sexta-feira, 31 de outubro de 2025

O Orgulho Engana, Ensurdece e Leva ao Inferno

 


O Orgulho Engana, Ensurdece e Leva ao Inferno



Introdução


A maior tragédia da vida não é morrer, mas morrer sem conhecer a verdade. O homem, criado por Deus e livre para escolher, caminha entre dois destinos: a vida eterna ou a condenação. Porém, o orgulho cega, engana e ensurdece. Ele torna o homem incapaz de ouvir a voz de Deus e perceber o abismo à sua frente. Esta mensagem não é apenas um alerta — é o próprio Deus falando com quem ainda pode ser salvo. Quem ouvir viverá; quem rejeitar, colherá a consequência eterna de sua escolha.

Se você conseguir ouvir esta mensagem, saberá sobre o orgulho que habita no coração humano e o torna maligno; sobre o engano que aprisiona; sobre a surdez espiritual que impede a verdade; e sobre o inferno, destino final de quem mantém seu orgulho, rejeita a voz de Deus e morre sem se arrepender.


Esta mensagem não é apenas um aviso. É Deus chamando enquanto ainda há tempo.


1. O Orgulho


O orgulho é a exaltação do próprio eu. É a mentira que faz o homem acreditar que possui poder, valor e justiça em si mesmo. Mas a verdade é que tudo o que o homem tem de bom vem de Deus. O orgulho é a raiz da rebelião, porque coloca a vontade do homem acima da vontade do Criador.


Foi assim que Satanás caiu: não foi criado mau, mas tornou-se maligno quando decidiu exaltar a si mesmo. Ele desejou ser como Deus, e o orgulho o levou ao inferno.


 “Tu dizias no teu coração: ... acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono… serei semelhante ao Altíssimo. Contudo, serás levado ao inferno.”

Isaías 14:13-15


A manifestação do orgulho


O orgulho se manifesta pela desobediência.

Desobedecer é rejeitar a vontade de Deus para seguir a própria vontade.

É a criatura dizendo ao Criador: “eu sei o que é melhor para mim”.


Foi assim com Satanás.

Foi assim com Adão e Eva.

E é assim com o homem até hoje.


 “Desobedeceram porque desejavam ser como Deus.”

(Gênesis 3 — resumo do princípio do pecado)


O orgulho sempre produz o mesmo resultado: afastamento de Deus.


 “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.”

Tiago 4:6


Enquanto houver orgulho, há rebelião.

Enquanto houver rebelião, há separação.

Sem submissão, não existe salvação.

O orgulho é a natureza do diabo.

Ele é a origem de todo o mal.

Onde o orgulho entra, Deus sai.

E onde Deus não está, o destino é o inferno.


Quem escolhe sua própria vontade, rejeita a vontade de Deus.

E toda desobediência empurra a alma para longe do Criador e para dentro da condenação.


Há orgulho na sua vida?

Se houver, o fim é o mesmo que o do diabo:

queda, trevas e inferno.


2. O Engano


O orgulho produz o engano.

O engano é a mentira que parece verdade.

Ele muda o certo em errado e o errado em certo.

O que Deus condena, o enganado aprova.

O que leva ao inferno, o enganado chama de céu.


O engano é mais perigoso que a ignorância, porque o ignorante pode aprender, mas o enganado acredita que já sabe.

O enganado defende sua própria cegueira, luta pela sua própria prisão e morre crendo que está vivo.


Assim o diabo destrói:

não mostrando o mal, mas fazendo o mal parecer bem.


 “Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal.”

Isaías 5:20


Enquanto o orgulho não for destruído, o engano permanece.

E enquanto o engano permanece, o homem caminha com segurança… rumo à condenação.


A verdade liberta.

Mas ninguém pode ser liberto enquanto pensa que já está certo.


O engano só acaba quando o homem reconhece que não é deus, não é dono da verdade, e se coloca no seu lugar: criatura diante do Criador.

Quando Deus volta à posição de Senhor, o engano cai por terra, a verdade aparece, e a alma pode ser salva.

O engano só termina quando a verdade de Deus expõe a mentira do coração.

E aqui está a questão:


No que você acredita está escrito na Bíblia?

Sua certeza vem de Deus ou da sua própria mente?

A sua fé está fundada na Palavra eterna ou em sentimentos que vão morrer com você?


Porque tudo o que não está na verdade de Deus é engano.

E todo engano leva ao inferno.


O primeiro passo para encontrar a verdade é confrontar aquilo que você crê com aquilo que Deus diz.

Sem esse confronto, o engano permanece.

Mas o confronto só acontece quando o orgulho cai.

A verdade não entra em um coração cheio de si.


Somente a humildade torna o homem capaz de ouvir a Deus, reconhecer o erro e se render à verdade.

Onde há orgulho, há engano.

Onde há humildade, há luz.


Se alguém quiser fazer a vontade de Deus, conhecerá a respeito da doutrina, se ela é de Deus, ou se falo por mim mesmo.”

João 7:17


3. O Ensurdecimento 


Se o homem não ouve a verdade, como pode ser salvo?


Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.”

Apocalipse 2:7


O orgulho fecha os ouvidos.

O engano tapa a mente.

E o homem passa a ouvir apenas aquilo que confirma o seu próprio desejo.


A Bíblia diz:


Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.”

2 Timóteo 4:3-4


E esse texto não fala apenas daqueles que vivem longe de Deus.

Fala de muitos que estão dentro das igrejas:


escutam sermões

cantam hinos

carregam Bíblia

falam de Jesus


Mas não querem ser confrontados pela verdade.  Querem ouvir o que agrada, não o que transforma.

Querem palavras de conforto, não arrependimento. Querem promessa, mas não obediência.


É assim que o engano cria a surdez espiritual: o homem escuta tudo, menos Deus.


E os falsos profetas?


Muitos pensam que o falso profeta é alguém que mente de propósito. Mas a Escritura mostra algo ainda pior: o falso profeta é enganado pelo próprio engano.

Ele acredita estar certo.

Acredita que fala por Deus.

Acredita que tem ministério.

Mas sua voz não vem do Espírito — vem do orgulho.


Jesus disse:

“Acautelai-vos dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores.”

Mateus 7:15


Eles parecem santos. Parecem corretos. Parecem usados por Deus. Mas falam o que o coração das pessoas deseja ouvir, e não o que Deus ordena falar.

E quando um falso profeta fala, o engano se fortalece.

A mentira passa aparência de verdade.

O mal se veste de bem.

O pecado ganha justificativa.

E a surdez espiritual se aprofunda até o inferno.


Quem você está ouvindo?


Há dois tipos de vozes que podem preencher os ouvidos de sua alma:


 O coração fechado para Deus verdadeiro

Aquele que não escuta a verdade do Deus verdadeiro, que vive segundo sua própria mente, segundo seus próprios desejos.

Ele ouve o mundo, sua própria razão, suas emoções, ou um deus inventado — um deus feito à sua imagem, que existe apenas para justificar o pecado, o conforto e o orgulho.


 “Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade com o mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.”

Tiago 4:4


Essa pessoa não reconhece a soberania de Deus, não se submete, e caminha sem salvação.


 O falso profeta

Aquele que fala sobre Deus, que lê a Bíblia, que prega “coisas de Deus” — mas distorce o evangelho.

Ele mantém o homem no centro:


o bem‑estar do homem,


o sucesso do homem,


a exaltação do homem.


 “E não é de admirar, porque o próprio Satanás se disfarça em anjo de luz.”

2 Coríntios 11:14


Ele não exige humildade, nem abandono do orgulho.

Não chama para a obediência, nem para o verdadeiro temor de Deus.

Mantém o pecado no coração do homem e apresenta um “evangelho da porta larga”.

Ele ensurdece a alma para a verdade, e o homem, enganado, acha que está salvo.


Porque larga é a porta, e espaçosa a estrada que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela.”

Mateus 7:13


A essência do evangelho verdadeiro:

Deus é supremo, Deus é tudo, Deus deve ser honrado acima de tudo.

O homem só encontra vida eterna quando abandona o orgulho, submete‑se à vontade de Deus e vive em obediência.

 “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.”

Tiago 4:6


Qualquer pregação que permita orgulho, desobediência e autoexaltação leva ao inferno.

Quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, porém, desobedece ao Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus.”

João 3:36


4️⃣ Inferno


O inferno é o destino daqueles que mantêm orgulho, engano e desobediência.

É um lugar de sofrimento insuportável, porque é a ausência total de Deus.


Quando o homem busca glória para si, ele tira o olhar de Deus e da verdade, e se engana.

O engano leva ao pecado (queda), e o pecado resulta na condenação eterna.


A decisão cabe ao homem:


Negar o orgulho, reconhecer a soberania de Deus, submeter-se à Sua verdade, e assim ser libertado do engano e do inferno, ou


Permanecer no orgulho, no engano e na desobediência, mantendo-se preso à condenação.


A humildade é o reconhecimento da verdade: o homem não pode viver para si, mas para Deus, exaltando-O acima de tudo, obedecendo à Sua autoridade e usando sua vida exclusivamente para a glória de Deus.


 “E irão estes para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna.”

Mateus 25:46


Conclusão e Apelo


A busca pela exaltação própria é a negação de Deus.

Ela desvia o olhar da verdade, que é Deus, e o insere no engano, que leva à desobediência, que conduz à surdez para a verdade, e, finalmente, à condenação eterna.


É necessário decidir: abandonar todo orgulho e toda exaltação própria, colocando Deus na posição que lhe é devida — adorado, obedecido, servido, custe o que custar.

Esta decisão de viver exclusivamente para Deus e adorá-Lo é, ao mesmo tempo, negar-se a si mesmo, submetendo sua vida, vontades e escolhas à autoridade e à Palavra de Deus, vivendo conforme Sua vontade, e, assim, sendo guiado pelo Espírito de Deus para a vida eterna.


Quando o homem nega a si mesmo, ele recebe a Deus, recebe a Cristo. 

A verdade se manifesta em sua vida, e ele passa a viver reconhecendo o sacrifício de Jesus:


 “E ele morreu por todos, para que os que vivem já não vivam para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.”

2 Coríntios 5:15

Portanto, é necessário negar-se a si mesmo:

não mais viver para a própria vontade, para os próprios interesses, para a própria glória, enaltecimento ou reconhecimento próprio — ou seja, o desejo de ser reconhecido e admirado pelos outros.

Abandone completamente o orgulho.

Submeta-se totalmente à vontade de Deus. Abolindo o pecado em sua vida.


Assim, você estará na verdade, com ouvidos abertos para crescer na verdade, e alcançará a vida eterna.



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