que confronta a vida real, as escolhas reais e o estado real do coração diante de Deus.

Não existe vida com Deus sem o abandono definitivo do pecado. Não existe transformação verdadeira enquanto o pecado é preservado. É preciso reconhecer o sacrifício de Jesus na cruz, entender que Ele morreu justamente para nos tirar da vida de pecado, e decidir romper com tudo aquilo que desagrada a Deus. Esse rompimento é decisivo, consciente e inegociável.

A partir desse abandono, inicia-se um processo real: viver para conhecer e fazer a vontade de Deus. A transformação acontece na medida em que a pessoa passa a buscar a Palavra de Deus, não para se justificar, mas para ser corrigida, moldada e alinhada à verdade. O conhecimento de Deus cresce, e a vida vai sendo transformada por esse conhecimento.

Isso significa aplicar, de forma prática, a vontade de Deus em todas as áreas da vida. Significa abandonar tudo aquilo que não agrada a Deus e permitir que a verdade governe pensamentos, atitudes, decisões e caminhos. Não é um evento isolado, mas um caminhar contínuo.

Provérbios 4:18 — Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito.

Esse caminho em Jesus é um caminho de crescimento, de amadurecimento e de santificação. O conhecimento de Deus não estagna, e a vida que está debaixo desse conhecimento também não. Onde há abandono do pecado, há crescimento. Onde há busca sincera pela verdade, há transformação contínua.

Por isso, volte à pergunta inicial e responda com sinceridade diante de Deus: o que Jesus manda que você não faz?

A resposta a essa pergunta definirá não apenas o rumo da sua vida aqui, mas o seu destino eterno.

Portanto, arrependa-se definitivamente de pecar, seja batizado e reúna-se como igreja para cultuar, orar e estudar a Palavra de Deus (a Bíblia).

Busque a santificação, que é a transformação da sua vida pela Palavra de Deus, olhando para dentro de si com o propósito de mudar e colocar em prática a Palavra de Deus em sua vida.

Abandone todo o orgulho, pois este leva ao inferno; humilhe-se, seja corrigido com alegria, renuncie a tudo o que não tem fundamento na Palavra de Deus, abandone toda a autoexaltação e exalte somente a Deus.

Pois tudo isso não é um alvo a ser alcançado, mas uma exigência para que você esteja no caminho da vida eterna.


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