A vida e o grande amor
Ele é uma vida que caminha pelo mundo.
Um ser que respira, sente, olha, mas ainda não encontrou a vida.
Ele busca no mundo… e ele busca no mundo…
Ele quer encontrar algo que preencha o coração,
algo que traga sentido à vida,
algo que faça seu peito descansar.
Ele procura beleza, procura sentido, procura amor, procura lar.
Mas o mundo oferece apenas sombras e brilhos fugidios,
promessas que se desfazem, caminhos que se quebram.
Ele se decepciona, porque no mundo não há nada de bom que possa saciar.
Ele busca… ele busca…
Ele não cessa de procurar.
Mas o vazio permanece.
O coração sente que falta algo.
Até que, um dia, ele vê.
Ele olha… e tudo se revela.
Não há palavras. Não há esforço.
Apenas o coração reconhece: este é o meu grande amor.
E com o amor, vem o lar.
Vem a família.
Vem a casa.
O mundo deixa de ser fim; torna-se apenas trajeto.
Ele não busca mais nada no mundo, porque agora sabe:
ele encontrou o seu grande amor,
e o seu grande amor o encontrou.
Ele guarda o amor em seu coração,
e caminha com ele no coração,
mas deseja encontrá-lo pessoalmente, chegar em casa,
estar com o seu grande amor, com a família, com o lar que o espera.
Mas ele caminha, e caminha com alegria,
com pressa, com desejo.
Ele quer cumprir o trajeto, chegar em casa, estar com a família, estar com o seu amor.
E no coração, ele sente algo maior:
quer dizer a todos, quer anunciar a todos,
que está indo para o lar, que está indo para casa,
que encontrou o amor que preenche.
E ele olha para os que ainda caminham pelo mundo, vazios,
buscando no que não existe,
procurando amor onde não há,
tentando encontrar no brilho passageiro algo que nunca os satisfará.
Ele sente compaixão, e deseja que também encontrem,
que também cheguem, que também vejam,
que também sintam o lar, a família, o amor verdadeiro.
O mundo ainda tenta distraí-lo, oferece brilhos, encantos, ilusões…
convida-o a se desviar, a gastar seu tempo, a esquecer seu destino,
a perder de vista o desejo que pulsa em seu peito.
Mas ele não se ilude mais.
Nada no mundo pode preencher o que encontrou.
Ele não pode parar.
Seu desejo é grande demais,
seu amor é intenso demais,
e ele segue firme, sem hesitar,
cada passo mais próximo do seu amor,
cada passo mais próximo do abrigo que espera,
do lugar que pulsa com o que seu coração almeja.
Ele caminha, ele caminha.
A cada passo tem ritmo, a cada passo tem vida.
Cada passo é música, é poesia,
é coração que bate na cadência do lar.
Cada passo é alegria, cada passo é desejo,
cada passo é desejo de encontrar o grande amor.
Ainda que o grande amor já esteja guardado em seu coração,
ele acelera o passo,
quer cumprir o trajeto, chegar em casa,
estar com o amado, com a família, com o lar.
Ele caminha pelo mundo, mas não mais buscando.
Ele caminha pelo mundo, mas com destino:
chegar em casa, estar com o grande amor, com a família, com o lar que encontrou.
E ele sabe: agora o trajeto tem sentido.
Agora cada sombra, cada luz, cada estrada leva àquilo que sempre buscou.
O mundo, enfim, é apenas caminho.
E ele caminha com o coração leve,
com os olhos fixos no lar,
com a alma cheia de amor,
com a vida completa no grande amor que o encontrou.
“Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu.”
Cantares 6:3
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