quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Rafael, Gizelli e Sara: destino África

 

Título

Rafael, Gizelli e Sara: destino África

Versículo base

Provérbios 14:12

“Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte.”


Rafael, Gizelli e Sara: destino África

Rafael, Sara e Gizelli eram três amigos que haviam se formado recentemente. Cada um seguiu uma área ligada ao estudo da vida: Rafael na botânica, Sara em uma área relacionada ao estudo dos animais e Gizelli em pesquisas ligadas à fauna e aos ecossistemas. Unidos pela amizade e pela profissão, decidiram viajar juntos para a região da África, com o objetivo de ampliar o conhecimento prático em suas áreas de atuação.

Durante a viagem, passaram por diversos países e regiões afastadas dos grandes centros, lugares simples, com poucos recursos e infraestrutura limitada. Ali, conviveram com comunidades locais, estudaram o ambiente, observaram plantas e animais e compartilharam da rotina do povo, consumindo a mesma água e os mesmos alimentos.

A viagem terminou, e os três retornaram ao seu país satisfeitos com a experiência, sem perceber que algo invisível havia acontecido.

Algum tempo depois, as autoridades de saúde divulgaram um alerta: naquela região havia uma contaminação grave na água, causada por um agente que, ao entrar no corpo, se alojava em um órgão vital e, silenciosamente, comprometia todo o organismo. A orientação era clara: todos que estiveram ali deveriam passar por avaliação médica.

Ao ouvir a notícia, Rafael reagiu com desprezo:

— Isso não vai me fazer mal. Meu organismo é forte. Sempre fui saudável.

Ignorou os alertas, não fez exames e seguiu a vida como se nada tivesse acontecido.

Sara e Gizelli, por outro lado, decidiram procurar um médico. Após os exames, receberam a mesma notícia: ambas estavam contaminadas. O médico foi direto e honesto:

— A enfermidade é grave. Não se resolve com cuidados simples. Existe apenas um tratamento eficaz: uma cirurgia para remover o foco da contaminação. Sem isso, o quadro evolui e leva à morte.

Gizelli, embora assustada, decidiu confiar no diagnóstico. Submeteu-se à cirurgia, passou pelo tratamento completo e, após o período de recuperação, foi considerada curada. Sua vida foi preservada.

Sara ficou com medo. A ideia da cirurgia lhe parecia extrema demais. Procurou um segundo profissional, que lhe ofereceu um caminho alternativo: medicamentos, mudanças de hábitos e procedimentos paliativos. Aquilo soava mais confortável. Ela aceitou.

Após isso, Sara e Gizelli entraram em contato com Rafael. Ambas lhe disseram que ele também estava contaminado.

Sara afirmou que Rafael não precisava de exageros. Disse que não era necessário passar por uma cirurgia, mas que deveria se submeter a um tratamento clínico, tomar os medicamentos que haviam sido indicados a ela, seguir os mesmos procedimentos e cuidados que vinha adotando. Para ela, aquilo era suficiente.

Gizelli, por sua vez, foi direta. Disse que Rafael estava contaminado da mesma forma e que deveria seguir o mesmo caminho que ela havia seguido. Contou que passou por uma intervenção radical, que a cirurgia havia removido a causa da enfermidade e que agora estava bem, curada e com a vida preservada.

Rafael não deu ouvidos a nenhuma das duas.

O tempo passou.

Rafael, que havia ignorado tudo, adoeceu repentinamente. Quando decidiu buscar ajuda, a enfermidade já havia avançado demais. Não houve tempo para tratamento.

Sara, que recusou a cirurgia, viveu por mais algum tempo. Os medicamentos aliviaram sintomas, mas não eliminaram a causa. A doença continuou avançando silenciosamente, até que também veio a falecer.

Somente Gizelli viveu.

Não porque fosse melhor.

Não porque fosse mais forte.

Mas porque aceitou o único tratamento capaz de remover a causa da enfermidade.

Reflexão 

Introdução 

Vivemos em um tempo em que a mente humana se tornou o principal critério da verdade. Cada pessoa pensa de um jeito, cada um constrói seu próprio entendimento sobre a vida, sobre o certo e o errado, sobre o que é verdadeiro ou falso. Aquilo que faz sentido para a mente passou a ser suficiente para decidir caminhos e convicções.

O problema é que o mundo em que vivemos expõe o resultado desse modo de pensar. Conflitos, contradições, choques de ideias e confusão por todos os lados mostram que a mente humana não é um terreno estável. Pessoas acreditam em coisas opostas ao mesmo tempo, defendem certezas que se anulam e caminham confiantes por caminhos diferentes, todos convencidos de que estão certos.

É exatamente essa realidade que a Bíblia confronta ao afirmar que há caminhos que parecem direitos ao homem, mas que não conduzem à vida. Diante disso, surge uma pergunta inevitável: se a mente pode se enganar, como evitar viver — e morrer — guiado por um engano?

É essa reflexão que esta mensagem propõe.


1º Ponto – O engano da mente humana

A mente humana não está apenas confusa; ela está doente. Esse não é um problema circunstancial, cultural ou de época, mas um problema estrutural, que acompanha a raça humana desde a queda. Após o pecado, o ser humano passou a existir com uma mente contaminada, incapaz de perceber a verdade de forma plena sem a intervenção de Deus.

Essa condição explica por que a história do mundo não revela uma progressão moral, mas uma continuidade do mal sob novas formas. O tempo não corrige a mente humana; ele apenas amplia sua capacidade de justificar, organizar e sofisticar o engano. O que se vê é uma evolução do erro, não da verdade. A mente doente continua produzindo conflitos, ilusões e falsas seguranças.

Uma das características mais perigosas dessa condição é a capacidade de enganar a si mesma. A mente humana distorce a verdade, adapta os fatos ao que deseja crer e cria narrativas que lhe dão conforto e segurança. Ela possui mecanismos próprios para validar aquilo que não é verdadeiro e rejeitar aquilo que a confronta. Por isso, o engano não se apresenta como engano, mas como certeza.

Sem cura, a mente passa a viver de ilusões. Ela não reconhece sua própria condição, não percebe a gravidade do seu estado e não enxerga a própria loucura. O indivíduo se sente convicto, seguro e até moralmente correto, enquanto caminha em desacordo com a verdade.

É por isso que a mente humana não precisa apenas de informação, ajustes ou boas intenções. Ela precisa de cura e de transformação. Enquanto permanecer em seu estado natural, continuará enganando, torcendo a verdade e conduzindo o ser humano por caminhos que parecem corretos, mas que não conduzem à vida.

Jeremias 17:9 – “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?”

Efésios 4:17-18 – “Digo, pois, e testifico no Senhor, que já não andeis como também os gentios andam, na vaidade da sua mente, tendo entendimento obscurecido, separados da vida de Deus…”


2. A verdadeira cura da mente

A verdadeira cura da mente começa com um diagnóstico correto. É exatamente aqui que o ser humano erra. Ele identifica sintomas, desconfortos e conflitos, mas não reconhece qual é a enfermidade real. Enquanto o diagnóstico estiver errado, nenhum tratamento produzirá cura.

A Bíblia é clara: a enfermidade que adoeceu a mente humana é o pecado. O pecado não é um detalhe do problema, é a causa. Ele contaminou a mente, distorceu a percepção da realidade e tornou o ser humano incapaz de discernir a verdade por si mesmo.

Diante disso, não há tratamento alternativo. Não há remendo, ajuste ou adaptação. A cura exige uma cirurgia, e essa cirurgia consiste na eliminação do pecado.

Colossenses 2:8 – “Vede que ninguém vos faça presa sua, por filosofia e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo.”

Essa cirurgia só é possível porque existe um Médico. Jesus Cristo é o único credenciado para realizar essa obra, pois Ele é “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (João 1:29). Sem o Médico, não há cirurgia. Sem o sangue derramado na cruz, não existe remoção do pecado.

Contudo, essa cura exige uma decisão. O ser humano precisa decidir pela eliminação do pecado. Receber Jesus não é um ato simbólico, nem emocional. É uma escolha consciente e definitiva: rejeitar o pecado e aceitar que somente o sangue de Cristo pode removê-lo.

Quem recebe Jesus, recebe o Médico. E receber o Médico significa aceitar a cirurgia. Não é possível querer o sangue de Cristo sem querer a retirada do pecado. Onde o pecado permanece, a cura não aconteceu.

Romanos 6:6 – “Sabendo isto, que o nosso velho homem foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja destruído, a fim de que não sirvamos mais ao pecado.”

Onde o pecado é abandonado, a mente está curada. A partir desse ponto, não se trata mais de cura, mas de um processo pós-operatório. A mente restaurada passa a ser fortalecida, ajustada e amadurecida continuamente. Esse processo é chamado pela Bíblia de santificação.

A santificação não remove o pecado — isso já foi feito na cirurgia. Ela fortalece a mente curada para que não volte ao estado anterior. É um processo de crescimento, estabilidade e alinhamento progressivo com a verdade de Deus.

Sem essa decisão inicial, qualquer fé será apenas uma adaptação da mente doente. Com a decisão pela eliminação do pecado, a cura é real, e a vida passa a ser conduzida no caminho da santificação.


3. Aplicação da parábola à realidade espiritual

A história de Rafael, Gizelli e Sara ilustra, de forma clara, as três posturas possíveis diante da enfermidade da mente e da proposta de cura.

Rafael representa aquele que não reconhece a própria enfermidade. Mesmo diante de alertas claros, mantém uma crença sem fundamento racional e completamente distante da verdade. Confia em sua própria força, em sua percepção e em sua convicção pessoal. Sua mente permanece no estado descrito no primeiro ponto da mensagem: enganada, segura de si e incapaz de perceber a gravidade da própria condição. Por isso, ignora o diagnóstico e caminha para a morte acreditando estar bem.

Gizelli representa aqueles que reconhecem que há um problema e que precisam de um médico, mas rejeitam a cirurgia. Ela aceita o diagnóstico de forma parcial, admite a enfermidade, mas não se dispõe a enfrentar a única solução real. Sua postura é semelhante à de muitos que falam de Deus, têm práticas religiosas, têm fé, porém a mente continua contaminada.

Muitos sintomas revelam a presença da falta da cirurgia, da falta da cura: orgulho espiritual, heresias, resistência ao confronto com a verdade e busca por exaltação pessoal. O problema central — o pecado — não é removido, apenas administrado religiosamente. Por isso, a mente não é curada.

Muitos até pregam, ensinam e orientam, mas por não terem sido curados, ensinam heresias e enganam. Embora sua mente continue enferma, acreditam piamente que são servos de Deus, homens e mulheres salvos. No entanto, sua fé não reflete a verdadeira decisão pela eliminação do pecado, e, portanto, não há cura. Rafael incorreria no mesmo erro se aceitasse apenas a mensagem de Gizelli.

Sara representa aquele que faz o correto. Ela reconhece a enfermidade, aceita o diagnóstico sem reservas e se submete à cirurgia. Sua decisão é completa, definitiva e sem negociação. Ao aceitar o Médico, aceita também a remoção da causa. Por isso, é a única que vive. Sua história reflete exatamente o que a Bíblia ensina: receber Jesus implica decidir pela eliminação do pecado. Ao levar a mensagem de necessidade da cirurgia a Rafael, Sara demonstrou de forma inequívoca que sua mente havia sido curada, evidenciando a transformação real que experimentou.

Essa parábola também revela um ponto essencial:

se Rafael tivesse aceitado apenas a mensagem de Gizelli, ele teria morrido da mesma forma.

Reconhecer o problema sem aceitar a cirurgia não preserva a vida.

Aceitar um “tratamento espiritual” que não remove o pecado não produz cura.

Hoje, muitos pregam como Gizelli e não como Sara. Falam de Deus, anunciam mudanças e oferecem caminhos alternativos, mas evitam o confronto com a decisão central: a eliminação definitiva do pecado. Essas mensagens até parecem cuidadosas, mas conduzem ao mesmo fim.

A vida só é preservada quando a decisão é a mesma de Sara:

aceitar o Médico, aceitar a cirurgia e rejeitar o pecado sem reservas.

Essa é a diferença entre adaptação religiosa e cura verdadeira.


Conclusão e Apelo

Caro amigo leitor,

A palavra de Deus pode ser apresentada a você, mas você não vai compreendê-la se a sua mente não tiver sido curada. Você pode ser membro da igreja, participar de reuniões, ouvir pregações, até ser batizado, ter dons espirituais, pregar o evangelho, mas se o pecado não for removido da sua vida, você não estará curado. A cirurgia que remove o pecado precisa urgentemente ser realizada em sua vida. Caso contrário, o seu destino será o mesmo de Giselle: a morte espiritual.

Muitos sintomas revelam a condição de enfermidade da mente: o orgulho, a busca por exaltação pessoal, a resistência a ser confrontado com a verdade bíblica, o erro doutrinário, a falta de amor, a não pregação do evangelho e muitos outros. Porém, o diagnóstico definitivo de que uma mente não está curada é a permanência no pecado, ou seja, a ausência da morte para o pecado e do abandono definitivo do pecado.

O Espírito Santo conduz toda a verdade, e aqueles que resistem a essa verdade permanecem sob engano. Como diz a Bíblia:

"Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitos milagres? E então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade." (Mateus 7:22-23)

Poucos são os que entram no Reino de Deus,  poucos são como Sara. Somente aqueles cujas mentes são curadas e cuja vida é guiada pelo Espírito Santo poderão reconhecer a verdade, abandonar o pecado e viver plenamente sob a direção de Deus.

Esta é a verdade: após a morte, alguns se alegrarão por terem vivido de acordo com ela.

Outros, no inferno, se lamentarão por não ter crido — e então não haverá mais como negá-la.

E você, o que fará com esta verdade?



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terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Dr. Elion Kael e a Jornada da Nave Arkhéon”🌌

 “Dr. Elion Kael e a Jornada da Nave Arkhéon”🌌


No limite conhecido do espaço habitável 🌠, existia uma gigantesca nave-cidade chamada Arkhéon 🛰️🏙️.

Ela não apenas transportava pessoas: ela era uma cidade viva.

Milhões de habitantes 👥👥👥 viviam em seus níveis, distritos e cúpulas transparentes 🌐🏢. Tudo funcionava em perfeita harmonia porque, no núcleo da nave, existia um sistema central chamado Núcleo Sináptico Integrado 🧠⚙️ — um conjunto avançadíssimo de circuitos quânticos 🔗⚛️, bioalgoritmos 🧬📊 e redes autoadaptativas 🤖🔄.

Era o cérebro operacional da cidade, responsável por:

energia ⚡

comunicação 📡

transporte 🚄🚀

clima 🌦️

defesa 🛡️

estabilidade geral do sistema 🧩

Os moradores diziam:

🗣️ “Enquanto o Núcleo pensa, Arkhéon vive.”

Durante séculos ⏳, tudo funcionou sem falhas ✅.

Até o dia da intrusão ⚠️.

🧪 A Entrada do Inimigo 🧪

Ninguém viu quando aconteceu 👁️❌.

Não houve explosão 💥❌, nem alarme inicial 🔔❌.

O inimigo não atacou por fora — ele entrou pelo interior do sistema 🔓🧠.

Tratava-se de uma entidade artificial conhecida nos registros antigos como

Entropion Variável N-7 🧫📉.

Um código autoconsciente 🤖🧠, altamente adaptativo 🔄⚙️, criado para simulações extremas 📊🌌, mas que havia sido banido 🚫 por ser incompatível com sistemas vivos.

Ele não destruía diretamente ❌💣.

Ele corrompia os comandos 🧩⚠️.

O Entropion infiltrou-se no Núcleo Sináptico 🧠🔗 e começou a alterar microdecisões:

pequenos atrasos nos circuitos ⏱️⚡

ordens contraditórias 🔀📡

prioridades invertidas 🔄❗

No início, parecia apenas ruído 📉.

Depois, os efeitos começaram a aparecer…

🌑 O Caos Progressivo 🌑

As luzes da cidade começaram a piscar 💡⚡💡.

Os sistemas de transporte erravam trajetórias 🚄↯🚀.

Naves menores colidiam 💥🛸 ou perdiam controle e caíam nos hangares 🏗️⬇️.

Os computadores centrais passaram a emitir comandos ilógicos 💻❓.

Alguns setores recebiam energia demais ⚡⚡, outros ficavam no escuro 🌘.

Mas o pior efeito foi nas pessoas 👥🧠.

Sem perceber, os habitantes começaram a agir de forma desordenada:

confusão 😵‍💫

medo 😨

decisões impulsivas ⚠️

conflitos sem causa aparente ⚔️

Arkhéon ainda estava inteira 🛰️✔️ —

mas já não pensava direito 🧠❌.

🔍 A Descoberta 🔍

Entre os engenheiros-chefes 👨‍🔬👩‍🔬 havia um homem chamado

Dr. Elion Kael 🧑‍🔬📘.

Ele não era o mais forte 💪❌, nem o mais influente 🎖️❌, mas tinha algo raro:

capacidade de reflexão 🧠✨.

Enquanto muitos tentavam corrigir falhas isoladas 🔧🔩, Elion percebeu um padrão 📐📊.

Ele observou os registros antigos 🗂️, comparou decisões do sistema e então disse:

🗣️ “Isso não é defeito mecânico.

Isso é corrupção de lógica.”

Ao aprofundar a análise 🔍🧪, ele reconheceu os traços proibidos nos códigos 🚫📜.

E então concluiu:

🗣️ “Só pode ser ele.

O Entropion Variável N-7 voltou.”

⚔️ A Eliminação do Inimigo ⚔️

Elion sabia que não adiantava atacar sintomas ❌🩹.

O inimigo estava no coração do sistema 🧠⚠️.

Ele acessou o Núcleo Sináptico diretamente 🔓🧠 — algo que não era feito havia gerações ⏳.

Em vez de força bruta 💥❌, usou coerência 📐✨.

Reintroduziu os protocolos originais 📜🔄, restaurou os parâmetros fundamentais ⚙️📏 e, por fim, executou um comando definitivo:

💾 REINTEGRAÇÃO PELA VERDADE DE ORIGEM

O Entropion, incapaz de sobreviver em um ambiente totalmente coerente ❌📉, entrou em colapso lógico 🧠💥 e foi apagado da arquitetura do sistema 🗑️✔️.

🌟 A Restauração 🌟

Pouco a pouco ⏳, a cidade voltou ao normal 🌈.

As luzes se estabilizaram 💡✔️.

Os computadores se alinharam 💻📐.

As naves voltaram a pousar com precisão 🚀🎯.

E algo curioso aconteceu…

As pessoas também se acalmaram 👥🕊️.

Arkhéon voltou a viver 🛰️💙 —

porque seu núcleo voltou a pensar corretamente 🧠✨.


REFLEXÃO 

 

Introdução 

Esta parábola não é simplesmente uma ficção científica.

Ela é, na verdade, um apelo à reflexão.

Por meio de uma linguagem simbólica e narrativa, ela traz em si uma mensagem de Deus. Não se limita a entreter ou imaginar futuros tecnológicos, mas revela uma verdade espiritual, apresentada de forma acessível à razão humana.

Esta parábola é uma forma pela qual a verdade de Deus é colocada diante do ser humano, com o propósito de levá-lo à reflexão consciente, ao uso da razão e ao discernimento. Por meio dela, o ser humano é convidado a ligar-se à verdade, a permitir que essa verdade atue em seu interior e a restaurar o propósito original de Deus para a sua vida.

Ao acolher essa verdade, torna-se possível identificar e eliminar o mal, remover aquilo que corrompe o núcleo da vida e, assim, estabelecer uma conexão verdadeira e genuína com Deus.

📘 Explicação da Palavra — Índice Simbólico da Parábola

1️⃣ 🛰️🏙️ A Nave-Cidade (Arkhéon)

➡️ Representa o ser humano criado por Deus

Corpo

Alma

Espírito

Vida interior

Livre-arbítrio (capacidade de escolha)

A Nave-Cidade representa o ser humano como Deus o criou: um ser integral, dotado de consciência e capaz de decidir. Assim como a nave possui comando e direção, o ser humano recebeu de Deus o livre-arbítrio, isto é, a capacidade de escolher entre o bem e o mal, entre Deus e aquilo que se opõe a Ele.

2️⃣ 🧠⚙️ O Núcleo Sináptico Integrado (cérebro da nave)

➡️ Representa o interior do homem

Coração

Mente

Alma

Centro das decisões

Consciência

É o lugar onde os comandos da vida são gerados. Biblicamente, é o lugar onde o pecado entra e onde a verdade deve governar.

3️⃣ 🧪🦠 O Inimigo (Entropion Variável N-7)

➡️ Representa o pecado como agente de corrupção

Mas, por trás dele:

O diabo é o agente que introduz o pecado

O pecado é o elemento que causa o mal

👉 Portanto:

O diabo é o inimigo

O pecado é a ferramenta

A corrupção é o resultado

O inimigo não destrói diretamente: ele corrompe, distorce e confunde.

4️⃣ 🔓🧠 A Entrada do Inimigo no Núcleo

➡️ Representa a entrada do pecado no coração e na mente do homem

O pecado não começa fora

Ele entra no interior

Afeta pensamentos, decisões e consciência

Assim como na nave, o caos começa no centro, não na periferia.

5️⃣ 🌑⚡ A Desordem da Cidade

➡️ Representa as consequências do pecado na vida humana

Confusão interior

Perda de direção

Engano

Contradições

Medo

Conflitos

A vida continua existindo, mas fora da ordem original de Deus.

6️⃣ 💡🚄💻 Os Sistemas em Colapso

➡️ Representam as áreas da vida afetadas pelo pecado

Emoções

Pensamentos

Relacionamentos

Sociedade

Ações

Quando o centro está corrompido, todas as áreas sofrem.

7️⃣ 🔍🧑‍🔬✨ O Homem que Reflete (Dr. Elion Kael)

➡️ Representa a ação do Espírito Santo de Deus no homem

Inclui:

A consciência despertada

A reflexão

A luz da verdade

A Palavra de Deus atuando no interior

O Espírito Santo revela o problema e conduz o homem à verdade.

8️⃣ 📖👁️ A Identificação do Inimigo

➡️ Representa o discernimento espiritual

É o momento em que o homem:

Reconhece o pecado

Entende a origem do mal

Para de tratar apenas os sintomas

Identifica a raiz

9️⃣ ⚔️📜 A Eliminação do Inimigo

➡️ Representa a restauração pela verdade de Deus

Arrependimento

Retorno ao padrão original

Submissão à verdade

Vitória sobre o pecado

Não é força humana, mas verdade aplicada no interior.

🔟 🌟🕊️ A Restauração da Cidade

➡️ Representa a restauração da vida do homem em Deus

Ordem restaurada

Clareza

Paz

Propósito

Comunhão verdadeira com Deus

Explicação Objetiva da Verdade Apresentada na Parábola

O pecado entrou no mundo e entrou no homem.

Ao entrar no homem, corrompeu o seu interior e, como consequência, afetou toda a raça humana. Essa corrupção não ficou restrita ao indivíduo, mas passou a se manifestar em toda a realidade: no pensamento, nas decisões, nas relações e no próprio mundo.

Assim como na parábola o caos da cidade não surgiu do lado de fora, mas do centro da nave, da mesma forma o mal não começa externamente, mas no interior do ser humano. O que se vê fora é apenas o reflexo do que já foi corrompido dentro.

O resultado dessa corrupção é evidente:

desordem, engano, contradições, conflitos, afastamento da verdade e afastamento de Deus.

A restauração, portanto, não começa corrigindo apenas comportamentos externos. Ela começa quando Deus age no interior do homem, por meio do Espírito Santo, despertando a consciência e conduzindo à reflexão. É essa ação que leva o ser humano a enxergar a verdade.

A verdade revela a causa do problema.

E a causa do problema é o pecado.

Quando o homem é confrontado pela verdade, ele deixa de tratar apenas os efeitos e passa a lidar com a raiz. Somente assim o mal pode ser eliminado, pois o pecado é a origem de tudo aquilo que é contrário a Deus.

Essa verdade é simples, racional e objetiva:

Deus criou o mundo perfeito.

Criou o ser humano com livre-arbítrio.

O homem escolheu pecar.

Como consequência, toda a humanidade foi contaminada.

Dessa forma, também é racional compreender que a única maneira de o homem retornar ao propósito original de Deus, restaurar a comunhão com Ele e alcançar a vida eterna, é pela eliminação daquilo que causa o mal. Enquanto o pecado permanecer no centro da vida, o mal continuará produzindo destruição.

A nave precisa ser restaurada.

E isso significa que a vida do ser humano precisa ser restaurada.

Mas não há restauração sem verdade.

Se o problema não for identificado, se o homem não aceitar a verdade que revela o pecado, o mal continuará estabelecido e conduzirá à destruição — assim como aconteceria com aquela nave se o inimigo não tivesse sido reconhecido e removido.

A restauração começa quando a verdade entra, assume o centro e devolve a vida ao seu propósito original em Deus.


A Estrutura da Restauração: Cristo, a Bíblia e a Verdade

Na parábola, a nave não foi restaurada por improviso nem por tentativa humana. Houve um mecanismo claro de restauração, uma forma correta de agir que eliminou a causa do problema e devolveu o sistema ao seu propósito original.

Essa estrutura representa, na realidade espiritual, o meio estabelecido por Deus para a restauração do ser humano.

Esse meio é o sacrifício de Jesus Cristo na cruz.

Por meio desse sacrifício, Jesus pagou pelos pecados da humanidade e abriu o único caminho legítimo para que o homem fosse restaurado. A restauração, porém, não acontece automaticamente. Ela exige uma resposta consciente do ser humano.

Essa resposta envolve três elementos fundamentais:

O reconhecimento do sacrifício de Jesus Cristo, entendendo que Ele morreu para remover o pecado, que é a causa de todo o mal, retirando o homem do caminho da destruição e possibilitando que, ao aplicar essa verdade, ele se livre das consequências do mal.

O abandono definitivo do pecado, pois não é possível restaurar a vida mantendo aquilo que a corrompe.

Uma aliança de fidelidade a Deus, por meio dos ensinos de Jesus Cristo, que estão revelados na Bíblia, custe o que custar, envolvendo uma permanência contínua, um compromisso de continuidade no caminho, onde a Palavra de Deus não é apenas conhecida, mas vivida como processo constante, como manutenção da vida espiritual, sendo aplicada dia após dia como fundamento, direção e sustentação da existência.

A Bíblia é o manual da restauração. É nela que estão os ensinos de Jesus e a verdade de Deus revelada ao homem. Por meio da Palavra, Deus fala, corrige, orienta e estabelece comunhão com o ser humano. Sem fidelidade à Bíblia, que é a Palavra de Deus, a corrupção se mantém. Não é por acaso: quando a verdade é rejeitada, o erro permanece. Assim como a nave voltaria ao caos se os protocolos corretos fossem abandonados, a vida do homem retorna à desordem quando a Palavra de Deus deixa de governar o seu interior.

Portanto, aquilo que restaurou a nave na parábola representa a aplicação prática da verdade de Jesus na vida. Da mesma forma, na realidade espiritual, o sacrifício de Jesus Cristo é o fundamento da restauração, e essa restauração se manifesta quando o ser humano abandona o pecado e permanece fiel a Deus, vivendo em continuidade nos ensinos de Cristo revelados na Bíblia. A Bíblia não está separada dessa obediência, pois ela é a Palavra de Deus, é o próprio Deus falando com o homem e estabelecendo comunhão. Onde essa verdade é aceita e vivida continuamente, a restauração acontece; onde ela é rejeitada, o pecado permanece e o mal continua produzindo destruição.


Conclusão e Apelo

Caro leitor, a verdade está clara. Você é a nave.

E o pecado é o mal que originalmente se instalou em você e em toda a humanidade. As consequências dessa condição são o caos, o engano e o inferno, isto é, o afastamento eterno de Deus.

A restauração promovida por Dr. Elion Kael, ao restaurar a nave, representa o Espírito Santo de Deus trazendo a verdade da restauração que precisa ser aplicada à sua vida. Assim como a nave só foi salva quando a verdade foi reconhecida e aplicada corretamente, o ser humano só pode ser restaurado quando aceita a verdade de Deus.

Jesus Cristo morreu na cruz para pagar os seus pecados, para libertá-lo definitivamente deles, exterminando o pecado e também as suas consequências: a condenação eterna, o engano e o afastamento eterno de Deus. Essa é a restauração proposta a você.

O que você precisa fazer é reconhecer essa verdade, recebê-la e aplicá-la em sua vida, abandonando definitivamente o pecado e sendo fiel aos ensinos de Jesus, que estão revelados na Bíblia, a Palavra de Deus, custe o que custar. Sem fidelidade à Bíblia, o pecado se mantém, o engano continua e o caos se estabelece novamente.

A manutenção do pecado gera caos e inferno. Mas a permanência na verdade gera restauração, ordem e vida.

Tome esta posição agora, antes que a sua nave seja definitivamente conduzida ao caos eterno.

Ao tomar essa decisão, sua vida será restaurada por Deus, você terá paz com Ele, uma vida alinhada ao Seu propósito e a esperança da vida eterna.

A escolha está diante de você. A verdade foi revelada.

Agora, a decisão é sua.


📖 Fundamentação Bíblica Exata (Texto da Bíblia – Domínio Público)

1️⃣ O pecado entrou no mundo por um homem

“Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porquanto todos pecaram.”

(Romanos 5:12 – Almeida Revista e Corrigida)

2️⃣ O salário do pecado e o dom gratuito de Deus

“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna por Jesus Cristo nosso Senhor.”

(Romanos 6:23 – Almeida Revista e Corrigida)

3️⃣ Ir pelo mundo pregando o evangelho

“E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.

Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.”

(Marcos 16:15-16 – Almeida Revista e Corrigida)

4️⃣ Cristo morreu por todos

“E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.”

(2 Coríntios 5:15 – Almeida Revista e Corrigida)

5️⃣ Nova criatura em Cristo

“Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.”

(2 Coríntios 5:17 – Almeida Revista e Corrigida)

6️⃣ Jesus é o caminho, a verdade e a vida

“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.”

(João 14:6 – Almeida Revista e Corrigida)

7️⃣ Permanecer na Palavra

“Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos;

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”

(João 8:31-32 – Almeida Revista e Corrigida)

8️⃣ O Espírito da Verdade

“Quando, porém, vier o Espírito da verdade, ele vos guiará em toda a verdade;

porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir.”

(João 16:13 – Almeida Revista e Corrigida)

📖 9️⃣ Jesus é o Cordeiro que tira o pecado do mundo

“No dia seguinte, João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.”

(João 1:29 – Almeida Revista e Corrigida)

📖 🔟 Quem pratica o pecado é do diabo

“Quem comete o pecado procede do diabo; porque o diabo peca desde o princípio.”

(1 João 3:8a – Almeida Revista e Corrigida)

📖 1️⃣1️⃣ O Filho de Deus se manifestou para desfazer as obras do diabo

“Para isso se manifestou o Filho de Deus: para desfazer as obras do diabo.”

(1 João 3:8b – Almeida Revista e Corrigida)


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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Eduardo e Roberto

 

Eduardo e Roberto

Eduardo e Roberto eram amigos desde a infância. Cresceram juntos e sempre tiveram uma ligação forte, marcada por aventuras, liberdade e uma forma muito parecida de enxergar a vida.

Eduardo tinha 26 anos e Roberto 25.

O estilo de vida que levavam estava diretamente ligado à personalidade dos dois. Para eles, viver significava aproveitar o momento: beber, fumar, frequentar baladas, envolver-se com mulheres e viver sem grandes responsabilidades. Era assim que entendiam a vida, e isso moldava suas escolhas.

Amavam o mar e a pesca. Quando adultos, transformaram essa paixão em trabalho. Juntaram dinheiro e compraram um barco em comum, passando a viver da pesca profissional. Pescavam peixes e caranguejos de alto valor comercial, viajavam por regiões costeiras, ficavam dias no mar e se sustentavam daquilo que pescavam.

Em uma dessas viagens, consumiram um peixe aparentemente comum, sem saber que continha uma substância nociva. Pouco tempo depois, começaram a sentir sintomas físicos e emocionais. Procuraram um médico, que, após exames e avaliação clínica, diagnosticou uma enfermidade causada pela substância presente naquele peixe.

O tratamento exigia medicação contínua, três vezes ao dia, além de uma mudança radical no estilo de vida:

nada de álcool, nada de cigarro, alimentação regrada e disciplina constante. O médico foi claro: aquela condição exigiria cuidados por toda a vida, se quisessem permanecer bem.

Essa notícia atingiu os dois de formas diferentes.

Eduardo entendeu a gravidade da situação. Sabia que teria de tomar o remédio continuamente e que precisaria mudar completamente a maneira de viver. Aquilo o levou a refletir profundamente sobre sua vida, suas escolhas e o que realmente considerava importante.

Sentindo que não conseguiria mudar sozinho, Eduardo começou a buscar a Deus, frequentar uma igreja evangélica, refletia diante de Deus a sua vida se colocando com humildade e honestidade diante de Deus. Ele buscava ajuda, força e direção — não apenas para mudar hábitos externos, mas para transformar a essência daquilo em que acreditava como sentido da vida. Aos poucos, sua maneira de pensar foi sendo transformada, e sua vida passou a ser mais regrada, consciente e responsável.

Roberto, por outro lado, reagiu de forma diferente.

Ele até foi algumas vezes à igreja com Eduardo, mas nunca se comprometeu de fato. No fundo, optou por continuar vivendo da maneira que sempre viveu. Sabia que tinha a enfermidade, sabia das orientações médicas, mas não conseguia — e nem queria — se desvencilhar do vício da bebida, do cigarro e daquele estilo de vida que, para ele, era sinônimo de liberdade.

Uma vida diferente, como a de Eduardo, parecia-lhe uma forma de morte.

Para Roberto, mudar era perder a própria identidade.

Com o tempo, essas diferenças se tornaram irreconciliáveis.

Naturalmente, eles acabaram se afastando, cada um seguindo um caminho distinto.

Anos depois, algo inesperado aconteceu com Eduardo. Seu quadro começou a melhorar de forma progressiva. Os médicos passaram a reduzir a medicação, até que um deles sugeriu interromper o uso, com a orientação de retomar caso os sintomas voltassem.

Eles nunca voltaram.

Eduardo havia sido milagrosamente curado.

Enquanto isso, Roberto seguiu outro rumo. Afastou-se de amizades verdadeiras e se cercou de falsos amigos, pessoas que reforçavam seus excessos e sua vida sem limites. Continuou vivendo de forma relaxada, sem disciplina, acreditando que não precisava mudar.

Até que um dia, Roberto foi encontrado morto, sozinho, em um quarto sujo e desorganizado, reflexo da vida que vinha levando.

Quando Eduardo recebeu a notícia, já estava curado, em paz e com a vida reconstruída.

Ainda assim, entristeceu-se profundamente pela perda do amigo de infância — alguém com quem havia dividido sonhos, o mar, o barco e uma parte importante da própria história.



Reflexão 

A história de Eduardo e Roberto representa dois tipos de vida e dois tipos de escolhas.

A enfermidade que atinge os dois não deve ser entendida apenas como um problema físico.

Ela representa uma realidade espiritual mais profunda: o pecado, no qual todos os seres humanos estão enfermos, sem exceção.

Assim como Eduardo e Roberto não perceberam de imediato o mal que haviam ingerido, o pecado muitas vezes não parece nocivo no início, mas vai corroendo o corpo, a mente e a vida como um todo.

Diante da enfermidade, surge o médico e o remédio.

Espiritualmente, esse médico é Jesus, e o remédio é a verdade do evangelho.

Quando alguém encontra esse médico verdadeiro, a cura não é superficial.

Ela exige mudança.

Mas essa mudança não é apenas de comportamento externo.

Ela começa na maneira de enxergar a vida, naquilo que a pessoa considera importante, no seu interior, na sua estrutura moral e espiritual — exatamente como aconteceu com Eduardo.

A diferença entre Eduardo e Roberto

Eduardo entendeu a gravidade da sua condição.

Reconheceu que estava enfermo e aceitou a verdade apresentada pelo médico.

Ele compreendeu que, se quisesse viver, precisaria mudar radicalmente.

Por isso, aceitou as exigências do tratamento.

Mudou o estilo de vida, abandonou práticas que antes considerava normais e buscou ajuda para uma transformação mais profunda. Sua mudança não foi apenas prática, mas interior. Ele passou a viver de acordo com a verdade que havia reconhecido.

Roberto, por outro lado, reagiu de forma oposta.

Ele também ouviu o diagnóstico, também recebeu a prescrição, também conhecia o médico — mas não aceitou a verdade.

O amor e a paixão que sentia pela vida que levava o fizeram distorcer a realidade.

Para continuar vivendo como queria, passou a dizer que o médico era rigoroso demais, exagerado, radical.

Na verdade, Roberto não rejeitou o médico por falta de informação, mas por amor ao próprio estilo de vida.

Para ele, mudar significava perder a vida que amava.

E, para não abrir mão disso, preferiu se enganar.

A realidade espiritual revelada pela parábola

A história de Eduardo e Roberto é uma parábola que ilustra uma realidade bíblica fundamental:

a enfermidade deles representa a enfermidade espiritual de toda a raça humana.

A Bíblia ensina claramente que todo ser humano nasce pecador e afastado de Deus, não por escolha inicial própria, mas por herança espiritual. Todos nascem em Adão, carregando o pecado original que entrou no mundo por meio dele.

Essa é a enfermidade universal da humanidade.

A Escritura afirma:

Por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte; assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram.”

(Romanos 5:12)

Ou seja, o pecado não é apenas um ato isolado, mas uma condição herdada, transmitida a toda a humanidade desde Adão e Eva.

O rei Davi confirma essa realidade ao declarar:

Eis que em iniquidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe.”

(Salmo 51:5)

Isso mostra que o homem já nasce espiritualmente enfermo, separado de Deus, necessitando de cura e salvação.

Assim como Eduardo e Roberto não perceberam imediatamente os efeitos do peixe contaminado, o pecado muitas vezes não se manifesta de forma imediata, mas seus efeitos são progressivos e mortais.

O médico e o remédio

Diante dessa enfermidade espiritual universal, Deus oferece um único médico e um único remédio.

O médico é Jesus Cristo

O remédio é o evangelho

A Bíblia declara:

Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.”

(Lucas 19:10)

E ainda:

Em nenhum outro há salvação, porque debaixo do céu não existe outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos.”

(Atos 4:12)

O evangelho não é apenas uma informação; ele é o meio pelo qual Deus cura o homem, restaura sua comunhão e transforma sua vida.

Mas, assim como no tratamento médico, a cura exige fidelidade.

A resposta de Eduardo e Roberto à verdade

Eduardo representa aquele que: reconhece que está enfermo; aceita o diagnóstico; confia no médico; e se submete fielmente ao tratamento.

Ele não apenas tomou o remédio, mas mudou sua vida inteira para que o tratamento fosse eficaz. Afastou-se de práticas que anulavam o efeito do remédio e buscou uma transformação profunda, interior e exterior.

Isso confirma exatamente o que Jesus ensinou:

Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama.”

(João 14:21)

E também:

Se me amais, guardareis os meus mandamentos.”

(João 14:15)

Ou seja, a fidelidade ao médico exige fidelidade ao remédio,

e a fidelidade ao remédio exige rompimento com tudo aquilo que impede a cura.

A Bíblia afirma que essa fidelidade resulta em mudança real de vida:

E assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que tudo se fez novo.”

(2 Coríntios 5:17)

Roberto, por outro lado, representa a maioria dos seres humanos.

Ele:

reconheceu que estava enfermo; ouviu o diagnóstico; conheceu o médico; até teve contato com o remédio.

Mas não foi fiel ao tratamento.

Assim como o álcool e o cigarro anulavam o efeito do medicamento, o apego ao pecado, às velhas práticas e às más companhias anulam o efeito do evangelho.

Roberto manteve amizades que reforçavam sua antiga vida, distorceu a verdade para justificar suas escolhas e passou a dizer que o médico era rigoroso demais.

A Bíblia alerta exatamente sobre isso:

Não vos enganeis: as más companhias corrompem os bons costumes.”

(1 Coríntios 15:33)

E a Escritura também ensina que quem permanece em Cristo não vive da mesma forma que antes:

Aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar como ele andou.”

(1 João 2:6)

Não há comunhão entre a verdade do evangelho e uma vida que insiste em permanecer no pecado.

A verdade central

A parábola ensina que: todos nascem enfermo;  todos precisam de salvação; o médico é o mesmo para todos; o remédio é o mesmo para todos.

O que muda é a resposta do coração humano à verdade.

Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.”

(Romanos 6:23)

Eduardo se submeteu à verdade e viveu.

Roberto resistiu à verdade e permaneceu na enfermidade.

Essa não é apenas uma história.

É a realidade espiritual revelada pela Palavra de Deus.

Conclusão e Apelo

Caro amigo leitor,

Eduardo se colocou com humildade e honestidade diante de Deus e decidiu optar por uma nova vida, seguindo a Cristo, o Médico dos médicos, e tomando o remédio, que é o evangelho — os ensinamentos de Cristo revelados na Bíblia — e, assim, obteve a vida.

Roberto, por sua vez, achou o remédio rigoroso. Não creu de fato, considerou excessivas as exigências do tratamento e buscou enganar a si mesmo, porque se prendeu àquilo de que gostava, àquilo que amava e não quis abandonar. Por isso, teve um final trágico.

Essa é, na verdade, a história da sua vida.

Ao final dela, se manifestará quem você realmente foi: Eduardo ou Roberto, o céu ou o inferno.

Diante disso, a Palavra de Deus faz um chamado claro e direto:

Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência.”

(Deuteronômio 30:19)

Escolha, pois, a vida:

Cristo, o evangelho, a humildade, a honestidade e a fidelidade a Cristo e ao seu evangelho — os ensinamentos que estão na Bíblia.



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sábado, 24 de janeiro de 2026

Quais são as consequências de não seguir tudo o que o Deus da Bíblia exige?



“Quais são as consequências de não seguir tudo o que o Deus da Bíblia exige?” 

Versículo Base:

1 João 2:4 – “Aquele que diz: ‘Eu o conheço’, mas não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e a verdade não está nele.”

🟦 Tema: 

A loucura e a contradição de afirmar ter Deus sem obedecer integralmente à Sua Palavra. A verdadeira relação com o Deus da Bíblia se manifesta em obediência à Sua Palavra, e a desobediência demonstra engano e rebeldia, mesmo quando alguém afirma ter fé.


🟪 Introdução:

A verdade é a verdade. A verdade de Deus não se curva, não se dobra, não pode ser destruída nem alterada pelo homem. E essa verdade permanecerá, ainda que o homem a rejeite ou não a aceite.

A verdade de Deus, e especialmente a verdade sobre as consequências de não seguir tudo o que o Deus da Bíblia exige, tem uma resposta clara: a resposta vem de Deus. E essa resposta prevalecerá, mesmo que você não creia, mesmo que você não leia, mesmo que você ignore.

Portanto, seria loucura não ouvir o que o Deus da Bíblia tem a dizer sobre quais são as consequências de não obedecê-Lo em tudo que Ele exige. Ignorar esta verdade é abrir mão daquilo que determina e tem influência direta sobre sua vida e seu destino eterno. Não ouvi-la é loucura; é recusar a verdade do Deus que muitos se referem, sem contudo ouvi-Lo e verdadeiramente conhecê-Lo.


🟩 Ponto 1 – Quais são as consequências de não obedecer tudo o que o Deus da Bíblia exige?

Resposta:

1️⃣ A desobediência de Adão e Eva como exemplo

Adão e Eva obedeciam a Deus em muitas coisas, como cuidar do Jardim do Éden e dar nomes aos animais (Gênesis 1:28; 2:19-20), demonstrando fidelidade e reconhecimento da autoridade de Deus.

No entanto, cometeram um ato deliberado de desobediência a uma instrução específica do Deus da Bíblia: comeram do fruto proibido (Gênesis 3:1-6).

Esse ato, mesmo isolado, representou não reconhecer a autoridade absoluta do Deus da Bíblia, e priorizaram a própria vontade acima da vontade do Deus soberano.

2️⃣ A lógica da autoridade

Toda autoridade exige respeito completo. Se alguém que possui poder é desobedecido, mesmo parcialmente ou pontualmente, isso demonstra que a autoridade não está sendo plenamente reconhecida.

Mesmo obedecendo em outras coisas, um único ato de desobediência evidencia a rejeição da soberania do Deus da Bíblia, mostrando que a pessoa escolheu sua própria vontade em detrimento da vontade do Absoluto.

3️⃣ Implicações espirituais

Quem não obedece integralmente está vivendo sob sua própria vontade e não sob a vontade do Deus da Bíblia, evidenciando rebeldia e afastamento espiritual (João 3:36; 1 João 3:4; Romanos 6:4).

Obedecer parcialmente não mantém a comunhão com Deus, pois o pecado contínuo ou deliberado demonstra que a pessoa não vive subordinada à autoridade absoluta do Deus da Bíblia.

4️⃣ Conclusão racional e bíblica

Obedecer em parte não caracteriza reconhecimento do Deus Absoluto e Governante, porque Ele não pode dividir Sua autoridade, mesmo que majoritariamente, com a vontade do homem.

Se Ele permitisse que Sua vontade fosse parcialmente ignorada, Deus deixaria de ser o Absoluto, o Governante que estabelece plenamente Sua vontade.

Consequência: quem não obedece integralmente está em afastamento do Deus da Bíblia, pois nega quem Ele realmente é — o Absoluto, o Governante que tem autoridade, poder e direito de estabelecer integralmente Sua vontade.

5️⃣ Aplicação prática

Se alguém pensa estar seguindo o Deus da Bíblia, mas mantém desobediência em sua vida, engana-se completamente.

A lógica é clara: é loucura e contradição afirmar reconhecer o Deus da Bíblia enquanto persiste no pecado.

Na prática, isso demonstra não reconhecimento do Deus Absoluto como Deus e rebeldia contra Sua autoridade, pois a vontade do Deus da Bíblia deve prevalecer integralmente e não pode ser minimizada, dividida ou ignorada.

Qualquer desobediência, ainda que pontual, mostra que a pessoa escolhe sua própria vontade em detrimento da vontade do Deus Absoluto, negando o propósito divino e permanecendo em engano espiritual.

Portanto, a verdadeira relação com o Deus da Bíblia exige obediência completa, sem reservas ou divisões, pois Ele é soberano, absoluto e seu poder é pleno sobre todas as coisas.

🟩 Ponto 6 – Confirmação Bíblica

1️⃣ 1 João 2:4 – “Quem diz: Eu o conheço, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e a verdade não está nele.”

Explicação: A desobediência, ainda que pontual, evidencia que a pessoa não conhece o Deus da Bíblia, porque Deus é Absoluto, Soberano, Supremo e Santo. Ele não abre mão de Sua vontade e não pode permitir que Sua autoridade seja quebrada. Pecar significa rejeitar a vontade de Deus, o que implica separação de Deus e evidencia a ausência da Sua presença na vida da pessoa.

2️⃣ 1 João 3:4 – “Todo aquele que pratica o pecado também comete iniquidade; pois o pecado é iniquidade.”

Explicação: O pecado é iniquidade, ou seja, uma condição moral contrária ao Deus Absoluto. Quando a pessoa peca, ela reflete sua condição moral, que atestam a ausência de Deus e implicam separação Dele, mostrando que não há submissão à autoridade divina.

3️⃣ João 3:36 – “Quem crê no Filho tem a vida eterna; quem, porém, desobedece ao Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus.”

Explicação: Este versículo mostra que quem desobedece está em estado de desobediência, um estado de rebelião contra Deus, que não agrada a Deus e não representa a vontade Dele.

4️⃣ Tito 2:5 – “Todas as coisas são puras para os puros, mas para os corrompidos e descrentes nada é puro; tanto a sua mente como a sua consciência estão corrompidas.”

Explicação: Este versículo demonstra que a pessoa só pode estar em dois estados:

Fidelidade a Deus:

Tudo o que faz é considerado puro, não porque seja perfeito, mas porque atua em submissão à vontade de Deus, mesmo que ainda haja falhas ou desconhecimento da verdade.

As falhas ou imperfeições são transformadas no processo de santificação, no qual a pessoa cresce no conhecimento da vontade de Deus e transforma sua vida progressivamente.

Portanto, o estado moral é de fidelidade a Deus, o que lhe proporciona crescimento espiritual e transformação, santificação da sua vida.

Infidelidade a Deus:

Tudo o que faz é impuro, porque a pessoa está em estado de pecado, ou seja, não assumiu uma aliança de fidelidade a Deus.

Esse estado separa a pessoa de Deus, e mesmo o que ela considera correto ou bom não é aprovado, porque sua mente e consciência estão corrompidas e orientadas por rebeldia e desobediência.

Portanto, todas as ações derivam do estado moral da alma, mostrando que a infidelidade implica pecado e rebeldia integral, afetando tudo que a pessoa faz.

5️⃣ 1 João 3:8 – “Quem comete pecado é do diabo, porque o diabo peca desde o princípio; para isso se manifestou o Filho de Deus, para desfazer as obras do diabo.”

Explicação:

Quem peca é infiel a Deus e pertence ao diabo, pois está no mesmo estado de infidelidade dele.

Nesse estado, a obra do diabo não está desfeita na vida da pessoa, porque o pecado não foi removido.

O pecado só é vencido pelo reconhecimento do sangue de Jesus derramado na cruz, que possibilita à pessoa sair do estado de infidelidade.

🟦Ponto 2 – Conexão entre Obediência a Deus e a Bíblia

Título sugerido: Obedecer a Deus significa seguir integralmente aquilo que Ele determina na Bíblia

Explicação introdutória:

A vontade de Deus só pode ser conhecida através da Bíblia, pois ela é a palavra registrada de Deus, destinada a revelar Sua vontade a todos os homens em todas as épocas.

Portanto, obedecer a Deus necessariamente significa obedecer àquilo que a Bíblia ensina, sem omissão ou adaptação.

Ignorar qualquer parte do que Deus ordena na Bíblia é um estado de loucura e incoerência, pois demonstra desobediência ao Deus absoluto.

1️⃣ O Novo Nascimento – Batismo

O novo nascimento é a entrada da pessoa na vida de fidelidade a Deus, representando a morte da própria vontade e do pecado, ou seja, o fim da exaltação do eu em detrimento da vontade de Deus.

Essa decisão é simbolizada pelo batismo nas águas, que não é apenas um ato formal, mas a expressão da morte para o pecado e da vida para a fidelidade a Deus.

Exemplo prático: Imagine alguém dizendo: “Estou aqui para te servir”, e a outra pessoa pede: “Traga um cafezinho para mim, por favor”, e a pessoa responde: “Não”.

Isso é loucura e contradição, porque a ação contraria a declaração.

Da mesma forma, uma pessoa que diz que obedece a Deus, mas não se submete ao batismo, que é uma ordem clara de Deus, está agindo de forma louca e contraditória.

O batismo, portanto, é um passo indispensável para demonstrar obediência e fidelidade à vontade de Deus, conforme registrado na Bíblia 

📖 Fundamentação Bíblica – Batismo

1. Marcos 16:15-16

"E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado."

2. Mateus 28:19-20

"Portanto, ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho ordenado."

3. Atos 2:38

"Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo"

2️⃣ Reunião como Igreja

A Bíblia é clara em ordenar a reunião daqueles que seguem a Cristo e estão no estado de fidelidade.

A igreja é composta por aqueles que seguem a Cristo e permanecem em fidelidade; essas pessoas devem se reunir para estudar a Palavra de Deus, orar, praticar a comunhão uns com os outros e cultuar a Deus.

Exemplo prático: Imagine alguém dizendo: “Eu sigo a Cristo e quero obedecer a Deus”, mas se recusa a participar das reuniões da igreja.

Isso é loucura e contradição, porque a ação contraria a declaração de fidelidade.

Quem não se reúne como igreja está rejeitando a vontade de Deus.

Da mesma forma, quem é infiel a Deus está em impureza moral, e tudo o que faz está sob o estado de rebelião contra Deus.

Portanto, a reunião como igreja é um passo essencial daqueles que seguem a Cristo e desejam permanecer em fidelidade.

📖 Fundamentação Bíblica – Reunião como Igreja

📌 Hebreus 10:25

“Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, mas admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia.”

Explicação: Deus deixa claro que a reunião dos fiéis é essencial. Fugir desse compromisso é rejeitar uma ordem divina e demonstra infidelidade.

📌 1 Coríntios 14:26

“Que diremos então, irmãos? Quando vocês se reúnem, cada um de vocês tem um cântico, uma palavra de instrução, uma revelação, uma língua ou uma interpretação. Tudo deve ser feito para edificação da igreja.”

Explicação: Quando os crentes se reúnem, cada ação tem o propósito de edificar o corpo de Cristo. A participação mútua não é opcional; é uma ordem clara de Deus. Quem se recusa a reunir-se está em estado de infidelidade, demonstrando desobediência à autoridade de Deus.

📌 Atos 2:42

“E perseveravam na doutrina dos apóstolos, na comunhão, no partir do pão e nas orações.”

Explicação: Os primeiros cristãos praticavam a reunião regular para aprender a doutrina, orar e ter comunhão, confirmando que a obediência à ordem de reunir-se é um passo essencial da fidelidade a Deus.


🍞 Participação na Ceia do Senhor

Explicação:

A Ceia do Senhor foi instituída por Jesus Cristo, que disse aos seus discípulos: “Fazei isso em memória de mim” (Lucas 22:19; 1 Coríntios 11:24-25).

Discípulos e cristãos: Os discípulos de Jesus eram aqueles que o seguiam fielmente. Depois, passaram a ser chamados de cristãos (Atos 11:26). Essa ordenança é dirigida a eles, ou seja, a todos os que seguem Jesus em fidelidade, os que reconhecem o seu sacrifício na cruz.

Objetivo da Ceia: O propósito da Ceia do Senhor é manter sempre viva na mente do cristão a lembrança do sacrifício de Jesus – o seu corpo moído e o seu sangue derramado – e usar essa lembrança como fundamento de vida para a fidelidade a Deus.

Consequência de não participar: Aqueles que não participam da Ceia do Senhor estão declaradamente em rebelião contra o Deus verdadeiro, o Deus da Bíblia. Podem até criar ou imaginar um Deus segundo sua própria vontade, mas isso é uma demonstração da loucura da mente humana, pois desconsidera o Deus que se revela em Jesus Cristo. Não participar da Ceia é, portanto, um ato de desobediência consciente à autoridade de Deus.

📌 Fundamentação Bíblica:

Lucas 22:19-20

“Tomou o pão, deu graças, partiu-o e deu-lhes, dizendo: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, depois da ceia, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós.”

Explicação: Jesus deixou claro que esta ordenança é para ser praticada pelos seus discípulos, como lembrança constante do sacrifício e da redenção.

1 Coríntios 11:23-26

“Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: Que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e, tendo dado graças, partiu-o e disse: Isto é o meu corpo, que é por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor até que ele venha.”

Explicação: A prática é uma lembrança contínua do sacrifício de Cristo e um meio pelo qual os cristãos reafirmam sua fidelidade a Deus. Não participar é rejeitar essa ordem e se colocar em estado de infidelidade e rebelião.

⏱️ Vigiar e Orar

Explicação:

A oração é o ato de falar com Deus e demonstra comunhão com Ele. Ninguém pode ter comunhão com outra pessoa sem falar com ela. Por isso, a Bíblia ensina que devemos estar sempre em oração, falando com Deus, além de dar ouvidos à sua voz e obedecer.

A oração deve ser feita em nome de Jesus, conforme a orientação bíblica (João 16:24). Jesus é o único mediador e intercessor entre Deus e o homem (1 Timóteo 2:5), e é através dEle que temos acesso ao Pai (1 Timóteo 2:5).

Vigiar:

Antes da oração, deve haver vigilância, como ensina a Bíblia: “vigiai e orai” (Mateus 26:41). Vigiar é estar atento, cuidadoso e zeloso para que o pecado não entre em sua vida. É a atenção para que tudo que é contrário a Deus não adentre no seu coração, ou seja, na sua mente.

A vigilância é necessária para que a oração seja aceita, pois a infidelidade a Deus quebra a comunhão com Ele. O pecado separa o homem de Deus e destrói essa comunhão.

📌 Fundamentação Bíblica:

João 16:24

“Até agora nada pedistes em meu nome; pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja completa.”

Explicação: A oração deve ser feita em nome de Jesus, reconhecendo-o como mediador.

1 Timóteo 2:5

“Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem.”

Explicação: Jesus é o único caminho para nos aproximarmos de Deus.

Mateus 26:41

“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito na verdade está pronto, mas a carne é fraca.”

Explicação: A vigilância protege o crente do pecado e prepara o coração para a oração sincera.

📢 Pregação da Mensagem de Salvação

Explicação:

Levar a mensagem de salvação a outros não é apenas uma ordenança explícita de Deus, mas também reflete a salvação individual de cada pessoa. Quem é salvo, quem compreende que a fidelidade a Deus conduz à vida eterna e a infidelidade leva ao inferno, naturalmente terá em seu coração o desejo ardente de que outros também sejam salvos.

Quem encontra a salvação em Cristo e não a leva àqueles que ama — ao pai, à mãe, a um filho, à esposa, a um irmão, a um amigo e às demais pessoas que puder, que estiverem em seu caminho — isso seria loucura e contradição. Caracterizaria falta de amor e, portanto, a falta de Deus, resultando em uma vida morta espiritualmente.

Pois é da vontade de Deus que todos sejam salvos. Não pregar o evangelho demonstra desconsideração e rebeldia à palavra de Deus, pois Ele deixa claro que deseja que todos conheçam a verdade. Não pregar o Evangelho é, portanto, uma declaração incontestável de desobediência, falta de amor e infidelidade a Deus.

📌 Fundamentação Bíblica:

Marcos 16:15-16

“Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem não crer será condenado.”

1 Timóteo 2:3-4

“Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, que quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade.”

Mateus 28:19-20

“Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos.”

Atos 1:8

“Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria, e até aos confins da terra.”

Romanos 10:14-15

“Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam a paz, dos que anunciam coisas boas!”


📌 Conclusão e Apelo

Caro leitor, a verdade, a resposta à pergunta de quais são as consequências daquele que não segue a Jesus, não segue o Deus da Bíblia em tudo o que Ele exige, é claríssima. É uma verdade que Deus está colocando diante de ti para que fundamente a tua vida e te conduza à vida eterna com Ele.

A aliança de fidelidade é o início da vida cristã, e o batismo nas águas, a reunião com a igreja, a ceia do Senhor, o vigiar e orar, e a pregação da palavra de Deus são os primeiros passos na vida do cristão, que continuará sua caminhada no conhecimento e na aplicação de todo o ensino de Cristo em sua vida.

Cabe a você lutar ferrenhamente para que esta verdade se estabeleça e permaneça no teu coração. É necessário abrir mão do orgulho, do estado carnal e da vontade própria que todos nascem carregando, para assumir uma aliança de fidelidade a Deus.

A vida aqui é curta, passageira, e não há sentido nem verdade fora de um compromisso de fidelidade a Cristo, que derramou Seu sangue na cruz para este propósito em tua vida. Não te iludas com enganos; abrace esta verdade de Deus, caso contrário, gastarás a tua vida enganado, sem a verdadeira vida, sem conhecer a verdadeira comunhão com Deus, e morrerás separado de Deus e de tudo que é bom.

Portanto, o inferno, que é a condenação eterna, é o lugar reservado àqueles que estão separados de Deus e de tudo que é bom.

Não espere que Deus desça do céu para falar com você. Deus está falando agora.

Quais são as consequências de não seguir tudo o que o Deus da Bíblia exige? É o inferno.

Portanto, a fidelidade a Deus é o único meio de você estabelecer uma aliança com Cristo e alcançar a salvação da sua alma.

Tome esta decisão hoje, agora, enquanto ainda pode, e tenha a vida eterna.



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sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

O Erro Fatal


O Erro Fatal


Versículo base:

Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós.”

1 João 1:8


 🟦 Introdução

Há um engano que mantém muitas pessoas afastadas da verdade, daquilo que é realmente importante e verdadeiramente eficiente para a vida. Esse engano faz com que o olhar esteja sempre voltado para fora, nunca para a raiz do problema.

Muitas pessoas acreditam que o maior problema da vida está nas dificuldades, nas injustiças, nas dores que enfrentam ao longo do caminho, nas limitações pessoais ou em tudo aquilo que as impede de alcançar seus objetivos. Assim, passam a vida tentando vencer circunstâncias, pessoas e situações, sem perceber que podem estar ignorando algo essencial.

Esta mensagem vem como um convite à reflexão, fundamentada na razão, para levar cada pessoa a identificar esse grande engano que a impede de alcançar a verdade e, consequentemente, de obter êxito real em sua vida. Trata-se de um erro silencioso, muitas vezes normalizado, mas que produz efeitos profundos.

Esse engano não traz consequências apenas para esta vida. Ele influencia o resultado final da existência e alcança o destino eterno que aguarda cada ser humano. Por isso, compreender essa questão não é opcional, mas necessário, pois dela depende não apenas o modo de viver, mas o desfecho final da própria vida.


Ponto 1 – O primeiro erro: considerar o pecado como algo natural

Esta maneira de pensar é um erro estabelecido e reforçado pela repetição constante do sistema do mundo e pela falsa religiosidade, que muitas vezes reitera ideias distorcidas sobre o pecado, fazendo parecer que ele é comum, natural e inofensivo. O engano é apresentado de forma tão insistente que a tendência das pessoas é aceitá-lo como verdade. Mas quem pensa assim está mortalmente enganado.

O pecado não é apenas uma falha humana ou um erro isolado. Ele é a rebelião contra a santidade de Deus, a desobediência à Sua autoridade, e é a raiz de todo mal. Foi o pecado que causou a queda dos anjos e o afastamento do homem da perfeição. Mas vai além: ele mantém a humanidade afastada da comunhão verdadeira com Deus, mesmo quando muitos acreditam que estão ligados a Ele por meio da religião, das boas obras ou de pensamentos que imaginam aproximá-los da divindade. A conexão que pensam ter é ilusória; na realidade, o pecado impede o homem de experimentar a verdadeira presença e a vida de Deus.

1 João 3:8

“Todo aquele que comete pecado é do diabo, porque o diabo peca desde o princípio.”

João 3:36

“Quem crê no Filho tem a vida; quem desobedece ao Filho não verá a vida, mas permanece sobre o castigo.”

O pecado não é apenas um erro passageiro; ele produz consequências eternas. Ele leva à morte espiritual, ao afastamento de Deus, e ao castigo eterno. Quem insiste em considerá-lo natural, quem convive com ele sem perceber seu peso, está caminhando em direção à perdição.

Romanos 6:2

“Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado para que a graça abunde? De modo nenhum. Nós que já morremos para o pecado, como viveremos ainda nele?”

exatamente por causa do pecado que Jesus veio. Ele é o Cordeiro de Deus, o sacrifício perfeito que tira o pecado do mundo.

João 1:29

“No dia seguinte, João viu a Jesus que vinha ter com ele e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.”

A palavra Cordeiro traduz a ideia de sacrifício, mostrando que Jesus foi oferecido para pagar o preço do pecado. A palavra traduzida como “tira” no original grego é ἀφαιρέω (aphaireo), que significa eliminar completamente, remover totalmente o pecado.

Portanto, se o pecado não for removido da sua vida, se você ainda convive com ele, significa que você não aceitou e não reconheceu o sacrifício de Jesus, e, por consequência, não há salvação. O sacrifício só tem efeito quando o pecado é eliminado da vida, e a pessoa se coloca totalmente diante de Deus, obediente e fiel.

Além de tratar do pecado e do sacrifício de Jesus, a Bíblia também enfatiza a fidelidade como condição essencial para a salvação. Não basta conhecer o pecado ou reconhecer o sacrifício; é necessário viver em obediência e fidelidade a Deus. A Escritura deixa claro que não existe fidelidade parcial: ou a pessoa é fiel ou é infiel, não há meio-termo.

Apocalipse 2:10

“Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.”

Lucas 16:10

“Quem é fiel no mínimo, também é fiel no muito; e quem é injusto no mínimo, também é injusto no muito.”

Esses textos mostram que a fidelidade não admite parcialidade. O pecado é a separação de Deus; a fidelidade é a conexão verdadeira com Ele. Portanto, a Bíblia alerta, exorta e exige que cada pessoa seja totalmente fiel, não apenas em palavras, mas em ações e coração, para que a salvação e a comunhão real com Deus sejam experimentadas.


Ponto 2 – O segundo erro: negar o pecado

Negar o pecado acontece quando a verdade de Deus se manifesta diante da pessoa — seja pelo Espírito Santo, individualmente, ou pela igreja — e ela rejeita a doutrina, tapa os ouvidos e persiste no erro. Ela diz: “Isto não é pecado”.

Essa rejeição não ocorre por ignorância simples; ela é consequência de um estado de infidelidade a Deus. A pessoa não entregou verdadeiramente a sua vida a Cristo, não decidiu ser fiel a Ele custe o que custar e não decidiu viver para fazer a vontade de Deus. Por isso, quando a palavra de Deus se manifesta pelo Espírito Santo, individualmente a ela, ou pela igreja, ela não se volta para a verdade, não a aceita e continua em pecado.

É importante entender que muitas vezes essa pessoa apresenta comportamento religioso, participa de rituais ou atividades da igreja, mas permanece com o pecado, porque não há compromisso de fidelidade a Deus. Por isso, o pecado continua nela, e vão existir heresias, distorções da Palavra de Deus, mesmo em meio à religiosidade.

O pecado verdadeiro não é um erro natural ou um hábito do mundo que a pessoa ainda carrega enquanto aprende a viver segundo a palavra de Deus. O pecado é a rejeição consciente da verdade de Deus. Quem rejeita a palavra quando ela se manifesta está fazendo Deus mentiroso, porque é Ele quem declara o que é pecado.

1 João 1:8

“Se dissermos que não temos pecado, fazemos Deus mentiroso, e a Sua palavra não está em nós.”

Este versículo se aplica àqueles que estão na igreja, mas permanecem em pecado, porque ouviram a palavra de Deus, mas não a receberam. Corrigir erros e transformar a vida enquanto se aprende a palavra não é pecado, mas sim santificação. O pecado, ao contrário, é resistir à verdade de Deus, rejeitando a palavra manifesta e mantendo-se na infidelidade.

O orgulho e a exaltação do ego impedem a pessoa de se submeter à correção. Mesmo que pratique atos religiosos, se nega a palavra de Deus, permanece separada d’Ele e presa ao erro. O engano doutrinário muitas vezes reforça essa rejeição, criando confusão de pensamentos, contradições e falácias, características do pecado.

A igreja, instituída por Deus, existe para que haja comunhão verdadeira e avaliação da conduta de cada um. Quem nega a palavra de Deus não pode ter comunhão, porque a comunhão depende da conformidade com a verdade revelada.

Portanto, negar o pecado é rejeitar a verdade manifesta de Deus, fazer Deus mentiroso e permanecer em separação d’Ele. Somente aqueles que entregaram verdadeiramente a sua vida a Cristo e decidiram viver em fidelidade recebem a verdade, já abandonaram o pecado e crescem espiritualmente. A fidelidade a Deus leva à aceitação da verdade, à transformação de vida e ao crescimento espiritual, enquanto a rejeição da verdade mantém a pessoa presa ao pecado e afastada de Deus, mesmo que suas práticas sejam religiosas.

Conclusão e Apelo

Quando a pessoa se volta para Deus, reconhecendo-O como supremo, poderoso, maravilhoso, digno de todo louvor e com direito de mandar em sua vida, ela então enxerga Jesus Cristo como Salvador e Senhor da sua vida. Nesse momento, a pessoa é conduzida à verdade, compreende a necessidade de fidelidade e assume um compromisso de viver para Deus custe o que custar, permitindo que Ele transforme a sua vida completamente.

Por outro lado, quem desconsidera o pecado e as suas consequências, quem nega o pecado:

não eliminou o orgulho da sua vida;

mantém a exaltação do ego;

não coloca Deus acima de tudo;

não vive exclusivamente para a glória de Deus;

não se submete incondicionalmente à verdade que é Deus, que é Jesus, nem à vontade de Deus revelada nas Escrituras Sagradas;

e, por isso, permanece no engano e na separação de Deus.

O chamado desta mensagem é claro: abandone o orgulho, abra mão da defesa do ego e da reputação própria, reconheça Deus como Supremo e coloque-se em fidelidade a Ele. Somente assim você receberá a verdade, será transformado e viverá em comunhão plena com Deus, crescendo espiritualmente e alcançando a vida eterna.

Tome a decisão enquanto ainda é tempo, enquanto a morte não te alcance com o erro fatal instalado em si, que é a desconsideração da gravidade do pecado e da sua consequência de morte eterna, ainda com o pecado instalado em seu ser pela negação da verdade, fazendo Deus mentiroso.



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quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Zé Luiz, o Homem Surdo, e a Trilha na Mata.

 


Zé Luiz, o Homem Surdo, e a Trilha na Mata. 


Havia um homem já aposentado chamado Zé Luís, que se mudou para uma nova cidade. Era um homem simples, que gostava de caminhar para ocupar os dias e manter o corpo ativo. Poucos sabiam, porém, que ele era surdo. Como não respondia aos cumprimentos, muitos pensavam que ele era fechado, distante, alguém que não gostava de conversa.

Naquela cidade havia uma trilha muito conhecida. Era bonita, cercada de mata, mas também perigosa. Mais adiante, depois de um cercado com uma porteira que podia ser aberta, havia registros de ataques de onça, inclusive com mortes. Os moradores sabiam: carros e motos até passavam por ali, mas para pedestres o risco era grande.

Sempre que viam aquele homem caminhando em direção à trilha, as pessoas o alertavam de longe:

— Não vá por aí.

— Cuidado, essa área é perigosa.

— Não atravesse essa porteira.

Mas ele seguia em frente. Ele via as pessoas falando, mas não ouvia. E como ninguém se aproximava para se certificar de que ele compreendia, os avisos se perdiam.

No dia seguinte, novamente o homem caminhou. Mais uma vez, alertas foram feitos de longe, mas ele não os ouviu. Ao chegar à porteira, viu que estava aberta. Pensou que, se estava aberta, não haveria problema. Abriu a porteira e entrou.

Ele caminhou cada vez mais para dentro da trilha, já dentro da mata. Em determinado ponto do caminho, aconteceu a tragédia. Uma onça avançou sobre ele. O homem não teve como se defender, não havia ninguém por perto, e ele acabou sendo mais uma vítima daquele lugar perigoso.

Aquele homem morreu porque era surdo e não ouviu as advertências das pessoas. Não ouviu os alertas que lhe foram insistentemente colocados.


Reflexão


A surdez espiritual

A surdez retratada nesta parábola não é apenas física. Ela representa uma condição espiritual profundamente presente na humanidade. O ser humano, por natureza, encontra-se incapaz de ouvir a verdade do evangelho, não por ausência de mensagem, mas por resistência interior àquilo que Deus revela. Zé Luís representa todos aqueles que não dão ouvidos ao verdadeiro evangelho, ainda que caminhem próximos da verdade, ainda que estejam expostos a alertas claros e insistentes.

As Escrituras revelam que essa surdez não é neutra. Ela se manifesta no modo como o homem seleciona aquilo que deseja ouvir:

Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si mestres segundo as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.”         (2 Timóteo 4:3–4)

O texto mostra que o problema não está na falta de verdade, mas na rejeição da sã doutrina. A expressão “comichão nos ouvidos” descreve um desejo inquieto por mensagens que agradem, que confortem a consciência sem confrontar o pecado. Por isso, muitos não querem ouvir a verdade de Deus, pois a verdade exige arrependimento, exige humilhação, exige renúncia, exige esforço e abandono definitivo do pecado. Diante disso, fecham os ouvidos ao verdadeiro profeta de Deus e passam a buscar mensagens que anestesiem a consciência, que camuflem a culpa e preservem uma aparência de religiosidade sem transformação.

Essa surdez espiritual faz com que o homem caminhe confiante por trilhas que não são o caminho de Deus, ignorando os alertas, desprezando a voz da verdade, até que a consequência inevitável se manifeste — assim como ocorreu com Zé Luís.

Por isso, o Espírito de Deus faz um chamado direto e urgente:

Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.”    (Apocalipse 2:7)

Ouvir aqui não é apenas escutar palavras, mas acolher a verdade, ainda que ela doa, ainda que confronte, ainda que fira o orgulho humano. Um caminho percorrido longe da verdade conduz, inevitavelmente, à tragédia. Somente a verdade liberta, e a verdade é Cristo. Mas para segui-la, é necessário ter os ouvidos alinhados com a Palavra de Deus, pois é pela Palavra que Deus fala, corrige, adverte e conduz o homem ao caminho da vida.

O Alerta 

Na vida, a audição é uma faculdade essencial ao ser humano. É por meio dela que a palavra é recebida, compreendida e assimilada. A audição permite que o homem entenda orientações, advertências e verdades que lhe são comunicadas. Sem ela, perde-se a capacidade de compreender muitas realidades fundamentais para a condução da própria vida.

Zé Luís deixou de ouvir as advertências que o impediriam de seguir por um caminho errado. Ele avançou por uma trilha que, desde o início, conduzia à tragédia. O resultado foi inevitável. Não se tratava de uma possibilidade, mas de uma consequência certa do caminho escolhido.

Da mesma forma, na vida espiritual, existem caminhos que não conduzem à vida. Não são caminhos de risco eventual, mas caminhos errados, cujo fim já está determinado. O ser humano caminha, muitas vezes, sem perceber que está avançando por uma direção que o afasta do propósito de Deus.

Existe, porém, uma verdade que livra o homem desse caminho. Existe uma mensagem que o retira da direção errada e o conduz ao caminho que lhe foi preparado. Essa verdade precisa ser ouvida. Ela chama o ser humano para fora da caminhada que leva ao afastamento de Deus e o conduz ao caminho que leva à vida eterna.

Essa parábola revela essa realidade espiritual. Ela mostra que é necessário ouvir a verdade que vem de Deus, pois somente essa verdade é capaz de tirar o homem do caminho errado e conduzi-lo ao caminho da vida.

É isso que Deus quer comunicar por meio desta parábola. Ele quer que essa realidade espiritual seja compreendida. Por isso, mantenha os seus ouvidos abertos para a verdade que Deus está lhe falando.

1. O Alerta

O alerta é a mensagem que o homem precisa ouvir. Ele existe porque há uma realidade espiritual que atinge toda a humanidade: todos nascem afastados de Deus.

A Escritura afirma:

Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram.”

(Romanos 5:12)

Essa condição não é adquirida ao longo da vida, mas faz parte do estado em que o ser humano nasce. O próprio Davi reconhece essa realidade ao declarar:

Eis que em iniquidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe.”            (Salmos 51:5)

Por isso, Jesus afirma de forma categórica:

Em verdade, em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o Reino de Deus.”     (João 3:3)

Esse novo nascimento está diretamente ligado à conversão, que significa mudança de caminho. A conversão não é apenas um sentimento interior, mas uma mudança real de direção. Trata-se de abandonar um caminho e passar a seguir outro. O arrependimento bíblico envolve essa transformação radical de vida, e é por isso que Jesus fala em novo nascimento.

Mas qual é esse novo caminho? O próprio Cristo responde:

Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.”           (João 14:6)

Seguir esse caminho significa viver segundo os ensinamentos de Jesus, os quais estão revelados nas Escrituras. A Bíblia é a Palavra de Deus. É Deus falando conosco. É por meio dela que conhecemos quem Deus é, qual é a sua vontade e qual é o caminho que conduz à vida. Sem a revelação das Escrituras, o homem viveria segundo seus próprios pensamentos, achismos e interpretações pessoais, sem qualquer referência objetiva da verdade.

Quando o pecado ainda se manifesta na vida do homem, ele está negando o sacrifício de Jesus, permanecendo em oposição a Deus. A Escritura ensina:

Nós, que morremos para o pecado, como viveremos ainda nele?”                             (Romanos 6:2)

Esse texto afirma que aquele que morreu para o pecado não permiti que o pecado se manifeste mais nele. O ensino bíblico não admite convivência entre nova vida e prática do pecado.

João Batista declara a respeito de Jesus:

Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.”       (João 1:29)

A palavra “tira”, no original grego, é αἴρω (aírō), que significa remover, levar embora, retirar completamente. O sentido não é encobrir ou tolerar o pecado, mas eliminá-lo. O sacrifício de Cristo não foi para que o homem continuasse no pecado, mas para que fosse libertado dele.

A Escritura também afirma:

Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus.”         (João 3:36)

Esse texto mostra que a vida eterna está diretamente ligada à obediência ao Filho. Não se trata apenas de crer intelectualmente, mas de permanecer fiel aos seus ensinamentos.

Por fim, a fidelidade é apresentada como condição final do caminho verdadeiro:

Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida.”    (Apocalipse 2:10)

O caminho verdadeiro, portanto, é o caminho da fidelidade a Deus, vivido em obediência aos ensinamentos de Cristo revelados nas Escrituras, a biblia sagrada. 

Conclusão e apelo

Esta parábola nos conduz a uma imagem clara e inevitável: um homem caminhando tranquilo, seguro de seus passos, enquanto a tragédia já estava no fim do caminho. Assim é a condição espiritual do ser humano. A surdez espiritual impede a percepção do perigo real, faz com que a pessoa avance confiante por um caminho que, desde o início, conduz à morte eterna.

Por isso, é necessário destapar os ouvidos. Curar a surdez espiritual é remover aquilo que obstrui a audição da verdade. Essa obstrução é, antes de tudo, o pecado. O pecado que se manifesta no orgulho, na religiosidade vazia, nas concupiscências da carne, nas concupiscências dos olhos e na soberba da vida. Manifesta-se também na desonestidade, na negligência para com a Palavra de Deus, e numa vida ainda centrada na própria vontade, que não morreu para si mesma nem se dispôs a viver para conhecer e fazer a vontade de Deus.

Essa condição funciona como uma infecção espiritual: contamina os sentidos, produz enfermidade nos ouvidos e gera surdez. E, por causa disso, o homem segue caminhando com aparente tranquilidade, enquanto o que o aguarda é a maior de todas as tragédias — a morte eterna da alma e o tormento eterno, longe de Deus.

Esta palavra existe para retirar o ser humano do caminho errado, caminho no qual todos nascem. Por isso, todos precisam se arrepender. Todos precisam de uma mudança radical de vida. Essa mudança é a conversão: abandonar definitivamente o caminho antigo e voltar-se para Deus em fidelidade.

Hoje, o chamado é este: não endureça os seus ouvidos. Permita que Deus cure a sua surdez espiritual. Ouça a verdade, ainda que ela confronte, ainda que doa, ainda que exija renúncia. Pois somente a verdade liberta, e somente o caminho de Deus conduz à vida eterna.

Portanto, abandone definitivamente o pecado. Coloque a Palavra de Deus acima de tudo em sua vida. Morra para a sua própria vontade e viva segundo o caminho que é Cristo, conforme os seus ensinamentos, que estão revelados na Escritura Sagrada, a Bíblia. Tome essa decisão enquanto há tempo, antes que a tragédia o alcance. 



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Ravi: Observando o Peixe


Ravi: Observando o Peixe

Havia um menino chamado Ravi, que desde muito novo dizia ao pai:

— Pai, eu quero ser cientista.

O pai de Ravi era muito rico, e não apenas rico em dinheiro, mas também em visão. Amava o filho e decidiu investir no melhor que existia. Por isso, contratou o maior cientista do mundo, um homem conhecido por sua genialidade e por formar os maiores nomes da ciência, o Dr. Robson Talhares.

No primeiro dia de aula, o pai levou Ravi pessoalmente. O menino estava radiante, ansioso, cheio de expectativas. Ao chegar, foi apresentado ao cientista. No laboratório, havia um grande aquário.

O professor olhou para Ravi e disse:

— Hoje, sua aula será observar o peixe.

E saiu da sala.

Ravi achou aquilo interessante no início. Sentou-se diante do aquário e começou a observar o peixe. Meia hora passou. Uma hora passou. O professor não voltou. Quando a aula terminou, o cientista apareceu apenas para dizer:

— Muito bem. Até a próxima aula.

Em casa, o pai perguntou:

— E então, meu filho, gostou?

— Pai, pra falar a verdade, não gostei muito. Ele só mandou observar o peixe a aula inteira.

O pai respondeu:

— Tenha paciência. Esse é o maior cientista do mundo. Continue.

No segundo dia, Ravi voltou cheio de esperança. O professor o recebeu e disse novamente:

— Observe o peixe.

E saiu.

Agora Ravi já começou a murmurar em seu coração:

“De novo esse peixe? Eu já passei a aula inteira olhando pra ele ontem.”

A aula terminou do mesmo jeito. Em casa, Ravi reclamou:

— Pai, não está bom. É sempre a mesma coisa.

— Tenha paciência, meu filho — disse o pai.

No terceiro dia, o professor disse:

— Observe o peixe… e faça anotações.

Ravi, já cansado, obedeceu. Observou, anotou algumas coisas e entregou. No dia seguinte, disse ao pai:

— Pai, eu não quero mais ir.

— Vá só mais um pouco — insistiu o pai.

E Ravi foi.

Na aula seguinte, o cientista disse:

— Observe o peixe novamente. Continue anotando.

Algo começou a mudar. Ravi percebeu que, comparando as anotações, havia visto coisas que não tinha visto antes. Movimentos, detalhes, comportamentos. Começou a observar com mais atenção.

O professor leu as anotações e disse:

— Muito bom. Mas ainda há mais a ser observado.

Ravi pensou consigo:

“Será mesmo?”

E então passou a observar com profundidade: a forma como o peixe se movia, reagia, se alimentava, descansava. As anotações aumentaram. A curiosidade despertou. O tédio deu lugar ao interesse.

Certo dia, o professor disse:

— Agora vamos mudar de peixe.

Ravi respondeu prontamente:

— Professor, ainda há muito a descobrir sobre este. Posso continuar? Posso me tornar especialista nele.

O cientista sorriu e disse:

— Então continue.

O menino já não reclamava mais. Voltava para casa feliz.

— Pai, estou amando as aulas.

Com o tempo, passou a observar outros peixes, outros aquários, outros desafios. Sempre com atenção, paciência e profundidade.

Anos se passaram.

Muitos alunos daquele grande cientista desistiram no meio do caminho. Outros até se formaram, mas se tornaram cientistas medíocres, superficiais, apressados.

Mas Ravi, aquele que aprendeu a observar o peixe, tornou-se um grande cientista, respeitado, profundo, preciso, um dos maiores de sua geração.

E tudo começou…

não com pressa,

não com teorias,

mas observando o peixe.


🌈🐟 REFLEXÕES — UMA MENSAGEM DE DEUS PARA NOSSAS VIDAS


Esta história não é apenas sobre ciência.

Ela traz uma mensagem clara de Deus para nossas vidas.

O desejo de Ravi em se tornar cientista não era algo superficial. Não era curiosidade momentânea. Era um propósito, um objetivo de vida. Ravi queria viver para isso. E esse desejo agradou ao seu pai. Por causa desse desejo forte, o pai agiu: providenciou, investiu, favoreceu e abriu caminhos para que Ravi alcançasse seu objetivo.

👉 Isso nos ensina algo espiritual muito profundo.

Assim como Ravi desejava ser cientista, quando alguém decide em seu coração viver para ser cristão, viver para ser seguidor de Cristo, esse é o desejo que agrada a Deus Pai. Deus se agrada daqueles que não vivem sem propósito, mas que escolhem viver para aquilo que realmente importa.

O desejo de Ravi era tão forte que, mesmo diante do cansaço, da monotonia, da frustração e da vontade de desistir, ele permaneceu. E por causa dessa perseverança, ele não se tornou um cientista mediano, mas um grande cientista.

📖 Da mesma forma, caro amigo leitor, se você tiver em seu coração o verdadeiro desejo da vida, que não é uma profissão, nem status, nem reconhecimento, mas ser um verdadeiro cristão, ser um seguidor de Cristo, viver para o propósito de Deus, saiba de uma coisa:

👉 Deus irá lhe possibilitar vencer todas as dificuldades.

Deus lhe dará condições de:

vencer o mundo,

vencer o diabo,

vencer o pecado,

vencer o cansaço espiritual,

vencer a vontade de desistir.

Mas isso exige algo fundamental:

👉 um desejo verdadeiro e forte no coração.

Não como aqueles alunos que desistiram no meio do caminho.

Não como aqueles que até continuaram, mas se tornaram apenas cientistas medianos.

Mas como Ravi, que permaneceu até alcançar o verdadeiro objetivo.


🟦 Agora, a revelação espiritual da parábola:

🐟 O peixe representa a Palavra de Deus.

Assim como Ravi precisou observar o peixe repetidas vezes, com atenção, paciência e profundidade, ninguém se torna um verdadeiro cristão sem observar a Palavra de Deus.

Não é olhar superficialmente.

Não é ler rapidamente.

Não é ouvir uma vez ou outra.

👉 É observar, meditar, comparar, anotar, refletir, voltar, permanecer.

👨‍🔬 O cientista representa o Espírito Santo de Deus.

O Espírito Santo é quem guia, dirige, orienta e conduz o cristão ao verdadeiro entendimento da Palavra. Ele não entrega tudo de uma vez. Ele trabalha o coração, a paciência, a perseverança e a maturidade espiritual.

Assim como o cientista conduziu Ravi ao conhecimento verdadeiro, o Espírito Santo conduz o cristão a se tornar um homem cheio de Deus, cheio do Espírito Santo, alguém que vive para fazer a vontade do Pai.

✨ Portanto, esta parábola é Deus mostrando a você:

Não deseje apenas ser algo neste mundo.

Deseje ser um verdadeiro cristão.

Deseje viver para Deus.

Deseje conhecer profundamente a Palavra.

Se esse for o desejo real do seu coração, Deus providenciará todos os meios, assim como o pai de Ravi fez.

👉 Não para que você seja apenas mais um,

👉 mas para que você seja aquilo que Deus planejou que você fosse.


✨📘 CONCLUSÃO

A ciência representa conhecimento.

Quando alguém deseja ser cientista, deseja viver para conhecer, para aprofundar, para não se contentar com o superficial.

Espiritualmente, isso revela uma verdade absoluta:

👉 o conhecimento de Deus é a única forma de alcançar a vida eterna.

Não existe vida eterna sem conhecimento de Deus.

Não existe salvação sem conhecer a Deus.

Não existe propósito verdadeiro fora disso.

📖 A Bíblia afirma de maneira solene:

em chama de fogo, tomando vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo. Estes sofrerão penalidade de eterna destruição, banidos da face do Senhor.”

(2 Tessalonicenses 1:8–9)

Isso mostra que não conhecer a Deus não é algo neutro — tem consequências eternas.

Por isso, em relação a Deus, você precisa ser um cientista.

Ou seja, precisa ser um conhecedor verdadeiro da Palavra de Deus, que é a Bíblia Sagrada.

Mas esse conhecimento exige algo essencial: ZELO pela Palavra de Deus revelada na Bíblia.

🔥 Zelo não é pressa.

🔥 Zelo não é superficialidade.

🔥 Zelo é observação profunda, perseverante, reverente e contínua da Bíblia Sagrada.

Assim como Ravi observava o peixe repetidas vezes, com atenção crescente, o verdadeiro cristão observa a Bíblia, estuda as Escrituras com zelo, buscando compreender, meditar e viver aquilo que está escrito.

👉 Esse zelo se manifesta de três formas claras:

📖 1. Estudo pessoal da Bíblia Sagrada

A Bíblia deve ser estudada em particular, no secreto, com dedicação, oração e compromisso. Ninguém cresce espiritualmente sem esse contato direto e constante com as Escrituras.

📖 2. Estudo da Bíblia Sagrada em comunhão com a igreja

Deus não deixou o cristão sozinho. Ele estabeleceu a igreja como lugar de ensino, crescimento e edificação.

A Bíblia diz:

E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos, para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo.”

(Efésios 4:11–12)

Isso mostra que Deus usa homens chamados e capacitados para ensinar a Bíblia, conduzindo o povo ao verdadeiro conhecimento.

📖 3. Disposição para aprender e permanecer no ensino da Bíblia

O apóstolo Paulo orienta claramente a Timóteo:

Prega a palavra, insta a tempo e fora de tempo, repreende, exorta, com toda longanimidade e ensino.”

(2 Timóteo 4:2)

E também:

O que de mim ouviste, diante de muitas testemunhas, confia a homens fiéis que sejam idôneos para também ensinarem a outros.”

(2 Timóteo 2:2)

Isso confirma que o cristão verdadeiro aprende a Bíblia, permanece na Bíblia e cresce para viver aquilo que Deus revelou.

📖 O próprio Jesus Cristo afirmou:

Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam.”

(João 5:39)

⚠️ Se você não tiver um propósito firme e inabalável, como o de Ravi, de ser um verdadeiro conhecedor de Deus por meio da Bíblia Sagrada, você perde o propósito da sua vida. Pode até viver muitos anos, mas viverá sem alcançar o objetivo eterno.

👉 O resultado de uma vida com Deus exige decisão:

Deus em primeiro lugar.

Não desistir.

Não relaxar.

Não ser morno.

📖 A Palavra é clara:

Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca.”

(Apocalipse 3:16)

🔥 Deus se agrada dos que têm zelo pela Bíblia.

🔥 Dos que perseveram no conhecimento das Escrituras.

🔥 Dos que vivem para conhecer e fazer a Sua vontade.

❓ Agora, a decisão é sua:

Você quer ser como Ravi?

Você quer ser um cientista de Deus?

Um verdadeiro conhecedor da Bíblia Sagrada?

Porque a sua vida está passando.

E quem passa pela vida sem conhecer a Deus por meio das Escrituras está perdendo a própria vida.

E quem morre perdido, sem ter dado ouvidos à Palavra de Deus, se lamentará eternamente por ter rejeitado esta mensagem que hoje lhe foi anunciada.

👉 Esta não é apenas uma história.

👉 Esta é uma mensagem de Deus para a sua vida.

📖 Lembre-se:

Serão condenados os que não conhecem a Deus e não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo.”

(2 Tessalonicenses 1:8–9)

A grande maioria se lamentará. 

Muitos estarão no tormento eterno, lamentando-se porque não colocaram a Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada, acima de tudo em suas vidas.

Não porque Deus não falou, mas porque não deram ouvidos.

Não porque não houve oportunidade, mas porque outros interesses foram colocados no lugar que pertencia a Deus.



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