A Fábrica de Lixo — 🏭💀
Havia um lugar muito lindo, onde as pessoas viviam de forma saudável. O rio que cortava a cidade era cheio de peixes, sua água era pura e abundante, e ele sustentava toda a comunidade. Era um lugar encantador, cheio de vida e beleza.
Mas, com o tempo, foi construída uma fábrica nas proximidades, e ela começou a poluir o rio. A fábrica despejava lixo constantemente, contaminando a água, matando peixes e trazendo sofrimento para a população.
Na região vivia um homem chamado Falséde Cristão. Ele via aquele lixo acumulado no rio e sentia-se mal com a situação. De vez em quando, ele ia até o rio e retirava parte do lixo. Porém, no fundo, aquilo não adiantava muito: a fábrica continuava produzindo sujeira, e o rio permanecia poluído.
A poluição não era constante: às vezes a fábrica despejava menos lixo, e outras vezes despejava mais. Falséde Cristão continuava com seu esforço de limpeza intermitente, tentando fazer algo bom, mas sem conseguir resolver a raiz do problema.
Havia um homem que morava na região chamado João Evangelista. Ele observava a situação de Falséde Cristão e do lixo que a fábrica despejava no rio. Pensou consigo mesmo:
“O que está acontecendo aqui? Preciso investigar.”
João Evangelista foi até Falséde Cristão e perguntou:
“O que está havendo? Você limpa o lixo enquanto a fábrica continua produzindo? Vou investigar essa situação.”
A primeira coisa que João tentou descobrir foi quem criou a fábrica. Após muito esforço, ele descobriu que o criador da fábrica era um homem chamado Sartani Naz.
Mas João ainda precisava saber quem operava a fábrica no dia a dia. Ele trabalhou na investigação, observando cuidadosamente, e ficou estarrecido com o que descobriu: o operador da fábrica era o próprio Falséde Cristão.
Chocado, João Evangelista perguntou:
“Como pode, Falséde Cristão? Você limpa o lixo, mas é você mesmo que produz!”
Falséde Cristão respondeu:
“É isso mesmo. Sou eu quem trabalha na fábrica, sou o único funcionário. Mas você sabe quem é o dono da fábrica? Ah, dizem que é um homem muito bom, um cara bacana…”
João Evangelista interrompeu:
“Não, você está enganado. Não é nenhum homem bom. Quem criou a fábrica foi um homem mau chamado Sartani Naz.”
Chocado, João Evangelista perguntou novamente:
“Como pode, Falséde Cristão? Você limpa o lixo, mas é você mesmo que produz!”
Falséde Cristão respondeu:
“É isso mesmo. Sou o único funcionário da fábrica, sou servo do dono da fábrica. Mas preciso trabalhar, não tenho como deixar de produzir, é o meu sustento.”
João Evangelista pensou consigo:
“Esse homem é doido, tem algum problema na cabeça. Uma hora faz o bem, outra hora faz o mal.”
Ele investigou a condição mental de Falséde Cristão e descobriu, conversando com a família, que ele era bipolar. Uma hora fazia o bem, outra hora fazia o mal.
Determinado a resolver a situação, João Evangelista conversou com um amigo e procurou Jesus da Silva, um homem muito bom, que lembrava da época em que o rio era belo, cheio de peixes e a população vivia saudável.
Jesus da Silva tomou uma decisão: vendeu tudo que possuía e pegou o dinheiro para resgatar Falséde Cristão da fábrica de Sartani Naz, garantindo que ele não precisaria mais trabalhar ali.
João Evangelista olhou firme para Falséde Cristão e disse:
“Você é servo de Sartani Naz! Ele é um homem mau, e você participa da maldade dele. Você precisa se arrepender — mas não é arrependimento de ir lá e tirar o lixo que você mesmo produz. Você precisa se arrepender de produzir o lixo, de trabalhar para Sartani Naz. Esse arrependimento superficial não resolve nada! Você precisa sair da fábrica. Sair da fábrica de Sartani Naz.”
Então Jesus da Silva disse:
“Eu estou pegando aqui todas as minhas economias, tudo o que juntei ao longo dos anos. Estou trazendo esse valor para tirar você da fábrica. Você não vai ficar na miséria e morrer de fome e enfermidade. Esse é o meu sacrifício. Você aceita?”
Falséde Cristão respondeu:
“Aceito.”
Eles oraram por ele, e Falséde Cristão foi curado da bipolaridade, liberto de sua dupla natureza — não mais faria o bem e o mal ao mesmo tempo. Foi transformado, e agora viveria em retidão, livre da servidão de Sartani Naz.
Com João Evangelista e Jesus da Silva, eles tiraram Falséde Cristão da fábrica, oraram por ele e ele foi curado da bipolaridade. Como ele era o único trabalhador da fábrica, a produção de lixo cessou.
Com o tempo, o rio voltou à sua beleza original, os peixes prosperaram, a água ficou limpa novamente, e a população pôde viver com saúde e abundância.
Falséde Cristão entendeu a verdade: ele tinha um problema de saúde, era bipolar, e isso fazia com que ele ora fizesse o bem, ora fizesse o mal. Percebeu também que, enquanto trabalhava na fábrica, ele era servo de Sartani Naz, um homem mau, e não podia continuar servindo a ele.
Ao compreender que precisava de ajuda, Falséde Cristão recebeu a oração e foi curado da sua bipolaridade. Tudo isso só foi possível porque Jesus da Silva pagou o preço para que ele não precisasse mais servir a Sartani Naz. Esse sacrifício permitiu que Falséde Cristão não morresse de fome, não caísse na miséria, e tivesse saúde, alimentação e condições de vida dignas.
Assim, Falséde Cristão foi libertado da servidão, recebeu cura para sua doença e passou a viver fazendo apenas o bem. Todo esse processo trouxe justiça, restauração e abundância para ele e para o rio, que voltou a ser belo, limpo e próspero, sustentando novamente a vida da comunidade.
🟢 Reflexão
A história de Falséde Cristão traz à luz a realidade de um cristianismo louco, doente e enganado, que ainda serve ao diabo. Ele representa aqueles que acreditam que podem pecar, pedir perdão, se arrepender e depois voltar a pecar, achando que sua fé os mantém seguros.
O falso evangelho interpreta mal Romanos 7:15-20, dizendo que o crente está numa luta constante entre o bem e o mal. Paulo escreve:
“Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço.” — Romanos 7:19
A interpretação errada de Romanos 7:15-20 identifica quem se encontra nesse texto como o Falséde Cristão — o falso cristão. Ele é tipo bipolar: acredita que pode fazer o bem e o mal ao mesmo tempo e pensa que está numa guerra interna entre a carne e o espírito. Ele se arrepende de fazer o mal, mas volta a fazê-lo, porque o bem que ele quer fazer ele não faz, mas o mal que não quer fazer ele faz.
No entanto, a guerra entre carne e espírito existe, mas aqueles que estão em Cristo Jesus vencem a carne e não produzem mais o pecado.
É uma loucura achar que o capítulo 7 de Romanos fala a respeito do verdadeiro cristão, do cristão transformado pelo sangue de Jesus. A análise correta mostra que esse texto se refere ao homem pecador sem Cristo.
Tanto é que no capítulo 8, Paulo já apresenta o verdadeiro cristão, aquele que foi curado por Cristo:
“Quem nos livrará do corpo desta morte? Graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor!” — Romanos 8:24
O capítulo 8 mostra que o verdadeiro cristão não vive mais na carne, mas no Espírito, e que:
“Ora, os que são da carne não podem agradar a Deus.” — Romanos 8:8
Quem tem o Espírito Santo habitando nele não pode produzir pecado, porque o Espírito Santo não produz pecado.
Portanto, a diferença essencial é clara: o Falséde Cristão continua preso à natureza que produz pecado; o verdadeiro cristão é transformado por Cristo e não vive mais na carne, mas no Espírito.
Mateus 7:17-18
“Assim, toda árvore boa produz bons frutos, mas a árvore má produz frutos maus.
A árvore boa não pode dar maus frutos, nem a árvore má pode dar frutos bons.”
Lucas 6:43-44
“Pois não há árvore boa que dê mau fruto, nem árvore má que dê bom fruto.
Toda árvore se conhece pelo seu fruto; porque não se colhem figos dos espinheiros, nem se vendimam uvas de sarças.”
A partir desses textos, podemos explicar que uma mesma fonte não pode produzir água doce e água amarga, ou seja, quem tem o Espírito Santo habitando não pode produzir pecado, porque o Espírito Santo não produz pecado.
🟢 Conclusão e Apelo
Se você ainda não abandonou a fábrica que produz pecado, você está como o Falséde Cristão. Porém, hoje, nesta mensagem, João Evangelista está falando com você, te trazendo a verdade: você é servo de Sartani Naz, e você sabe quem é Sartani Naz: é aquele que faz você produzir pecado.
E não adianta você pedir perdão e depois voltar a pecar, voltar a cometer pecado. Você precisa fazer como o Falséde Cristão fez: reconheceu o sacrifício de Jesus, abandonou a fábrica, não mais serviu a Sartani Naz e foi curado.
Caso você não assuma um compromisso de fidelidade a Deus, custe o que custar, morrendo para o pecado, como diz a Bíblia:
📖 Romanos 6:2 — “Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?”
Você irá se decepcionar no último dia, acreditando que era um cristão, mas dirá a Deus:
📖 Mateus 7:22 — “Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitas maravilhas?”
E ouvirá de Deus:
📖 Mateus 7:23 (Almeida Corrigida Fiel) — “E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.”
A iniquidade é o pecado, é o mal.
📖 1 João 3:4 — “Qualquer que comete pecado também comete iniquidade, porque o pecado é a iniquidade.”
📖 João 5:28-29 (Almeida Revista e Corrigida) —
“Não vos maravilheis disto; porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação.”
👉 Portanto, decida-se hoje abandonar a fábrica e não mais servir a Sartani Naz, vivendo em fidelidade à Palavra de Deus, à Bíblia Sagrada, custe o que custar. É esta a decisão que o tornará um verdadeiro cristão e assim alcançará a vida eterna.
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