sexta-feira, 31 de outubro de 2025

A Operação no Morro e a Morte dos Criminosos 🔫👮‍♂️

 



A Operação no Morro e a Morte dos Criminosos 🔫👮‍♂️


Em certo país, havia um povo simples, trabalhador, mas profundamente oprimido. Por muitos anos, criminosos se levantaram e formaram um governo paralelo. Armados, dominavam territórios, traficavam, matavam, extorquiam, destruíam famílias e espalhavam medo. A lei existia, mas eles viviam à margem da lei — por isso eram marginais.


O governante daquele país observava sua nação sofrer. Dia após dia, mães choravam pela morte dos filhos, pais eram assaltados, famílias perdiam tudo, inocentes morriam, o medo reinava e a injustiça se multiplicava.


Até que o governante se levantou e disse:

— “Basta! Meu povo não será mais escravizado pelo crime. Hoje, a justiça entrará onde a injustiça reinou.”


Então, ele enviou suas forças para combater o mal que dominava aquelas regiões. Houve confronto, e muitos dos criminosos foram mortos. Suas armas caíram, sua força acabou, seu reinado de terror terminou.


Alguns sobreviveram e fugiram, insistindo em sua vida de iniquidade. Porém, o governante declarou:

— “Ainda que se escondam, seu dia está marcado. A justiça os alcançará.”


Assim foi naquele país:

– os inocentes foram libertos,

– a paz voltou a respirar,

– o mal foi exposto e derrotado,

– e todos viram que viver à margem da lei tem consequências.


Reflexão 🌈


Havia homens que dominavam territórios.

Traficavam, roubavam, matavam, extorquiam.

Possuíam armas, organização, poder.

E criaram um governo paralelo, fora da lei.


O povo sofria.

O medo reinava.

A sociedade estava sendo feita vítima.


O governo agiu.

Como juiz da causa do povo, exerceu sua autoridade.

Houve confronto.

A consequência da vida de crime foi a morte dos criminosos.

Eles escolheram a própria condenação.


O mesmo acontece espiritualmente.

O pecado é crime contra Deus.

Quem peca se coloca fora da lei divina.

Quem escolhe persistir no pecado se condena.

A santidade de Deus é perfeita.

A justiça de Deus é absoluta.

O castigo do pecado não é apenas a morte física, mas a morte eterna.


Mas há esperança.

Jesus é o perdão.

Ele oferece salvação para quem se arrepende.

Quem se entrega a Cristo deixa o pecado para trás.

Quem escolhe continuar no crime, contudo, escolhe a própria destruição.


A lei do mundo limita, pune e corrige.

A lei de Deus revela, julga e condena.

A justiça humana é fraca.

A justiça divina é perfeita.


> Quem desafia a lei de Deus enfrenta consequências que não podem ser evitadas.

Quem se arrepende encontra vida eterna em Cristo.

Aqueles homens morreram.

Mas antes disso, muitos foram advertidos.

Pais aconselharam.

Mães choraram.

Familiares pediram para abandonar o crime.

Amigos alertaram:

— “Essa vida vai te levar à morte. Sai disso enquanto há tempo.”


Todos sabiam o destino de quem escolhe o crime.

Alguns, talvez, mudaram de vida.

Mas a maioria não levou a sério.

Pensaram.

Refletiram.

Mas não decidiram.

Continuaram.


E a morte veio.

De repente.

Sem aviso.

Sem chance de voltar atrás.

Aquela vida só tinha um fim: a morte.


Assim acontece espiritualmente.

A humanidade vive no pecado, que é o crime contra a lei de Deus.

E, como aqueles homens, muitos são advertidos.

Deus envia Sua Palavra.

Mensageiros pregam.

A Bíblia avisa.

A consciência fala.

O Espírito Santo chama.


E a mensagem é clara:

— “Abandone o pecado. Mude de vida. Viva  para Deus.”

Mas muitos fazem como aqueles criminosos.

Ouvem.

Pensam.

Mas não se decidem.

Adiam.

Ignoram.

Continuam.


Até que a morte chega.

E quando chega, não há segunda chance.


 “O salário do pecado é a morte.” (Romanos 6:23)


A lei dos homens pune. 

A lei de Deus pune o corpo e a alma eternamente. 

Na Terra, o criminoso morre.

Diante de Deus, o pecador morrerá eternamente. Não porque Deus deseja isso, mas porque foi ele quem escolheu continuar no crime espiritual.

Há perdão em Cristo.

Há salvação.

Há nova vida.

Mas só para quem decide abandonar o pecado e obedecer a Deus enquanto há tempo. 

Depois da morte, é tarde.

O juízo é inevitável.

A sentença é eterna.

E ninguém escapa da justiça de Deus.

Muitos daqueles homens foram advertidos a abandonar a vida do crime. Pais, mães, amigos e parentes pediram para que deixassem aquele caminho. Mas não ouviram. Pensaram que o crime lhes daria dinheiro, prazer e uma vida melhor. Escolheram ignorar a lei, acreditando que o caminho mais fácil seria o melhor. Mas a morte veio, de repente, e para eles não havia mais volta.


Assim também é o pecado.

Quando você peca, desconsidera a lei de Deus para satisfazer seus próprios desejos.

Quando você peca, comete crime contra a santidade de Deus, contra o próximo e contra si mesmo.


Mas há perdão para os pecados que você cometeu.

Há perdão no sangue de Jesus Cristo.

Porém, é preciso se arrepender e abandonar o pecado.


Não faça como aqueles homens que não deram ouvidos aos alertas.

Tome uma decisão enquanto há tempo.

Diante da sociedade, você pode ser uma pessoa respeitada, mas diante de Deus, o pecado te condena. O pecado te leva ao inferno.


A Palavra de Deus diz:


📖 João 3:36

Quem crê no Filho tem a vida eterna; mas quem desobedece ao Filho não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele.”


Alguns até se arrependem do crime, mas depois voltam a cometê-lo.

Assim também acontece com aqueles que pecam: se arrependem, mas depois voltam a pecar.

É preciso abandonar definitivamente o crime, a prática de qualquer pecado, e viver em fidelidade à lei de Deus, à Sua Palavra revelada.

Arrependa-se.

Abandone definitivamente o pecado.

Assuma um compromisso de fidelidade a Deus, antes que seja tarde.

Assuma uma aliança de fidelidade com Deus, arrependendo-se do pecado e o abandonando de forma definitiva, decidindo-se a seguir os ensinos de Cristo em fidelidade. Porque a operação de Deus pode acontecer a qualquer momento em sua vida.

Deus te fala agora: você é este criminoso que pode morrer na operação — na operação de Deus.

Você pode ter boa opinião a seu respeito. Pode achar que a operação não virá agora. Pode acreditar que não será condenado.

A verdade é outra: o pecado é crime contra a lei de Deus.

Se você não reconhecer o sangue de Jesus, arrepender‑se e abandonar definitivamente o pecado, logo verá a operação de Deus sobre a sua vida — e então será tarde demais.




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O Orgulho Engana, Ensurdece e Leva ao Inferno

 


O Orgulho Engana, Ensurdece e Leva ao Inferno



Introdução


A maior tragédia da vida não é morrer, mas morrer sem conhecer a verdade. O homem, criado por Deus e livre para escolher, caminha entre dois destinos: a vida eterna ou a condenação. Porém, o orgulho cega, engana e ensurdece. Ele torna o homem incapaz de ouvir a voz de Deus e perceber o abismo à sua frente. Esta mensagem não é apenas um alerta — é o próprio Deus falando com quem ainda pode ser salvo. Quem ouvir viverá; quem rejeitar, colherá a consequência eterna de sua escolha.

Se você conseguir ouvir esta mensagem, saberá sobre o orgulho que habita no coração humano e o torna maligno; sobre o engano que aprisiona; sobre a surdez espiritual que impede a verdade; e sobre o inferno, destino final de quem mantém seu orgulho, rejeita a voz de Deus e morre sem se arrepender.


Esta mensagem não é apenas um aviso. É Deus chamando enquanto ainda há tempo.


1. O Orgulho


O orgulho é a exaltação do próprio eu. É a mentira que faz o homem acreditar que possui poder, valor e justiça em si mesmo. Mas a verdade é que tudo o que o homem tem de bom vem de Deus. O orgulho é a raiz da rebelião, porque coloca a vontade do homem acima da vontade do Criador.


Foi assim que Satanás caiu: não foi criado mau, mas tornou-se maligno quando decidiu exaltar a si mesmo. Ele desejou ser como Deus, e o orgulho o levou ao inferno.


 “Tu dizias no teu coração: ... acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono… serei semelhante ao Altíssimo. Contudo, serás levado ao inferno.”

Isaías 14:13-15


A manifestação do orgulho


O orgulho se manifesta pela desobediência.

Desobedecer é rejeitar a vontade de Deus para seguir a própria vontade.

É a criatura dizendo ao Criador: “eu sei o que é melhor para mim”.


Foi assim com Satanás.

Foi assim com Adão e Eva.

E é assim com o homem até hoje.


 “Desobedeceram porque desejavam ser como Deus.”

(Gênesis 3 — resumo do princípio do pecado)


O orgulho sempre produz o mesmo resultado: afastamento de Deus.


 “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.”

Tiago 4:6


Enquanto houver orgulho, há rebelião.

Enquanto houver rebelião, há separação.

Sem submissão, não existe salvação.

O orgulho é a natureza do diabo.

Ele é a origem de todo o mal.

Onde o orgulho entra, Deus sai.

E onde Deus não está, o destino é o inferno.


Quem escolhe sua própria vontade, rejeita a vontade de Deus.

E toda desobediência empurra a alma para longe do Criador e para dentro da condenação.


Há orgulho na sua vida?

Se houver, o fim é o mesmo que o do diabo:

queda, trevas e inferno.


2. O Engano


O orgulho produz o engano.

O engano é a mentira que parece verdade.

Ele muda o certo em errado e o errado em certo.

O que Deus condena, o enganado aprova.

O que leva ao inferno, o enganado chama de céu.


O engano é mais perigoso que a ignorância, porque o ignorante pode aprender, mas o enganado acredita que já sabe.

O enganado defende sua própria cegueira, luta pela sua própria prisão e morre crendo que está vivo.


Assim o diabo destrói:

não mostrando o mal, mas fazendo o mal parecer bem.


 “Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal.”

Isaías 5:20


Enquanto o orgulho não for destruído, o engano permanece.

E enquanto o engano permanece, o homem caminha com segurança… rumo à condenação.


A verdade liberta.

Mas ninguém pode ser liberto enquanto pensa que já está certo.


O engano só acaba quando o homem reconhece que não é deus, não é dono da verdade, e se coloca no seu lugar: criatura diante do Criador.

Quando Deus volta à posição de Senhor, o engano cai por terra, a verdade aparece, e a alma pode ser salva.

O engano só termina quando a verdade de Deus expõe a mentira do coração.

E aqui está a questão:


No que você acredita está escrito na Bíblia?

Sua certeza vem de Deus ou da sua própria mente?

A sua fé está fundada na Palavra eterna ou em sentimentos que vão morrer com você?


Porque tudo o que não está na verdade de Deus é engano.

E todo engano leva ao inferno.


O primeiro passo para encontrar a verdade é confrontar aquilo que você crê com aquilo que Deus diz.

Sem esse confronto, o engano permanece.

Mas o confronto só acontece quando o orgulho cai.

A verdade não entra em um coração cheio de si.


Somente a humildade torna o homem capaz de ouvir a Deus, reconhecer o erro e se render à verdade.

Onde há orgulho, há engano.

Onde há humildade, há luz.


Se alguém quiser fazer a vontade de Deus, conhecerá a respeito da doutrina, se ela é de Deus, ou se falo por mim mesmo.”

João 7:17


3. O Ensurdecimento 


Se o homem não ouve a verdade, como pode ser salvo?


Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.”

Apocalipse 2:7


O orgulho fecha os ouvidos.

O engano tapa a mente.

E o homem passa a ouvir apenas aquilo que confirma o seu próprio desejo.


A Bíblia diz:


Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.”

2 Timóteo 4:3-4


E esse texto não fala apenas daqueles que vivem longe de Deus.

Fala de muitos que estão dentro das igrejas:


escutam sermões

cantam hinos

carregam Bíblia

falam de Jesus


Mas não querem ser confrontados pela verdade.  Querem ouvir o que agrada, não o que transforma.

Querem palavras de conforto, não arrependimento. Querem promessa, mas não obediência.


É assim que o engano cria a surdez espiritual: o homem escuta tudo, menos Deus.


E os falsos profetas?


Muitos pensam que o falso profeta é alguém que mente de propósito. Mas a Escritura mostra algo ainda pior: o falso profeta é enganado pelo próprio engano.

Ele acredita estar certo.

Acredita que fala por Deus.

Acredita que tem ministério.

Mas sua voz não vem do Espírito — vem do orgulho.


Jesus disse:

“Acautelai-vos dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores.”

Mateus 7:15


Eles parecem santos. Parecem corretos. Parecem usados por Deus. Mas falam o que o coração das pessoas deseja ouvir, e não o que Deus ordena falar.

E quando um falso profeta fala, o engano se fortalece.

A mentira passa aparência de verdade.

O mal se veste de bem.

O pecado ganha justificativa.

E a surdez espiritual se aprofunda até o inferno.


Quem você está ouvindo?


Há dois tipos de vozes que podem preencher os ouvidos de sua alma:


 O coração fechado para Deus verdadeiro

Aquele que não escuta a verdade do Deus verdadeiro, que vive segundo sua própria mente, segundo seus próprios desejos.

Ele ouve o mundo, sua própria razão, suas emoções, ou um deus inventado — um deus feito à sua imagem, que existe apenas para justificar o pecado, o conforto e o orgulho.


 “Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade com o mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.”

Tiago 4:4


Essa pessoa não reconhece a soberania de Deus, não se submete, e caminha sem salvação.


 O falso profeta

Aquele que fala sobre Deus, que lê a Bíblia, que prega “coisas de Deus” — mas distorce o evangelho.

Ele mantém o homem no centro:


o bem‑estar do homem,


o sucesso do homem,


a exaltação do homem.


 “E não é de admirar, porque o próprio Satanás se disfarça em anjo de luz.”

2 Coríntios 11:14


Ele não exige humildade, nem abandono do orgulho.

Não chama para a obediência, nem para o verdadeiro temor de Deus.

Mantém o pecado no coração do homem e apresenta um “evangelho da porta larga”.

Ele ensurdece a alma para a verdade, e o homem, enganado, acha que está salvo.


Porque larga é a porta, e espaçosa a estrada que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela.”

Mateus 7:13


A essência do evangelho verdadeiro:

Deus é supremo, Deus é tudo, Deus deve ser honrado acima de tudo.

O homem só encontra vida eterna quando abandona o orgulho, submete‑se à vontade de Deus e vive em obediência.

 “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.”

Tiago 4:6


Qualquer pregação que permita orgulho, desobediência e autoexaltação leva ao inferno.

Quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, porém, desobedece ao Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus.”

João 3:36


4️⃣ Inferno


O inferno é o destino daqueles que mantêm orgulho, engano e desobediência.

É um lugar de sofrimento insuportável, porque é a ausência total de Deus.


Quando o homem busca glória para si, ele tira o olhar de Deus e da verdade, e se engana.

O engano leva ao pecado (queda), e o pecado resulta na condenação eterna.


A decisão cabe ao homem:


Negar o orgulho, reconhecer a soberania de Deus, submeter-se à Sua verdade, e assim ser libertado do engano e do inferno, ou


Permanecer no orgulho, no engano e na desobediência, mantendo-se preso à condenação.


A humildade é o reconhecimento da verdade: o homem não pode viver para si, mas para Deus, exaltando-O acima de tudo, obedecendo à Sua autoridade e usando sua vida exclusivamente para a glória de Deus.


 “E irão estes para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna.”

Mateus 25:46


Conclusão e Apelo


A busca pela exaltação própria é a negação de Deus.

Ela desvia o olhar da verdade, que é Deus, e o insere no engano, que leva à desobediência, que conduz à surdez para a verdade, e, finalmente, à condenação eterna.


É necessário decidir: abandonar todo orgulho e toda exaltação própria, colocando Deus na posição que lhe é devida — adorado, obedecido, servido, custe o que custar.

Esta decisão de viver exclusivamente para Deus e adorá-Lo é, ao mesmo tempo, negar-se a si mesmo, submetendo sua vida, vontades e escolhas à autoridade e à Palavra de Deus, vivendo conforme Sua vontade, e, assim, sendo guiado pelo Espírito de Deus para a vida eterna.


Quando o homem nega a si mesmo, ele recebe a Deus, recebe a Cristo. 

A verdade se manifesta em sua vida, e ele passa a viver reconhecendo o sacrifício de Jesus:


 “E ele morreu por todos, para que os que vivem já não vivam para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.”

2 Coríntios 5:15

Portanto, é necessário negar-se a si mesmo:

não mais viver para a própria vontade, para os próprios interesses, para a própria glória, enaltecimento ou reconhecimento próprio — ou seja, o desejo de ser reconhecido e admirado pelos outros.

Abandone completamente o orgulho.

Submeta-se totalmente à vontade de Deus. Abolindo o pecado em sua vida.


Assim, você estará na verdade, com ouvidos abertos para crescer na verdade, e alcançará a vida eterna.



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quarta-feira, 29 de outubro de 2025

Antes de Dizer ‘Senhor Jesus’, Entenda o Que a Palavra ‘Senhor’ Significa”

 

Título:

Antes de Dizer ‘Senhor Jesus’, Entenda o Que a Palavra ‘Senhor’ Significa”


Versículo-base:

Colossenses 2:6 – “Assim como recebestes Cristo Jesus, o Senhor, assim andai nele.”


Introdução


Na vida, todos nós já nos enganamos sobre muitas coisas, sobre coisas grandes e pequenas. Às vezes, acreditamos que algo é verdadeiro, confiamos em nossas escolhas, e só depois descobrimos que nos equivocamos. Por exemplo, você pode achar que encontrou a pessoa certa para passar a vida, casar-se com ela e, com o tempo, perceber que cometeu um grande erro — que aquela escolha não era a melhor, que havia aspectos que você não conhecia. Conhecer a verdade muda tudo, mesmo em decisões tão importantes como essa.


De forma semelhante, muitas pessoas falam sobre Jesus sem realmente conhecer o que estão dizendo. Chamam Jesus de Senhor, mas não compreendem o sentido e o significado dessa palavra, nem a exigência que ela implica.


E aqui está a grande diferença: enganos em muitas situações da vida podem ser corrigidos, mas em relação à palavra Senhor, o engano tem consequências gravíssimas. Não se trata de um erro qualquer — é algo que influencia diretamente o destino eterno, céu ou inferno. Ou seja, se você não souber o que significa a palavra Senhor, se não aplicar o verdadeiro sentido, significado e a exigência dessa palavra em sua vida, o seu destino será o afastamento eterno de Deus, ou seja, aquilo que a Bíblia chama de inferno.


Esta mensagem é a verdade de Deus. Portanto, ouça atentamente, pois ela lhe trará a verdade que pode libertar você do caminho do mal e da condenação eterna.


1. O Significado da Palavra “Senhor”


A palavra grega utilizada no Novo Testamento para “Senhor” é κύριος (kurios), que deriva de κύρος (kuros), significando supremacia, poder e autoridade.


No contexto do Antigo Testamento em grego (a Septuaginta), kurios era frequentemente o termo usado para traduzir o tetragrama hebraico Yavé (Javé), o nome de Deus.


Definições lexicais resumidas:


“Aquele a quem pertence algo ou alguém, sobre quem há poder de decidir; Senhor, mestre ou possuidor.”


“O possuidor e administrador de algo; aquele que tem controle sobre pessoas ou coisas; soberano, chefe ou dono.”


Jesus Denominado Senhor


No Novo Testamento, a palavra Senhor (κύριος, kurios) é aplicada a Jesus com pleno significado de autoridade divina. Isso significa que Ele não é apenas mestre ou guia humano, mas possui autoridade suprema sobre toda a criação.


Alguns exemplos bíblicos:


Filipenses 2:9‑11 – “Para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai.”


Romanos 10:9 – “Se com a tua boca confessares que Jesus é Senhor e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.”



O título Senhor também é aplicado a Deus Pai, como em várias passagens, indicando a unidade e divindade de Deus. Ou seja, ao chamar Jesus de Senhor, reconhecemos que Ele é Deus, compartilhando a mesma autoridade e soberania que o Pai.

 

2.  A Relação Entre a Palavra “Senhor” e a Obediência


A grande questão é: até que ponto Jesus é Senhor?


A Bíblia mostra que a palavra Senhor, quando aplicada a Jesus, tem o significado de autoridade divina, suprema, incontestável e inviolável.


A obediência a Cristo é a expressão prática desse senhorio. Quando a obediência não é total, parcial ou seletiva, estamos negando o verdadeiro sentido da palavra Senhor. Ou seja, chamar Jesus de Senhor sem obedecer plenamente é não reconhecer Sua autoridade suprema.


Reconhecer Jesus como Senhor é reconhecer Sua autoridade divina e suprema. Como nos ensina a Bíblia:

“Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu vos mando?” (Lucas 6:46)


A palavra Senhor, como vimos, representava o tetragrama, o nome de Deus. Portanto, a palavra Senhor significa Deus, e Deus significa que não podemos deixar de cumprir Sua vontade. Praticar o mal (o pecado) é não reconhecer Jesus como Senhor.


O ponto central é que, quando Jesus Cristo se fez Senhor, derramando Seu sangue na cruz para pagar pelos pecados da humanidade, Ele deve tornar-se Senhor da vida de todo aquele que deseja a salvação. Isso implica o abandono definitivo do pecado, porque, como já vimos, a desobediência nega o Senhorio de Cristo.


3.  O Senhorio de Cristo e a Necessidade de Conhecer e Fazer Sua Vontade


Para que Jesus seja verdadeiramente Senhor da nossa vida, é necessário compreender o sentido completo da palavra Senhor, que não significa apenas autoridade, mas também Mestre. Reconhecer Jesus como Senhor implica aceitá-Lo como aquele que ensina, guia e governa nossa vida.


A manifestação do Senhorio de Cristo depende de dois elementos essenciais: conhecer a vontade de Deus e praticá-la.


Conhecer a vontade de Deus é fundamental, pois quem não conhece o que Deus deseja, não pode obedecer de fato.


Fazer a vontade de Deus é a expressão prática da obediência. A obediência sem conhecimento é impossível, e o conhecimento sem ação não efetiva o senhorio de Cristo na vida.



Portanto, a vontade de Cristo vai se manifestando na medida em que O conhecemos, e a prática dessa vontade confirma Jesus como Senhor e Mestre de nossa vida. Isso exige um processo contínuo de aprendizado e aplicação, pois a vontade de Deus é que O conheçamos cada vez mais profundamente e prossigamos em segui-Lo.

Oséias 6:3 — “Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR…” 


 4. A Prática Revela a Verdadeira Teoria


O erro em relação ao conhecimento de Jesus como Senhor ocorre quando o significado da palavra Senhor não está em harmonia com a prática. A palavra Senhor não é apenas um título; ela representa autoridade suprema, mestre e possuidor da vida, e isso deve ser refletido em nossas ações e escolhas.


Quando alguém afirma que Jesus é Senhor, mas não Lhe obedece em tudo, está demonstrando um engano profundo. Esse desalinhamento entre conhecimento e prática não é irrelevante; ao contrário, conduz à condenação eterna, pois negar o senhorio de Cristo é negar Sua autoridade e desobedecer a Deus.


Exemplos bíblicos:


Abraão: Demonstrou que Jesus era verdadeiramente Senhor de sua vida ao obedecer plenamente a Deus, oferecendo seu filho em obediência total (Gênesis 22). Sua prática revelou o verdadeiro conhecimento e fé que ele possuía.


O jovem rico: Apesar de cumprir os mandamentos em parte, não entregou sua vida totalmente a Jesus. Sua prática revelou que, embora conhecesse a verdade, ele não permitiu que Jesus fosse Senhor absoluto de sua vida (Mateus 19:16‑21).


O ensino é claro: a prática demonstra o verdadeiro conhecimento de Jesus como Senhor. Ser perfeito significa obedecer a Deus em tudo, permitindo que Jesus governe cada área da vida, sem reservas. Não existe um senhorio parcial ou imperfeito.


Portanto, é necessário entender e receber a verdade sobre o senhorio de Cristo, garantindo que o significado da palavra Senhor esteja totalmente alinhado com a prática, evitando o engano que leva à condenação.

Alguém que chama Jesus de Senhor ou usa a expressão “Senhor Jesus”, mas não se arrependeu dos pecados, não abandonou-os definitivamente pelo reconhecimento do sacrifício na cruz, não foi batizado no batimento do arrependimento, não se reúne como igreja para cultuar a Deus e estudar Sua Palavra, não participa da ceia do Senhor conforme os ensinos de Jesus, ou, em resumo, não aplica na vida tudo aquilo que a Bíblia orienta, não conhece e não pratica a Palavra de Deus, está completamente incapaz de compreender o verdadeiro significado da palavra Senhor.


Essa pessoa está espiritualmente cega e endurecida, fechada pelo diabo, e, conforme já ressaltamos, está destinada ao inferno. É como falar com uma parede, um animal ou alguém totalmente insensato: Jesus só será Senhor da vida daquele que Lhe obedece plenamente. Não é possível afirmar “Senhor Jesus” de forma verdadeira se não houver entrega total à Sua vontade e obediência completa à Escritura.


Mateus 7:21 — “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor, entrará no reino dos céus; mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.” 


Mateus 15:7‑9 — “Hipócritas! Bem profetizou a respeito de vós o profeta Isaías…” falando de pessoas que honram com os lábios mas cujos corações estão longe de Deus. 


🌟 Conclusão e Apelo


Não diga que Jesus é o Senhor da sua vida. Não use a expressão “Senhor Jesus” se você não se sujeita completamente a tudo o que a Bíblia ensina e orienta. Continuar vivendo como está, chamando Jesus de Senhor, sem obedecer integralmente à Sua vontade, sem aplicar os ensinamentos da Palavra de Deus na sua vida, é um erro grave que leva à perdição.


Lembre-se do que Jesus diz: “Por que me chamais Senhor e não fazeis o que eu vos mando?”


Pergunte a si mesmo:


Você já se arrependeu dos pecados e decidiu abandoná-los definitivamente, sendo perfeito para com Deus?


Você já foi batizado no batimento do arrependimento?


Você se reúne como igreja para adorar e cultuar a Deus?

Há algo que Deus manda e você não está cumprindo?

Você já colocou como objetivo único de sua vida conhecer e fazer a vontade de Deus?

Você abandonou o orgulho e toda exaltação própria, vivendo exclusivamente para a glória de Deus?

Você tem lido e estudado a Bíblia?

Você tem pregado o Evangelho?

Você tem prosseguido em conhecer e praticar a vontade de Deus, transformando sua vida, santificando-a pelo conhecimento da biblia? 

Quando Jesus se refere a “não fazeis o que eu vos mando”, reflita: quando alguém não faz o que Jesus manda?

Resposta: quando peca.

Então, quando se peca, está deixando de fazer o que Jesus manda.

Jesus está dizendo: por que então me chamar Senhor, se você peca, se você deixa de fazer o que eu vos mando?

Jesus está dizendo: eu não sou o Senhor da sua vida.

Porque, quando você morrer, você verá que os seus pequenos erros, a sua negligência com a Palavra de Deus, sua falta de zelo com o que a Bíblia dizia, com a obra de Deus, o seu envolvimento com o mundo, e a sua não-dedicação fervorosa às coisas do Reino de Deus, na verdade, eram a negação de Jesus como verdadeiramente Senhor de sua vida, mas aí será tarde demais. 


Não se engane, amigo leitor. Você precisa urgentemente aplicar esta palavra de Deus, para que ela seja viva no seu ser, antes que seja tarde demais, o seu tempo de vida, pode terminar a qualquer momento.


É Deus falando com você. É Jesus querendo ser verdadeiramente Senhor da sua vida. Porque só aquele que tiver Jesus como Senhor será salvo.

E se em alguma destas questões a sua resposta não foi positiva, faça uma oração, fale com Deus e diga:


 “Senhor, de hoje em diante eu vou obedecer.

Eu vou viver para conhecer e obedecer tudo o que a Tua Palavra orienta.

Eu Te aceito verdadeiramente como o Senhor da minha vida.”

E que Deus te abençoe. 



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terça-feira, 28 de outubro de 2025

Encontrando o Dinheiro

 

Encontrando o Dinheiro


Paulo era um homem pobre. Vivia triste por causa da sua condição financeira. Morava numa região pobre, onde todos ao seu redor também eram pobres. A pobreza era tanta que muitos morriam de fome, de enfermidade e desabrigados.


Um dia, Paulo andava por uma região montanhosa, na esperança de encontrar algum animal para matar e comer. Enquanto caminhava, viu uma bolsa próxima a uma rocha. O volume da bolsa era grande, e isso chamou sua atenção. Ele se aproximou, pegou a bolsa e a abriu. Quando olhou dentro dela, viu que era muito dinheiro, mas muito dinheiro mesmo.

Paulo pensou: 

—  Esta foi uma grande benção de Deus para a minha vida!


Ao ver aquilo, Paulo sorriu. Sentiu-se feliz, alegre. Sua vida começou a mudar. De uma tristeza tremenda, de uma depressão profunda, ele passou ao sorriso e à alegria. Levou o dinheiro para sua casa.


Na cidade, começou a comprar. Comprou geladeira, televisão, pagando tudo à vista. Alugou uma casa nova. E como o dinheiro era muito, guardava o restante dentro de casa. Encheu a geladeira, comprou tudo que precisava, inclusive um carro novo.


Seus amigos e parentes — todos pobres — começaram a notar a mudança na vida de Paulo. Agora ele estava alegre, feliz, com casa nova, geladeira nova, comida na geladeira e carro novo. Comprou muitas coisas naquela pequena cidade.


Mas ninguém recebeu nada. Nenhum parente, nenhum amigo, ninguém. Paulo não quis dividir aquilo que encontrou. Enquanto ele vivia feliz com o dinheiro que achara, as pessoas ao seu redor continuavam sofrendo: morriam de fome, estavam nas ruas, sem casa, sem comida, e doentes por falta de dinheiro.



Certa vez, um homem o encontrou e disse:

— Paulo, você era pobre, ficou milionário, olha suas roupas bonitas, seu carro luxuoso, sua vida mudou, mas você é rico e não ajuda ninguém, não compartilha a sua riqueza!


Paulo respondeu:

— Ah, mas eu tenho ajudado, tenho dado algumas esmolas...


Ele se justificava, dizendo que ajudava, mas na verdade dava apenas pequenas esmolas, coisas insignificantes, que não resolviam absolutamente nada — apenas acalmavam sua própria consciência.


Com o passar do tempo, aquele dinheiro de Paulo começou a circular pela cidade. Foi passando de mão em mão, até chegar a uma delegacia. Lá, as autoridades descobriram algo: aquele dinheiro era falso.


Quando a polícia identificou a origem das notas, chegou até Paulo. Foram até a casa dele e disseram:

— Onde está o dinheiro?


Paulo tentou disfarçar:

— Que dinheiro?


Os policiais continuaram:

— O dinheiro com o qual você comprou tudo isso é falso.


Então Paulo foi até o local onde guardava a bolsa, pegou-a e entregou aos policiais. Foi levado à delegacia e passou a responder a um processo de investigação. Descobriram que ele havia achado aquele dinheiro que fora largado por um bando de ladrões com um chefe maior, um bandido procurado pela justica conhecido pelo codinome Luiz do Inferno que haviam deixado a bolsa ali para buscá-la depois.


Paulo teve que devolver tudo o que havia comprado. Todos os bens adquiridos foram tomados de volta. Ele perdeu tudo.


E assim, Paulo voltou à mesma vida de antes: pobre, triste, deprimido e vazio — a mesma vida que tinha antes de encontrar o dinheiro.


E assim termina esta história.


🌿 Reflexão


Muitos estão no mundo sofrendo, vazios, pobres espiritualmente.

E de repente ouvem falar de Jesus. Recebem Jesus pela declaração de confissão, como Senhor de suas vidas. São batizados no batismo do arrependimento, passam a frequentar a igreja, ler a Bíblia, orar, cultuar a Deus com os irmãos, e acreditam no Evangelho que garante a salvação através do sangue de Jesus derramado na cruz.

Mas essa grande riqueza encontrada muitas vezes não é compartilhada.

E as pessoas estão morrendo, indo para o inferno, pobres espiritualmente, mendigando a verdade.


Muitos usufruem da riqueza espiritual que encontraram, mas não compartilham.

E quando compartilham, muitas vezes é apenas uma esmola — algo como:


“Olha, Deus é bom, busque Jesus.”


Mas é algo muito incompleto, que na verdade serve apenas para enganar a própria consciência e fazer a pessoa achar que está fazendo algo.

Outros, nem isso dão — nem mesmo as esmolas espirituais.

Só que o verdadeiro Evangelho não é esse.

O verdadeiro Evangelho é de obediência total e completa a Deus.

E o que Deus manda é claro: a função da verdadeira Igreja na face da Terra é levar o Evangelho, levar a grande salvação às pessoas que estão morrendo e indo para o inferno.


Uma pessoa que é rica espiritualmente, que recebeu a salvação, mas vê as pessoas morrendo e indo para o inferno, e ainda assim não se dedica, não compartilha o Evangelho, há algo errado com essa pessoa.

Há algo errado com essa riqueza, ou com a suposta riqueza dessa pessoa.

Porque ela está em rebelião contra Deus, pois a Palavra de Deus ordena:


 “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.”

(Marcos 16:15-16)


E ainda está escrito:

 “Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor.”

(1 João 4:8)

Muitos procuram se justificar, mas na verdade buscam enganar-se a si próprios.

Porque aquele que realmente encontra o verdadeiro, aquele que realmente encontra Jesus — que é a Igreja de Cristo — ele irá gastar a sua vida para levar este Evangelho, para ganhar almas para Jesus.

Se a verdadeira riqueza é a salvação, então levar alguém a Cristo é a mais sublime expressão de amor.

Porque este é o verdadeiro amor.

E esta é a verdadeira missão da Igreja.


O dinheiro era falso 

Ainda que Paulo estivesse disposto a compartilhar aquele dinheiro com os pobres, com os necessitados, com os parentes e amigos, e com todos os necessitados que encontrasse, ainda assim, da mesma forma, uma pessoa que recebe Jesus, é batizada e começa a se agregar à igreja, se reúne com os irmãos para cultuar a Deus, para estudar a Palavra de Deus, começa a ler a Bíblia e a orar — ainda que essa pessoa pregue o Evangelho, saia às ruas e gaste a sua vida pregando — também estará perdida e enganada, caso esse Evangelho não seja o verdadeiro Evangelho.


Porque o verdadeiro Evangelho é aquele em que a pessoa morre para o pecado, morre para o orgulho, para o seu próprio “eu”, para a exaltação, e morre para o mundo. É o Evangelho que conduz a uma vida de santidade e fidelidade a Deus, custe o que custar — uma vida de alguém que foi purificado e liberto do pecado pelo sangue de Jesus, que foi poderoso para extirpar o pecado da sua vida.


Como está escrito:

 “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.”

(João 1:29)


E também:

Nós que já morremos para o pecado, como viveremos ainda nele?”

(Romanos 6:2)


Assim, Paulo poderia ter distribuído o seu dinheiro com muitos, mas mesmo assim aquelas pessoas continuariam pobres e miseráveis, porque o dinheiro não era verdadeiro. Eles estariam enganados.


E assim também acontece com muitos, que pensam ter encontrado o verdadeiro Evangelho, mas que na verdade enganam-se — uns nem sequer o pregam, e outros o pregam, mas pregam enganados e enganam aos outros, porque o Evangelho que receberam é um Evangelho falso, assim como o dinheiro encontrado por Paulo.

Paulo achou que tivesse encontrado a grande bênção de Deus para a sua vida, mas, na verdade, foi Luís do inferno que deixou aquilo lá.

Assim, muitos pensam ter encontrado a Cristo, estarem no caminho da salvação, mas seguem um falso Evangelho deixado pelo diabo. Seguem, na verdade, a religião e não o verdadeiro Evangelho, que, como foi dito, é o abandono definitivo do pecado, do orgulho e da exaltação própria, para uma vida de fidelidade a Deus, fidelidade aos ensinos de Jesus que estão na Bíblia, serviço, louvor e adoração a Ele.


Se Paulo estivesse com o coração reto diante de Deus, teria identificado aquela situação. Ele teria devolvido aquele dinheiro e buscado saber a origem dele.


Assim também é com aquele que deseja fazer a vontade de Deus de verdade: ele vai buscar na Bíblia identificar a origem de qualquer mensagem. Esta é a fonte do verdadeiro Evangelho.


Aquele dinheiro, entretanto, não exigia esforço, trabalho, dedicação, suor ou sacrifício. Mesmo sendo enviada de Deus a salvação, sendo exclusivamente uma bênção vinda de Deus para o homem, através do sacrifício de Jesus, a salvação exige esforço, luta, dedicação e fidelidade.


E tudo isso implica que o cristão vai passar por lutas, provações, dificuldades, sofrimentos, para permanecer fiel a Deus, conforme a Bíblia relata.


O Evangelho falso é aquele da porta larga, e não da porta estreita.


 “Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; estreita é a porta, e apertado o caminho que conduz à vida, e poucos são os que a encontram.”

(Mateus 7:13-14)


Portanto,  o verdadeiro Evangelho não é algo fácil, ou sem esforço. O caminho é estreito, apertado, e exige um compromisso total com Deus, com fidelidade, renúncia e obediência.

Desde os dias de João Batista até agora, o Reino dos Céus é tomado à força, e os violentos o tomam de assalto.”

(Mateus 11:12)


🔹 Conclusão e Apelo


Esta não é uma mensagem religiosa, mas Deus falando com você.

Ele fala através da Sua Palavra, que é a Bíblia.

Esta é a revelação de Deus, e Ele está falando com você para que você não seja enganado.


Assim como Paulo acreditava estar rico, mas depois descobriu que estava enganado, Deus não quer que você entenda isso depois de morrer estando no inferno.


Você precisa, hoje, compreender que o verdadeiro Evangelho, a verdadeira riqueza, é aquela vinda de Deus, mas que exige fidelidade, sacrifício, esforço, dedicação e serviço a Deus.


Como alguém que não prega o Evangelho pode dizer que está seguindo o verdadeiro Evangelho?

Como alguém que ainda não expurgou de forma definitiva o pecado em sua vida pode dizer que é lavado e remido pelo sangue de Jesus?


Não se engane.

Paulo foi enganado porque o seu coração não era reto diante de Deus.

Ele não buscou a origem daquele dinheiro, porque estava mais preocupado com a sua própria vida do que com a verdade.


Você precisa reconhecer a verdade, que Deus é Deus, e por isso precisa ser submisso a Ele, custe o que custar.

Você precisa pautar a sua vida na Bíblia, que é a revelação de Deus.


É preciso conhecê-la a fundo e viver para cumpri-la. Caso contrário, você será como Paulo: enganado, achando que é rico, mas na verdade é um miserável.


Que Deus abençoe a sua vida e que esta Palavra possa transformá-la, colocando-a no verdadeiro caminho que leva à vida eterna.



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domingo, 26 de outubro de 2025

A Bíblia irá Prevalecer.


Título da mensagem:

A Bíblia irá Prevalecer. 


Versículo base:

Disse Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; e ninguém vem ao Pai senão por mim.” (João 14:6)


Introdução 

Deus é bom, Deus é tudo, mas muitos fogem ao ouvir falar Dele ou do nome de Jesus, porque o inimigo odeia este nome e teme o poder que nele há. Não há como se relacionar verdadeiramente com Deus sem ouvi-Lo. Assim como não é possível se relacionar com uma pessoa sem ouvi-la, também não é possível se relacionar com Deus. Deus é pessoal e se revela em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.


Desde a criação, o diabo agiu para que a voz de Deus não fosse ouvida e obedecida, ou seja, para que não prevalecesse. Mas o desejo próprio e o orgulho impediram que a Palavra de Deus prevalecesse na vida de Adão e Eva. E assim, o homem tomou o caminho do engano. Por isso, as pessoas continuam caminhando enganadas, vivendo segundo seus próprios desejos, sem permitir que a voz de Deus prevaleça em suas vidas.

Se a Palavra de Deus não prevalecer na vida de alguém, este não poderá se relacionar verdadeiramente com Deus, estará no engano, afastado de Deus, que é a verdade. E o destino é afastado de tudo que é bom. É o inferno, onde o tormento, o sofrimento, o desespero e tudo que é ruim se manifestarão de uma maneira tão intensa, insuportável, que não há palavras que possam definir tamanho horror.

Por isso, ouça o que Deus quer falar com você. Não permita que o seu desejo próprio e o orgulho o impeçam. Que a Palavra de Deus prevaleça em sua vida. Que a verdade prevaleça.



🟦 Ponto 1 – O orgulho e o desejo próprio impedem que a Palavra de Deus prevaleça em sua vida. 


O desejo próprio e o orgulho impedem que Jesus — que é o caminho, a verdade e a vida — dirija a tua vida. E, quando isso acontece, o engano se manifesta. O diabo se aproveita da disposição do ser humano em priorizar sua própria vontade, mantendo um sentimento de orgulho que faz com que a Palavra de Deus não tenha o peso e o valor que lhe é devidos.

Adão e Eva tinham ouvido a Palavra de Deus, mas o Diabo colocou algo que impediu que a Palavra de Deus prevalecesse na vida deles. Quando o Diabo disse: “Se comerem do fruto, sereis conhecedores do bem e do mal”, o verbo “ser” aponta para o desejo de ser por si mesmos, de ter destaque próprio.

Eles queriam ser, queriam um lugar de destaque, queriam honra e glória para si mesmos. E este orgulho é o mesmo orgulho que levou à queda de Lúcifer, do próprio Diabo. O orgulho desvia o coração do homem, impedindo que a Palavra de Deus tenha autoridade e prevaleça na sua vida. E quando a Palavra de Deus não prevalece, o que prevalece é o engano.

A Palavra de Deus, que é Jesus, só poderá prevalecer em sua vida quando você matar o seu eu — o desejo próprio, o orgulho e a vontade de buscar destaque e glória para si mesmo. Somente ao abrir mão do “eu” é que Jesus poderá ser verdadeiramente o seu mestre, guiando a tua vida com autoridade e verdade.

Quem ama a sua vida perde-a; mas aquele que odeia a sua vida neste mundo preservá-la-á para a vida eterna.” João 12:25

Já não vivo eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, que me amou e se entregou a si mesmo por mim.” (Gálatas 2:20)


Ou você vive a sua vida, ou vive a vida de Cristo.

Não há como conciliar os dois. Não é possível misturar a sua vontade com a vontade de Deus, nem colocar um pouco da sua vontade e um pouco da vontade de Cristo. Ou é você, ou é Cristo. A vida verdadeira só se manifesta quando Cristo vive em você, dirigindo cada pensamento, cada escolha e cada ação. Negar o próprio eu é o caminho para que a vontade de Deus prevaleça e a Palavra de Deus tenha autoridade em sua vida.

Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. (Mateus 16:24)

Portanto, o seu eu é inimigo de Cristo, é a expressão do orgulho, é a manifestação do diabo. Ele te enganará e conduzirá ao inferno, a menos que o Eu Sou, que é Deus, seja a sua vida.”


🟦 Ponto 2 – O que é aceitar Jesus como seu mestre


Para que uma pessoa receba a salvação, é necessário morrer e nascer de novo. Morte do eu, do orgulho e da própria vontade, para que Cristo nasça em você. Essa decisão de se entregar a Cristo, de conhecê-Lo e buscar fazer a vontade de Deus, conduz à obediência e à transformação de toda a vida — é o ensino de Cristo.


Quando você decide seguir Jesus, reconhecendo Seu sacrifício na cruz, entendendo que nasceu pecador e condenado pelo pecado de Adão, e aceita esse sacrifício, abandonando o pecado e escolhendo viver para conhecer e fazer a vontade de Deus, você está aceitando Jesus como o senhor da sua vida, seu salvador e mestre.


Jesus passa, então, a ser o guia de sua vida, ensinando Sua vontade para que você possa obedecer, e conduzindo-o pelo caminho da verdade e da vida eterna.


Em verdade, em verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o Reino de Deus.” (João 3:3)

 “O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito.” (João 3:6)


Quando alguém morre e nasce de novo, nasce zerado. Assim como um bebê recém-nascido não traz consigo filosofias, valores ou aprendizados anteriores, o cristão que nasce de novo começa do zero. Ele deixa de viver segundo o mundo, seus próprios valores e princípios, e passa a viver segundo Jesus Cristo, de acordo com o que está revelado na Bíblia.


A Bíblia é a fonte de toda a informação a respeito de Deus, pois é inspirada por Ele, e nela encontramos a verdade que guia a vida do cristão transformado. 

Se alguém ainda se apega ao passado, às tradições do mundo ou aos próprios desejos, é porque não nasceu de novo. Nascer de novo significa morrer para o eu, abandonar os valores e princípios humanos e passar a viver totalmente segundo Cristo, guiado pela Palavra de Deus.


Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.” (2 Coríntios 5:17)

 “Portanto, desejai, como meninos recém-nascidos, o leite racional, não falsificado, para que por ele cresçais para a salvação.” (1 Pedro 2:2)


🟦 Ponto 3 – Sujeição ao ensino de Cristo pela Igreja


A pessoa que segue Jesus deve ser aprendiz e discípula, submetendo-se ao ensino de Cristo, transmitido pela Igreja. Deus deixou na Igreja apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres para instruir, corrigir e conduzir o povo no caminho da verdade.


A Bíblia diz que o discípulo entende que a instrução e a correção são essenciais para crescer na fé e na santidade. Porém, o orgulhoso rejeita a instrução, porque o orgulho impede de reconhecer a necessidade de aprender. Ele prefere seguir sua própria vontade e permanece no engano, afastado da verdade.

Versículos de referência:

 “E ele mesmo deu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo.”

(Efésios 4:11-12)


 “Obedecei a vossos pastores e sede submissos a eles; porque velam por vossas almas, como quem há de dar conta delas; para que o façam com alegria, e não gemendo, porque isso não vos seria proveitoso.”

(Hebreus 13:17)


“O princípio da sabedoria é o temor do Senhor; os insensatos desprezam a instrução.”

(Provérbios 1:7)


 “Quem ama a disciplina ama o conhecimento, mas o que odeia a repreensão é estúpido.”

(Provérbios 12:1)


“Portanto, ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos. Amém!”

Mateus 28:19-20

Mas aquele que não deseja, como recém-nascido, o leite espiritual, que é o ensino de Cristo, não nasceu de novo, porque toda criança que nasce deseja ardentemente o leite. Se você não deseja o ensino de Cristo com ardor, é porque o orgulho, o seu eu e os próprios desejos impedem que você seja como um bebê, que renasceu e anseia pelo ensino de Deus.


🟦 Ponto  4 – O prevalecer da Palavra de Deus

O Espírito Santo de Deus conduz o ser humano à verdade e ao ensino da Palavra de Deus, fazendo com que a Palavra prevaleça em sua vida. Por outro lado, o diabo age para combater a Palavra de Deus, trazendo engano, falsos ensinos e interpretações distorcidas da vontade de Deus.


A pessoa recebe o Espírito Santo de Deus através do novo nascimento — pela morte do eu, do orgulho e da própria vontade, permitindo que apenas a vontade de Deus prevaleça. Quem não se submete a isso não recebe o Espírito de Deus, porque Ele é dado somente àqueles que Lhe obedecem:


E nós somos testemunhas destas coisas, e também o Espírito Santo, que Deus deu àqueles que lhe obedecem.”

Atos 5:32 – Almeida Revista e Corrigida (ARC)


Quem está guiado pelo Espírito Santo tem a verdade, conhece a vontade de Deus e vive conforme a verdade clara. Quem não recebe o Espírito por não abrir mão da própria vontade, do orgulho e do eu, será envolvido pelo engano e não se sujeitará à verdade da Palavra de Deus, conforme a Bíblia alerta:

…dissensões e heresias…”

Gálatas 5:20 – Almeida Revista e Corrigida (ARC)


 “…e os que fazem estas coisas não herdarão o Reino de Deus.”

Gálatas 5:21 – Almeida Revista e Corrigida (ARC)


Por isso, a Igreja deve estar unida na mesma doutrina, pois onde há divergência na doutrina, constitui-se uma ação do diabo.

Ninguém pode ir contra a Palavra de Deus, pois ir contra ela é ir contra Deus. A Palavra de Deus deve prevalecer na sua vida. Caso contrário, você será opositor a Deus.


🟢 Conclusão e Apelo


A Palavra de Deus precisa prevalecer na sua vida e na vida de todo aquele que deseja a salvação. Para isso, é necessário:


A morte do eu, do ego, do orgulho e do desejo próprio;

O novo nascimento, que só é possível àqueles que se sujeitam à morte da própria vida;

Negar-se a si mesmo, permitindo que Deus seja a sua vida, o seu propósito e o seu Mestre;

Em consequência, haverá o batismo, que representa a morte do velho homem e o arrependimento verdadeiro;

Congregação na igreja, pois o ensino de Cristo vem através da igreja;

Concordância e aprendizado, pois quem tem o Espírito Santo de Deus é elevado à verdade;

Comunhão com a verdadeira igreja e estudo da Palavra de Deus;

Desejo ardente de conhecer e viver conforme o ensino da Palavra de Deus.


Tome esta decisão hoje: arrependa-se dos pecados, seja batizado, participe da igreja, estude a Bíblia e receba o ensino da Palavra de Deus. Deseje ardentemente o conhecimento e permita que a Palavra de Deus prevaleça em sua vida.

✨ Entenda que você jamais pode se opor àquilo que Deus diz.

Deus não abre mão da Sua vontade, e não se sujeita àquilo que é contrário a Ela.

Você precisa se sujeitar à vontade de Deus, pois somente assim a Palavra d’Ele prevalecerá em sua vida. Nada substitui a necessidade de fidelidade à Bíblia, não se engane. 

Caso contrário, no inferno você conhecerá e entenderá que jamais poderia se opor a Deus, pois ninguém resiste à Sua soberania, e toda rebeldia contra a Sua Palavra leva à condenação eterna.



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sexta-feira, 24 de outubro de 2025

Não seja alienado. Você precisa saber quem é o Iníquo.



Não seja alienado. Você precisa saber quem é o Iníquo
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Texto base:

2 Tessalonicenses 2:8 — “Então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo sopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda”


Introdução

Talvez você já tenha aprendido muitas coisas nesta vida. Mas se ainda não conhece o fundamental — quem é Jesus Cristo, o céu, o inferno, o modo correto de viver e o que acontecerá com você após a morte, diante de Deus — você está alienado.
É como quem procura a chave de uma lixeira, mesmo tendo à mão a chave de um tesouro.A chave para a vida eterna é o conhecimento a respeito de Deus.E este é o tema que vamos tratar: algo essencial que você precisa saber. A verdade vem da Bíblia, vem de Deus, o Deus da Bíblia.Esta é a sua oportunidade, o seu momento para encontrar a chave que leva ao céu.
Você precisa saber quem é o Iníquo.


 Significado Etimológico e Bíblico do Iníquo

Origem e etimologia grega:
A palavra grega usada no Novo Testamento para “iníquo” é ἀνόμος (anomos)
.a-: prefixo de negação, que significa “não” ou “sem”.nomos: lei.
Significado literal: “sem lei” ou “contrário à lei”.

Significado bíblico

O Iníquo é aquele que não se submete à autoridade da lei de Deus. 

É quem pratica a iniquidade.Essa insubmissão nasce num coração que não reconhece a autoridade e a importância da Palavra de Deus, o que também é não reconhecer quem Deus é. 

A iniquidade começa no coração antes mesmo de qualquer atitude exterior, mas naturalmente leva às ações decorrentes desse estado interior.

Outros termos usados para o Iníquo

Em algumas passagens, o iníquo é traduzido como “injusto”, mantendo a ideia de oposição à justiça e à autoridade de Deus.





O que é o pecado segundo a Bíblia?

Na Bíblia, especialmente em 1 João 3:4, encontramos três formas de entender o pecado:

Quem comete pecado comete iniquidade
O pecado é a desconsideração da lei de Deus, uma condição interior que rejeita a autoridade divina.

Pecado como transgressão da lei
Refere-se ao ato de violar os mandamentos de Deus, quebrando Seus preceitos.  


Pecado como rebeldia
Indica a atitude consciente e deliberada de resistência contra a vontade de Deus.Essas três perspectivas mostram que o pecado abrange a condição interna, as ações e a postura do coração diante de Deus



O que é o Iníquo?


O Iníquo é, simplesmente, aquele que peca. A Bíblia deixa claro que o Iníquo é quem comete o pecado, manifestando-se em desobediência, transgressão da lei de Deus e rebeldia contra Sua vontade.


O pecado é desobediência à vontade de Deus

O pecado é sempre a desobediência à vontade de Deus, independentemente de a pessoa saber ou não que está desobedecendo.A Bíblia deixa claro que Deus tomará vingança daqueles que não conhecem a Deus (Romanos 2:12-16).

Isso quer dizer que,  sem conhecerem a lei de Deus, essas pessoas vivem em transgressão — pois vivem sem lei para elas mesmas, mas não diante de Deus.

Para quem não conhece a Deus, parece que não há desobediência — afinal, para elas, não há lei. Mas, diante de Deus, essa condição é pecado, porque desobedecem à Sua vontade objetiva e santa.

Portanto, ignorar a lei de Deus não exclui ninguém do pecado; todos que vivem afastados da vontade divina estão em rebeldia e sujeitos ao juízo de Deus.

Unidade doutrinária e comunhão 

Versículo-chave (1 João 1:7):
“Se andarmos na luz, como Ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado.”


A comunhão verdadeira não é mera convivência; é o alinhamento doutrinário com a verdade revelada por Deus.

A ausência de comunhão na doutrina revela rebeldia e transgressão da lei de Deus, ou iniquidade.

A fidelidade à Palavra de Deus produz unidade, purificação dos pecados e vida comunitária harmoniosa.Divergências doutrinárias não são apenas conflitos teológicos; são sinais de desvio da vontade de Deus e comprometem a purificação pelo sangue de Cristo.Portanto, manter a doutrina correta é fundamental para a comunhão autêntica e para a purificação espiritual.  


Em outras palavras 

As pessoas não podem ser guiadas por suas próprias interpretações ou opiniões em relação à doutrina. Devem ter o temor de Deus e andar em comunhão com a verdade e com a verdadeira igreja, buscando sua base na Bíblia. Somente assim encontrarão o entendimento correto da vontade de Deus.

Quem está disposto a fazer a vontade divina precisa conhecer essa vontade na Palavra, mesmo que isso exija sacrifícios. O Espírito Santo guiará à verdade aqueles que buscarem sinceramente a vontade de Deus. Caso contrário, a divergência doutrinária é sinal de transgressão da lei e iniquidade, que afastam da comunhão e impedem a purificação pelo sangue de Cristo. 



⚠️ Deus não abre mão da Sua vontade


É um erro as pessoas acharem que podem viver, pensar, sentir e agir contrariamente à vontade de Deus, ou seja, contrariar o que está claramente declarado na Bíblia.

É um engano acreditar que se pode discordar dos mensageiros de Deus que pregam a verdade, pois isso equivaleria a discordar de Deus e se rebelar contra Ele.

O erro de não conhecer e não obedecer à vontade de Deus, revelada nas Escrituras, leva à condenação eterna. Essa condenação é proporcional ao que esse erro representa, ou seja, é ir contra Deus, negar quem Ele é e rebelar-se contra Sua autoridade. 

João 3:36 (Tradução Almeida Revista e Atualizada - ARA)
“Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece.

”2 Tessalonicenses 1:8-9 (Tradução Almeida Revista e Atualizada - ARA)
da parte daquele que é poderoso para destruir os que não conhecem a Deus e os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus. Estes sofrerão punição eterna, afastados da face do Senhor e da glória do seu poder,”


O Pecado é um Estado da Alma

O pecado é um estado da alma.
É quando a pessoa concebe a possibilidade de não obedecer a Deus.
Esse estado é, em sua essência, um estado de rebelião.

Tudo o que a pessoa faz nesse estado de desobediência é pecado, porque já não procede de submissão à vontade de Deus, mas de resistência a ela.

Por isso, a Bíblia declara:  

 “Todas as coisas são puras para os puros, mas para os corrompidos e infiéis nada é puro...”
Tito 1:15


E também em 1 João 3:8:

 “Quem comete o pecado é do diabo, porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo.”



Portanto, quem ainda não decidiu-se por um compromisso de fidelidade à Palavra de Deus, que é a Bíblia Sagrada, ainda não recebeu Jesus como o Senhor de sua vida.
E, por isso, está em pecado.

Quem produz pecado está, na verdade, atestando, declarando e comprovando que não tem o Espírito Santo de Deus, porque o Espírito Santo não produz pecado.

Como está escrito:

 “Porventura, pode uma fonte jorrar do mesmo manancial água doce e água amarga?”
(Tiago 3:11)



🛑 A Verdade de Quem São os Iníquos


O iníquo não é apenas o anticristo, mas todos aqueles que pecam, independentemente de reconhecerem ou não que o que fazem é pecado.

Você que pensa estar andando corretamente diante de Deus; que obedece, já foi batizado, frequenta a igreja, ora e lê a Bíblia; você que abandonou a mentira, deixou de falar palavrões e renunciou à vida alcoólica; você que tem procurado aprender e transformar a sua vida, mas que ainda não reconheceu a impossibilidade de não obedecer a Deus em tudo, saiba: você ainda é iníquo.

A iniquidade não se manifesta apenas nas ações externas, mas, sobretudo, na disposição interior do coração. Ela está presente quando há, no íntimo, a falta de submissão total à autoridade da Palavra de Deus. Enquanto permanecer no ser humano a ideia de que é possível, em algum aspecto, não obedecer plenamente a Deus, a iniquidade continuará existindo.

Abraão era um homem que andava com Deus e que possuía experiências profundas com o Senhor. No entanto, foi somente quando demonstrou obediência plena — sendo fiel ao ponto de estar disposto a imolar o seu próprio filho — que Deus, do céu, declarou conhecer verdadeiramente o temor que habitava em seu coração. Foi naquele momento que se confirmou que Abraão não apenas cria em Deus, mas o temia e lhe era completamente submisso.

Então disse: Não estendas a tua mão sobre o moço e não lhe faças nada; porque agora sei que temes a Deus, e não me negaste o teu filho, o teu único filho.”
(Gênesis 22:12 — Almeida Revista e Atualizada)

Aquilo que você pensa a seu respeito é uma coisa; mas aquilo que Deus, o Deus da Bíblia, diz sobre quem você realmente é — isso sim é o que importa. É o que prevalece. Porque a verdade não está no que o homem pensa de si, mas no que o Criador revela sobre ele.

O seu destino eterno não é aquilo que você pensa ser, mas aquilo que o Deus da Bíblia afirma.

Muitos que foram batizados no batismo do arrependimento se reúnem como igreja, lêem a Bíblia, oram, pregam e ensinam a Palavra de Deus. No entanto, no último dia se decepcionarão, pois descobrirão que eram iníquos, porque nunca extinguiram a iniquidade — que é o pecado — de suas vidas.

O fato de seguirem rituais ou realizarem ações inerentes a uma pessoa cristã não os torna verdadeiramente cristãos, caso ainda mantenham em seus corações a concepção de que podem, em algum ponto, não obedecer a Deus.

Como está escrito:

 “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.”
(João 1:29)



A palavra traduzida como “tira” no texto grego é αἴρει (airei), que significa eliminar, extirpar, remover completamente. Portanto, o Cordeiro de Deus elimina totalmente o pecado daqueles que O recebem plenamente.

Portanto, aqueles que ainda pecam, aqueles que ainda têm concebida a possibilidade de não obedecer a Deus em tudo, ainda não têm Jesus como o Senhor de suas vidas, pois o Cordeiro de Deus não tirou o pecado que ainda habita neles.

Como está escrito:

 “Nós, que já morremos para o pecado, como viveríamos ainda nele?”
(Romanos 6:2)



Portanto, aqueles que ainda não morreram para o pecado se decepcionarão no último dia, pois ouvirão de Deus que são iníquos, estando em rebeldia à Palavra de Deus.

A iniquidade é pecado, e o pecado só é produzido porque não há o Espírito Santo habitando na pessoa, pois o Espírito Santo jamais produzirá pecado.

Por isso, aquele que peca, ou seja, que comete iniquidade, tem sua natureza corrompida. Ele é o iníquo, é o anticristo, o iníquo que ainda não morreu para o pecado, que não foi convencido pelo sacrifício de Jesus, o Cordeiro de Deus, a eliminar o seu pecado.
É de extrema importância que você entenda: o coração do homem é enganoso.
Muitos acreditam que não estão em pecado, que estão bem com Deus e que terão a vida eterna.

No entanto, somente uma reflexão profunda, acompanhada de um sentimento genuíno de humildade e honestidade, um desejo sincero de buscar, avaliar, aprender e dedicar-se inabalavelmente à vontade de Deus, poderá permitir que você escape do engano do próprio coração, evitando assim, no último dia, achar que estará com Deus e ser decepcionado ao ouvir de Deus:
 “Apartai-vos de mim, vós que ainda praticais o pecado, ou seja, a iniquidade”.

Aqueles que se negam a buscar o conhecimento da vontade de Deus, que se opõem àquilo que é manifesto como a vontade de Deus e respaldado na Bíblia, e que se recusam a colocar em prática essa vontade revelada nas Escrituras, demonstram sua própria loucura.

Eles não compreendem sua insensatez, pois afrontam a Deus, negando-lhe autoridade sobre suas vidas, poder, honra, glória e adoração.

Como consequência, caminham para o inferno, para o sofrimento eterno, o tormento insuportável e perpétuo, afastados de Deus.



Conclusão e Apelo 


Caro amigo leitor, isto não é uma mensagem religiosa. Isto é uma forma de Deus falar com você, porque daqui a alguns dias você se defrontará com uma realidade: a sua morte e a continuação da sua eternidade.

Você se encontrará junto com aqueles que mudaram drasticamente sua forma de vida, vivendo segundo os ensinamentos de Jesus Cristo, conforme estão na Bíblia, ou junto com aqueles que continuaram a viver sem essa mudança drástica.

Em suas mentes e, principalmente, em seus corações, esses últimos não conceberam a necessidade de obedecer plenamente aos ensinos de Cristo, não reconheceram que a obediência total a Deus era essencial, e não colocaram em prática a fidelidade absoluta que Ele exige.


A mente do homem se engana, mas a Bíblia é a verdade que permanecerá para sempre, pois ela é Deus falando conosco. 


Reconheça agora que você é um iníquo, pois ainda peca, comete a iniquidade.

Arrependa-se hoje, para que amanhã você não venha a ouvir a palavra mais dura, que ecoará aos seus ouvidos por toda a eternidade:

“Apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.”




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quinta-feira, 23 de outubro de 2025

Quem são os separados de Deus?


Quem são os separados de Deus?


Versículo Base 

Por este menino orava eu; e o Senhor atendeu à minha petição, que eu lhe tinha feito. Por isso também ao Senhor eu o entreguei, por todos os dias que viver, pois ao Senhor foi pedido. E adorou ali ao Senhor.   1 Samuel 1:27,28



🌿 Introdução


Refletir e considerar a verdade sobre o destino eterno é algo de uma importância e urgência que não podem ser expressas por palavras. Não há termo humano que alcance a dimensão dessa realidade.


Porém, há uma cegueira sobrenatural que impede o homem de compreender o óbvio — de viver racionalmente, consciente da eternidade para a qual foi criado. O ser humano foi feito por Deus com plena capacidade de entender, discernir e raciocinar, mas sua condição moral e espiritual foi corrompida. Em consequência, perdeu o senso daquilo que é essencial, trocando o infinito pelo passageiro, o eterno pelo efêmero, o tudo pelo nada.


Essa incapacidade de perceber o que é fundamental não é apenas uma falha da mente, mas um estado espiritual de alienação — uma venda posta de forma sobrenatural, que impede o homem de enxergar a verdade.


Por isso, esta mensagem vem com o propósito de restaurar a razão, remover a cegueira e devolver ao homem a consciência da verdade eterna. Pois somente por meio dessa verdade o ser humano pode reencontrar o sentido original para o qual foi criado e compreender o destino eterno que o aguarda.


✝️ A Construção da Figura dos Santos


Na cultura religiosa formada ao longo dos séculos, surgiu a figura dos chamados santos. Essa construção se baseia na percepção de que existem pessoas cuja dedicação e intensidade em relação a Deus ultrapassam a normalidade. São indivíduos que demonstram uma entrega excepcional à pessoa de Deus e às coisas que pertencem a Ele.


Em muitos contextos religiosos, tais pessoas são veneradas, consagradas e elevadas como exemplos, recebendo um reconhecimento especial por sua vida de devoção e sacrifício. Tornam-se, assim, ícones de fé, símbolos visíveis de uma comunhão profunda com o divino.


Noutra forma de construção religiosa, a ideia dos santos não surge ao longo do tempo, mas é tomada diretamente das Escrituras Sagradas. Nessa compreensão, os santos são aqueles que, pela fé e pela obediência, se consagram a Deus e vivem segundo a Sua vontade. Ainda assim, são igualmente vistos como pessoas distintas — homens e mulheres cuja vida revela uma intensidade espiritual acima da maioria.


Em ambas as concepções, o santo é reconhecido como alguém que vive em um nível de dedicação superior, voltado inteiramente para Deus e para a verdade que procede d’Ele.


📖 A Verdade a Respeito dos Santos


A verdade sobre os santos não pode ser confundida com as construções religiosas formadas ao longo do tempo. Nessas concepções, os santos são vistos como pessoas que possuem, por natureza, um dom especial, uma característica própria que os distingue da maioria, como se tivessem nascido com uma capacidade espiritual superior.


Mas essa ideia é uma distorção. É uma construção humana e maligna, porque desvia o entendimento da verdade revelada por Deus.


Na realidade, a santidade não é um dom particular nem uma qualidade natural, mas uma condição espiritual necessária a todos os que desejam a vida eterna. É uma condição que identifica o verdadeiro filho de Deus, caracterizando-o como apto a estar em comunhão com o Criador.


Ser santo é possuir a condição espiritual que torna o homem capaz de viver em comunhão com Deus — a mesma comunhão perdida pela desobediência, mas restaurada por meio da verdade.

Assim, a santidade é o que o torna capaz de entrar no Reino dos Céus, pois sem ela ninguém verá o Senhor.

Ser santo não é uma condição exclusiva a alguns, mas uma ordem de Deus a todos.

Está escrito:

 “Sede santos, porque Eu sou santo.”

(1 Pedro 1:16 / Levítico 11:44)


📖 Quem São os Santos Segundo a Bíblia


Na Bíblia, os santos não são pessoas com dons especiais ou características naturais superiores, nem indivíduos exaltados por construções humanas. Os santos são aqueles que respondem à chamada de Deus, que obedecem à Sua Palavra e vivem separados do pecado.


Vale observar que existem duas construções incorretas sobre os santos: alguns acreditam que os santos são apenas aqueles mencionados na Bíblia, e outros que são pessoas com características especiais, consagradas ao longo do tempo pelo sistema religioso. A verdade, porém, é revelada pelas Escrituras: ser santo é uma condição de obediência e separação do pecado, possível a todos os que respondem a Deus.

Efésios 1:1 – Paulo se dirige “aos santos que estão em Éfeso, fiéis em Cristo Jesus”. Aqui vemos que os santos são identificados pela fé em Cristo, não por mérito pessoal.

Hebreus 12:14 – “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.” A santidade é apresentada como necessária para ver o Senhor — portanto, essencial para a salvação.

Apocalipse 22:11 – “Aquele que é injusto, faça injustiça ainda; aquele que é sujo, suje-se ainda; e aquele que é justo, faça justiça ainda; e o santo, santifique-se ainda.” O chamado à santidade é contínuo, indicando que a santidade é um processo de obediência e separação do pecado, que define quem terá comunhão com Deus.


Portanto, somente os santos serão salvos, porque a salvação exige santidade: viver separado do pecado, obedecer à Palavra de Deus e permanecer fiel a Ele. A Bíblia é clara: não há salvação sem santidade; não há comunhão com Deus sem obediência; e não há vida eterna sem a transformação que a santidade proporciona.


Ser santo não é uma condição exclusiva a alguns, mas uma ordem de Deus a todos.

Está escrito:

Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.”

(Hebreus 12:14)


🟦 O Que Ser Santo Exige


Significado etimológico:

Santo significa separado e consagrado a Deus.


Exemplo bíblico de consagração:

Um exemplo claro de consagração é Ana e seu filho Samuel:


Ana fez uma promessa a Deus de que, se tivesse um filho, ele seria consagrado a Deus para toda a vida (1 Samuel 1:11).


Samuel era tudo para Ana, mas mesmo assim ela abriu mão dele e o entregou para Deus, consagrando-o definitivamente.


Assim, devemos abrir mão de nossa própria vida e consagrá-la definitivamente e exclusivamente a Deus.

A Figura da Consagração de Samuel Representa


Assim como Samuel foi separado e consagrado exclusivamente a Deus, a salvação representa essa consagração. Consagrar-se a Deus significa ser de Deus, separado para Deus, e é o que todos precisam ter. Da mesma forma que Samuel deixou uma condição para assumir outra, precisamos entregar nossa vida completamente a Deus.


O que precisamos deixar e alcançar


Para viver essa consagração e alcançar a salvação, precisamos:


1. Morte para a natureza com que nascemos


Todos nós nascemos pecadores, afastados de Deus, e essa condição precisa ser transformada. Não podemos mais viver segundo nossa natureza carnal, mas precisamos passar para uma nova vida, uma natureza espiritual, assim como Samuel recebeu uma vida nova quando foi entregue ao serviço de Deus. A morte para o pecado não é apenas simbólica; é um compromisso, uma aliança de fidelidade a Deus. O salmista declara:

"No pecado fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe" (Salmo 51:5).


A bênção que Ana recebeu a inspirou a entregar Samuel, que era tudo para ela — ele era a sua vida — e consagrá-lo a Deus. Assim também devemos entregar nossa própria vida, que é tudo o que temos, ao Senhor. O sacrifício de Jesus, que pagou nossos pecados e nos possibilitou a vida eterna, deve nos motivar a entregar nossa vida completamente a Ele. Cristo morreu e ressuscitou para que não vivêssemos mais para nós mesmos, mas para Ele, e essa é a essência da nossa salvação.


2. Abandono do mundo


O mundo já é maligno, e suas tradições, valores e padrões nos afastam de Deus. Devemos nos separar disso e viver exclusivamente para o reino de Deus, assim como Samuel. Ele deixou sua vida comum e foi totalmente dedicado ao serviço divino; nós também devemos deixar os padrões do mundo e viver segundo os valores e princípios de Deus, sendo diferentes de tudo o que o mundo oferece. Como está escrito:


 "Não ameis o mundo, nem as coisas que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele" (1 João 2:15).


3. Vida exclusivamente para a glória de Deus


Devemos abandonar o orgulho e a vaidade, não buscando reconhecimento ou exaltação pessoal. Samuel viveu para Deus, e nós devemos viver da mesma forma, buscando apenas que Deus seja exaltado. O orgulho é a natureza do diabo, e precisamos eliminá-lo completamente da nossa vida. Como diz a Bíblia:


 "Porquanto, qualquer que a si mesmo se exaltar será humilhado, e aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado" (Lucas 14:11).


Devemos entender que não somos nada sem Deus, e essa natureza de humildade verdadeira, buscando somente a glória de Deus, é que nos fará verdadeiramente santos.


4. Viver para conhecer e fazer a vontade de Deus


Isso implica uma vida diária de leitura e exame da Bíblia, fundamentando nossas ações, sentimentos e decisões na Palavra de Deus. Devemos nos posicionar como Samuel, não buscando nossa própria vontade, mas vivendo para cumprir a vontade de Deus em tudo. Como Jesus disse:

 "Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna; e são elas que de mim testificam" (João 5:39).

"Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a educação na justiça, para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra."


Nosso sentimento deve ser viver segundo a vontade de Deus, e não segundo nossos próprios desejos ou conveniências. Somente esse sentimento nos levará a examinar continuamente a palavra de Deus e nos fará santos. 


🟦 Conclusão e Apelo


A decisão da sua mente, por Deus, pela verdade que é exposta, fará com que a venda que cega o seu entendimento seja removida. Assim, você será capaz de enxergar a necessidade absoluta da verdade em sua vida, compreendendo que o apego ao temporário, ao insignificante, ao maligno, é o que o afastará da vida eterna, levando à condenação eterna.


Não permita que o seu eu fale mais alto do que a verdade de Deus. A revelação de Deus leva você ao que é fundamental e divino: à vida eterna, à santidade, à consagração a Deus, e ao entendimento claro desta realidade da vida — a opção entre o eterno e o passageiro, a opção entre a vida eterna e a condenação, a opção entre Deus e você, entre a vida de Deus e a sua vida.


A opção por Deus, e não por você mesmo, fará com que a cegueira espiritual seja desfeita. Assim, você compreenderá a santidade e será capaz de:


Morrer para a natureza com que nasceu, abandonando a natureza pecadora.

Abandonar o mundo, separando-se de seus padrões e valores contrários a Deus.

Abandonar a glória para si próprio, vivendo exclusivamente para a glória de Deus.

Viver para conhecer e fazer a vontade de Deus, fundamentando toda a vida na obediência à Sua Palavra.

Somente assim você será santo e separado para Deus, alcançando a vida eterna, que é o tudo de bom, a essência da vida, e a única motivação para existir: estar para sempre com Deus nesta vida e por toda a eternidade.


⚠️ Cuidado


O diabo, o orgulho, o seu eu, a sua vontade, a comodidade e a carnalidade são laços, são um campo minado do maligno para enlaçar, prender e cegar, afastando-o da verdade, de Deus e da salvação. Portanto, não seja negligente quanto à sua salvação. Entenda que ser santo exigirá esforço, luta, guerra e determinação, e que você não poderá se desviar em nenhum momento da sua vida, observando tudo conforme está escrito.

"Portanto, seja santo, separado para Deus, e não separado de Deus."

Versículo:

"Esforça-te e sê muito corajoso, para teres o cuidado de fazer conforme toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; não te desvies dela nem para a direita nem para a esquerda, para que prudentemente te conduzas por onde quer que andares. Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes, medita nele de dia e de noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo o que nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem-sucedido."

Josué 1:7-8 (ARA)



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