Um Deus mudo?
Versículo base
João 8:47
“Quem é de Deus ouve as palavras de Deus; por isso vós não as ouvis, porque não sois de Deus.”
Introdução
O seu Deus fala?
Onde estão as suas palavras?
E quais são as consequências de não ouvi-lo ou de não entendê-lo?
Essas perguntas são decisivas.
Se Deus fala, então o homem não pode calar a Deus, não pode corrigir a Deus e não pode viver ignorando aquilo que Ele diz. Se Deus falou, o único caminho racional é ouvir, compreender e obedecer às suas palavras.
Mas o que vemos hoje é exatamente o contrário.
As pessoas estão perdidas em opiniões, religiões e pensamentos humanos. Cada pessoa cria a sua própria verdade, segue o seu próprio caminho e, ao mesmo tempo, despreza aquilo que Deus declarou em sua palavra.
Isso tem consequências sérias.
Quando Deus fala, Ele revela quem Ele é, revela a verdade, revela o destino eterno do homem e revela o resultado de se opor à sua vontade.
Ignorar aquilo que Deus disse e continua a dizer não muda a realidade, não se alcança a verdade; apenas mantém o homem na ignorância, no engano e na condenação eterna.
Por isso é fundamental que você ouça a Deus.
A mensagem que você lerá agora trata exatamente disso. Ela trata da voz de Deus, da sua palavra e da responsabilidade do homem diante daquilo que Deus revelou.
Não há nada mais importante no mundo do que ouvir a Deus.
Se alguém não compreender isso hoje, um dia compreenderá tarde demais — no inferno compreenderá — porque não ouvir a Deus foi a maior loucura e a maior irracionalidade que um ser humano pode cometer.
1 — Oposição a Deus
A oposição a Deus se dá quando alguém não ouve a Deus, não compreende aquilo que Ele diz, ou não é fiel àquilo que Deus disse.
A Bíblia mostra que essa oposição aparece na vida humana de formas diferentes.
1.1 — Aqueles que não ouvem a Deus
Há pessoas que simplesmente não buscam ouvir a Deus.
Elas vivem voltadas para sua própria vida, seus interesses, seus objetivos, seus prazeres e seus projetos. Deus não é a prioridade, e a sua palavra não é buscada com seriedade.
Ao mesmo tempo, muitas dessas pessoas estabelecem uma maneira de viver e passam a acreditar que essa forma de vida não as compromete diante de Deus. Elas constroem uma ideia de Deus que lhes parece confortável, um Deus que não confronta suas escolhas e que não exige mudança na forma como decidiram viver.
Mas essa ideia não vem de Deus; vem do próprio coração humano.
A Escritura revela essa realidade:
Jeremias 10:23
“Eu sei, ó Senhor, que não cabe ao homem determinar o seu caminho, nem ao que caminha dirigir os seus passos.”
E também declara:
Provérbios 14:12
“Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte.”
Quando o homem não busca ouvir a Deus, ele acaba seguindo aquilo que parece certo aos seus próprios olhos, acreditando que seu caminho é aceitável diante de Deus, quando na realidade já está no caminho do erro e do afastamento da verdade.
1.2 — Aqueles que ouvem, mas não a Deus
Há também pessoas que desejam ouvir algo espiritual, mas não ouvem a Deus.
Elas ouvem o próprio coração, ouvem falsos mestres, ouvem mensagens que confirmam aquilo que desejam acreditar.
A Bíblia alerta claramente sobre isso.
Jeremias 17:9
“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas.”
E também adverte:
2 Timóteo 4:3
“Virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias vontades, como que sentindo coceira nos ouvidos.”
Há ainda outra situação muito comum.
Existem pessoas que se formaram dentro de uma tradição religiosa — seja porque aprenderam isso desde cedo em sua família, seja porque abraçaram uma determinada religião em algum momento da vida. A partir daí, passam a considerar que aquilo que receberam é necessariamente a verdade.
Por causa disso, procuram apenas aquilo que confirma essa formação religiosa. Ouvem aquilo que preserva a tradição que receberam, aquilo que mantém a religião que adotaram, e evitam qualquer coisa que possa confrontar ou questionar aquilo que sempre acreditaram.
Mas a palavra de Deus faz um alerta muito sério sobre esse perigo.
Marcos 7:7-8
“Em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens. Negligenciando o mandamento de Deus, guardais a tradição dos homens.”
Existe ainda outro problema muito profundo: o orgulho humano.
Muitas pessoas buscam ouvir apenas mensagens que não ferem o seu ego, que não confrontam a sua maneira de viver e que não atingem o seu orgulho. Elas preferem palavras que as tranquilizem, que confirmem aquilo que já pensam e que não exijam arrependimento ou mudança.
Mas a palavra de Deus também alerta sobre isso.
Gálatas 1:10
“Porventura procuro eu agora o favor dos homens ou o de Deus? Ou procuro agradar a homens? Se ainda agradasse a homens, não seria servo de Cristo.”
Há também aqueles que buscam ouvir algo que não toque no pecado que eles gostam de praticar. Eles evitam qualquer palavra que confronte aquilo que decidiram manter em suas vidas. Preferem ouvir mensagens que não removam esse pecado, que não o exponham e que não os chamem ao arrependimento.
Além disso, muitos não querem ouvir aquilo que possa mudar ou transformar profundamente a sua vida. Eles não estão em busca de transformação, não estão em busca de santidade, nem de uma vida realmente submetida à vontade de Deus.
O que muitos procuram é apenas uma forma de religião ou de espiritualidade que acalme a consciência, que não produza um senso de condenação, e que lhes permita continuar vivendo da mesma maneira.
Assim, procuram palavras que tranquilizem a consciência, mas evitam a palavra de Deus que revela a verdade, confronta o pecado e chama o homem a uma vida nova diante de Deus.
A própria Bíblia apresenta exemplos claros dessa oposição à verdade quando ela é proclamada.
No Antigo Testamento, o profeta Micaías foi rejeitado porque anunciava a verdade de Deus, mesmo quando essa verdade era dura e desagradava aos reis e aos falsos profetas.
A Escritura registra esse episódio em:
1 Reis 22:8
“Há ainda um homem, Micaías, filho de Inlá, por quem podemos consultar ao Senhor; porém eu o aborreço, porque nunca profetiza de mim o que é bom, mas somente o que é mau.”
No Novo Testamento, algo semelhante aconteceu com o próprio Jesus Cristo. Quando Ele anunciou verdades profundas e difíceis, muitos que o seguiam decidiram abandoná-lo.
João 6:66
“Desde então muitos dos seus discípulos tornaram para trás e já não andavam com ele.”
Esses exemplos revelam uma realidade que continua acontecendo até hoje.
Quando as pessoas abandonam as verdades duras do evangelho, elas imaginam que estão apenas rejeitando uma pregação, uma interpretação bíblica ou um entendimento religioso.
Mas, na realidade, estão abandonando o próprio Cristo, porque a verdade que confronta o homem é a própria voz de Deus revelada por meio dele.
1.3 — Aqueles que ouvem, mas não são fiéis
Existe ainda uma terceira situação.
São aqueles que ouvem a palavra de Deus, compreendem aquilo que ela diz, mas não permanecem fiéis ao que ouviram.
Eles percebem a verdade, mas depois se afastam dela, não levam a sério aquilo que entenderam, ou simplesmente deixam aquilo que ouviram se perder com o tempo.
A Bíblia descreve esse comportamento de forma muito clara:
Tiago 1:22
“Sede cumpridores da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos.”
E também:
Tiago 1:23-24
“Porque, se alguém é ouvinte da palavra e não praticante, é semelhante ao homem que contempla num espelho o seu rosto natural; pois contempla-se, vai-se embora e logo se esquece de como era.”
Nesse caso, o homem ouve, entende, mas não permanece fiel àquilo que Deus revelou.
2 — As causas de uma vida que erra em relação à palavra de Deus
Trata-se de uma decisão pessoal, uma decisão daquilo que a pessoa escolhe ser como ser humano. É uma questão de caráter, de disposição interior, de quem o homem é e de quem ele reconhece ser diante de Deus. Trata-se da forma como a pessoa se posiciona diante da verdade de Deus.
Deus é santo, todo-poderoso, perfeito e Senhor de todas as coisas.
Mas o homem muitas vezes não reconhece essa verdade, porque o seu orgulho o impede. Quando o homem busca glória para si mesmo, isso se torna um impedimento para que ele alcance a verdade.
Foi exatamente assim que aconteceu com Adão e Eva. Diante da obediência àquilo que Deus havia dito e da promessa de algo que lhes parecia desejável, preferiram esquecer a palavra de Deus e ouvir aquilo que lhes agradava.
Por causa dessa decisão, o homem permanece na corrupção.
Isso é importante compreender: a mensagem da Bíblia revela que o homem já nasce em uma condição de pecado. A sua natureza está inclinada ao erro e ao afastamento de Deus.
A única forma de libertação dessa condição é dar ouvidos à palavra de Deus, que revela que Deus se fez homem e veio ao mundo na pessoa de Jesus Cristo.
Em Jesus, Deus assumiu a condição humana e pagou o preço da condenação do homem, para que o homem pudesse viver uma vida de fidelidade a Deus, de abandono definitivo do pecado e uma vida voltada para conhecer e fazer a vontade de Deus.
Quando o homem rejeita essa submissão, ele permanece preso à sua condição natural de pecado.
Assim ele continua preso ao mundo, preso ao orgulho, preso ao engano do diabo, justamente porque não quer tomar a decisão essencial: viver para o propósito para o qual Deus o criou e submeter-se à vontade de Deus.
E submeter-se à vontade de Deus implica em honrar a Deus.
Mas honrar a Deus exige algo que o coração humano natural não quer aceitar: humildade, renúncia e sacrifício.
A palavra de Deus mostra que seguir verdadeiramente a Deus exige negar a si mesmo.
Lucas 9:23
“Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz e siga-me.”
Esse caminho também envolve oposição e sofrimento.
João 15:20
“Se me perseguiram a mim, também perseguirão a vós.”
E ainda:
2 Timóteo 3:12
“Todos os que querem viver piedosamente em Cristo Jesus padecerão perseguições.”
Essa realidade faz parte do propósito de Deus para a vida humana.
A vida do homem neste mundo é também um tempo de prova, um tempo em que se manifesta aquilo que realmente está no seu coração. É nesse contexto que se revela se o homem reconhece a Deus, se honra a Deus e se se submete à sua vontade, ou se prefere continuar vivendo segundo si mesmo.
Por isso, a causa profunda de uma vida que erra em relação à palavra de Deus não é apenas ignorância.
É a decisão interior de não se submeter plenamente àquilo que Deus é e àquilo que Deus diz.
O homem permanece vítima do engano e, por causa disso, acaba se enquadrando nas situações que já foram mencionadas anteriormente.
Assim, ele vive sob o domínio do engano e sua vida acaba se manifestando dentro daqueles três pontos já tratados:
Não ouvir a Deus — quando rejeita ou ignora a palavra de Deus.
Ouvir, mas não a Deus — quando o coração do homem, dominado pelo orgulho e pelo engano, não reconhece a verdadeira voz de Deus. Nessa condição, ele passa a criar uma fé conforme aquilo que deseja acreditar, e então atribui essa fé a Deus, como se fosse a vontade de Deus, quando na verdade procede do seu próprio coração.
Ouvir a palavra de Deus, mas não compreendê-la ou não permanecer fiel a ela.
3 — As consequências de uma vida não alcançada pela verdade de Deus
O ser humano que não entendeu verdadeiramente o sacrifício de Jesus Cristo, que continua vivendo no pecado sem tê-lo abandonado definitivamente, ainda não foi alcançado pela verdade de Deus.
Isso traz consequências reais na maneira de viver da pessoa e também no seu destino eterno.
A própria palavra de Deus revela qual é a característica daqueles que realmente pertencem a Cristo:
João 10:27
“As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem.”
Esse texto declara uma verdade clara: aqueles que são de Deus ouvem a sua voz, são conhecidos por Deus e o seguem.
Portanto, quando alguém não ouve e não obedece à voz de Deus, essa pessoa não pertence verdadeiramente a Deus, porque o próprio Cristo afirma que as suas ovelhas o ouvem e o seguem.
Assim, uma pessoa pode orar, ler a Bíblia, declarar amor a Cristo e até louvá-lo, mas se não obedece à sua voz, Deus não a conhece e não a aceita, pois ela não o segue verdadeiramente.
Por isso, antes de tudo, é necessário assumir um compromisso verdadeiro com Deus, uma aliança de fidelidade.
Sem essa aliança real, a pessoa permanece no engano, acreditando que Deus está com ela, quando na realidade Deus não a conhece.
Isso acontece porque ela continua vivendo no pecado, ainda busca a sua própria exaltação, ainda alimenta o ego e o orgulho, e essas coisas continuam sendo a raiz que conduz ao pecado, mesmo quando a pessoa não reconhece isso.
É necessário uma morte completa para si mesmo
O caminho da verdade exige uma morte completa para si mesmo, para a própria vontade, para o próprio querer, para a exaltação pessoal, e exige o abandono definitivo do pecado.
Textos bíblicos que fundamentam esta verdade:
Gálatas 2:20: “Já não vivo eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.”
2 Coríntios 5:15: “E ele morreu por todos, para que aqueles que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.”
Esses textos mostram que a morte para si mesmo é absoluta, e somente assim é possível viver verdadeiramente para Deus.
Exige o abandono definitivo do pecado
A verdadeira vida em Deus exige não apenas a morte para si, mas também o abandono completo do pecado.
João 3:36: “Quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, porém, desobedece ao Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus.”
Romanos 6:2: “De modo nenhum! Nós que já morremos para o pecado, como viveremos ainda nele?”
Portanto, o abandono do pecado é indispensável para pertencer a Deus, porque não se pode seguir a Cristo enquanto se mantém a desobediência.
Uma vida que desagrada a Deus
Quando essa transformação não ocorre, a pessoa passa a viver uma vida que desagrada a Deus, mesmo que ela seja religiosa.
Isso acontece porque o engano pode levar alguém a:
acreditar em um conceito de Deus que não corresponde à verdade,
atribuir a Deus ideias que não vêm realmente de Deus,
ou simplesmente não ouvir a Deus.
Assim, a pessoa pode viver convencida de que está seguindo a Deus, quando na realidade está seguindo aquilo que ela própria formou em seu entendimento ou em seus desejos.
Heresias, divisões e ausência de comunhão
Essa condição também se manifesta no surgimento de heresias, diferenças doutrinárias, dissensões e divisões.
Quando não há verdadeira comunhão com Deus, cada pessoa ou grupo passa a seguir aquilo que acredita ser a verdade, e isso gera facções e caminhos diferentes.
A Escritura mostra que a comunhão verdadeira só existe quando se anda na luz.
1 João 1:7
“Se andarmos na luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado.”
Esse texto revela que a comunhão é consequência de andar na luz.
Quando não há comunhão, isso revela separação.
E a separação mostra que os caminhos não são os mesmos.
Quem anda na luz caminha no mesmo caminho da verdade, guiado pelo Espírito de Deus.
Mas quando surgem caminhos diferentes, isso revela que alguém deixou de ouvir a voz de Deus.
“Se alguém quiser fazer a vontade de Deus, conhecerá se a minha doutrina é de Deus, ou se falo por mim mesmo.” João 7:17
Assim, uma vida que não foi alcançada pela verdade de Deus acaba produzindo:uma vida distante da vontade de Deus, uma fé baseada em engano ou interpretações humanas,divisões e caminhos diferentes, e, finalmente, separação de Deus.
Conclusão e Apelo
Deus declara: quem não ouve a Sua voz, não se submete à Sua palavra e não vive em fidelidade ao que Ele revelou, não é Sua ovelha e não é conhecido por Ele.
Portanto, enquanto ainda há tempo, você deve:
Arrepender-se dos seus pecados;
Ser batizado conforme a palavra de Deus;
Morrer para si mesmo e viver para conhecer e fazer a vontade de Deus, honrando-O em tudo e dando-Lhe toda a glória.
Isso significa abrir mão de:
sua própria vida,
sua própria glória,
o pecado,
os prazeres e valores do mundo.
Para conhecer a verdade e viver segundo ela, é necessário colocar Deus acima de tudo. Isso exige uma decisão real de morrer para toda forma de exaltação pessoal, abandonar o orgulho, rejeitar a autoexaltação e deixar de dirigir a própria vida segundo a própria vontade.
Todas essas coisas — orgulho, busca de reconhecimento, exaltação própria e direção da vida segundo a própria vontade — revelam um coração que ainda vive para si mesmo. O chamado de Deus é exatamente o contrário: viver exclusivamente para conhecer e fazer a Sua vontade.
Adão e Eva estavam em comunhão com Deus e vivendo de acordo com o propósito de Deus. Porém, decidiram viver para si mesmos quando deixaram de dar ouvidos à voz de Deus e passaram a ouvir aquilo que lhes agradava, aquilo que os exaltava e aquilo que lhes dava autonomia, uma direção própria para suas vidas e exaltação para si mesmos. Em vez de permanecerem na dependência de Deus para fazer exclusivamente a Sua vontade, escolheram seguir aquilo que agradava ao seu próprio coração.
É exatamente isso que precisa ser abandonado. A busca por autonomia, por direção própria da vida e por exaltação pessoal precisa morrer para que a pessoa possa viver para Deus.
É essa decisão que você precisa tomar agora. Você nasceu na condição de Adão e Eva, marcado por essa mesma tendência de viver para si mesmo. Por isso, é necessário voltar para Deus através do reconhecimento do sacrifício de Jesus e da decisão de morrer para si mesmo.
Assim como Cristo morreu por nós, nós devemos morrer para Cristo, abandonando o pecado, o orgulho, a autoexaltação e a direção própria da vida. Somente essa morte pode produzir uma nova vida.
Essa nova vida é declarada no batismo nas águas e se manifesta em uma vida de fidelidade à Palavra de Deus, que conduz ao conhecimento da voz de Deus e à comunhão com aqueles que estão no mesmo caminho da verdade.
É importante entender também que a decisão de viver para si mesmo leva ao engano. Muitas pessoas seguem esse caminho acreditando que está tudo bem, imaginando que estão em paz com Deus, quando na verdade estão distantes da verdade. E assim passam a vida inteira nesse engano.
Por isso, enquanto ainda há tempo, arrependa-se, abandone o pecado, renuncie a si mesmo e viva para Deus. Só assim sua vida será transformada e você caminhará na verdade. E então, no final da sua vida, você ouvirá a palavra de acolhimento do Senhor e não a palavra de rejeição.
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